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História Call me Dad - Chanlix. - Capítulo 12


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Notas do Autor


Salve consgrados

Capítulo 12 - Capítulo XII


Felix saiu do banheiro passando a toalha úmida nos cabelos. Entrou em seu quarto encontrando Jeongin distraído no celular enquanto Sechan deitava serenamente no travesseiro macio.

— Então Hyung, o que aconteceu?

— Apareceu um antigo amigo do Chan no shopping e reconheceu a gente. — contou num suspiro longo.

— E por que isso é ruim?

— Porque foi exatamente esse mesmo amigo que tentou acabar com nosso namoro. Só que o Christopher é burro e não acredita em mim. — bufou, se sentando no pé da cama.

— Pior que eu nem sei o que falar hyung.

— Também não há o que dizer. Queria morrer. — deixou o corpo cair sob o colchão.

— Papai vai morrer? — a voz infantil e sonolenta fez com que Lee arregalasse seus olhos e rapidamente fosse até seu filho.

— Você estava acordado esse tempo inteiro meu amor? — perguntou, puxando o corpinho do menino para perto do seu, mantendo ele no meio de si e de Jeongin.

— Você vai morrer? — perguntou com um bico nos lábios e os olhos pequeninos marejados.

— Não vou meu amor, era só modo de falar. Pode dormir agora. — cobriu o garoto.

— Promete que você nunca vai morrer? — perguntou, agarrando os dedos do pai.

— Prometo. Agora durma. — Olhou para Jeongin que mantinha um sorriso fraco no rosto, e no silêncio junto ao quarto semi escuro, os três dormiram juntos.

[...]

Jisung invadiu o apartamento de frente ao seu, sendo seguido por seu filho que usava apenas meias nos pés e repreendendo o garoto por isso.

Atrás dos dois Minho caminhava apenas com um olho aberto, cabelos espetados para o alto e cara amassada de sono.

Era sábado e oito horas da manhã. E o Lee mais velho não sabia porque diabos seu marido resolveu lhe acordar e o forçar ir até a casa do primo.

Agradeceu aos céus por Felix ser um cara super tranquilo e muito amigo de Jisung, e não chamar a polícia e pedir por um processo de invasão a propriedade privada.

O Han entrou no quarto, quase deixando seu coração se derreter ao ver a cena de Jeongin babando no travesseiro, e Sechan completamente agarrado ao pai, que dormia com o pescoço extremamente torto.

Apostava um pedaço de bolo que ele teria torcicolo depois.

Abriu as cortinas e deixou a luz entrar notando que aos poucos aqueles três já começaram a se remexer.

Segundos depois Minhyuk pulava em cima da cama, assustando o Yang que no pulo acabou por cair da mesma.

O grito fino, agudo e extremamente alto do estagiário não só assustou o pai e filho que dormia, mas Minho que havia se jogado no sofá também.

— Bom dia! O sol nasceu azul! — cantarolou fazendo uma expressão confusa assim que percebeu que aquilo não fazia sentido.

— Jisung, vai dormir. — Felix resmungou rouco, virando um pouco de lado tentando ajeitar o pescoço dolorido.

— Nada disso! — O Han puxou as cobertas e recebeu xingamentos censurados em troca. — Fiquei sabendo que você voltou para casa tristinho, então hoje só vamos fazer coisas para te animar.

— Jeongin! — olhou acusando o ruivo que sentava no chão esfregando rapidamente a testa.

— O que?! Não fui eu. — se defendeu.

— A primeira coisa que você pode me deixar fazer é dormir. — comentou, tentando puxar as cobertas.

A esse ponto, Sechan já se sentava na cama coçando com suas pequenas mãos os olhos redondos.

— Você pode dormir amanhã. Agora levanta a bunda dessa cama. — puxou os pés do Lee.

— Sung. — disse manhoso.

— Sem "Sung" — imitou o australiano. — Para sala agora!

Por fim, Felix e Jeongin obedeceram, e Sechan foi apenas carregado.

Jisung poderia ter uma aparência fofa, mas de uma coisa Felix tinha certeza; O Han havia ficado muito mandão após a paternidade.

