História Call Out My Name - Clace - Capítulo 4


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Céline Herondale, Clary Fairchild (Clary Fray), Hodge Starkweather, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Kaelie, Magnus Bane, Maia Roberts, Maryse Lightwood, Simon Lewis, Stephen Herondale, Tessa Gray, Valentim Morgenstern, Will Herondale
Tags 50 Tons De Cinza, Clace, Espionagem, Os Instrumentos Mortais, Romance, Shadowhunters
Visualizações 277
Palavras 2.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ MEUS AMORES 😍😍😍!!! POSTEI RÁPIDO PORQUE ESSA SEMANA EU TÔ CHEIA DE COISA PRA FAZE😤😤 ENTÃO RESOLVI ESCREVER UM CAP MUITO MARAVIDIOSO 😁😁😁 E AQUI ESTAMOS, COM UMA COISA QUE VOXES ADORAAAAUUUNN........ HOOOOOOTTT 😈😈😈😈 QUE NEM TE CONTO VIU ESSES DOIS TÃO PEGANDO FOGO, MAS NADA DE SPOILER, DESCUBRAM POR SI SÓ 😂😂😂
BJ BJ 😍😘😘❤❤

Capítulo 4 - Bathrooms Are Good Places To Fuck


Fanfic / Fanfiction Call Out My Name - Clace - Capítulo 4 - Bathrooms Are Good Places To Fuck

London City, 06 December 2018 – Point Of View Jace Herondale

 

Fazia exatos quatro dias que eu não via Clary, não comentei nada com Izzy sobre o que ela me disse no prédio, acho irrelevante, uma irmã sempre amará seu irmão, não importa se ele seja bom ou mal.

E eu jamais me aproveitaria dela desse jeito.

Eu a deixei em casa naquele dia, ela sorriu para mim e me deu um selinho, disse que eu não podia entrar, já que seus pais estavam em casa, uma decepção.

Nós conversamos por mensagens.

Meu celular vibrou no bolso.

Hey Jace, será que você não quer sair comigo está noite?       ~ C

Lambi os lábios antes de responder.

E para onde vamos?        ~J

Esperei alguns segundos antes de ver uma resposta.

Para a Cirque.          ~C

Antes de poder responder ela continuou.

Vou levar três amigos, pode levar os seus.          ~C

- Jace. –

Ouço meu pai me chamar.

Ok, vejo você lá.      ~J

Desligo o celular e subo as escadas, encontro meu pai no final do corredor, com ele estavam Jia, Maryse, Will, Alec e Izzy.

- Sim? – Pergunto, ele manda eu entrar no escritório, todos entramos.

- O que temos para vocês é um trabalho, mas não como os trabalhos fáceis e simples que vocês receberam até agora, este caso é importante, saibam que só escolhemos vocês porque nenhum de nós pode exerce-lo. – Se pronunciou Jia, autoritária como sempre.

- Um dos casos que paramos de investigar a quase sete anos voltou a percorrer nossas mãos, o caso de Jonathan Morgenstern. Ele foi dado como morto a uma década, mas sua morte não foi muito bem explicada, já que ninguém viu seu corpo, o carro explodiu, então não houve perícia, o túmulo estava fechado e a família Morgenstern apenas se aproveitou da morte do filho, as ações da empresa Valentine e as vendas de Jocelyn aumentaram em um número rigoroso na mesma semana em que Jonathan foi dado como morto, isso nos fez abrir um caso, mas nada, absolutamente nada, foi encontrado, era como se um de nós o tivesse ajudado, sem deixar rastros, depois de três anos sem respostas, fechamos o caso, mas agora Isabelle me contou algo pelo qual eu me interessei, e eu acho extremamente provável que Jonathan seja um psicopata, assim como o resto de sua família e está procurando pela irmã, e sabemos muito bem, que se ele chegar nela primeiro, nós nunca mais teremos notícias de Clarissa Morgenstern. – Meu pai que nos explicou.

- E o que vocês querem que a gente faça? – Pergunto, abrindo e fechando as mãos.

- É simples, vocês apenas precisaram se aproximar de Clarissa. – 

- Ah, o Jace é bem próximo dela. – Isabelle abriu a boca e como sempre, não mediu as palavras, eu a encarei, ela apenas sibilou “desculpa”. Todos me olharam, principalmente meu pai.

- Que maravilha, não precisaremos de tantos esforços. – Ele limpou a garganta e olhou para todos nós. – Usem essa proximidade e descubram informações, usem a garota e os amigos dela, se vocês fracassarem, nunca mais ouviram o nome dessa agência. – 

Maryse pegou alguns fichários de cima da mesa e entregou dois para cada um de nós.

