História Call me ; bughead - Capítulo 5


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Jason Blossom, Joaquin, Kevin Keller, Polly Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Archie, Barchie, Betty, Blossom, Bughead, Cheryl, Choni, Cooper, Dark Betty, Elizabeth, Hot, Jones, Jughead, Lodge, Riverdale, Toni, Topaz, Verônica
Visualizações 138
Palavras 988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


♡; Olá baby, tudo bom? Aqui vai mais um capítulo.
Boa leitura, espero que gostem e caso ocorra, comentem e favoritem.

Capítulo 5 - 0.3


Fanfic / Fanfiction Call me ; bughead - Capítulo 5 - 0.3

• Autora · Point of view •

Ainda sem reação e pálida com a sua suposta descoberta, Elizabeth andou até a frente da mesa que estava o seu chefe.

— Sente-se. – A voz grossa preenche o local e a mesma faz o lhe é pedido. – Bom, eu lhe chamei aqui por um motivo específico.

— Sim, senhor? – Elizabeth diz, incentivando-o para que continuasse.

— Pode me chamar de Forsythe. – ele diz e Elizabeth consente – Então, eu quero que você faça um artigo sobre mim, quero que fale o que acha de mim, o que ouve e tudo que achar necessário colocar.

As mãos de Elizabeth suavam frio, mas, agora era estava tranquila; provavelmente, o seu cliente teria um irmão gêmeo e ele estava ali na sua frente, era isso. E, se não fosse, preferia acreditar que sim.

Depois de ouvir o que o seu chefe havia proposto, não via uma necessidade de fazer aquilo, mas como havia sido mandada e ela não podia recusar, aceitou.

— Certo, senhor Forsythe. – A voz de Elizabeth sai falha, quando a mesma tentava manter firme para não demonstrar o seu nervosismo.

— Caso me agrade, automaticamente você subirá de cargo, e conseguirá uma sala melhor, com um salário melhor. – Forsythe disse, era assim com todas as novas funcionárias que entraram na sua empresa; ele gostava, queria ver se elas deixavam a sinceridade de lado para que pudesse agradá-lo.

Por outro lado, Elizabeth se mantinha feliz pela oportunidade; entretanto, parte da sua felicidade foi destruída quando ela recebeu o tempo para que pudesse entregar o artigo a ele. Eram somente 24 horas. Suspirou pesadamente, com dúvidas se conseguiria ou não fazer aquilo em tão pouco tempo.

— Você está livre o dia todo para fazer o que lhe pedi.

Era o mínimo que poderia fazer, Elizabeth pensou.

— Obrigada, senhor.

— Pode sair. – O mesmo pede e assim, Elizabeth faz.

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Já em casa, Elizabeth se perdia em meio á tantos papéis e anotações; ela precisava de mais fontes, precisava mostrar ao seu chefe que ela era capaz de fazer tudo que lhe era proposto.

Elizabeth pegou o celular e ligou para Verônica.

— Verônica?

— Alô? Quem é? – A voz suave quebra o silêncio no telefonema.

— É Elizabeth, eu gostaria de saber se você sabe de alguma fonte que me dê informações sobre o nosso chefe.

— Ih, ele passou esse trabalho pra você também? Todas as jornalistas contratadas fazem isso e é estranho que nenhum tenha ficado no cargo.

Ao Verônica ter dito, um frio na barriga se formou em Elizabeth.

— Então Elizabeth, eu vou te dar o nome e o endereço de uma das jornalistas que fizeram isso e com certeza tem informações que podem te ajudar.

— Certo, pode passar.

— O nome dela é Ethel Muggs, ela mora perto do Pop's.

— Hm, certo. Eu conheço quem é, muito obrigada Verônica.

— Por nada, darling. E, me chame de V.

— Certo, V.

O telefonema foi desligado e rapidamente, Elizabeth pega a sua bolsa, o bloco de notas e saí á procura de Ethel Muggs.

Ela chamou um táxi e pediu para que ele lhe deixasse perto do Pop's, que não era longe da sua casa, mas era mais rápido que ir andando.

Quando chegou em seu destino, pagou a corrida e andou até a casa na cor branca, que era estranhamente grande para uma pessoa só.

Bateu na porta e ninguém atendeu. Bateu novamente, até que quando estava quase desistindo, a porta é aberta.

— Bom dia, o que deseja? – A menina de cabelos loiros e medianos diz ao atender a porta.

— Aqui é a residência de Ethel Muggs? – Elizabeth pergunta indecisa.

A mulher loira e incrivelmente, magra.

— Sim, o que deseja?

— Bom, eu sou a nova Jornalista do Blue and Gold e queria saber se você têm e pode me dar algumas informações sobre Forsythe, dono do Blue and Gold.

Ela concorda e dá um espaço para Elizabeth entrar.

— É o artigo sobre ele, não é?! – ela pergunta.

— Sim. – Elizabeth concorda.

Ethel vai até uma escrivaninha que ficava na sala, pega um envelope e entrega a Elizabeth.

— Aqui está! Eu fiquei trabalhando por lá durante uns dois meses e saí por alguns problemas pessoais.

— Eu fiz a entrevista á três semanas atrás, já nem tinha mais esperanças de conseguir o emprego quando Verônica me ligou no início dessa semana e disse a mim que eu havia conseguido.

— Entendo, comigo foi mais rápido. Qual foi o prazo que ele te deu?

— 24 horas.

— Uh, ele me deu um prazo de dois dias para entregar. – Ethel faz uma pausa e logo volta a falar – Parece que ele está cada vez mais criterioso.

— Bom, eu vou indo porque ainda há muito a se fazer. Muito obrigada por me ajudar, devolverei assim que terminar.

As duas se despedem e Elizabeth volta até a sua residência para que pudesse terminar o artigo.

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Faltava apenas dez minutos para que Elizabeth pudesse entregar o artigo ao seu chefe; nervosa, a mesma lia e relia várias vezes ao achar que ainda faltava algo.

Pôs no artigo sua total sinceridade quando precisou falar o que achavam dele, e esperava que ele não a demitisse por isso.

Terminou de ajeitar a papelada e levantou-se em direção a sala do seu superior, quando chegou em frente, respirou fundo e bateu na porta enquanto desejava sorte a si mesma.

Ouviu um entre e assim fez, abrindo a porta e fechando antes de andar até a cadeira.

— Bom dia, senhor Forsythe.

— Está um minuto atrasada. – Forsythe diz sem ao menos olhar para Elizabeth, enquanto preenchia algumas papeladas.

— Desculpe-me senhor, aqui está o artigo. – Elizabeth diz colocando o mesmo sobre a mesa.

— Obrigado, pode sair. – Forsythe diz e Elizabeth sai, nervosa e consequentemente, apertada para ir ao banheiro.

Enquanto Elizabeth se encaminhava até a porta, Forsythe desviou o olhar das papeladas até a bunda redondinha da sua nova funcionária. Era impossível não pensar em como seria bom deixá-las vermelhas. De qualquer forma, balançou a cabeça tentando tirar aquele pensamento promíscuo da mente.


Notas Finais


♡; Gostaram do capítulo? O tamanho está bom? Críticas?
Ps. Mais tarde vocês irão entender o porquê do nome "Forysthe".


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