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História .calls me d a d d y too - michaeng - Capítulo 1


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Notas do Autor


oi oi oi sou eu denovo 💐
one de hoje falando de homofobia na família, pq não?? gente isso é super sério, e se você está passando por algo assim, ou conhece alguém que passa por algo assim, leve em consideração que você não está fazendo nada de errado!! não é pecado amar, não é vergonha amar, não é errado amar! você conseguira ajuda onde menos esperar, homofobia não!!!!!!
— boa leitura 💐

Capítulo 1 - Unic ; fuck you


Fanfic / Fanfiction .calls me d a d d y too - michaeng - Capítulo 1 - Unic ; fuck you

O coração de Mina batia forte. A japonesa tremia. Fazia quatro meses que ela namorava Chaeyoung escondido, o tempo era praticamente curto mas a conexão que ela tinha com a de cabelos curtos era simplesmente como se conhecessem de outra vida. Chaeyoung se sentia da mesma forma, ela amava cada parte da japonesa e isso nunca iria mudar.

Hoje, era o dia. O dia.

O dia em que conversaram bastante, fizeram planos e suposições. Ser lgbt na Coreia nunca foi uma coisa fácil, ainda mais quando você é mulher. Era difícil para ambas terem que se ver somente onde não há ninguém por perto para julgar. Mas hoje, elas decidiram que Mina iria se assumir e apresentar Chaeyoung ao seu pai, ela que mudou-se do Japão para a Coreia após o divórcio dos pais, foi criada pelo seu pai apenas até então. Ela conhecia o senhor Myoui e qual era seu pensamento sobre pessoas do mesmo sexo namorando, mas ela sentia que já era a hora. Talvez, se ele visse o amor que elas tinham, mudaria de ideia.

Ele não trataria mal, sua filha e o amor de sua vida não é? Ela pensou.

Os pais de Chaeyoung já conheciam Mina, e aceitaram super bem, até mesmo ofereceram apoio, mas agora em relação a família de Mina ainda era uma incógnita.

— Ok, umm, você está pronta? — Son Chaeyoung perguntou aflita para a namorada, enquanto passava as mãos pelo jeans preto limpando o suor de nervosismo.

— Acho que sim — Mina disse quase em um sopro. As duas se olharam e assentiram, tocando a campainha da grande casa. 

Demorou alguns segundos, até que o senhor de idade abriu.

— Mina, onde esteve? — Perguntou o Senhor Myoui. Mina quase perdeu o ar — E quem é esse garotinho? —

Definitivamente, Mina perdeu o ar, assim como Chaeyoung. Garotinho...

O cabelo bem curto e o jeito como a Son se vestia várias vezes fez a mesma ser confundida com um menino, mas isso nunca a encomodou tanto. Até agora.

— É... Bom, pai, vamos entrar e conversar tudo bem? — Mina disse entrando sem esperar resposta, segurando a mão de Chaeyoung enquanto a puxava junto. O homem as olhou intrigado, fechando a porta logo em seguida.

— Oque está acontecendo? — O mesmo perguntou, sentando-se na poltrona da sala. Mina e Chaeyoung sentaram no sofá ao lado e se olharam. Era um momento difícil, constrangedor, nervoso.

— Pai eu- — Mina ponderou oque diria, não podia ser direta, mas também não podia enrolar. Logo tudo oque ela e Chae haviam planejado fugiu de sua mente e ela lançou um olhar aflito a Son ao seu lado. Que rapidamente entendeu, e antes que Mina pudesse voltar a falar, ela se prontificou.

— Senhor Myoui, eu sou Son Chaeyoung e- —

— Engraçado, nunca vi um menino com esse nome — O pai de Mina interrompeu.

Chaeyoung respirou fundo.

— Não sou um menino, Senhor Myoui, sou uma garota — Respondeu um tanto seca.

— Uh? Ah... Não me diga que.... — O senhor rosnou — Não me diga que é um daqueles tipos nojentos. —

— Pai?! — Mina exclamou sabendo exatamente do que ele estava falando.

— Aposto que ela é, se não, não se vestiria como um moleque. Ser repugnante! — O Senhor Myoui disse alto olhando firmamente para Chaeyoung que sentiu seu sangue subir.

— Sim, senhor, se é oque está pensando, sim. Eu sou lésbica. E isso está longe de ser problema, e aliás eu me visto como quero — A coreana quase esqueceu a razão por elas estarem ali.

— Pai, ouça, porfavor — Mina tentou falar.

— Olhe a pessoa nojenta que você trás aqui em casa, Mina, como tem coragem de trazer isso pra cá? — 

Chaeyoung apertou a palma da mão tão forte. Mal haviam chegado ao ponto e ela já queria gritar.

— Pai, ela não é nojenta. Estamos namorando, ok? Eu amo ela, ela é minha namorada — Mina soltou as palavras quase freneticamente.

