História Call Out My Name - Sasuhina - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Guren, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Karin, Konan, Kushina Uzumaki, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Obito Uchiha (Tobi), Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju, Yahiko
Tags Gaaino, Kakaten, Naruhina, Narusaku, Obika, Sasuhina, Sasusaku, Yako
Visualizações 95
Palavras 860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


• Essa fanfic é um pouco diferente do que eu costumo escrever, ela não é clichê, mesmo aparentando kkk.

• Postagens de Segunda, quarta e sexta.

•Comentários são bem vindos.


Blueeboo.

Capítulo 1 - 1 - Cores


Fanfic / Fanfiction Call Out My Name - Sasuhina - Capítulo 1 - 1 - Cores


Não me lembro bem de como tudo isso começou, só me lembro que eu nunca fui boa em me entrosar. Amizades?! Eu não tinha nenhuma, sempre que alguém se aproximava eu me sentia encurralada, tentava me esquivar de perguntas e aproximações.

Eu era uma garota esquisita, até aquele dia: um garoto se aproximou de mim, ele era o que todos conhecem como o popular, seu sorriso sarcástico e andar confiante me fizeram congelar, ao estender a mão para mim ele sorriu.

— Prazer, sou Sasuke Uchiha. Posso me sentar aqui? — Apontou para a cadeira vaga, ao meu lado, sem conseguir falar ou me mexer apenas fiquei parada. — Vou tomar seu silêncio como um sim.

Nos dias que se passaram Sasuke fez questão de sentar ao meu lado, me fazer inúmeras perguntas que aos poucos eu fui respondendo, eu me abri para ele. Foi algo idiota da minha parte, mas eu pensei que éramos amigos.

Eu contava tudo a ele, me abria e fazia tudo para que ele ficasse ali, eu passei a precisar da companhia dele. Estava tudo bem, eu enfim tinha um amigo, eu não precisava de mais ninguém, apenas dele, os olhos ônix que pareciam engolir qualquer resquícios de tristeza na minha pacata vida. Então como a calmaria de um mar que de repente se torna um tsunami, eu vi — Lágrimas grossas, rolavam por meu rosto. Limpei-as sentindo minhas mãos trêmulas encostarem em minha pele gélida.

Eles estavam me zoando, Sasuke estava compartilhando meus segredos com o seu grupo cruel de amigos, eles riam e fazia pouco caso de mim. [estranha, problemática, feia, careta, idiota] eram alguns dos apelidos que eles me deram.

— Então foi aí que tudo começou, Hinata você já tinha um indício de TAS, e isso fez com que tudo corresse para esse caminho. Sua mente criou uma barreira para novas experiências, baseada numa única tentativa.

— Você acha que eu deveria tentar outra vez? Nem em sonho, tremo toda a vez que entro em contato com mais de uma pessoa, eu não consigo falar direito quando toda a atenção está voltada para mim e você quer mesmo que eu me misture?

— Não quero que veja, assim! Quero que pense que o mundo não é apenas voltado a pessoas de má índole.

— E-eu não posso.

— Nossa seção chegou ao fim, mas Hinata por favor leve em consideração meu pedido. — Iruka se levanta e estende a mão para mim, imito seu movimento e ajusto a bolsa no meu ombro, estendo a mão desocupada para ele. Que embrulha minha mão com a dele.

Ao sair do edifício do psicólogo, ando apressada até meu carro, um sedã preto. Abro a porta e entro, ligando o aquecedor, recostei minha cabeça no banco, aqueles olhos negros e infantis me fizeram, rosnar de raiva. Por ser burra, por me deixar levar por um sentimento vazio.

A raiva deveria predominar, mas não a única coisa que eu sentia era tristeza, por ter sido traída, por não ter confiada em uma pessoa de boa índole.

Respirei fundo, ligando meu aparelho de som, eu cliquei nas setas para aumentar o volume, engatei a marcha e dirigi em destino a rodovia.


I’m a phoenix in the water
A fish that’s learnt to fly
And I’ve always been a daughter
But feathers are meant for the sky


Minha mãe uma vez me disse que eu era a chave da minha própria felicidade, que eu só precisava lutar, para tê-la, disse que o mundo era constituindo de pessoas más, e qualquer semente de bondade que eles viam eram simultaneamente esmagadas, ela pediu para que eu protegesse minha inocência e amasse minha bondade.


Eu sorria porque quase pude ouvir a voz dela me dizendo "Você é tudo que eu sempre sonhei minha semente de girassol" estacionei meu carro na minha vaga, saindo liguei o alarme e caminhei em direção ao elevador.


Apertando o botão aguardei pacientemente até a luz piscar e o barulho de portas se abrindo se fizesse presente, arrastei-me para dentro do elevador, vendo de relance dois casais entrando também.


Não levantei a cabeça, me senti sufocada, minha pele começou a pinicar e instintivamente eu comecei a coçar.


— Hinata? — Aquela voz, congelando todos os músculos do meu corpo, arregalei os olhos. Aquela voz, memórias vieram a minha mente, uma garota de cabelos rosas apontando o dedo para mim e rindo
[estranha, feia, ceguinha nojenta].


Estremeci e então levantei a cabeça sentindo meus lábios tremerem num mais novo tique.


Ela estava bonita, bonita demais para alguém real, me senti inferior, tomando uma facada em meu ser, me encolhi mais no fundo.


— O-oi! — Disse, sentindo minha voz sair arranhada. Foi então que a porta do elevador se abriu, sai dali agradecida. Abri a porta como se o mundo estivesse acabando, Nala me recebeu com afagos na perna. O ronronar da gata negra me fez quase suspirar em paz.


— Droga, tantos lugares em Seattle e eles vem morar logo aqui? Porque saíram do Japão? Porcaria de azar.


Reclamei enquanto caminhava até a cozinha, coloquei ração para a Nala e me sentei no sofá, meu coração ainda retumbava no peito o medo, chutando a merda longe mim.





Notas Finais


E aí?


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