História Call me Daddy - Capítulo 47


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Girls' Generation, Jay Park, Super Junior
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Choi Siwon, Jessica, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kim Heechul, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lu Han, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Yesung, Yuri
Tags Chanbaek, Incesto, Jikook, Jin, Lemon, Namjin, Rapmonster, Vhope, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 3.286
Palavras 5.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VAI TER FEAT DO BANGTAN COM THE CHAINSMOKERS SIM VIADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!


REVISEI POR CIMA ;d

Capítulo 47 - É um prazer conhecê-lo, senhor Kim NamJoon.


Fanfic / Fanfiction Call me Daddy - Capítulo 47 - É um prazer conhecê-lo, senhor Kim NamJoon.

 

Taehyung e Yesung gritavam como loucos na arquibancada, com um cartaz imenso da Julliard. Heechul, JongIn, Jimin e Siwon não estavam muito diferentes. Estavam todos animados ansiosos pra ver DongHae, Yuri, Hoseok e o resto do pessoal da faculdade pra se apresentar.

Todos os grupos que representavam os colégios e faculdades trouxeram torcida, então o ginásio estava lotado. E não era só porque era na China que a Juilliard estava sem torcida. Os chineses adoravam a instituição e sempre viam os vídeos que eles postavam semanalmente das coreografias que criavam.

 

− Meu mozão! Ele vai arrasar! Né que ele vai arrasar, hyung?

 

Kai assentiu, rindo da animação de Taehyung que gritava sem parar. Isso que Hoseok nem tinha entrado da quadra pra se apresentar.

 

− Olha lá! A turma do Sehun vai entrar! – Jongin apontou quando viu o amigo.

 

Jimin manteve uma expressão séria ao lembrar que ele era o namorado de Luhan e que ele era um dos seus professores. Bom... Não era um professor formado, porém tinha essa função na faculdade. Os alunos que já estava no terceiro ano do curso davam algumas aulas pros alunos do primeiro ano. Eram avaliados e ganhavam nota pra isso.

A música começou a tocar e então todos vibraram. Heechul arqueou uma sobrancelha vendo Sehun começar a dançar junto com os outros.

 

− Ele é um filho da puta, mas dança bem pra cacete. – disse desgostoso da vida.

− Pelo menor uma qualidade ele tem ter né. – Siwon sorriu e abraçou o marido por trás, prestando atenção da apresentação.

 

Jimin prestava atenção em cada paço que eles davam e não sabia se torcia pra eles ou pra Julliard.  Eles eram muito bons e executavam a coreografia com maestria e uma sincronia invejável.

Viu Sehun assumir a linha de frente, dando algumas piruetas e sendo ovacionado.

 

− Wow...

− Metido do cacete. – HeeChul resmungou.

 

Logo a música acabou e todos aplaudiram e gritavam. Eles eram como o time de futebol que jogava em casa, então a maioria dos torcedores eram da faculdade. Todos eles se retiraram e logo os senhores começaram a limpar a quadra, enquanto o mestre da cerimônia agitava a galera.

 

− E agora... Vindo diretamente dos Estados Unidos, mais precisamente de Nova York. Uma das faculdades de artes mais conceituadas do mundo inteiro, com muitos fãs pelo mundo inteiro que assistem suas boas danças nos vídeos que tem mais de milhões e milhões de acessos. Coordenados pelo professor Lee DongHae. − As meninas foram a loucura. DongHae tinha muitas fãs na China e elas seriam capazes de deixar de torcer pela própria instituição pra torcer por ele. − Podem vir, Juilliard School!

 

Todos levantaram e começaram a gritar desesperados. Siwon derrubou a pipoca que tinha nas mãos e subiu no banco onde estava sentado. JongIn levantou o cartaz e Taehyung começou gritar.

 

− J Hooooope!

 

Hoseok arregalou os olhos e virou em direção ao namorado, que acenava desesperado, mandando beijos. O Jung sorriu e acenou, mandando um coração pra ele e pra Yesung, que sorriu bobo.

 

− O Taehyung tá parecendo a Gabriela do High School Musical, só falta o Hope encarnar o Troy. – Heechul riu e os outros concordaram.

− Aish, hyung. Meu namorado é lindo demais. Vai Hope!