- Aqui está tudo o que vocês precisam saber sobre o caso e o que farão, não deixem isso cair nas mãos de ninguém, e jamais deixem que qualquer um da família Morgenstern tenha ideia do que estamos fazendo. – 

- Agora arranjem um jeito de encontrar a garota. – 

- Na verdade. – Começo. – Nós combinamos de sair essa noite, ela pediu para levar alguns amigos. – 

- Maravilha, Jace, agora todos vocês têm o que fazer, terminem de ler o caso e comecem a trabalhar. Mas antes. – Jia nos deu um olhar severo. – Temos algumas regras. Um, não fracasse. Dois, não conte a ninguém sobre o caso. Três, qualquer informação obtida deve ser trazida para um de nós três. Quatro, não diga para o que você trabalha. E última, mas não menos importante, não se envolva amorosamente com o caso. – Ela praticamente rosnou a última. – Dispensados. – 

(...) 

Entramos no clube as 23:15, a fila estava enorme e ficamos esperando por quase quarenta minutos para entrar, eu os levei até o bar e logo avistei os cabelos ruivos de Clary, ela estava acompanhada com dois caras e uma mulher, pareciam ter parcialmente a nossa idade.

- Clary está ali, e por favor Isabelle, não se exalte, precisamos que ela goste de nós, e ela não gosta de quem fica falando sobre quem ela é, então não fale. – Sorrio amargamente para ela, que bufa, mas concorda.

- Aquela morena ali é o alvo? – Pergunta Will.

- Não, a do lado é. – Respondo para ele.

- Que bom, Jace. Senão nós teríamos uma competição aqui. – 

Eu dou um sorriso de lado e coloco a mão no ombro dele.

- Nós dois sabemos quem ganharia. – 

Sorrio e continuo andando, até chegar em Clary.

- Olá Cafezinho. – Brinco com ela, sussurrando em seu ouvido, vejo ela se arrepiar, antes de virar a cabeça e me dar um olhar de repreensão.

- Já disse para não me chamar assim. – Ela reclama, mas então um sorriso se espalha por seus lábios. 

- Também senti sua falta, Cafezinho. – Eu a abraço por trás, ela sorri para mim antes de se virar vejo que ela ia começar a falar, mas o cara com a parecia asiática e um terno roxo a interrompeu.

- Clarissa, nós vamos ter uma conversinha sobre como a senhorita não sabe descrever as pessoas direito. – 

- Magnus! – Ela dá um tapa no ombro do amigo e sorri, ficando corada. – Bem, vamos apresentar vocês, esses são Tessa, Magnus e Simon. – 

- E esses são Will, Alec e Izzy. – Apresento-os, então eles olharam para mim e para Clary.

- Ah! Sim, Tess, Si e Mag, esse é Jace.  – Ela me apresenta.

- E essa é Clary. – Sorrio para eles, dando um beijo na cabeça dela.

Um silêncio se instalou ali, mas foi quebrado por Clary.

- Que tal pedirmos Gin e Tônica? – Sugere ela.

Todos concordam e sentamos no bar, Will e Alec ficam de pé, assim como eu, Clary chama o barman.

- Olá Meliorn. – Sorriu ela, vejo ele retribuir.

- Como vai, Ruiva? – Pergunta, colocando os cotovelos no balcão e a olhando.

Eu quero bater nele.

- Bem, você conseguiu outro emprego? – 

- Ah, não. Acho que vou ter que ficar aqui por mais um tempo. -  Ele sorri. – Mas o que vai pedir? – 

- Oito copos de Gin e Tônica. – 

- Esse bar vai ficar rico hoje. – Ele sai, indo pegar alguns copos e preparando as bebidas.

- Então, quem é? – Pergunto, tentando disfarçar a raiva.

Ela se vira.

-  Meliorn, eu, Tessa e Magnus geralmente viemos muito aqui quando o Pandemonium está fechado, acabou conhecendo ele, veja, ele também está conversando com eles. – 

-  Hum. –

Ela ia falar mas o engomadinho a interrompe.

- Aqui está, uma boa bebida para uma mulher bonita. – 

Ok, agirá eu vou bater nele.

Limpo a garganta e ele me olha.

- Ah, sim, aqui está sua bebida. – Ele me entrega o Gin. – Como vão seus pais, Clary? – 

- Chatos como sempre. – Reclama ela.

Ele ia falar algo, mas vejo outras pessoas se sentando ao nosso lado.

- Você não tem outros clientes para atender? – Praticamente rosno para ele.

Ele olha para o lado.

- Claro, nos vemos por aí, Ruiva. – Sorri.

- Sim, Meliorn. – 

Eu apenas lhe dou um sorriso amargo, Clary se vira para mim.

- Isso é ciúme que eu vejo, Loirinho? – Ela me provoca, cutucando meu abdome. 

- Querida, eu nunca sinto ciúmes. – Respondo.

- Bem. – Ela pega a taça e toma alguns goles, antes de sorrir de lado para mim.

