História Calores - Capítulo 12


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Henrique Fogaça, Paola Carosella
Tags Farosella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 208
Palavras 1.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Mi casa, su casa


     Somente a Lua iluminava o quarto escuro. O astro não em sua totalidade pois a persiana bege destorcia a imagem da grande bola redonda que pairava sobre a noite. Ele mal se mexia, tentando dormir sem pensá-la. Imagens dela invadiam sua cabeça em uma mistura de presente e passado, parecia igual, tudo igual. A vida não mudou e estavam em 2005 novamente. 

     E em 2005 estava quando ela sorrateira escalava os lençóis da cama e o acordava:

    ⁃    Pensava que tínhamos combinado não ir dormir essa noite. - Beijou o ombro dele, passando a mão pelo braço, apertando e sentindo os músculos.

     Henrique abriu os olhos com certa dificuldade, cerrando-os logo em seguida. Estava um pouco grogue com os beijos da amada. Sim, Paola era sua amada, agora percebera quando a palavra veio súbita à mente:

    ⁃    Fiquei com sono, me desculpa.

    ⁃    Não está pelado como na última vez. - Falava com um L estendido. 

     Henrique imaginava sua boca abrindo e fechando desenhando a letra com os lábios. Beijou-a, jogou seu peso contra ela, passando o braço esquerdo por cima dela. Ela puxava o tecido que encobria seu corpo, era grosso demais, na opinião ela, porque separava-a da carne que tanto queria apertar.

    ⁃    Fiquei com vergonha da última vez... quis me apresentar direito. Sou um menino descente. - Brincou, rindo.

    ⁃    Não é nada que eu não tenha visto... ou tocado. 

     Esticava o pano da camiseta como se fosse arrancá-la, mas a camiseta de algodão acabou por vencê-la. Se tivesse força o suficiente rasgava-a:

    ⁃    Calma, Paola. - Riu. 

     Afastou-se um pouco, sentando na cama e tirando a blusa. Jogou para um lado qualquer. Era estranho chamá-la pelo nome assim, nesse contexto. Era estranho voltar-se para beijá-la novamente, e novamente, e novamente. Mentira, prometeu-se nunca mais ter pensamentos ruins sobre isso. 

     Agora todas as suas energias estavam nela. Deitou Paola na cama e prendeu o braço dela acima da cabeça, beijando a região da clavícula. Ela, de alguma maneira, conseguiu escapar, pendendo-se para o lado e ficando por cima do tatuado, suas mãos firmes em cima de seu peitoral. Era uma espécie de dança maluca por poder na cama. Briga de cachorro grande:

    ⁃    Gosto de ficar por cima. - Paola deu uma piscadela, ajeitando sua perna entre o tronco do tatuado.

    ⁃    Eu também. - Ele disse fazendo menção à levantar-se.

    ⁃    No. No. No. No. No. - Mostrava o indicador estalando os lábios. - Mi casa. Mis reglas. 

    ⁃    Mi casa, su casa? - Inclinou-se para beijá-lá novamente. Riu da piada estúpida, se é que isso foi uma piada. 

    ⁃    Tá fazendo muita gracinha. - Jogou-o de volta na cama. Inclinou-se para beijar seu peitoral, arranhava o músculo avantajado, dando leves toques pelo centro do abdômen coberto por uma única tatuagem que dizia "No Class" até chegar à linha do sexo. - Vamos... usar... essa... boca... para... outras... coisas. 

     Cobria-o inteiro, passando a língua pela glande em movimentos circulares, brincando com o saco escrotal. Olhava para cima toda a vez que em que ele tentava pegá-la pelos cabelos, dizia-o que não apenas por olhar-lo. Era torturante. Não chegava ao ponto de gozar pois a argentina em uma ato maldoso não o deixava:

    ⁃    Dentro de mim, Henrique, dentro de mim. - E começavam as massagens tudo outra vez. 

     Ela permitia ser tocada até a linha dos ombros, marcados de vermelhidão causada pela pressão dos dedos alheios. Entretanto, os toques não saiam baratos para o brasileiro, já que a argentina deixava seus movimentos mais lentos, chegando até a gemer para causar-lhe tesão e nada vinha. Seu corpo duro e nada vinha. Tinha vontade de gritar, mas às vezes a masculinidade falava mais alto. As sensações eram tantas, os arrepios... Se conteve com os lençóis, até que uma hora nem se conter mais podia:

    ⁃    Chega. - Puxou-a pelo cabelo com uma certa agressividade. - Chega, Paola, chega. - Trazia-a para perto de si. - Vem que eu quero provar você, vem, deixa eu brincar com os seus peitos lindos. 

    ⁃    Não está gostando das minhas provocações? - Disse cínica, jogando o cabelo para o alto.

    ⁃    Está me deixando louco. Vem, quero minha vez de brincar com você.

    ⁃    Pois não vai. 

     Parecia criança cruzando os braços na altura do seio. " Se eu não posso brincar, ninguém mais brinca", mas seu olhar e sua voz eram mais do que adultas. Seu tom malicioso. Ele estava bravo, seus olhos pegando fogo, a encarou e sem mais delongas puxou-a pelo braço, empurrou-a na cama, e nessa hora as molas rangeram muito, prendeu os punhos acima da cabeça de maneira forte e autoritário se impôs.

     Começou pelos seios, beijava-os em partes, as auréolas excitadas, depois fugia para o branco da pele e voltava para a parte rosácea novamente. Enquanto isso, massageava o clitóris, adentrando vez ou outra o baixo ventre. Os movimentos lentos e lentos, uma retribuição do que sentia. Ela virava de lado. Uma hora Fogaça soltou os pulsos, concentrando a mão nas costelas, nas cinturas.

     Depois, parou de beijá-la e decidiu olhá-la nos olhos ao finalmente unir sexo com sexo. Demorou um tempo ao verdadeiramente começar os movimentos, punha e tirava o pênis só para ver Paola orgulhosa implorando com os olhos. "Vai!" Arregalava-os. Henrique riu. Foi. Gemiam como loucos, gatos miando à luz do luar:

    ⁃    Ah, Henrique! - 

    ⁃    Vem brincar comigo, boneca, vem. 

    ⁃    Brinco, brinco.

    ⁃    É minha bonequinha, ahn?

    ⁃    Sou... sou... 

    ⁃    Só minha?

    ⁃    Só sua. Sua boneca. 

     A última parte Raissa escutou do quarto. Tapou imediatamente os ouvidos. Meus Deus, pareciam atores de filme pornô dos anos oitenta  com todos os gritos. Não podia negar que de vez em quando ria da mãe e do pai em seus diálogos calientes. Não queria imaginar a cena, mas ao mesmo tempo temia sair do quarto e escutar mais detalhadamente as coisas. Pegou o telefone, eram mais ou menos três da manhã e a coisa ali ficaria feia por mais um tempo. Correu para a sala:

    ⁃    Ravi!! - O namorado respondeu com um grunhido. - Vamos sair. A-g-o-r-a.

     

     


Notas Finais


Queria dizer que escrever hot é muito difícil, então, perdoa. Desculpa se tá uma bosta.

Ah, mais uma coisa, amanhã tenho UNESP, me deseja boas energias, please?


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