 

Os dançarinos e dançarinas se posicionaram, logo ouvindo a música soar pelo ginásio. Taehyung congelou no lugar, prestando atenção em cada movimento do namorado. Não queria perder nada!

Yesung começou a gravar em seu celular pra postar em seu Instagram.

 

− Caralho! O DongHae tá com trinta anos mais ainda manda bem! – Siwon indagou chocado com o amigo.

− Meu filho! Meu orgulho! – Heechul começou a gritar. – Macho do EunHyuk!

 

E não eram só os garotos que estavam mandando bem. Todos ali estavam dando o seu melhor, mas as meninas estavam surpreendendo à todos ali. Diferente dos grupos que eram compostos somente por meninos, DongHae optou por colocar as meninas também. No regulamento não tinha nenhuma clausula que exigia somente meninos, e o Lee não ia deixar as suas preciosidades de fora. Yuri, Hyoyeon, Lauren e o resto das meninas estavam mandando bem, sem essa de “coreografias difíceis demais pra meninas”. Elas dançaram tão bem quanto os garotos, o que deixava a plateia de boca aberta.

Jimin estava extasiado, gritando junto com os outros. Tinha aprendido a coreografia que iam apresentar, porém como deixou a faculdade e não pôde apresentar.

 

− Vai mozão! – Taehyung gritou cheio de orgulho quando viu o namorado na frente, dançando um break. Todos ficaram impressionados com os movimentos do Jung que apenas deixava o corpo falar por si próprio.

 

A música chegou no final e não teve um que não gritou. Taehyung pulou no colo do Kai que também vibrava. Yesung começou a filmar todos  e Heechul apareceu na frente do celular.

 

− Jessica! Sua mulher é foda pra caralho! Isso aqui é muito foda! Juilliard já ganhou!

− Agora vamos pra última apresentação de hoje!

 

-;-

 

Seokjong terminou o seu banho e se secou. Vestiu um calção e saiu do banheiro secando os cabelos. Estava exausto depois de passar o dia anterior inteiro trabalhando na faculdade, organizando fichas de alunos antigos. O diretor mandou e ele apenas obedeceu, afinal, precisava trabalhar.

Kiko sempre lhe oferecia dinheiro, mas ele sempre negava. Odiava depender dos outros, tanto que mal mexia na poupança que seu pai tinha feito e que mensalmente depositava uma boa quantia de dinheiro.

Ouviu a campainha tocar, então jogou a toalha no sofá e caminhou preguiçosamente até a porta, olhando pelo olho mágico. Claro que era ela, ninguém sabia o seu endereço.

Abriu a porta e encarou a japonesa, que estava vestindo um moletom e um cropped, já que a barriga já estava grandinha, e ela fazia questão de mostrar isso pros quatro cantos do mundo se fosse possível. Deu espaço pra ela entrar e logo fechou a porta.

 

− Que cara é essa?

− A mesma de sempre. – ele respondeu, indo em direção ao quarto.

 

Kiko deixou sua bolsa sobre o sofá e caminhou até o coreano. SeokJong que estava na janela de seu quarto, sentiu sua cintura nua ser abraçada.

 

− Acho que nunca vou me acostumar com esse lugarzinho que você chama de casa. – a modelo indagou.

− Isso porque você não viu a minha antiga casa na Coreia.

 

A japonesa franziu o rosto.

 

− Jong.

− Huh?

− Acho melhor você contar a verdade pro SeokJin. O mais rápido possível.

 

O maior virou-se e encarou a expressão séria dela.

 

− Quê?

− Conte logo a verdade pro Jin. Conte de uma vez que você é irmão dele.

− Por quê?

 

Kiko bufou e cruzou os braços.

 

− Porque ele está me atrapalhando. Eu não aguento mais ser rejeitada pelo NamJoon que só sabe dar atenção pra ele!

− Então o motivo é aquele filho da puta?

− É! É sim! Eu quero o Jin longe do NamJoon.

− Eu não vou apressar as coisas só porque você quer ficar com aquele idiota. – ele se afastou, caminhando até a cozinha, pegando um copo e indo até a geladeira.

− Se você não falar, falo eu.

 

O Kim fechou a geladeira com tudo.

 

− Você não vai falar nada!

− Então faça algo de útil!