- Pois saiba, Loirinho, Meliorn é muito bem casado e um pai de duas lindas crianças. – 

Eu apenas resmungo.

- Venha, vamos dançar. – Ela se levanta.

- Vamos ser os primeiros. – Observo.

- Primeiros o que? Tessa e Will já estão dançando, Izzy sumiu com Simon e Magnus e Alec estão em uma conversa, por dizer assim, interessante. Venha. – Ela me puxa pela mão e me leva até a pista de dança.

Eu coloco minhas mãos em sua cintura e uma música nova começa, Clary começa a mexer  corpo no ritmo dela.

 

    Prometa que você não vai espalhar por aí

Eu falo sério, quero te mostrar

Como é quando o seu coração bate rápido

E o suor escorre pelo seu corpo

Estou rugindo alto (diga comigo)

Estamos rugindo alto

- Então Jace, você vai me fazer rugir está noite? – Pergunta ela.

Eu mordo seu pescoço.

- Até você ficar rouca. – Ela joga a cabeça pro lado e então coloca a mais pressão nos movimentos, o que me faz soltar um gemido. -  Se continuar assim essa dança não vai durar muito tempo. – Sussurro, pegando o lóbulo de sua orelha entre os dentes.

- Essa era a intenção. – Ela rebola.

 

Você perde se chegar lá primeiro

Chegar lá primeiro, deixe estourar

Meu trabalho é fazer você gozar

Não segure, solte tudo

Você perde se chegar lá primeiro (chovendo, chovendo)

Chegar lá primeiro, deixe estourar (chovendo, é uma tempestade)

Meu trabalho é fazer você gozar (chovendo, chovendo)

Não segure, solte tudo (chovendo, é uma tempestade)

- Posso exercer o meu trabalho, querida? –

-  Só se você me deixar cavalgar. – Sussurrou, provocativamente.

-  Eu deixo você fazer o que quiser. – 

- Droga, Jace. Você está me deixando encharcada.

- Mas essa era a intenção. – Brinco, repetindo o que ela disse antes.

 

Eu tenho um brinquedo grande, posso colocar em você?

Quero puxar seu cabelo, tenho algumas coisas em mente

Não estou mentindo garota, eu só quero rugir agora

Diga comigo, amor, nós estamos rugindo alto

- Coloca o seu brinquedo em mim? – 

- Quando quiser. – 

Eu volto a beija o pescoço dela, então subo uma mão para o seu seio, apertando um, e depois acariciando o mamilo dela, que geme e coloca a cabeça no meu peito.

Você perde se chegar lá primeiro

Chegar lá primeiro, deixe estourar

Meu trabalho é fazer você gozar

Não segure, solte tudo

Você perde se chegar lá primeiro (chovendo, chovendo)

Chegar lá primeiro, deixe estourar (chovendo, é uma tempestade)

Meu trabalho é fazer você gozar (chovendo, chovendo)

Não segure, solte tudo (chovendo, é uma tempestade)

 

Me deixe enlouquecer, eu quero mergulhar de cara primeiro hoje

Eu estou brincando de roleta russa com isso

Você vai me deixar beijar o seu pescoço ou não?

Eu tentei segurar o que eu sentia, mas acabou o tempo

- Posso cair de cara primeiro? – Perguntou.

- Não. – Ela responde e então rebola no meu membro, o que me faz grunhir. – Pode cair de boca. – Completa.

Feche seus olhos e saiba que

 

Você perde se chegar lá primeiro

Chegar lá primeiro, deixe estourar

Meu trabalho é fazer você gozar

Não segure, solte tudo

Você perde se chegar lá primeiro (chovendo, chovendo)

Chegar lá primeiro, deixe estourar (chovendo, é uma tempestade)

Meu trabalho é fazer você gozar (chovendo, chovendo)

Não segure, solte tudo (chovendo, é uma tempestade)

[ Somo – First ]

 

- Onde fica a porra do banheiro, Clary? - 

Ela sorri e então coloca a mão no cós da minha calça, me puxando junto com ela, Clary me leva até um corredor, passamos por umas quatro portas antes de ver uma placa que indicava os banheiros, ela me leva até os dos deficientes, já que era unisex e não tinha muita gente deficiente lá. 

Assim que vejo a bancada, agarro Clary e a viro para mim.

Colo nossos rostos, deixando nossos lábios a um centímetro de distância.

-  Salte. – 

E ela faz, agarro suas coxas e ataco minha boca com a dela, que geme de surpresa, enterrando as mãos no meu cabelo, enquanto eu a levava até a pia,  coloquei ela sentada e agarrei mais apertado suas coxas, o que a fez vir mais pra frente, causando uma fricção, gememos em uníssono, ela rebolou o que me fez grunhir e passar da boca para o pescoço dela, subi minhas mãos para suas costas e então achei o zíper do vestido, abri, e deixei cair as alças.

