História Caminhos - Capítulo 14


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Personagens Originais
Tags Emma Swan, Monique Tayah, Once Upon A Time, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Visualizações 336
Palavras 2.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu amo meus filhos <3
Eu amo vocês!
Eu amo tudo isso aqui!

Boa leitura!

Capítulo 14 - Fiquem para sempre - Emma


Fanfic / Fanfiction Caminhos - Capítulo 14 - Fiquem para sempre - Emma

— O que foi isso? – Eu estava assustada com aquele gato-coelho bizarro.

— O gatelho que nos fez parar aqui... – Elise deu de ombros ao voltar a deitar como se não ligasse.

— A gente que fez a gente parar aqui e não ele... – Sarah falou mais para irmã do que para gente.

— Mas... mas o que ele quis dizer? – Eu ainda estava assustada.

— Não precisam mais correr logo vão lhe socorrer... – Henry repetiu.

— O laço está amarrado e o destino foi traçado... – Sarah recitou junto ao Herny.

— Guardem tudo na memória... - Henry

— Que logo isso será história... – Elise completou por fim.

— E o que isso quer dizer? – Perguntei novamente fazendo Elise sentar e ficar de frente para mim.

— Quando você e Regina vão parar de esconder o que tá rolando entre vocês? – Elise tinha raiva na voz.

— Que? – Fui pega de surpresa.

— Não tem nada entre nós. – Regina respondeu o que eu responderia, mas ao mesmo tempo fiquei triste com sua resposta. Talvez eu quisesse que ela tivesse a coragem que eu não tinha para nos assumir... assumir algo que eu nem sabia direito o que era, já que apenas nos beijávamos e nos agarrávamos pelos cantos.

— Se nem isso conseguem assumir, como que vão se casar e terem nós duas?

— Exatamente... isso não vai acontecer, vocês arrumarão um outro jeito de voltarem. – Regina desafiou Elise com os olhos.

— Então... o que o gatelho disse não faz a menor diferença nas nossas vidas... – Elise se irritou repentinamente. – Pelo visto infelizmente estamos presas aqui com vocês para todo o sempre!

— Hey... – Sarah chamou a irmã com a voz mansa.

— Hey nada! – Elise levantou e saiu andando.

— Onde você vai? – Henry perguntou.

— Vou dar uma volta, preciso respirar longe delas... – Se referiu a Regina e eu.

— Eu não deveria ter perguntado nada. – Me senti culpada por tê-la irritado.

— Ta tudo bem, Emma. – Sarah tocou em minha mão – A gente só ta com saudades de casa, Elise as vezes não sabe lidar com os sentimentos e fica irritada, não foi culpa sua... daqui a pouco ela volta. – Sorriu.

Deitei novamente, mas não me deitei em Regina. Mesmo sem querer eu fiquei chateada com o ela tinha tido... que não tínhamos nada e que nunca teríamos... Na verdade nós não tínhamos mesmo nada uma com a outra, mas sua afirmação fez meu coração se partir. Comecei a lembrar de tudo que passamos naquelas duas semanas e vi que talvez eu tenha me confundido... talvez só eu estivesse naquele barco, só eu estivesse agindo como uma idiota... só eu estivesse apaixonada.

Fiquei com raiva de mim por ter me deixado ir tão longe com aqueles sentimentos. Onde eu estava com a cabeça, que me relacionar com Regina Mills daria certo em algum sentido?

Levantei quase em um pulo e fui andando em direção ao mesmo lado que Elise.

— Emma, o que foi? – Regina perguntou com os olhos cheio de preocupação e eu a olhei com mais raiva do que queria.

— Eu já volto. – Respondi seca.

Andei com os passos pesados, eu queria tanto voltar a ser quem eu era antes das meninas aparecerem, queria tanto deixar meus sentimentos por Regina enterrados como sempre estiveram. Mas, ali naquela situação eu já não sabia mais se conseguiria.

Henry já tinha voltado a morar na mansão e as meninas logo partiriam... o que iria fazer Regina e eu nos distanciaríamos. A distância e a ausência das garotas iriam me fazer sofrer eu sabia que ficaria muito mal. Eu já tinha me acostumado com Sarah e Elise, eu as amava... eu nem sabia que era possível amar em tão pouco tempo, mas eu as amava do mesmo jeito que eu amava Henry, aquilo era extraordinário, meu coração as tinha como filhas.

Além da dor da perda, ia ter também a dor de não ter mais Regina... eu também já havia me acostumado com seus beijos, seu corpo, seu sorriso, sua voz em meu ouvido... Tudo que eu queria era que aquilo passasse, mas ao mesmo tempo eu só desejava que pelo menos aquele dia nunca acabasse.