 

SeokJong se aproximou e segurou os braços dela, colocando contra a parede, mas sem machucá-la.

 

− Eu sei o que eu estou fazendo. – disse controlando a sua raiva. – Eu não vou fazer nada precipitado pra magoar o meu irmão.

− Acho bom você se apressar. Aquele bastardo está atrapalhando meus planos!

− Não! Não xinga ele sua vadia. Não. Xinga!  O coreano apontou o dedo na cara dela.

 

Kiko apenas revirou os olhos, vendo o coreano se afastar.

 

− É bom você ser ágil. Eu não quero mais perder tempo, ou vou ter que usar meus outros recursos.

 

-;-

 

 

− Senhor Ming, eu peço desculpas...

− Desculpas você está pedindo desde que chegou.

− Mas é que eu sinto muito.

− Papai, você pode nos escutar por um momento?

 

Yoongi suspirou, morrendo de medo do olhar que recebia do pai de Ming Xi. O velho que era consideravelmente mais alto lhe fuzilava com os olhos. Agradeceu aos céus por ter reservado um lugar mais reservado num restaurante mais reservado. A mãe da modelo apenas encarava marido dar chilique.

 

− Amor. Menos por favor. – a chinesa mais velha suspirou. Desviou o seu olhar e encarou Yoongi, que se encolheu com medo, quase abraçando a modelo. – Senhor Min.

− Suga... P-Pode me chamar de Suga. – sorriu amarelo.

− O nome do pai do meu neto é Suga? Você viu isso querida? – o velho estava chocado.

− Amor! Pelo amor de Deus! Deixa eu falar. – a senhora Ming. – Suga, como você dois...

− Me desculpe senhora Ming, foi um descuido meu. – o coreano se ajeitou na cadeira, assumindo uma postura séria, por mais que o olhar do pai lhe deixava desconfortável. – Eu vou assumir, vou registrar, vou fazer tudo conforme à lei. Eu prometo que o meu filho vai ter uma boa educação e uma vida boa. Vou me fazer presente no crescimento dele.

− E quando vai ser o casamento? – o pai perguntou.

− Não vai haver casamento. – Ming Xi indagou.

− Quê?! – o mais velho arregalou os olhos.

 

Yoongi se encolheu e agarrou o braço da modelo, que apenas revirou os olhos.

 

− Pai, por favor.

− Como assim? Você não vai casar?

− Não casando pai. – ela explicou, soltando o braço do coreano. – Eu não amo o Yoongi e nunca vou amar. Foi apenas um descuido.

− Céus, eu vou ter um infarto. – o chinês levou as mãos até a cabeça e escorou na mesa.

− Por favor, querido, menos. – a mulher tentou acalmar o marido, acariciando o braço dele. – Bem menos.

− Menos? Nossa filha vai ser mãe solteira!

− Tá e daí? – a mulher suspirou. – Ela não vai estar desamparada.

− Qual é o problema pai? Tá preocupado com a reputação da família? – a modelo cerrou os punhos. – Eu não estou nem aí pro que dizem. Eu não preciso de homem nenhum comigo, porque eu trabalho e consigo muito bem manter o meu filho sozinha se eu quiser!

 

O velho suspirou e desviou o olhar.

 

− Por que com ele? Tinha tantas caras por aí filha!

− Pai... – Ming Xi suspirou e cruzou os braços.

− Esse cara é uma vadia! Ele vive trocando de namorada!

 

Yoongi arregalou os olhos.

 

− Q-Quê?

− Tô mentindo? – o mais velho encarou o coreano que se encolheu novamente.

− N-Não! O senhor t-tá certíssimo!

 

A mãe e a modelo reviram os olhos.

 

− Acha que eu o queria como pai do meu filho? Não. Ele é meu amigo, apenas isso. E eu não quero casar com uma pessoa que eu não amo.

− Mas os homens não vão te querer porque você já tem um filho Xi! – o pai tentou explicar.

− Quem disse que eu preciso de um homem pra ser feliz? Se eu me apaixonar e for recíproco, a pessoa vai ter que me aceitar do jeito que eu sou, independente de eu ter um filho ou não. E outra, eu não sou obrigada à ter um homem pra ser feliz.