- Sem sutiã ruivinha? – Eu rosno.

- Sim, só pra você. – Ela sussurra.

- Ah, eu vou fazer bom uso. – 

E com isso, caio de boca num dos seios dela, rodeando o mamilo com a língua, enquanto a minha mão massageava o outro.

-  Deus Jace. – Ela suspira, segurando meu cabelo é me pressionando mais nela, o que não é nenhum motivo de reclamação. 

Passei para o outro seio e então coloquei uma mão entre suas pernas, ela gemeu, dava de sentir ela molhada através da calcinha, coloquei um dedo por dentro.

- Deus ruiva, você está tão molhada. –  Suspiro.

- E por que você não me deixa a seca? – Ela sugere. 

Eu me ajoelho e coloco as pernas dela sobre meus ombros, depois tiro sua calcinha, então começo a dar beijos e mordidas leves em suas coxas internas, o que a faz soltar suspiros, eu assopro bem naquele ponto sensível e molhado pra mim, então dou uma lambida, tão doce e tão amarga ao mesmo tempo.

- Jace, por favor. – Pediu, puxando meu cabelo, eu sorrio.

- Como você quiser, Ruivinha. – 

Passo minha língua pela sua entrada, provando melhor ela, então separo seus lábios com os dedos e a lambo, ela se contorce, jogando a cabeça pra trás e gemendo, então pego sei clitóris entre os lábios e começo a suga-lo, isso a faz gritar o que deixa meu pau latejando entre os jeans, pronto para explodir.

- Jace... ah... Mais... Por favor. – 

Com esse pedido eu coloco dois dedos dentro dela e os curvo, atingindo seu ponto g, ela geme, alto.

- Isso mesmo, Clary, geme pra mim. – 

Sugo seu clitóris mais rápido, assim como movimento os dedos, isso parece fazer ela enlouquecer, eu subo, ainda movimentando os dedos, apenas substituindo os lábios pelo polegar, beijo-a avidamente quando alcanço sua altura, engolindo seus gemidos de prazer e a fazendo sentir o próprio gosto, o que ela parece não se incomodar, sinto a mão dela descendo do meu pescoço para o meu peito e então indo para a minha calça, ela me aperta e eu rosno, Clary abre o zíper.

- Você está bem duro, não é mesmo? – Ela provoca e então abaixa minha cueca, meu membro salta pra a fora, latejando de vontade, ela me toca, eu solto um gemido gutural, Clary começa a movimentar a mão, sentindo o pré-gozo.

- Deus Clary, o que eu fiz pra merecer isso? – Pergunto retoricamente. Eu movimento meus dedos mais rápido, o que a faz gemer em meio aos beijos. – Movimente sua mãos mais rápido, querida. – E ela faz, Deus, como ela faz, mais rápido e mais apertado.

- Ah Jace! Eu estou tão perto. – Ela geme, eu faço movimentos mais rápidos em seu clitóris. 

Ela passa a mão pela minha cabeça e eu vejo que ela está prestes a gozar e eu também estou, então eu colo nossas bocas novamente, abafando o grito dela e o meu gemido quando chegamos juntos ao clímax.

Eu me afasto, apenas o suficiente para respirarmos. 

- Isso. Foi. Incrível. – Ela suspira, pausadamente, eu apenas concordo com a cabeça e então tiro os dedos de dentro dela, depois os levo a boca e os chupo, vejo e olhar dela voltar a ficar em tom de verde escuro, e o que eu não daria para faze-la gemer de novo, mas sei que devemos sair daqui, então puxo minha cueca e abotoo minha calça, depois levanto as alças do vestido dela e o fecho, a puxando para baixo, ela arruma o vestido e eu passo um braço envolta de sua cintura.

- E eu vou sair sem calcinha, Jace? – Sorri ela, eu endureço apenas com o pensamento.

- Me dá algo para pensar, querida. – 

Então abro a porta e tem uma arma apontada bem para nossa cabeça.


Notas Finais


MEU DEUSO 😱 NEM QUANDO ELES TÃO NESSE BEM BOM DEIXAM ELES EM PAZ NÉ NON?? 😒😒 ME DIGAM... O QUE ACHARAM DESSE HOT😈? SE FICO BOM SE NÃO FICO, AFINAL É MEU PRIMEIRO HOT NÃO É MESMO 😂😂😂 MAS É O QUE VAI ACONTECE AGORA?? QUEM VOCÊS ACHAM QUE SÃO?? E GOSTARAM??
MAS AQUI ESTÁ OS NOSSOS PERSONAGENS AMADENHOS😍:

Tessa:
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Will:
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Jia:
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ESSES SÃO ELES, BJ BJ E ATÉ O PRÓXIMO 😍😍😘😘❤❤


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