O Senhor Myoui mudou sua expressão de nojo, para choque. Ficou uns segundos boquiaberto antes de se levantar da poltrona e exclamar

— Oque? — Ele se aproximou do sofá onde elas estavam — Você não está fazendo isso? Eu não acredito Mina, você virou uma dessas coisas desprezíveis? Eu te criei, te ensinei, pra você virar essa pecadora qualquer? — A voz dele crescia a cada palavra e Mina sentiu as lágrimas vindo. — Você é uma decepção, foi essa coisinha aí que corrompeu você não foi? —

Chaeyoung já não aguentava mais. Levantou-se ficando cara a cara com o Myoui.

— O único ser desprezível aqui é você! — Chaeyoung gritou com o rosto já vermelho.

— Chae! — Mina tentou chamar a atenção.

— Não da Mina, não tem como aguentar — Chaeyoung olhou fundo nos olhos do senhor a sua frente — Eu amo a sua filha, e vou amar ela melhor do que qualquer cara por aí poderia amar, vou amar ela melhor do que você! Que não aceita que ela vai ser feliz do jeito dela —

— Impossível que você tenha coragem de falar comigo assim sua sapatona, nojenta. Você também é uma, decepcionante — O homem levantou Mina pelo braço e balançou enquanto falava alguns xingamentos. Chaeyoung o empurrou, segurando Mina com uma mão. O senhor apena desequilíbriou um pouco.

— Você é um babaca, um velho preconceituoso! Viemos aqui, assumir nosso amor e você teve a coragem de olhar nos olhos da sua filha e chamar ela de nojenta pela sua sexualidade! Você é nojento, nojento, e que se foda a sua opinião já que ela não acrescenta em nada mesmo — Chaeyoung tomou a frente em tom forte, ainda com o rosto vermelho.

O senhor Myoui bufou assustadoramente.

— Sua merdinha — Ele ameaçou avançar em Chaeyoung mas Mina entrou na frente, com os olhos lacrimejando.

— Já chega pai. Já chega! Foi uma perda de tempo vir aqui, você vai ser sempre mente fechada não é? — Ela disse entre lágrimas — Vamos Chae, vamos embora, não temos nada pra fazer aqui —

— Vão mesmo, seus demônios, antes que eu faça vocês irem pelas minhas próprias mãos. Você nunca mais volta aqui Myoui Mina, nunca mais! — Ele apontou o dedo no rosto da filha violentamente, que só fechou os olhos e respirou bem fundo. Segurou a mão de Chaeyoung e foi caminhando até a porta.

Assim que chegaram, Chaeyoung se virou.

— Aliás, seu filho da puta, a sua filhinha também me chama de papai a noite no quarto. E a sua filha tem todo o amor do mundo aqui comigo, fique lidando com isso — Chaeyoung mostrous os dois dedos do meio em deboche e saiu correndo com Mina ouvindo alguns palavrões gritados pelo senhor sendo deixados pra trás, enquanto corriam o máximo que podiam até elevador, que para a sorte das duas já estava aberto e no andar exato.

Elas entraram e Mina apertou o botão do térreo violentamente até a porta se fechar por completo. As duas descansaram os corpos na parede do elevador ofegantes.

— Isso foi —

— Intenso — Chaeyoung completou. As duas se olharam por um tempo e riram levemente entre lágrimas.

— Me desculpa por isso Chae, devia imaginar que ele reagiria desse jeito — Mina fitou o chão.

Chaeyoung achou aquilo muito fofo, apesar do melhor pesado que haviam acabamos de sofrer. Se aproximou, levantando o queixo de Mina e a olhando apaixonadamente.

— Ei, não precisa pedir desculpas, já passou — Acariciou o rosto da japonesa de maneira suave, que sorriu — E eu mandei bem nas palavras né, vai dizer? —

Se vangloriou fazendo ambas rirem.

— Eu te amo muito Minari, muito mesmo —

— Eu te amo ainda mais Chaeng —

As duas deixaram seus lábios se juntarem por alguns minutos até a porta do elevador abrir indicando que chegaram ao térreo do prédio.

— Eu nem peguei minhas coisas no apartamento — Mina disse rindo.

— Cuidamos disso depois — A Son também ruim enquanto elas caminhavam pela rua. — Daqui pra frente, vamos amar sem medo de nada ou ninguém, ok? —

Parou ficando frente a frente de Mina.

— Ok. — Mina entrelaçou suas mãos com as de Chae, e deu um selinho demorado, sem se preocupar se estavam em público.

Daqui pra frente, ninguém, poderia impedir elas de viverem o amor lindo que elas tinham.



Notas Finais


⚠️ CAPÍTULO NÃO REVISADO ⚠️
e os homofóbicos que lutem!!!
— obrigada por ler 💐
➵ plágio é crime
𝓪𝓹𝓱𝓻𝓸𝓭𝓲𝓼𝔂 ©


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