 

Suga arregalou os olhos ao ouvir o discurso da modelo. Não pôde deixar de sorrir. A mãe pegou a mão da filha sobre a mesa.

 

−É isso mesmo minha menininha. Você pode ser feliz do jeito que quiser.

 

As duas trocaram sorrisos.

 

− Amor! – o senhor Ming arregalou os olhos.

− Já está feito! Eles não vão se casar, e ela vai ter esse filho que vai ser registrado pelo Yoongi. Os dois não são obrigados a casar se não se amam. Só me prometam que vão me dar um netinho maravilhoso e que vão me deixar mimar ele.

 

Os dois se olharam e sorriram, assentindo pra chinesa mais velha que estava completamente feliz em receber a notícia.

 

-;-

 

− Hope!

 

Taehyung desceu as escadas da arquibancada e pulou no colo do namorado. O grupo tinha ganhado a competição e todos desceram desesperados abraçando os amigos e os alunos que nem conheciam. HeeChul pulou no colo de DongHae com o celular gravando um vídeo.

 

− Eu sabia que vocês iam ganhar! Viu EunHyuk! Seu homem ganhou! Da oi pra ele Hae.

− Oi amor! – o Lee soltou o amigo e começou a acenar pra câmera com o troféu na mão.

 

Jimin abraçou todos os seus ex-companheiros de classe, se aproximando de Yuri. Pegou a morena no colo e a girou.

 

− Ganhamos Jiminnie!

− Parabéns noona!

− Não acredito! Queria tanto que a Jess tivesse aqui. – ela sorriu timidamente.

− Certeza que a ela já assistiu sua apresentação. Todo mundo tava filmando. – ele explicou.

− Espero que ela tenha gostado. Hein, onde que é o banheiro aqui?

− Eu te levo lá.

 

Os dois se afastaram do pessoal e continuaram conversando sobre a performance. Saíram do ginásio caminharam pelo corredor vazio.

 

− Ali O banheiro feminino.

− Me espera aí, eu já volto.

 

A morena se afastou, empurrando a porta branca e entrando no banheiro. Jimin se encostou na parede do outro lado e pegou o celular do bolso. Começou a trocar mensagens com o Chanyeol, sua mãe e claro... Luhan.

Os dois conversavam desde que acordaram e não pararam mais. Contavam sobre como conheceram HeeChul, e o que faziam da vida. Era agradável conversar com o chinês, mesmo que fosse por mensagem.

Estava tão concentrado que não notou que alguém se aproximava e que “acidentalmente” esbarrou em si. Jimin pronto pra pedir desculpas, levantou o olhar e viu quem era.

 

− Ah. Foi mal aí.

 

Ouviu a voz rouca e esnobe.

 

− Não foi nada. – respondeu sério.

− Você é o Jimin certo?

− Sim, sou eu mesmo.

− Hum. Você me conhece por um acaso? – o maior cruzou os braços, tentando intimidá-lo, mas Jimin apenas deu de ombros.

− É um dos veteranos que dá aula aqui?

− É. E também, namorado do Luhan. Conhece?

 

Jimin sorriu debochado e ficou de frente pra ele.

 

− Bom, eu conheço um Luhan. Mas... O Luhan que eu conheço está solteiro e desimpedido. Acho que é outro Luhan.

 

Jimin sentiu o mais alto pegar sua camiseta e puxar pra perto. O Park apenas sorriu debochado, não se importando com a diferença de altura.

 

− Você é engraçadinho então.

− Que foi Sehun? Vai agredir um de seus alunos?

 

O maior franziu os olhos, querendo socar a cara do Park.

 

− Você é abusado demais pra um mordomo.

− Você é babaca demais pra ser o namorado do Luhan.

 

Sehun empurrou Jimin contra parede.

 

− Se afasta dele. O Luhan é meu! Se eu ver você com ele, eu...

− Vai fazer o quê? – o menor cruzou os braços. – Você traiu a confiança dele, o traiu. Acha mesmo que ele vai te querer depois de tudo que você fez? Pode ser comigo ou pode ser com outro cara. Luhan agora é livre pra fazer o que quiser, Sehun.

 

O mais alto cerrou os punhos e apontou o dedo no rosto do menor.

 

− Fica longe dele. Você está avisado. Se você ficar perto dele de novo...

