História Call Me Daddy - Incest (Jikook) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 91
Palavras 1.555
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EEEEEEITA

OLHA QUEM VOLTOU! Desde Janeiro,né. Sentiram saudades?
Um serzinho por aqui me invocou, né @Hoseok1994mmdy.
Siguinte

Este é o último capítulo da história :(
Aaaaaa...

MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS

TEREMOS UMA NOVA FANFIC
É ISSO PRODUÇÃO ? sim. Mais detalhes nas notas finais.
Boa leitura

Capítulo 3 - Three


  -K-Kook...-Jimin chamava ofegante.

  -Shh...acalme-se, meu bem. -o doce foi posicionado na entrada de Jimin e logo um urro contido da parte do menor foi ouvido.

  -Kook! Isso dói -alegou manhoso. Era desconfortável e bastante duro, o que incomodava o corpo do pequeno.

  -Nem fiz nada, logo você vai gostar, ok? -Jungkook falou na tentativa de acalmar o irmão que fechava os olhos em desaprovação ao desconforto, mas logo viu o movimento da cabeça do menor em afirmativa.

Jungkook então começou movimentos leves para que o Park pudesse se acostumar. E deveria, pois logo algo bem maior iria se afundar naquela cavidade quente e apertada. Ah, como Jeon esperava por isso...

  -Hum..Jeon..

  -Me chame de daddy, amor. -sorriu ao ouvir os gemidos manhosos de Jimin que se contorcia cada vez que o doce adentrava seu orifício. 

  -Daddy! -gritou sentindo tremores pelo corpo ao sentir que o pirulito havia tocado sua próstata. Era avassaladora e estranha a sensação de ter o irmão enfiando um pirulito em sua entrada. 

 Em pouco tempo, Jungkook já expelia pré-gozo somente com a imagem de ter seu irmãozinho no colo gemendo e rebolando no pirulito que o fodia de acordo com os movimentos feitos por si.

Jimin, manhoso como nunca, percebia o quão excitado deixava seu daddy enquanto rebolava gemendo e chamando seu nome. Mas logo Jungkook cansaria de ter somente aquilo.

O mais velho suspirava ansioso pelo momento que poderia se enterrar fundo naquela bunda gostosa e farta do maninho.

  -Daddy...

  -Diga, Baby.

  -Quero...

  -Quer o quê, uh?-a mão esquerda do mais velho tocava vagarosamente o membro rijo e rosado do pequeno que ofegava querendo mais que somente aquilo.

  -Daddy, eu quero...

  -Diga para o daddy o que você quer, amor. -beijou o pescoço de Jimin causando arrepios em todo o seu corpo.

  -Quero sentar no pau do daddy! -afirmou sem mais fôlego e Jungkook sorriu pois era justo o que queria naquele momento.

Sem mais demora, pôs o menor de quatro como sempre sonhou e tirou a calça que já se encontrava somente nas canelas. Pincelou a glande inchada e molhada pelo irmão e introduziu o pau grosso e gostoso que Jimin sempre quis dentro de si. 

Jimin arfou fechando os olhos e baixou um pouco a cabeça. Coisa que não durou muito tempo, pois Jeon já havia o pego pelos fios da nuca o forçando a ficar ajoelhado enquanto o maior cheirava seu pescoço, embriagando-se com o perfume adocicado que o pequeno exalava. 

Jimin gemia como uma putinha manhosa e Jungkook adorava isso. Porém, com certeza não diria isso ao pequeno, de alguma forma poderia ofendê-lo.

O pau de Jungkook, rígido e pulsante, se afundava na cavidade, que havia confirmado ser realmente quente e apertada, como imaginou e sonhou há tanto tempo.

O mais novo delirava com os beijos, lambidas e mordidas que o irmão dava em seu pescoço cada vez que o invadia mais arrancando gemidos e choramingos de si. Jimin estava completamente enlouquecido com aquele sentimento todo. 

Tudo o que sentia naquele momento. Era confuso de forma que deixava várias perguntas em sua mente conturbada. Porém gostava do que estava acontecendo ali. Todo o envolvimento dele com Jungkook, os dois como um só, pele contra pele, corpo contra corpo. 

Faziam amor à sua maneira e o prazer somado a vontade de ter mais só os levava ao céu com a sensação de deitar nas nuvens. A mais pura e sincera poesia erótica, o mais ardido fogo que queimava dentro dos corpos suados e ofegantes naquele quarto abafado onde a temperatura do ambiente competia com a dos corpos sobre a cama. 

Era intenso e a capacidade de os dois nem lembrarem de seus nomes era máxima. 

Tão logo Jimin se deixou desmanchar sobre o lençol branco da cama.  Jungkook se desfez dentro do mais novo como fazia em seus sonhos e agora, faria diariamente pois não importaria o que achassem, seus pais não estavam ali, ninguém os seguraria de se amarem e ficarem juntos quando precisassem ou quisessem. 

   -E agora, Kookie? - Jimin perguntou ao deitar no peito do mais velho que  fitava a parede do quarto com o olhar perdido.

  -Só sei de uma coisa- 

começou já sabendo do que o menor falava- isto não irá parar nunca mais. Você agora é meu namorado, iremos casar. Se for contra a lei, ninguém irá nos parar. Vamos fugir, sumir, viver nosso amor juntos sem que se intrometam. -Jimin sorria a cada palavra e seu peito se enchia de felicidade por ouvir tantas palavras emotivas que faziam seu coração querer explodir de amor por Jungkook. 

 

   -Mesmo, amor? -corou ao chamá-lo assim e logo se desculpou. 

 

  -Sim, mesmo. E não se desculpe, você pode me chamar assim. 

