História Cama de gato - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Kris Wu
Tags Criminal, Friendship, Huang Zitao, Kris, Kris Wu, Kristao, Tao, Taoris
Visualizações 580
Palavras 3.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, wassup,?
Porque eu comecei essas notas iniciais nessa maneira Swag (Vamos fingir que fui super Swag)? Porque eu voltei com outra fanfic pronta para Flopar, mas dessa vez a fanfic é com o Kris Mozão, por conseguinte, eu irei flopar feliz.
(〜 ̄▽ ̄)〜
" Quem nasceu trouxa, tende a fazer trouxisses" e eu amo ser trouxa por Wu Yifan.

Capítulo 1 - Eps. 001


Fanfic / Fanfiction Cama de gato - Capítulo 1 - Eps. 001

[ EPS. OO1 ]

Lira do Sul, Casa vermelha, 

A mesa era uma antiguidade legítima. A espécie das árvores que deram origem a sua madeira já estavam extintas há mais de três séculos. Além disso, especulava-se que cada uma das gravuras entalhadas em suas pernas teriam sido esculpida a mão pelo próprio Hei Shin, o rei carpinteiro, poucos anos antes da invasão inglesa. Seu valor histórico e monetário atingiam níveis incomparável a qualquer outro objeto da pequena e desconhecida Ilha de Lira.

Após um decreto oficial, ela passou a ser mantida na casa vermelha como método de preservação de sua integridade e elevar o seu simbolismo nacionalista tão necessário após a independência da ilha. Todavia, Kris Wu não dava a minima para toda aquela baboseira histórica. O detetive pegou o cigarro de sua boca e apagou na sua superficie, deixando uma queimadura em sua madeira de sei lá quantos anos.

O seu gesto não era apenas desleixo e um pouco de rebeldia, as marcas funcionavam como carimbos para mensurar quantas vezes a medíocre polícia de Lira colocava seu rabinho entra as pernas e recorria a ele para solucionar os seus casos ditos insolucionáveis, mas que eram resolvidos sempre em menos de uma semana pelo detetive.

Wu pegou a piúba recém apagada e jogou-a perto das outras que começavam a se acumular ao lado do cinzeiro negro no canto esquerdo da mesa. Abriu sua boca pequena deixando a fumaça, guardada da última tragada, liberta-se pelo ar da sala adentrando nos seus pulmões, assim como, nos do homem de cabelos platinados no lado oposto da mesa.

A expressão nos olhos de Minseok, muito bem vestido em um terno Armani, deduravam que ele não era um homem acostumado a esperar tanto uma resposta ao oferecer uma proposta, mas parecia que o detetive a sua frente fazia questão de extender aquela reunião o máximo que conseguisse.

— Quanto vocês pretendem me pagar? — A voz rouca de Kris foi ouvida dentro da sala e parecia combinar perfeitamente com toda a áurea fria que ele carregava com sigo por onde passava.

O prefeito Minseok mudou rapidamente sua expressão de impaciência para uma de empolgação e tentou ignorar a marca deixada na sua mesa do século XV. Aquela pergunta fora o mais perto de interesse que o detetive demonstrou em relação ao caso por toda a manhã que ficou ali entupindo os pulmões da fumaça de seus cigarros e com seus olhos orientais esboçando o mais puro dos tédios.

— Isso significa que aceita a proposta?

Kris não respondeu imediatamente, ele não sentia a menor pressa e sabia que a demora nas respostas aumentava o suspense o que, no final, acarretava o aumento de Liras que ele receberia. Ele abriu o maço  e acendeu o último cigarro da cartela com o isqueiro preso ao bolso da sua jaqueta por uma corrente dourada.

— Significa que eu quero saber quanto você vai me pagar. — Ele continuou em sua postura de desinteresse e soltando fumaça como uma chaminé dentro da sala fechada. - Guarde seus pensamentos para si. Não tenho interesse pelo que você acha que o que eu disse significa.