− Você não vai fazer nada Sehun.

 

Os dois ouviram a voz de Heechul se aproximando dos dois. Logo Yuri saiu do banheiro, franzindo o cenho e estranhando.

 

− Foi você né hyung? Foi você que jogou esse moleque pra cima do Luhan. – Oh engoliu em seco.

− Eu? Não. – o mais velho cruzou os braços. – Eu não joguei ninguém não. Luhan fez por vontade própria. Que eu saiba, ele está solteiro.

− Eu o amo hyung!

− Não parecia quando traiu ele com Baekhyun.

 

Sehun arregalou os olhos.

 

− C-Como você sabe o nome dele?

− Eu o conheço. Eu vi vocês dois. Mas relaxa. Não fui eu quem contou pra ele que você é um filho da puta traidor. – o Kim indagou.

 

O mais alto riu soprado e cruzou os braços, encarando Jimin, que estava encostado na parede com a expressão tranquila.

 

− Você não faz o tipo do Luhan. Logo ele vai se cansar de você e vai voltar pros meus braços.

− Isso é que nós vamos ver. – Jimin sorriu debochado.

 

Sehun ergueu o punho pra acertar o rosto dele, porém sentiu sua mão ser puxada pra trás e logo estava imobilizado.

 

− Mas que porra...

− Cai fora, antes que eu te quebre a mão. – Yuri segurava a mão e o pescoço do maior.

 

Sehun se soltou da Kwon e arrumou a jaqueta azul que usava, saindo pisando forte e cheio de raiva. HeeChul sorriu e Jimin fechou os olhos, suspirando alto.

 

− Acho que você tem uma guarda costas Jimin.

− Valeu noona.

− Não precisa agradecer. Esse cara é um folgado. – a menina sorriu. – Vamos?

 

-;-

 

Jin colocou seus óculos de sol assim que saiu do carro. Fechou a porta e esperou seu pai dar a volta pelo carro. Sorriu minimamente já que tiram alguns paparazzi na frente da cafeteria que era famosa por sempre receber famosos. Claro que os fotógrafos não perdiam a oportunidade.

Namjoon passou o braço sobre o ombro do menor e caminharam em direção entrada da cafeteria.

 

− SeokJin!

− SeokJin!

− Jin, como você está depois do acidente na estação de metrô?

− Eu estou bem. – ele sorriu. – Vou tirar meus pontos e logo volto pra faculdade.

− Todos estão perguntando sobre o amigo que te acompanhava, que ele te abandonou.

− Ele não me abandonou. – o herdeiro parou de andar. Namjoon apenas revirou os olhos, mas não foi percebido pelos fotógrafos, já que também usava um óculos. – Não deu tempo de correr junto com ele, então não o culpem. Eu estou bem o logo vou voltar normalmente com a minha rotina.

 

Jin se afastou, puxando a mão de seu pai, até que entrassem no local, sendo recebidos pelo recepcionista.

 

− Bom dia senhores Kim. Queiram me acompanhar.

 

Os dois seguiram até a mesa que foi indicado. NamJoon puxou a cadeira pro menor que se sentou, vendo o pai se sentar de frente pra si.

 

− Vamos escolher e depois chamamos o garçom.

− Ok, fiquem à vontade.

 

A moça se retirou. Jin mantinha a expressão séria procurando algo no cardápio. O loiro percebeu a leve irritação do menor e arqueou uma sobrancelha, vendo seus lábios num leve biquinho. A testa levemente franzida e os olhos, já sem os óculos, concentrados no cardápio. NamJoon não se cansava nem por um minuto de admirar a beleza do menor.

 

− Eu vou morder sua boca se você não desmanchar esse bico.

 

Jin corou, e sorriu timidamente.

 

− Não pode fazer isso na frente das pessoas. – o herdeiro mordeu os lábios.

− Provoca pra ver baby. Provoca pra ver.

 

-;-

 

 

− Cheguei!

 

Jungkook entrou na mansão, sendo seguido por Baekhyun. Os dois caminharam em direção à cozinha, encontrando Jessica e Hyolyn preparando o almoço. O herdeiro abraçou e beijou as duas, sendo seguido por Baekhyun.

 

− Chegaram bem na hora. Estamos quase terminando aqui. Como foi a aula?

