História Call me Daddy - L3ddy - Capítulo 7


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas "LubaTV"
Visualizações 142
Palavras 892
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa a demora, está acontecendo alguns imprevistos... Apesar disso, espero que gostem.

(Essa é a parte 1 do desconto.)

Boa leitura!❤️

Capítulo 7 - Cap. VII


Chegamos no estacionamento exclusivo que ele tem, apenas para ele. Avistamos uma Ferrari 458 spider da cor preta.

— Uau... — disse, boquiaberto, achando que se trabalhasse sua vida inteira, sem gastar um centavo, não iria conseguir comprar aquele carro.

— Gostou? — sorriu e destrancou o carro com a chave que antes estava em seu bolso.

— É linda! — sorri, ele abriu a porta do passageiro, para que eu entrasse. Eu o olhei sorrindo, e depois para o carro, entro no mesmo. Começo a admira-lo por dentro, enquanto Lucas da a volta e se senta ao meu lado.

Liga o carro e começa a sair do estacionamento.

— Por favor, não pense que estou querendo tirar proveito de ti. Eu definitivamente quero nada em troca. Eu só... te achei atraente. — admiti e olhei pela janela.

— Eu realmente não acho que seja esse tipo de pessoa. Diferente das outras garotas, lá da empresa. — ouve-se um suspiro da parte dele. — Não faz ideia de quantas pedem para transar comigo e depois que acontece, querem algo em troca.

— Eu imagino... — então ele já transou com garotas de lá? — E-eh... Posso te fazer uma pergunta pessoal?

— Claro. — disse, em um tom calmo.

— É a sua... — suspiro. — primeira vez com um homem? — não sei se deveria ter perguntado isso... — Se quiser, não precisa responder.

— Não, tudo bem! — sorriu e ficou quieto por alguns segundos, sugeri estar pensando no que dizer. — Eu sempre soube que gostava de meninos também, mas eu não tinha muito sentimento neles. Hum... em cada 10 pessoas que me deixou atraido, 2 são homens... Eu já havia tido uma relação sexual com um homem — ouvi um suspiro. — mas isso já faz muito tempo. — Ele parou de falar, ficou quieto e prestou atenção na estrada.

— Ah, entendi... Se tiver se sentido desconfortável, me desculpe pela invasão... — observo as pessoas na calçada pela janela, admirando o carro enquanto passamos por elas.

— Não, tudo bem, sério. — Diz, sem tirar os olhos da estrada. Dou de ombros, deixando pra lá.

     •~~{...}~~•

Depois de poucos minutos, chegamos. Já havia vindo nessa lanchonete com meus amigos muitas vezes, gosto do lugar.

Saimos do carro e entramos na lanchonete, sentamos em uma das mesas, próximo a porta. Logo, a garçonete entrega dois menus, da um sorrisinho amarelo e sai andando.

— Então, Sr. Rossi, o que vai querer? — diz sorridente enquanto me olha.

— Hm... Já vou avisando que amo gordice! — Ri fracamente e peguei o menu com minhas mãos, lendo o mesmo. — Vou querer um x-salada porque sou fitness e uma latinha de cerveja. — sorri de canto, olhando o mesmo.

— Uau, és bem saudável mesmo! — disse em um tom irônico e nós dois soltamos um riso nasal. Apoio minha cabeça nas minhas mãos, meus cotovelos estão a mesa e o olho. Ele pega o menu e olha o mesmo. — Acho que vou querer o mesmo que ti.

— Credo, que sem originalidade. — Ri e chamo a garçonete. — Então moça, queremos dois x-saladas e duas latinhas de cerveja.

— Qual cerveja? — diz, anotando no caderninho que trouxe junto consigo.

— Antártica. — falamos em sincronia e rimos em seguida (juro que não estou sendo paga pra isso sksnsksb, porem queria). Ouço um leve riso vindo da garçonete também.

— Ok, logo trago os pedidos. Com licença... — Ela sai, sorrindo.

Olho para o Lucas e sorrio, ele faz o mesmo. Ainda estou na mesma posição que anteriormente.

— Então... Ahm...— Penso no que dizer e coro levemente ao perceber que ele não tira os olhos de mim. Passo as mãos em meus cabelos por vergonha.

— Eu já falei que você fica fofo envergonhado, né? — riu, ainda me olhando.

— Para de me olhar dessa forma! — finjo estar bravo.

— Ui, ele ficou mandão agora? — diz, se divertindo com o fato de eu estar parecendo um pimentão.

— Aff, idiota. — cruzo meus braços, fazendo cara de emburdado.

— Olha... Não fale assim com seu chefe.

— No momento, você não é meu chefe, Olioti. — Sorri abusadamente.

Não demora muito e a garçonete chega, sorridente e com nossos pedidos. Depois de tanto rir, falar pelos cotovelos e ficar brincando de um por a batata frita, que acabamos por pedir depois, na boca do outro. Terminamos de comer, e saímos de lá, cada um com uma latinha na mão, era a terceira dos dois.

— O que fazemos agora? — disse, enquanto andávamos até o carro, Lucas estava com um braço pelo meu pescoço.

— Não sei, o que quer fazer? — chegamos no carro e ele abre a porta para que eu entrasse.

— Eu quero dançar... Vamos numa balada! — digo animado.

— Ah, ok... — sorriu. — sei exatamente em qual ir.

Ele começa a dirigir (Não dirijam alcoolizados, crianças. Os tios Lucas são uns troxa inconsequente.) e ligo o rádio, tava tocando happier do Edinho. Começo a cantar, baixinho por timidez. Estava olhando a rua, pela janela, quando ouço o Lucas começar a cantar também. O olho, sorrindo e começamos a cantar juntos.

E ficamos assim, cantando músicas que conheciamos do rádio. Cantamos Ariana Grande, que ele pareceu mais empolgado cantando.

Chegamos, ele estacionou e nós dois saimos do carro. Por ser uma balada gay e ser pouco conhecida, não tinha muita gente. Já vim aqui muitas vezes...

Entramos.



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