Minseok engoliu o sorriso em seco claramente desgostoso com o comportamento do detetive que era mais novo e de uma posição social muito inferior à dele, mas se comportava como um tal desde que chegou ali. Ele decidiu, por fim, que a abordagem feliz e amigável não iria funcionar bem com o detetive tão quanto funcionava com seus eleitores. Partindo então uma abordagem mais direta, começou a revirar as gavetas de sua mesa com mãos bastante ágeis e retirou de uma delas uma pasta cor de madeira fina onde estava guardando o contrato.

Ele a abriu sobre a mesa com um pouco de impaciência e começou a ler os números em voz alta, afinal parecia que era a única coisa que importava ao detetive.

— A proposta de salário é de 100 Liras por hora, e mais um compensação de 15.000 se você pega-lo dentro de uma semana, 10.000 dentro de duas semanas e 5.000 dentro de  um mês. — O prefeito olhou para Kris que, diferente do que ele imaginou, não parecia muito entusiasmado com os valores exposto — Então, o que acha, detetive?

O mais alto retirou o cigarro da boca e soprou uma nuvem de fumaça quase na face do homem à sua frente quando se levantou para dar pegar a pasta das mãos do caucasiano. 

— Você poderia não fumar aqui? — Minseok falou tentando parecer educado e afastando a fumaça da sua face com a mão.

— Poderia, mas eu não quero — Kris respondeu e continuou a tragar seu cigarro.

Ele deu uma olhada rápida nos papéis do contrato e após terminar, pegou uma caneta de dentro de seu sobretudo listrado e decretou sua contra proposta.

— O salário será de 200 Liras por hora. Se eu pegar o criminoso, a compensação será de 25 mil não importa quanto tempo leve, entretanto se eu pega-lo dentro de uma semana, a compensação será 50 mil.— Ele riscou os termos do contrato e os substituiu pelo os seus enquanto os falava — Além disso, eu  trabalho sozinho, não faço entrevistas, nem mando relatórios e em nenhuma hipótese recebo telefonemas. Esses são meus termos.

— Detetive, você está louco? — O prefeito parecia chocado com os valores — Eu estou tentando a reeleição! Eu gastei todo o meu dinheiro com ela! — O prefeito bateu o dedo em cima dos número rabiscados por Kris no papel — Eu teria que roubar um banco para poder pagar isso com meu salário atual.

O detetive se jogou na cadeira e levantou as sobrancelhas como se alguém tivesse dito para ele que sua ex-mulher havia morrido e ido para o céu. Uma piada incrível. Não a parte dela ter morrido, mas sim a de ter ido para o céu.

— Foi você que veio até mim.  — Kris afirmou com um tom de sarcasmo na voz — Talvez eu deva voltar quando tiver mais vitimas. Talvez mais umas cinco pessoas mortas e você se sentirá mais generoso?

— Eu preciso que você comece agora. Não preciso de nenhuma outra vitima — O homem suspirou — Mas realmente não tenho o dinheiro.

— Então você deveria ter me procurado apenas depois de ter roubado o banco — Kris jogou a pasta até o outro lado da mesa e deixou um sorriso de canto aparecer em seus lábios — Mas se não quiser roubar o banco, você não precisa.  Nós dois sabemos que você pode recorrer as suas contas bancárias aberta em nomes de laranjas — O detetive retirou uma pasta de dentro da seu sobretudo e abriu  uma série de documentos e arrastou-os sobre a mesa até o prefeito — Você tem muitas, não é mesmo?

O prefeito arregalou seus olhos enrugados ao ouvir aquilo sair da boca do detetive com tanta facilidade.

— Cada uma das suas três contas bancárias na Polinésia abertas no nome da sua prima tem o suficiente para me pagar por um 1 mês e meio, a das Malvinas no nome da sua empregada por quase 6 meses, a de Hong Kong … Devo continuar listando seus atos ilegais? Minha garganta está um pouco seca hoje e você pode checar tudo na pasta.