− Chata porque teve prova. – Jeon indagou. – Graças à Deus foi a última.

− Agora, é só curtir as férias. – Byun sorriu.

− E vocês já sabem pra onde vão?

− Pra China. – Kook respondeu, pegando um pacote de balinhas no armário.

 

Jessica riu baixinho e Hyolyn encarou o filho.

 

− Pra China Jungkook?

− Sim mamãe. Eu ia pedir o seu jatinho emprestado. – ele abriu o pacote e ofereceu pro amigo, que aceitou de bom grado.

− Tem certeza?

− Omma. Sim. Eu vou pra China. Eu, Baek e Chanyeol.

− Eu vou também? – o loiro franziu o cenho.

− Vai sim hyung.

− Acho que o Jin também vai ir pra China.

− Como sempre. – o maknae revirou os olhos.

− Vão chamar o Chanyeol pra almoçar. – Jessica pediu e os dois assentiram.

 

Ambos caminharam para o quarto antigo de Jimin e m silêncio e encontraram a porta entre aberta. Jungkook pediu silêncio pro amigo e se aproximou lentamente, vendo que o Park estava no telefone.

 

−... Não acredito que esse idiota fez isso... Hyung, eu vou matar esse cara... A Yuri-noona?... Ela é foda! Jess tá toda feliz porque eles ganharam. Mas e aí, o Luhan, ele é legal...

 

Jeon cerrou os punhos. Abriu a porta e viu o maior arregalar os olhos. O maknae caminhou até ele e tomou o celular.

 

−... Chanyeol, tá me ouvindo?

− Olá Jimin-hyung. – o maknae sorriu maleficamente.

 

Baekhyun entrou no quarto e sentou ao lado do Park, encarando o amigo.

 

− J-Jungkook? Passa pro Chanyeol, eu n-não quero falar com você.

− Não vou passar pra Chanyeol nenhum.

− E-Eu vou desligar...

− Isso! Desliga seu covarde de merda. Desliga! – o herdeiro franziu o cenho morrendo de raiva. Pôde ouvir um suspiro do outro lado da linha.

− O quê você quer Jungkook?

− Te proteger de você mesmo. Quer me esquecer? Me esqueça, só que use as pessoas certeza pra isso. – o maknae indagou num tom maldoso. – Sehun vai te perseguir até o fim do inferno por causa do precioso Luhannie dele.

− Eu não tenho medo dele.

 

Jungkook riu debochado.

 

− Que patético você Park Jimin. Usando uma pobre alma pra me esquecer? Tem certeza que quer continuar com isso? Quando vai se dar conta de que você nunca vai me esquecer. Quem é a criança agora, hein?

 

Jungkook desligou o telefone e jogou no mais novo, que arqueou a sobrancelha. Baekhyun conteve um sorriso.

 

− Nossa...

− Arrumem as malas. Nós vamos pra China amanhã.

 

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Namjoon e SeokJin saíram novamente do carro, dessa vez sem o monte de paparazzi seguindo-os. O loiro trancou seu carro e abraçou novamente o filho, caminhando em direção à faculdade, já que conversariam com o inspetor e entregariam os atestados do herdeiro.

Jin cumprimentava alguns colegas que conhecia e revirava os olhos quando as garotas suspiravam encarando o seu pai como se fosse um pedaço de carne. O loiro estava achando aquilo um máximo, ainda mais quando o menor bufava sem parar.

 

− Com ciúmes é?

 

Jin revirou os olhos novamente.

 

− Tá se achando demais Namjoon.

− Eu não tenho culpa se eu faço sucesso.

− Ai, pelo amor de Deus.

− Oi Jin!

 

Os dois se viraram.

 

− Harry? – o herdeiro sorriu pequeno.

− Eu soube o que aconteceu. Você está bem? – o americano se aproximou. − Obvio que Namjoon puxou o filho pra perto de si e Prescott percebeu isso. – Boa tarde, senhor Kim.

− Péssima tarde.

− Pai... – Jin encarou o mais velho, o repreendendo. – Eu estou bem Harry.

− Fiquei preocupado quando eu recebi a notícia. Eu perguntei pro Taehyung e pro Hoseok, mas eles sumiram e o JungKook parecia estar em outro planeta.

 

Seok sorriu.

