História Call Me By Your Name (STEREK) - Capítulo 12


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Categorias Dylan O'Brien, Teen Wolf, Tyler Hoechlin
Personagens Alan Deaton, Derek Hale, Dylan O'Brien, Erica Reyes, Isaac Lahey, Jordan Parrish, Laura Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Tyler Hoechlin
Tags Dark, Derek Hale, Dylan O'brien, Sterek, Sterekiscanon, Stiles Stilinski, Tyler Hoechlin
Visualizações 215
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Twelve


"Sinto muito, meus pêsames". A vizinha ao lado o ofereceu em cumprimento e solidariedade, empática ela trouxe uma torta de cereja consigo para o memorial após o breve enterro triplo. Amigos e parentes de todas os cantos viveram dar seus últimos adeus debaixo de garoa e casacos pretos. Derek odiava cada maldito segundo daquilo, pois nascidos e criados na cidade dos Yankees, ele teve que providenciar todo um esquema para transportar os corpos para lá quando foram liberados os laudos, Talia por morte natural, James e Laura por óbito acidental apesar de peritos terem investigado buscando uma explicação só puderam vir com a mais sensata, apenas mais uma tragédia grega difícil de acreditar quando dito o tamanho azar. Hale queria estar em casa com o namorado, mas não, tinha que aguentar o chororô de pessoas que nem ao menos lembrava o nome, a maior parte sendo curiosos e mortos de fome enfiando petiscos dentro das bolsas ou bolsos largos. Cora estava passando por um momento difícil, até mesmo Peter quem era ríspido por natureza secava o rosto hora ou outra.
Os últimos Hales viventes tentaram com todas as forças convencê-lo a ficar em casa, pensando não ser boa idéia viver no lugar onde algo assim aconteceu. "Só temos uns aos outros", diziam. Derek, por suas vez, negou com a cabeça ao pegar sua pequena mala dizendo que aquele já não mais era seu lar e que, por pior que fosse pensar naquilo, viver em um lugar onde tantas memórias boas foram feitas o faria ainda mais mal, pois tais coisas não voltariam e ele preferia conviver com o fato. A irmã mais nova prometeu visitá-lo assim que pudesse, o que provavelmente significava não tão cedo. O tio apenas o abraçou o pedindo silenciosamente para não se esconder ainda mais profundamente em sua bolha, era o mais sincero eu te amo que ele poderia dar, pois não era um homem de palavras doces. O motorista de aplicativo avisou que o esperava e ele assentiu para eles ao fechar a porta da mansão atrás de si, o homem branco barrigudo abriu o porta-malas e fechou em um movimento só quando a bagagem estava dentro. Derek pulou dentro do carro, tirou os fones sem fio dentro do estojo e colocou nas orelhas depois de colocar o cinto de segurança. Billie Eilish ecoava magicamente no volume perto e ele encarou a janela condensada do Sedan rumando ao aeroporto, havia algumas mensagens não lidas e chamadas perdidas de quase todos seus contatos salvos e não salvos. Condolências... Condolências e mais condolências descansavam ao lado dos balões azuis, ele continuou a ignora-las rolando a barra até o final onde encontrou uma mensagem de Stiles.

Stiles
"Quando voltará para casa?"

"Estou a caminho"
Entregue

"Ok".
(Typing)
"☺"