Ao chegar próximo ao local onde amarramos os cavalos, lá estava Elise em cima de um deles, apenas sentada.

— O que você veio fazer aqui? – perguntou com autoridade.

— O mesmo que você... – dei de ombros.

— E porque não foi fazer o mesmo para o outro lado?

— Olha... – Soltei o ar e me aproximei, eu não sabia muito bem o que ia dizer, mas queria falar algo para ela. - e-eu não faço ideia de como deve estar sendo difícil para vocês duas, mas também não está sendo fácil para mim... tudo isso é novo e por mais que eu goste até demais de nós cinco juntos... por mais que eu queira que vocês duas fiquem para sempre... vocês não vão... as coisas não vão ser tão simples e lindas quanto esse dia de hoje... Regina e eu... não vamos ficar juntas como as mães de vocês ficaram, nós não vamos ter o prazer de ter uma família tão linda quanto a de vocês... quando vocês partirem, vai ser como era antes, só que um pouco pior... Henry não vai querer voltar a morar no loft... e esse tempo junto nos divertindo não vai mais existir. Porque, Elise, você e Sarah sabem, que tudo isso aqui só está acontecendo por causa de vocês...

Elise desceu do cavalo caminhou até mim e sorriu.

— Está errada...

— Não, Elise, eu estou certa, a vida só vai ser esse conto de fadas que está sendo, enquanto vocês estiverem aqui.

— Você não está chateada porque nós vamos embora um dia... se é que vamos... Você está chateada porque a Regina falou que vocês não vão ficar juntas...

— Isso não tem nada a ver com o que ela disse... e-e ela... ela falou a verdade, não temos nada mesmo...

— Emma... – Ela revirou os olhos igualmente Regina, mas sorriu tentando me confortar – Ela gosta de você do mesmo jeito que você gosta dela... e outra, você sabe que ela só falou aquilo para gente achar que a operação coruja está dando errado, não é?

— Não, Elise... não tem nada entre Regina e eu.

— Sabe aquele poder que você tem de saber quando estão mentindo? Puxei de você. – Ela sorriu, olhou para o lado que os outros estavam e voltou a me encarar – Agora vamos voltar para continuar a ter nosso dia especial... que tudo isso aqui logo vai ser apenas história... a história de como Sarah e Elise fizeram Regina e Emma felizes para sempre... –  Ela riu ao ver minha cara, pegou em minha mão e me puxou para voltarmos.

Ter tido aquela pequena conversa com Elise me fez ver as coisas com mais clareza, talvez eu só tenha ficado nervosa com o fato de talvez não ficar mais com a Regina. Mas fazendo o mesmo que eu tinha feito antes, eu relembrei de tudo que vivemos naquelas duas semanas... e bem... Regina fez algumas coisas que dava a entender minimamente que ela gostava de mim.

Elise se desculpou por ter saído daquela maneira, o que me fez também pedir desculpas por ter feito o mesmo. Henry, Sarah e Regina apenas sorriram para gente com carinho e afeto. Eu queria cada vez mais eles para sempre... eu queria mais que tudo ser aquela Emma, mãe de Henry, Sarah e Elise.

Fiquei um pouco afastada de Regina, eu estava me sentindo uma idiota e não queria falar sobre o motivo de ter saído daquele jeito, porque eu sabia que ela perguntaria ou faria alguma piada. Eu não estava mais com raiva, mas ainda estava meio que envergonhada.

As crianças resolveram que o tempo na ponte Toll tinha acabado e que era o momento de voltarmos a cavalgar e irmos até as docas.

Como antes as crianças foram na frente, subiram nos cavalos e nos deixaram a sós. Diferente de antes eu não estava querendo ficar sozinha com ela, ainda me sentia uma idiota com meus pensamentos... estava confusa com toda aquela situação.

Me aproximei do cavalo esperando que Regina logo subisse, mas ela ficou parada me olhando.

— Vamos? – Perguntei.

— Só isso? Vamos!? – Me analisou.

— O que?

— Eu não sei o que está rolando nessa sua cabeça, Swan... – Ela subiu no cavalo – Seja lá o que for apenas resolva, e por favor, não estrague esse dia tão lindo.

— E-eu... não... – Não soube o que dizer, peguei em sua mão para subir e logo me acomodei segurando em sua cintura.