 

− Obrigado por se preocupar.

− Vamos porque eu tenho horário. – Namjoon puxou o menor que acenou pro americano.

 

Se afastaram caminhando até a moça atrás do balcão.

 

− Pode chamar o inspetor pra mim?

− Sim. Um momento senhor Kim.

 

A moça se retirou rapidamente depois de ouvir a voz séria do empresário. SeokJin se soltou dele e cruzou os braços.

 

− Não vai agir como um milionário babaca né?

 

O mais velho suspirou e tirou os óculos, colocando no moletom que usava.

 

− Aquele cara me irrita!

− Ele só perguntou se eu estou bem Namjoon! Para de ser assim.

 

O maior suspirou pesado e se aproximou do menor, encarando os olhos dele.

 

− Eu vi nos olhos dele o desejo...

− Namjoon. – Jin segurou o rosto do pai e apertou as bochechas, vendo ele fazer um biquinho. – Olhe pros meus olhos.

 

E o Kim olhou pros orbes castanhos brilhantes e lindos que tanto amava.

 

− Tô olhando.

− E o que você vê nos meus olhos?

 

O loiro hesitou por alguns instantes, vendo um brilho tão lindo que só Jin tinha.

 

− Eles... Brilham. – o empresário engoliu em seco, sentindo o rosto corar.

− Sim. Eles brilham Namjoonie. Meus olhos brilham por você. Porque você é a pessoa que eu mais amo na minha vida. − O menor se afastou, sorrindo. – Pare com isso. Agora, arruma essa cara de bobo. O inspetor tá vindo.

 

-;-

 

Yoongi fechou sua mala e colocou no chão. Conferiu se não tinha esquecido nada no quarto, pois tinha certeza que não voltaria a buscar nunca mais. Estava exausto depois de passar a tarde com Ming e sua família discutindo sobre a criança.

Segundo o Min, foi foda ficar olhando pra cara de bunda do pai da modelo. O velho o insultou algumas vezes, e como o coreano era esperto, se manteve em silêncio, porque não queria perder a cabeça. A mãe de Ming Xi era um amor de pessoa e pediu desculpas pro empresário, que apenas sorria.

A campainha tocou.

 

− Ué? – franziu o cenho e caminhou até a porta, abrindo-a logo em seguida. – Ming?

− Oi. – ela bocejou. – Posso entrar?

− Entra aí.

 

Ele deu espaço e a chinesa entrou, sentando na poltrona. Yoongi ficou de rente pra ela.

 

− E aí?

− Vim pra te agradecer por ter ido lá conversar com os meus pais. – ela suspirou. – Desculpa, meu pai é meio... Conservador.

− Percebi. – o coreano sorriu e relaxou no sofá. – Espero que ele te trate bem, que não brigue com você.

− Ele não vai. Pode ser que ele fique brabo no início, mas acho que depois passa. – Ela mordeu os lábios, meio receosa. – Eu... Eu vi na internet, sobre os seus dois garotos.

 

Min suspirou pesado e assentiu.

 

− Eu nem sei o que pensar.

− Eu posso conversar com ele, se quiser. Deixo bem claro que eu não quero nada com você. Deus me livre.

− O problema não é isso. – o moreno se levantou e colocou as mãos no bolso. – Eu não sei como vai ser quando nos encontrarmos. Eu tô puto com tudo isso. Porra! Eles foram direto no Jongin e no Yesung! Eles sabem que os dois tem uma queda e são dois safados. E são meus amigos!

 

A chinesa riu baixinho.

 

− Eles são adolescentes Yoongi. Entenda eles. Quantos anos eles têm?

− Hoseok tem dezoito e o Taehyung vai fazer dezoito por esses dias.

− Então! Você tem quarenta...

− Trinta e cinco. – ele fechou a cara.

− Que seja. Você já teve a idade deles.

− Mas é que... Aish, é difícil.

− É difícil por quê? Você não ligava antes pra isso. – ela sorriu de canto.

− Não sei... Eu só não gosto de ver os dois com outras pessoas. Odeio ver como os caras olham pra eles. Odeio imaginar que eles possam fazer as coisas que fazem comigo, com outras pessoas. Odeio ficar longe deles. Odeio não poder abraçar os dois. Odeio não poder fazer nada, porque se eu disser eu vou preso porque eu tô ficando com dois garotos que são bem mais novos que eu. Eu não sei o que fazer Ming, eu não sei!