"Chegamos, Sr". O motorista disse chamando sua atenção.
"Ah sim, obrigado", destravou o cinto e abriu a porta para o lado da calçada do aeroporto, saiu, recebeu sua mala e ajeitou a bolsa de lado, "Tenha um bom dia".
"Para o Sr. também, boa viagem".
"Obrigado". Sorriu sem os dentes brevemente e seguiu a diante para a ala de embarque de seu vôo das 9:45. O check-in já tinha sido feito pelo smartphone assim que acordou, então, ele apenas aguardou para despachar a bagagem e pela revista antes de embarcar. Quando ouviu a primeira chamada de seu vôo, a fila começou a andar e após confirmar seus dados com um código QR ao mostrar a passagem digital, ele andou pelo corredor bege indo para a pista colocando o smartphone no modo avião. Encontrou a poltrona 21 e lamentou que ela ficasse no meio entre duas mulheres de sua idade quem conversavam alto sobre o quão medo tinham de altura. Derek não piscou três vezes antes de se oferecer para trocar de lugar, pois não queria fazer parte do sanduíche. Elas agradeceram dizendo que tinham ganhado as passagens em um sorteio, Hale sorriu novamente amarelo se perguntando porque diabos eles não comparam qualquer outro assento, já que o vôo estava praticamente vazio por não ser de temporada. Para sua infelicidade, o gesto soou para elas como um convite ou melhor, uma permissão para falar com ele sobre coisas que ele não ligava a mínima. 
Derek quase não pôde se segurar e rir quando uma delas, Karen, apontava o estresse que era preparar as festividades de final de ano e perguntou como era as confraternizações dele. Ele respondeu que costumava ser divertidas, mas que duvidava que seriam, já que estava voltando do enterro de 3/4 de sua família. Os sorrisos morreram e a conversa também, ele aproveitou para fechar os olhos ligeiramente e aumentar o volume do aparelho. E quando o comissário de bordo falava, ele apenas observava seus movimentos, pois sabia de cór o que ele falava, mesmo que não o ouvisse coisíssima nenhuma. O engenheiro esticou as pernas, encaixou o cinto de segurança azul, Click. 
A viagem levou cerca de seis horas, nas quais ele dormiu a maior parte delas. As mulheres cochichavam e ele nem se importou porque sabia que cada minuto de balbuciação significa estar mais perto de seu lar. 
Quando pousaram em LAX, enfrentou outra fila para reaver seus pertences. O celular estava descarregando e os airpods mortos há muito tempo. Levou um tempo considerável já que ele não via a hora de voltar para os braços do adolescente, quando finalmente colocou as mãos em suas coisas, chamou outro carro e em três minutos o motorista estava esperando por ele pedindo que ele se apressasse, pois onde estava não poderia ficar parado. Derek cumprimentou verbalmente o homem ruivo e sentiu seu estômago roncar porque não tinha comido nada além de um café ruim feito por seu tio quem nunca se quer ferveu uma água. Ele particularmente não confiava na procedência daqueles alimentos prontos parecendo terem sido feitos quando Obama ainda era presidente e requentados desde então, fora que vinham em potes estranhos e não pareciam apetitosos, ele poderia comer um veado inteiro sem tirar os chifres, mas provavelmente morreria de fome nessas condições. Quando viu sua rua pela janela, respirou aliviado. Agradeceu o serviço e carregando os pertences nas mãos, os usou para arrancar algumas faixas amarelas de "não se aproxime, área de crime" esquecidas amarradas nas árvores e arbustos da entrada. Ele pegou a chave no bolsinho escondido da bolsa e destrancou a primeira porta, tirou os sapatos ficando apenas de meias brancas, deixou as coisas no canto também. Ele então, abriu a segunda porta e encontrou Stiles usando um pijama de seda rosa bebê que ele só ali se lembrou de ter comprado para ele no Amazon. Como ele tinha conseguido o presente, Derek estava curioso, já que para isso teria que sair e pegar a encomenda no porch, contudo, todo o resto ficou de lado porque Stiles pulou em seus braços enrolando as pernas ao redor dele.
"Olá". O beijou, "Seja bem-vindo em casa".
Hale sorriu apertando a coxa fria e contemplou o calor de suas mãos contrastarem com a superfície macia. O levou até o sofá e os deitou ficando em cima dele, Derek enfiou a mão por debaixo do tecido e se assustou quando alguém ao longe limpou a garganta. Ele olhou imediatamente procurando o intruso e encontrou sua mãe com os braços cruzados e batendo o pé no assoalho petulantemente, seu pai e irmã estavam logo atrás dela.

 



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