História Callin - Capítulo 1


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Categorias A.C.E
Personagens Chan, Donghun, Jason, Jun, Personagens Originais, Wow
Tags Ace, Cactus, Callin, Chan, Donghun, Dongjun, Jason, Jun, Sem Ideia Pra Tag, View Em Callin, Wow, Wowson
Visualizações 149
Palavras 617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais uma tentativa de fic
Espero que gostem
Comentem no final oque acharam
E VAI DAR VIEW PRO A.C.E

Capítulo 1 - Dor e Começo


Fanfic / Fanfiction Callin - Capítulo 1 - Dor e Começo

Século 18. Nosso presente é agradável, de acordo com nossos antepassados evoluímos muito, mas não a ponto da sociedade aceitar certas coisas e abominar outras.

Meu nome é Jason, tenho atualmente 19 anos, nasci com os cabelos alaranjados e olhos verdes. Você deve estar "que bonito ele é", eu também acharia, se não tivesse crescido em meu vilarejo sendo chamado de aberração ou monstro.

Na infância eu senti algo estranho em relação a mim mesmo, como eu morava em uma fazenda os fenômenos que eu provocava não se espalhavam rápido. Como se não bastasse os abusos do meu pai e a dor da minha mãe ao ver seu marido torturando e fazendo tais coisas pecaminosas com seu filho calada, eu ainda sofria comentários onde quer que eu passasse.

Meu único lar e lugar de conforto era a igreja atrás do vilarejo que morávamos perto. Todo dia após a escola eu ia lá, me confessava para o padre, chorava para ele, perguntava se Deus realmente gostava de mim, o porquê eu nascer daquele jeito (com cabelos diferente e olhos claros), enquanto todos são diferentes. Eu não contava sobre os fenômenos, tinha certeza que eram coisas da minha cabeça, assim como meu pai. O padre me confortava diversas vezes com canções, orações e até afazeres para a igreja, eu havia me tornado um cristão, mesmo as pessoas do vilarejo não querendo eu na casa do seu senhor com eles ao domingos de manhã e sextas à noite.

O padre tinha um filho, eu não o conhecia, não sabia nada sobre ele, só que o chamavam de Wow. Wow era afastado de todos, meio isolado, parece que perder sua mãe misteriosamente lhe causou traumas. Eu sempre desejei conversar com Wow, não sei o porquê, mas também abraçá-lo,o confortá-lo, dizer "você não está sozinho". Mas era impossível, já que raramente ele aparecia.

Certo dia na escola após o recreio alguns garotos me empurrarram em um barranco, e Wow chegou os chutando. Começaram a brigar e após os dois lados saírem feridos, Wow desapareceu antes mesmo de eu lhe agradecer ou ver se estava bem.

~~~

Após meu aniversário de 16 anos, eu nunca mais o vi andando pelo vila ou na escola. Fiquei sabendo que aparentemente o mesmo já havia se formado e ido para fora estudar religião. Com o crescer da adolescência, meu corpo só foi piorando, meu cabelo atingiu um tom mais forte, mesmo tentando pegar sol eu tinha a pele mais clara do que o comum da cidade, meus olhos eram capazes de hipnotizar um animal de tão verde que estavam, minhas pupilas haviam mudado de cor e meus "tremores" piorado mais. Cheguei a certa vez incendiar o celeiro da fazenda. Como castigo me amarraram numa cerca distante de casa e de qualquer um, pregaram minhas mãos com pregos enferrujados, estavam me crucificando. Não pude nem me explicar, eu tinha aguentar tudo porque sabia que meu pai estava certo, eu realmente era um monstro.

Meu pai acredita que aquilo afastaria o que ele chamava de demônio do meu corpo, que me ajudaria, que Deus teria piedade de nossa família e que me ajudasse. Eu fiquei ali por dias, eu era alimentado e banhado por minha mãe às escondidas de meu pai. Minha pele estava tão vermelha e tão quente, que até mesmo a brisa do vento fazia eu chorar de dor. Meu corpo estava coberto por sangue e muito fraco, pois como se não bastasse a crucificação eu ainda apanhava com um chicote coberto de espinhos.

Eu fechei meus olhos, achando que estava na hora de partir, eu realmente não aguentava mais a vida que eu levava. Desmaiei e fiquei jogado ali, com as mãos presas sobre pregos em uma cerca, e o corpo todo ferido.


Notas Finais


Vamos dessa vez tentar fazer direito né
Lágrimas e haters são bem vindos viu rsrsrs
Espero que tenham gostado
Obrigado
Até o próximo capítulo flws


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