 

A chinesa gargalhou e se levantou. Ficou próxima do coreano que era cinco centímetros mais baixo e o encarou.

 

− É simples Yoongi-oppa. Você está apaixonado.

− Ai meu Deus...

− Mas oppa, dos dois... Qual você gosta mais?

− Esse é o problema. Eu... Amo os dois.

− Gente. Eu, em todos esses vinte e oito anos, nunca pensei que veria Min Yoongi confessando que está apaixonado.

− Aish...

− Você tem trinta e poucos anos. Tira isso de letra, afinal, todo mundo já se apaixonou.

− Eu não.

− Ah, para de mentir.

− Não dessa forma. – ele explicou. – Eu tinha uma paixonite quando era adolescente, antes de descobrir que eu poderia ficar com alguém sem ter um compromisso sério.

 

A modelo revirou os olhos e cruzou os braços.

 

− Conversa com os dois e exponha seus sentimentos. Só não faz merda, por favor. E eu vou conversar com os dois. Eu não quero ser uma Kiko Mizuhara da vida.

− Mas o Namjoon não tá pegando o Jin. Eles são pai e filho. – Min franziu o cenho.

− Eu sei. Mas nãoquero passar por megera. É disso que ele está sendo chamada pelas passarelas.

− Ela merece. Bom, eu tenho que ir.

− Vai pra China?

− Não, pra Nova York.

− Mas e os meninos?

− Se eu for pra China eu vou brigar com eles e arrebentar o Kai e o Yesung. É melhor e ir pra casa e pensar no que eu vou fazer.

 

-:-

 

Jin estava jogado na poltrona da pequena sala de espera onde dava pro escritório do inspetor, diretor e sala dos professores. Estava concentrado jogando um joguinho qualquer em seu celular, já que o pai estava conversando com inspetor do colégio e sabia que aquela conversa ia demorar, já que provavelmente estava falando de negócio, cotação do dólar, euro e toda aquela merda matemática que SeokJin odiava.

Se algum dia fosse presidente das empresas, com certeza levaria à falência, porque odiava matemática.

Só queria ir embora, arrumar suas malas pra ir pra China, já que Jungkook lhe encheu de mensagens falando sobre Jimin. E não podia negar que estava morrendo de saudades do seu amigo.

 

− Jin?

 

O herdeiro ergueu o olhar e sorriu.

 

− SeokJong!

− Tudo bem com você?

− Eu tô bem. – o mais alto sorriu. – Você não devia estar em casa se recuperando?

− Eu estou melhor. Eu vim entregar meus atestados.

− Ah sim. E você já tirou os pontos?

− Vou tirar acho que essa semana.

− Ainda bem que você vai entrar de férias. Assim fica mais fácil pra você se recuperar.

− É verdade.

 

A porta da sala do inspetor foi aberta e dela sal o velho e Namjoon, que devem algumas risadas.

 

− Obrigado pelo seu tempo senhor Johnsson.

− É um prazer tê-lo aqui senhor Kim.

 

O loiro encarou o filho e sorriu, vendo que alguém conversava com ele, só não conseguia ver quem era, porque estava de costas. Se aproximou dos dois.

 

− Vamos Jin?

− Vamos. Mas antes eu quero te apresentar uma pessoa. – o herdeiro sorriu animado. – Papai, esse é o meu amigo, o da estação de metrô. – Ele é coreano.

 

O loiro viu o rapaz se virar devagar, e lhe encarar. Namjoon ficou paralisado vendo quem era o amigo do seu filho. Sentiu sua mão tremer e o sangue fugir do rosto. Não podia acreditar que aquele pesadelo estava acontecendo.

 

− Olá senhor Kim. Meu nome é SeokJong. Kim SeokJong. É um prazer conhecê-lo. 


Notas Finais


Já somos mais de três mil e cem favs gente................................................ Cês querem me matar???

******************* IMPORTANTE******************
Alguém sabe fazer capa??????????? Eu preciso URGENTE. Pra uma shortfic do EXO que eu tô terminando, mim helpem <33333333

EU AMO VOCÊS AMORES <333333333


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