O prefeito rapidamente pegou os papéis jogados e os segurou nas mãos com um olhar preocupado enquanto os revisava, ainda incrédulo que o detetive que ele iria contratar estava preste a suborna-lo.

— Onde você conseguiu isso? — Ele parecia não acreditar naquele conjunto de provas de sua corrupção reunidos em um lugar tão pequeno e estapeando a sua cara. O prefeito tinha certeza que todos aqueles documentos eram muito bem guardados e alguns haviam sido até mesmo queimados há alguns meses.

— Você não acha que eu sairia de casa sem saber se você poderia pagar o meu preço, achou? Mas não se preocupe, eu não me importo com a origem do dinheiro, apenas se vou recebê-lo ou não.

O prefeito colocou os dois cotovelos sobre a mesa e se demorou analisando se o homem à sua frente era confiável e as consequências que aquilo poderia gerar caso ele resolvesse abrir a boca ao mundo.

— Como posso saber que isso não irá ser revelado assim que você sair daqui?

— Você não sabe. — Kris soltou simplesmente — Mas eu não direi nada a ninguém sobre suas ilegalidades, desde que ninguém me contrate para descobri-las. Eu sou um detetive afinal de contas.

O silêncio ficou na sala por alguns instantes, mas foi Kris a fazer o primeiro movimento. Ele ergueu o corpo longo e magro da cadeira e jogou o cigarro onde ele havia jogado todos os outros. 

— Eu sei que deve ser chocante descobrir que seus segredos mais bem guardados não eram tão bem guardados assim, mas meus cigarros acabaram e tenho um compromisso importante. Me mande um e-mail quando pensar sobre a proposta.

Kris Wu não era uma pessoa fácil de se lidar e muito menos a pessoa mais correta do mundo, mas era o melhor detetive que o dinheiro poderia pagar na minúsculas e desconhecida ilha de Lira e Minseok tinha total conhecimento disso quando havia o chamado ali naquela manhã para conversar. Deixa-lo ir não era uma opção. 

— Detetive Wu, espera — Ele falou pouco depois do mais jovem já ter saído da sala e atravessado metade do corredor que levava ao elevador — Eu aceito a sua oferta. 

Kris parou sua caminhada,  pouco antes de chegar ao elevador, mas não girou para olhar o homem que o chamou.

— Eu sabia que você era um homem esperto. — Kris apertou o botão do elevador e as portas abriram imediatamente  — Volto na Segunda para assinar o novo contrato.

Kris saiu do prédio da prefeitura, colocou seus óculos de sol redondos, sentiu o sol do verão de Lira tocar o seu rosto comprido e entrou no seu Cadillac Brougham preto mal estacionado em frente a prefeitura. Ele girou a chave na ignição e deixou o motor novo recém adquirido roncar antes de correr pela Avenida Tening em alta velocidade.

Lira era um país minusculo no meio do Mar do Leste da China, perto demais das grandes potencias atuais (Coréia, China e Japão) para começar várias guerras entre esses países por sua dominação ao longo de sua história, mas dentro demais do mar para pegar carona no desenvolvimento exponencial de seus vizinhos. Pelo seu ponto estratégico, além de países asiáticos, os países Europeus também tentaram a dominar, ficando até mesmo quase 200 anos como colônia da Inglaterra.

A pequena Ilha sempre foi palco de guerra e dominação de dezenas de países ao longo de sua história, e os resultados disso poderiam ser conferido com apenas um olhar nas suas ruas. Os prédios da sua avenida principal misturava elementos clássicos da a arquitetura asiática Oriental e Ocidental com a Europeia e as pessoas nas ruas eram em sua maioria mestiços entre essas etnias. Mas apesar de um país tão diverso, uma coisa entre todos os cidadãos parecia comum: Seu amor por flores.

Todos os lugares que você olhasse para a rua, você veria flores nos jardins, floriculturas a cada esquina e flores trepadeiras nos estabelecimentos comerciais. Era um verdadeiro inferno para Kris que as odiava.