E mais teimoso ainda.

Todos estavam sentado no sofá da sala, quase tombando de sono.

— Vamos ao nosso conograma. — Sorriu, ficando em pé no centro do cômodo para que todos pudessem vê-lo. Puxou o celular do bolso e buscou a imagem onde estava organizado suas ideias. Havia perdido a madrugada inteira fazendo assim que Bang mandou mensagem para si avisando.

Quando o rapaz de bochechas gordinhas ia começar a falar, a campainha tocou, interrompendo o possível diálogo.

Felix se levantou pouco se importando com seus cabelos bagunçados e abriu a porta sem olhar no olho mágico.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou levemente irritado ao olhar Christopher com uma rosa azul na mão junto a três envelopes vermelhos.

— Bom dia. — tentou sorrir pequeno. — Eu quero pedir desculpas por ontem. Será que podemos conversar? — pediu, dando uma breve olhada para o apartamento do loiro. Este, concordou, fechando a porta rapidamente.

— Pode falar.

— Peço desculpas por ter insunado aquelas coisas. Eu estava nervoso e só disse da boca pra fora. — olhou para o chão envergonhado. — Eu juro que vou tentar ser muito bom para Sechan, eu quero cumprir meu papel que ainda não tive oportunidade de cumprir.

Do lado de dentro da casa, os três adultos abandonaram as crianças sonolentas no sofá e se expremeram na porta, colando seus ouvidos na madeira afim de tentar escutar o que estavam falando.

No entanto, tudo que escutavam eram ruídos baixos.

— Vocês estão entendendo? —Jeongin perguntou.

— Shiu!

— Não estou entendo nada.

— Cala boca, Minho! — Jisung brigou apertando mais o rosto contra a madeira, quase se fundindo a ela.

— Hoje é meu aniversário. — comentou, sorrindo após toda a tensão. — Vai rolar uma festa na empresa, você e os meninos estão convidados. — entregou os envelopes na mão do Lee. — É festa a fantasia. Desculpa não ter entregado os convites antes. — Bang colocou a mão na nuca, ainda tímido. — E isso aqui é pelo meu perdão. — entregou a rosa azul. — Sugiro que procure o significado no Google. Já vou indo, espero vocês a noite. — deu uma piscadela e correu para o apartamento de Changbin, entrando e apoiando as costas na madeira, sorrindo aliviado.

— Como foi? — Seo e Hyunjin estavam na entrada apenas esperando o garoto falar.

— Ele aceitou. — sorriu.

Enquanto isso, O Lee olhou para os convites em sua mão e sorriu fraco.

Cheirou o perfume da flor que havia recebido e colocou a mão na maçaneta. De início a porta não abriu, e ele sabia que não havia trancado.

Forçou mais um pouco e ela simplesmente abriu com leveza. Quando foi até a sala, notou que as pessoa que convivia não eram nada boas em atuação.

— Eu sei que vocês estavam atrás da porta. — Riu vendo os três se olharem de canto. — E Sung, acho que seus planos ficam para outro dia.

[...]

Rosa azul significado: Em algumas culturas, a rosa azul tradicionalmente significa mistério ou a busca ou o alcance do impossível. Acredita-se que elas tragam ao dono juventude ou a realização de um desejo.

— Realização de um desejo, busca. Ele realmente pensou em tudo. — Felix murmurou quando leu sua breve pesquisa.

Estavam em uma loja de locação de fantasias, enquanto seu casal favorito buscava por uma junto a Jeongin, Felix olhava as crianças que os pais já haviam escolhidos.

O pequeno Sechan iria de lenhador. Camisa xadrez em calça jeans presa por suspensórios pretos. Uma boina da mesma cor e um machado de brinquedo.

Minhyuk iria de Chuck. Bom, a fantasia era igualzinha ao boneco, e a criança de bochechas gordinhas igual do pai iria passar de fofo para um pequeno assassino.

— Lix! — Ouviu a voz do Jisung lhe chamar e desviou os olhos das crianças sentadas ao seu lado mexendo no celular de Minho, enquanto jogavam algum jogo aleatório. — Achei a fantasia perfeita para você. — sorriu, trazendo algo vermelho em sua mão.

