História Calma Pra Tua Alma - Capítulo 14


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Palavras 489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Parou


Ana Clara on:

Minha mãe esmurrava a porta aos berros. Enquanto Isabel gritava algo de dentro do quarto. Eu estava com medo e preocupada.

Caminhei até minha mãe e tentei acalma-lá, foi em vão.

Vitória on:

Me levantei da cama e tentei empedir que Isabel saisse, afinal ela estava descontrolada e com uma faca na mão, e fim da história não poderia ser bom.

Sabra on:

Fechei meus olhos os apertando bastante, implorando aos céus para que quando eu os abrisse novamente eu descobrisse que todos os acontecimentos da ultima hora não passaram de um pesadelo. Mas isso jão iria acontecer, não era um pesadelo, era a realidade do momento, fechei os olhos mais ainda ouvia gritos histericos e desesperados ecoando pela casa.

Edmilson on:

Eu devia ir até minha esposa, a afastar da porta e fazer ela se acalmar. Eu devia. Mas simplesmente estava paralisado, pensar que algo pudesse acontecer com ela ou uma das minhas filhas, que amedrontava tanto, e eu me sentia o ser mais covarde do mundo. Eu sabia que deveria ir até minha esposa, e minha filha, eu via a luta de Ana ao tentar afastar Mônica da porta, eu precisava ir, mas não é que eu não quisesse ir, era mais como se meus pés tivessem criado raizes e se prendido ao chão.

Isabel on:

Vitória é minha e de mais ninguém, ninguém vai tirar ela de mim. Não dessa vez, eu não a deixarei novamente.

Mônica on:

Me descontrolei eu sei, não deveria. Mas Vitória, minha filha caçula estava em perigo e eu sabia. Eu fui ruim demais pra ela, mas quero ser melhor a cada dia, e só de imaginar o quão assustada ela está, o pânico me invade. Meus movimentos contra a porta são descontrolados, os gritos saem desesperados, suplicantes.

Narradora on:

O tempo é ligeiro, não tem como negar. Mas em determinados momentos da vida, ele desacelera, quase para.

Agora. Neste momento. Nesta casa, todos ali presentes entendiam o quanto um minuto poderia fazer diferença.

Quanto a porta se abriu Ana Clara viu o quão enfurecida Isabel estava. Logo notou a faca em sua mão, Ana empurrou Mônica no chão, a faca atingiu o braço de Ana de raspão, a fazendo soltar um grito, mais pelo susto do que pela dor, ela levou a mão ao local e ao tirar notou o sangue. Isabel olhou para a menina a sua frente.

-Você é uma maldiiita... Tentou se apróximar de Mônica. Mas Vitória  gritou algo, fazendo a mesma se virar.

Vitória on:

Eu gostava de Isabel. Realmente gostava. Mas agora, se existe algum sentimento em relação a ela, esse sentimento é medo. Eu não a reconhecia, e nem entendia. Isabel machucou a Ana, minha Ninha. Isso não era certo. Mas ela não parou por ai, ela tentou, ou melhor, ela iria tentar algo contra Mônica, contra minha mãe, não queria mais ninguém machucado. E por minha culpa que era o pior. Quando dei por mim eu já estava sobre Isabel, que caiu no chão quando me joguei contra ela.




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