Ele parou em frente a um posto no meio do caminho, o único que ele abastecia na cidade, pois não era infestado com flores por todos os lugares que se olhassem. O homem comprou na mercearia do posto alguns maços de cigarro,  um salgadinho de milho qualquer e algumas comidas congeladas para preencher a geladeira. Jogou tudo isso na mala do carro e dirigiu até a escola Estadual da Ilha o mais depressa possível.

Ele mal havia estacionado e a porta do carro do lado passageiro foi aberta.

— Você está muito atrasado — Seu filho Xiao Wu, de 7 anos, reclama de braços cruzados e claramente irritado. O menino de no máximo 1,20 de altura, era basicamente a cópia reduzida e de óculos do pai — urgh, esse carro está cheirando a coisa morta. Você não disse que iria lava-lo?

— Pensei que os filhos só começavam a reclamar depois dos 15 anos — Kris murmura no banco do motorista e acende um de seus cigarro recém adquiridos.

— Eu pensei que  a mamãe tivesse dito para não fumar enquanto estivesse perto de mim — O menino falou com sua voz infantil e Kris revirou os olhos ao ouvir a palavra "mãe"  saindo de sua boca — Eu lembro dela dizer que era um mal exemplo para mim.

— Você está com vontade de fumar agora? — O pai indaga e apontou o dedo com o cigarro para o menino ainda parado do lado de fora do carro.

— Não.— O pequeno Wu respondeu sacudindo o cabelo negro como se tivessem o perguntado se ele gostaria de levar uma injeção.

— Ótimo, parece que sua mãe estava errada novamente. — Kris fala com um sorriso meio vitorioso — Essa é a 4° vez esse semestre?

— Na verdade, pesquisam indicam que quanto mais uma criança for exposta à nicotina, maior o risco de que, quando adolescente, comece a fumar ou experimentar cigarros...

— Porque você tem que ser tão inteligente, hum? — O detetive fala encarando o filho — Porque você não pode ser uma daquelas crianças que faz bolo de areia e depois come?

— Bom, minha mãe é uma jornalista formada em Shian e meu pai é um detetive que apesar de não ter concluído o Ensino Médio, é o melhor do Estado o que sugere…— Xiao começou o que parecia que seria um longo e entediante discurso do qual Kris fugia no Ensino Médio.

— Xiao — Kris o interrompeu — eu vou apagar o maldito cigarro, mas entra no carro.

O menino sorriu vitorioso. Em seguida, ele jogou sua bolsa em formato de pokébola no chão do carro e colocou uma máscara cirúrgica no rosto para abafar o suposto cheiro de morto que o Cadillac possuía.

— Esse é o seu novo caso? — O menino pergunta quando eles param em um sinal vermelho e ele se estica para pegar a pasta jogada nos bancos traseiro do carro de qualquer maneira  — Posso dar uma olhada nele?

— Sua mãe ficaria irritada se souber que deixei você ver? — Kris indaga ao garoto.

— Sim, com certeza. — Ele afirma sem pestanejar. 

— Ótimo.— O pai fez um gesto de permissão com as mãos e logo em seguida acelerou o carro ao o sinal ficar verde.

A criança ficou empolgada e retirou os elásticos que fechavam a pasta, provocando dois estalos quando eles bateram na capa. Porém, poucos segundos antes de dar uma olhada nos arquivos, ele se resguardou um pouco.

— O que foi? — Kris perguntou observando o garoto que parecia temoroso.

— Terá imagens assustadoras como da outra vez? — Ele sussurrou. 

— Provavelmente.

Xiao abriu a pasta do caso e pela sua expressão por todo o caminho que passou lendo e analisando as informações e fotos contidas nela, não deveria conter nada muito assustador ali.

Quinze minutos depois de deixar a escola, o carro finalmente para na frente de um condomínio de classe média do bairro de Huawei. Os dois desceram do carro, pegaram as compras na mala, usaram o elevador e entraram no apartamento em silêncio .  Ambos jogam as sacolas de compras no chão no mesmo tempo e retiram os sapatos para entrar. Após isso, Xiao correu para a frente da Tv da sala e Kris decidiu começar a jogar as compras na geladeira.