— Diabinho? Sério isso?

— É, ué.

— É uma fantasia feminina? Eu juro que se você me fizer passar a vergonha que passei com o Minho aquela vez no shopping eu juro que te mato! — ameaçou, se lembrando da vez em que os primos perderam uma aposta contra aquele esquilinho e ele os fez se vestiram de meninas no colegial.

Mas não era um uniforme sexy, era a porra de uma saia até a canela.

Ambos os Lee ODIAVAM aquela lembrança.

— Não precisa vestir o vestido. — O Han revirou os olhos. — Só uma calça de couro preta e uma camisa vermelha. — ofereceu mais uma vez.

— Você venceu. — cedeu.

[...]

— "A presença de vocês é importante pra mim" — Felix imitou Christopher falando consigo mesmo. — Importante uma ova! — Resmungou observando seu ex super empolgado em uma conversa de roda desde que ele havia chegado.

Outra coisa que havia irritado Felix, era que por ironia do destino - Lê-se Han Jisung. — Bang estava com uma fantasia que combinava com a sua, sendo a dele de Anjo.

Uma coisa rara se olharmos para o lado positivo. Bang sempre fora uma espécie de emo. Só usava preto e as vezes o cabelo completamente lambido.

Mas naquele dia em específico, poderia até parecer um santo. Camisa social branca quase transparente, dentro de uma calça também branca, que marcava suas coxas fartas e principalmente suas canelinhas finas.

Muito finas.

Lee riria se não tivesse mandado Chan malhar aquelas pernas, pois seus braços cresciam e a parte inferior do corpo não, então, se ele não se cuidasse iria parecer um grande cogumelo.

Em suas costas estavam presas duas asas, e ele ainda usava um arquinho de aréola enquanto sustentava um sorriso doce no rosto.

Felix, pelo contrário. Além da roupa que Jisung o fez vestir, usava um arco de chifrinhos - nada parecido com os de boi que Chan colocou em sua cabeça. - e segurava um tridente vermelho.

Por citar tanto o Jisung, ele estava vestido de Georgie do filme It a Coisa. Calça skins preta e uma capa de chuva amarela, junto ao seu balão vermelho de gás hélio.

Nada combinando havia Minho, que estava vestido de Peter Pan. Uma fantasia que combinou demais com o rosto belo de expressão trapaceira.

Jeongin por outro lado era o mais simples, apenas usava um jaleco de médico, óculos redondos e roupa normal por baixo de tudo àquilo. Era o Doutor Yang.

Quando se deu conta, só estava ele e seu filho na mesa, que puxava sua camiseta querendo chamar sua atenção.

— Papai!

— Diga amor.

— Eu quero mais! — Apontou com o dedinho indicador minúsculo para o copo que antes continha refrigerante.

— O que? Refri? — perguntou, notando que Chan finalmente estava vindo na direção dos Lee. — Vou pegar pra você. — sorriu. — Pode ficar de olho nele? — Perguntou e o australiano rapidamente concordou, sentando no lugar que antes estava.

Felix foi rapidamente até uma mesa ao lado de bebidas alcoólicas e encheu o copo do filho e o seu.

Quando estava voltando notou que seu antigo sogro conversava com Chan ao lado da mesa.

— Oi Jack! — cumprimentou com um abraço após deixar os copos na mesa.

— Veja se não é minha segunda pessoa favorita, porque a primeira é meu neto! — brincou, tentando imitar um pirata pelo qual estava caracterizado, Jack Sparrow.

Felix riu e foi olhar para filho.

Porém ficou pálido quando notou que ele não estava no lugar que deixou.

— Chris, cadê o Sechan?

— Ele está ali...— Virou-se para a cadeira que o filho estava, arregalando os olhos quando a viu vazia.


Notas Finais


Galera, talvez eu fique meio afastada por uns problemas mas tô com preguiça de explicar Kjkjkjkj

Entrem no grupo!!!https://chat.whatsapp.com/E3WM0dCQRphK3iIBnCf3wv


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