 

  -E quanto ao daddy? Você disse que era algo muito íntimo. -perguntou ao lembrar-se de mais cedo quando Jungkook disse não ter gostado quando aquela mulher o chamou dessa forma.

 

  -Quer algo mais íntimo do que o que estamos tendo, Jimin? -sorriu abraçando o corpo do menor.

 

  -Se for possível, sim, por favor -riu leve e olhou apaixonado para Jungkook que logo juntou os lábios aos seus num beijo lento e amoroso que envolvia tudo o que ambos sentiam de forma delicada e suave. Como o tocar da lua na água.

 

                   

 

                               

                                 [...]

 

As férias se passaram e com elas foram muitos dias de passeio, viagem, noites e dias juntos da parte do mais novo casal assumido. 

 

Todos na cidade já sabiam. Porém, pelas condições do irmão mais velho, que era um dos maiores empresários do país, ninguém ousava opinar. 

 

A notícia havia repercutido tanto que escolas estavam fazendo campanhas e debates sobre relacionamento entre familiares, vulgo, incesto. 

 

Passiatas e manifestações eram feitas em prol do relacionamento em qualquer âmbito, seja familiar ou não. 

 

Com o apoio de um lado, veio o preconceito do outro. 

 

A empresa da família havia perdido seis sócios de trinta e cinco. Porém, havia ganhado também mais dez. 

 

O património crescia, Jungkook estava cada vez mais atarefado. Tanto que logo teve de dar um carro ao namorado/irmão para que fosse para escola e para onde quisesse sozinho, já que o mais velho não teria mais tempo de andar com o menor.

 

Não que isso tenha atrapalhado algo. Jimin gostava de não viver em um relacionamento restrito e Jungkook gostava de confiar em seu namorado. 

 

Os dois se viam sempre em casa, mas ainda com toda a correria, ainda tinham seu tempo. O quarto de Jimin havia virado o quarto de hóspedes e o de Jungkook virou o quarto do casal. 

 

Alguns familiares viraram a costas aos irmãos por dizerem que envergonhavam a família. Mas os mesmos não ligavam. Tinham o que precisavam que era um ao outro e a empresa dos pais. Ninguém pararia os dois.

 

E mesmo que conseguissem pará-los, os dois, por si, não parariam nunca, de se gostar, e se amar, e se apaixonar cada dia mais um pelo outro.

 

Jimin havia chegado de mais um dia cansativo de aula e o que fez somente foi largar a mochila no sofá da sala, deixar os sapatos em qualquer canto e tirar a camisa deixando a mesma jogada na escada e a calça em alguma parte do corredor a caminho do quarto. 

 

Já era tradição chegar e fazer esse mesmo ritual para chegar no quarto e então encontrar Jungkook deitado na cama enquanto mexia em algo sohre o trabalho no notebook localizado em suas coxas.

 

Mas naquele dia seria diferente. Jungkook esperava Jimin com gelo e champagne, juntamente a fondue de morango com chocolate quente. 

 

  -Daddy? O que está fazendo? -perguntou curioso aproximando-se do mais alto e o abraçando por trás olhando curioso para a mesinha deixada ao lado da cama. 

 

  -Hoje irei fazer uma viagem. -falou ao se virar segurando o garfo com um morango molhado de chocolate na ponta. 

 

  -Mesmo? E pra quê tudo isso? -olhou com a boca salivando para o morango.

 

  -Para que eu possa aproveitar minha viagem muito bem com você. -pôs o morango na boca do menor que abocanhou metade deixando um rastro de chocolate nos lábios.

 

  -Eu vou com você? -perguntou sentindo a língua do mais velho em seu lábios inferior limpando os resquícios do doce pastoso. 

 

  -Não. Você será minha viagem -Jungkook revela sorrindo e passando o morango melado do queixo até o mamilo de Jimin, logo se abaixando para limpar toda a 

trilha que fez no corpo do namorado.

 

  -Como assim? -perguntou confuso e ofegante pela sensação gostosa dos lábios de Jeon em seu corpo.

 

  -Farei uma viagem pelo seu corpo, meu amor -sorriu soprado após ouvir um gemido contido de Jimin por ter mordido o mamilo do mesmo.

 

  -E a que horas o daddy começa essa viagem? -perguntou ansioso para provar do prazer que seu namorado iria lhe proporcionar esta noite. Prazer esse que não seria pouco e nem acabaria tão cedo.

 

  -Agora mesmo. -respondeu logo atirando o corpo do menor na cama coberta por lençóis de seda. Luxúria sim, mas o casal merecia.

 

E lá se foi mais uma noite de prazer e amor dado e retribuído pelos dois. 

 

A melhor viagem que os dois poderiam proporcionar a si mesmo. 

 

Continuariam assim até o fim de suas vidas. 

 

Prometeram um ao outro após ter sua viagem terminada, abraçados por baixo do lençol fino e aconchegante de seda. 

 

Prometeram, ali mesmo, que aquilo não acabaria...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

...tão cedo.


Notas Finais


MASKEPOSTA

bom, é isto.
Agora ao assunto que interessa:
Sim, vai ter o livro 2!
EEEEEEEEEEEEEEE
isso, se vocês gostarem desse capítulo e realmente quiserem o proximo livro. Já tenho nome e enredo, mas personagens ainda não sei. Podem me ajudar com isso, escolham um casal aê. Porém, será um casal hétero, desculpinha. A próxima história contará a vida da filha (ou filho) do casal (vocês irão me ajudar nisso também). Vai se chamar Call me Baby.

É só isso.
Ah, eu to sem celular, então não tem mais grupo no whats. To sem número, beijus.


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