Se eu não tivesse tido aquele conflito interno sem dúvidas eu aproveitaria aquele momento para a beijar. Ainda mais que beijá-la naquelas situações as escondidas, sempre eram de me fazer tremer da cabeça aos pés. Talvez eu devesse simplesmente deixar tudo para lá e a agarrar ali naquele momento... ou eu precisava mesmo resolver meus problemas com a nossa relação que nem existia de fato... ou existia...

— Segure firme, vamos correr um pouco. – Regina falou com a voz seca. Aqueles poucos segundos pensando se a beijava ou não apenas me fizeram perder a oportunidade.

Envolvi meus braços em sua cintura e a abracei antes mesmo de sairmos do lugar, aproveitei para cheirar seu pescoço que se arrepiou, mas nada disse ou fez.

Saber que correríamos me assustou de imediato, mas estar ali com ela abraçada fazia eu me sentir tão segura que todo o receio que existia antes era apenas lembrança dele.

Cavalgamos até encontrar as crianças, ali naquele momento sem palavras, apenas com olhares, os quatro se olharam e bum, começamos a correr.

— Não me deixe cair. – Falei em seu ouvido.

— Nunca. – Sua voz firme me passou ainda mais confiança.

Eu gostei de sentir o vento bater, de ser parte daquele cavalo, era como se nós três tivéssemos nos fundido em apenas um, eu podia sentir a velocidade de uma forma incrível, a adrenalina e a felicidade.

Eu estive em uma corrida de cavalos com Regina, Henry, Sarah e Elise... E eu simplesmente amei, eu queria fazer mais daquilo, eu queria mais momentos como aquele... e  de alguma forma meu coração dizia que eu estava no caminho certo.

Depois de um longo tempo cavalgando chegamos nas ruas principais de Storybrooke, atraímos olhares e comentários por onde passamos, ainda mais que eu estava no mesmo cavalo que a prefeita, se alguém me contasse sobre aquilo duas semanas antes eu ia fazer o que fiz quando as meninas me contaram que eram nossas filhas do futuro, eu ia rir da piada de mal gosto.

Sarah acenou para alguns moradores curiosos, já eu estava me sentindo em um desfile, exibindo aqueles quatro como um troféu para toda a cidade.

Chegamos as docas, amarramos os cavalos e Sarah nos guiou até onde o castelo de Henry ficava.

— Regina, não fica brava ok? – Sarah sorriu para ela – Sei que as coisas eram diferentes e vocês tinha muito ciúmes de Emma e Henry estarem se aproximando... e que seu medo acabou fazendo você destruir o que tinha aqui... mas esse parquinho fez parte do início... e sim, ele pode até ser um lugar especial com lembranças e momentos para Henry e Emma, mas a partir de agora vai ser de todos nós, ok?! – Sarah não deixou ninguém responder mexeu as mãos e fez o antigo castelo surgir – nosso próprio castelo em Storybrooke, ele é igual ao anterior, só que um pouco maior e muito mais seguro.

— Obrigado... – Henry ficou nitidamente emocionado.

— Não foi por ciúmes foi por segurança... – Regina se defendeu.

— Mãe... – Elise a chamou de mãe negando com a cabeça. A chamar de mãe faz meu coração disparar e eu não entendi o motivo. – Não precisa mentir para você mesma nem para gente... tá tudo bem agora...

— Eu não – Regina ia dizer algo, mas Henry a interrompeu.

— Desculpa ter afastado você por um tempo... mas agora estamos aqui, juntos como uma família... que nem mesmo nos meus melhores sonhos eu sonhei, isso aqui é muito melhor. – Ele abraçou Regina que sorriu feliz, logo se soltaram. – Eu te amo, mãe.

— Eu também te amo meu pequeno príncipe.

— Agora que mãe e filho se entenderam – Elise revirou os olhos – vamos continuar aqui? – Todos sorriram ao perceberem o ciúmes.

— Claro Elise, prossiga nos planos. – Regina tinha um sorriso na voz.

— Temos cavalos, comida – Elise fez a comida surgir no meio do castelo de madeira – temos um castelo, mas ainda falta uma coisa – ela sorriu para Sarah, girou a mão e fez um piano surgir próximo ao castelo.

— Um piano? – Eu não entendi.

— Vai Sarah... – Elise a incentivou, mas Sarah permaneceu no mesmo lugar. – O que foi? – Elise se aproximou dela, encarou seus olhos por alguns segundos e segurou em sua mão. – É eu sei que é como se fosse a primeira vez de novo, mas se as nossas mães amaram, elas também vão amar, toca a mesma que você tocou na primeira vez... ela sempre emociona. – Sarah soltou o ar, olhou para o piano, voltou a olhar para a irmã e sorriu sem jeito, eu me vi naquelas expressões.