— Apenas para não perder a prática poderia repetir as regras do final de semana com o papai, por favor, Xiao. — O detetive começou. Ele não conseguia ver o  seu filho da cozinha, mas podia imaginar o garoto revirando os olhos e colocando uma expressão de tédio enquanto ligava os fios do seu Xbox novinho e repetia as regras.

— Regra n°1: Eu posso dormir as horas que eu quiser, por tanto que não faça barulho ou tenha olheiras suficiente na Segunda para a mamãe ficar enchendo o seu saco. Regra n° 2: Eu posso jogar qualquer jogo que eu quiser, mas vou ficar de castigo se eu for preso no GTA porque você não criou filho para ele não saber fugir da polícia.

Regra n° 3: Eu posso comer o que quiser, portanto que eu próprio cozinhe e se alguém perguntar, eu devo mentir criando um cardápio hipotético no qual a pessoa que perguntou deverá aprovar e, por último, se uma mulher bonita aparecer dentro de casa, eu devo ficar no meu quarto e ligar os fones no máximo. Esqueci de alguma coisa?

— Não. — Kris nega satisfeito e fecha a geladeira agora cheia de comida.

Ele segue em silêncio até o seu escritório do outro lado do apartamento. O lugar nada mais era que quatro paredes brancas totalmente preenchidas por fotos e provas, várias mesas abarrotadas de papéis de outros casos, o chão lotado de papéis amassados, garrafas de bebida e cinzas de cigarro que poderiam estar ali desde o século passado. A sala comum de qualquer detetive respeitável.

Com apenas um empurrão, ele joga todos os papéis dos outros casos no chão junto aos outros papéis que já estavam amontoando lá, deixando a mesa  de mogno limpa para a preencher com os do novo caso.

Wu abriu a pasta do caso e tenta analisar com mais cuidado os dados do que fizera na sala do prefeito há pouco tempo atrás. Ele não fica muito surpreso de ver o quanto as informações sobre o caso são escassas. Não havia muito mais do que um relatório geral dos crimes, isto é, um pouco mais do que as informações mostradas na TV.  Nada havia sobre a identidade do assassino ou supostos suspeitos; nenhuma digital, imagem em câmeras de segurança, motivos do crime ou se havia algum padrão entre os assassinatos que pudesse sugerir como as vítimas eram escolhidas.

Kris estalou os seus dedos longos e acendeu mais um de seus cigarros. Aquele caso não tinha nada de especial e seria resolvido sem muitos problemas. Talvez em dois ou três dias o criminoso do caso 666 que estampava todos os jornais da Ilha estivesse atrás das grades e o detetive com o seu dinheiro.

No entanto. a maior satisfação seria de resolver mais um caso no qual o detetive oficial da polícia não conseguiu resolver e, assim, ferir o seu orgulho. Wu gostaria de ferir toda a cara do detetive Huang, mas para não ser indiciado novamente, ele se continha a pequenos detalhes e provocações sutis ao ego inflado de Huang Zitao.


Notas Finais


▶ Chegaram ao final \0/ Espero que vocês tenham gostado e eu não tenha desapontado vocês!
Vocês gostariam de me ajudar a melhorar a história? Então poderia responder algumas perguntinhas para mim?
↪Quais foram suas primeiras impressões do detetive Wu? e do Xiao?
↪ Gostaram ou não gostaram da relações pai e filho da história?
↪Vocês preferem que a história tome um tom mais sério ou sigo com o tom sarcástico do detetive?
↪O que vocês esperam dos próximos capítulos?
↪Tem alguma sugestão para melhorar a história ou minha escrita?

Por algum motivo estranho você quer me seguir em outra rede social?
INSTAGRAM: @IzanamL.
YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCCagNtrQ44m07P16f9L086A


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