— O que tá rolando? – Perguntei para Henry e Regina.

— Ela toca piano, mas acho que está insegura. – Regina respondeu.

Sarah foi até o piano passou a mão sobre ele com calma e se virou para nós. Seus olhos mostravam sua insegurança... ela e Elise eram sempre decididas e fortes, mas eu já sabia que não era bem assim, elas eram duas meninas... duas meninas muito especiais, mas duas meninas perdidas que estavam cheias de saudades de casa.

— Eu faço isso sempre lá em casa, não aqui exatamente, lá o meu piano publico fica em outro lugar... – Sarah esfregava uma mão na outra. – Bem eu acho que estou tão nervosa quanto da primeira vez que toquei para minhas mães aos 9 anos... eu nem sabia que era possível ficar assim de novo... – Sorriu sem jeito ao soltar o ar. – Subam, se acomodem e aproveitem.

Nós subimos e nos acomodamos, já Sarah sentou ao piano, olhou para Elise que sorriu confiante para ela, depois olhou para todos nós, respirou fundo, fechou os olhos e começou a tocar.

A melodia era tão única e encantadora que fez meu coração levitar, era exatamente isso que eu estava sentindo, sentimentos e sensações maravilhosas em cada nota tocada. Eu não entendia nada de música, mas ali, ao ouvir Sarah tocando, eu entendi o verdadeiro significado de uma melodia.

Regina estava ao meu lado, olhei para ela que sorria com lagrima nos olhos, eu não era a única inundada de bons sentimentos ali, ela também estava maravilhada com a beleza das notas. Ela olhou para mim e apertou o sorriso me fazendo sorrir também, seus olhos me mostravam o mesmo que os meus, não éramos mães de Sarah, mas estávamos orgulhosas de seu talento. Regina segurou em uma de minhas mãos, levou até sua boca a beijou e a soltando em seguida... sorriu para mim e voltou a olhar para Sarah, o que me fez fazer o mesmo.

Ao acabar eu ainda queria mais, eu queria ouvi-la todos os dias... a aplaudimos com tanta vontade, que eu sorria com lagrimas nos olhos, ela estava satisfeita e feliz pelo trabalho que tinha feito.

Nós descemos e a abraçamos em grupo como uma família... aquele dia não podia acabar.

— Sarah isso foi... foi a coisa mais linda que eu ouvi em toda a minha vida. – Falei com todas as emoções que estava sentindo.

— E-eu não tenho nem palavras para descrever o quanto maravilhoso foi, querida. – Regina pegou em sua mão.

— Falei que elas iam amar tanto quanto nossas mães.

— Eu nem sabia que podia gostar tanto de piano quanto eu gostei, meu coração agradece. – Henry sorriu para ela.

— Obrigada gente... – Sorriu sem graça.

Depois de mais uma musica que nos fez derreter mais e mais, Henry e Sarah começaram a correr como em uma brincadeira de pega-pega, o que fez Henry pegar Elise, o que a fez pegar Regina e o que fez Regina me pegar... quando me dei conta estávamos os cinco deitados no castelo ofegantes de tanto correr de um lado para o outro... eu nem sabia mais que ainda sabia brincar daquelas coisas.

— E-eu to velha para correr assim. – Reclamei pela falta de ar, mas eu tinha um sorriso estampado no rosto.

— Você é a xerife, é a única que não deveria reclamar, mãe. – Elise me chamou tão natural que meu coração quase saiu pela boca. – Emma... – Se corrigiu.

— Acho que idade não tem nada a ver com isso, mas também fiquei cansada... – Regina também tinha um sorriso lindo.

— É... idade não tem nada a ver, eu sou o mais novo... e tudo que preciso é de um descanso agora.

Naquele instante ouvimos o som do meu fusca aproximar, nós cinco nos sentamos apreensivos no instante em que o carro parou um pouco distante. As portas abriram e de dentro dele saiu uma Emma e uma Regina... meu coração parou e minha respiração também.

— Sarah? – A outra Regina a chamou com desespero assim que a viu. – Elise?! – Falou do mesmo jeito ao vê-la em seguida.

— Maãe?! Mãee? – Sarah e Elise desceram aos pulos e correram na direção delas que também vieram ao encontro.

As quatro se abraçaram juntas, com força e demoradamente. Meu coração parecia que havia se partido em mil pedaços e a única coisa que me fez voltar a respirar foi olhar para a minha Regina e ver que ela também não respirava. Apertei sua mão querendo que ela voltasse para onde estávamos, já ela me olhou triste e assustada... tentei sorri, mas eu também não estava nada bem... nosso conto de fadas havia acabado.



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