História Caminhos - Capítulo 8


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Personagens Originais
Tags Emma Swan, Monique Tayah, Once Upon A Time, Regina Mills, Swan Mills, Swan Queen, Swanqueen, Swen
Visualizações 355
Palavras 3.553
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Ficção, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que ainda estejam curtindo e que curtam cada vez mais!

Boa leitura!

Capítulo 8 - Amigas - Emma


Foi como se meu corpo tivesse desligado. Eu podia ouvir tudo, sentir tudo, mas não tinha controle sobre meu corpo e estava literalmente caída ao chão. Por mais que eu tentasse falar, me mexer ou até mesmo abrir os olhos eu não conseguia, aquela sensação era horrível.

— Mãe! O que você fez? – Ouvi a voz de Henry perguntar com pressa.

— E-eu não fiz nada. – Regina respondeu com a voz assustada.

— O que aconteceu? – Sarah perguntou ao tocar em meu braço, eu queria reagir.

— Regina, o que você fez com a Emma? Não mente para gente! – A voz de Elise soou autoritária, mas tinha algo estranho nela, não parecia verdadeira.

— Eu já disse que não fiz nada! - Regina disse firme.

— Então explica... – Elise disse com a mesma autoridade estranha.

— Ela só apareceu e... desmaiou...

— Será que ela está doente? – Henry tocou em minha testa.

— Vamos coloca-la no sofá e esperar ela acordar... – Sarah sugeriu.

— Era só o que me faltava... – Regina reclamou.

Eu não estava vendo nada, mas senti a magia me levar direto ao sofá. Aquela coisa de teletransporte ainda era estranha para mim, dava um frio enorme na barriga junto de um formigamento.

Algo estava muito errado ali... Em começar pelo motivo do meu desmaio, se é que aquilo podia ser chamado de desmaio, já que eu podia ouvi-los e senti-los.

Outra coisa que estava me fazendo pensar em como tudo parecia fora do lugar, era eu ter beijado Regina. Há alguns minutos eu só conseguia pensar em beija-la, mas ali deitada sem poder me mover eu não conseguia entender o motivo que tinha me levado até lá... eu não estava entendendo o que me fez beijá-la sem mais nem menos, parecia até que eu havia bebido aquele vinho magico de novo que dava total liberdade aos meus pensamentos. Mas pelo o que eu conseguia me lembrar, eu não havia ingerido magia, não que eu soubesse.

Todos estavam em silêncio, mas eu podia senti-los próximos a mim..

— O que será que aconteceu? – Henry perguntou.

— Magia... – Regina respondeu depois de alguns segundos.

— Uma maldição do sono? – Henry disse assustado. – Então... ela precisa de um beijo de amor verdadeiro! – Falou como se fosse óbvio.

— Isso! Ela precisa de um beijo, Regina... – Senti malicia vir da voz de Elise.

— É claro que sim! – Regina falou falsamente feliz. – Beija ela, Henry! – Falou séria, fazendo-o bufar.

Senti Henry beijar minha testa, mas eu permaneci imóvel. Eu estava começando a ficar desesperada.

— Não funcionou... – Henry falou frustrado.

— Talvez outra pessoa tenha que beija-la. – Sarah insinuou.

— Está dizendo que o amor que Henry tem por Emma não é verdadeiro? – Regina perguntou.

— Claro que não... mas... não custa nada tentar, sabe? – Elise estava se divertindo com aquilo.

— Eu não vou beija-la. – Regina falou séria.

— Porque não? Não ia ser a primeira vez... – Sarah também estava se divertindo, algo estava bem estranho ali.

— E se ela nunca mais acordar? – Henry apertou minha mão.

— Eu ficaria agradecida...

— Mãe! – Henry a reprimiu.

— Ok, desculpe, mas isso não muda o fato de que eu não vou beijá-la... E provavelmente não é uma maldição do sono... é magia, mas não é uma maldição... acredito que ela vai acordar em breve.

— Mas e se não acordar, o que vamos fazer? – Henry perguntou preocupado.

Foi repentino, em um segundo eu estava paralisada, no outro eu consegui voltar a ter controle de tudo. Respirei fundo e abri os olhos. Os quatro em volta de mim. Regina parecia verdadeiramente preocupada, mesmo que tivesse um pouco de raiva em seu rosto. Mas as crianças... Elas não pareciam surpresas.

— Você esta bem, Swan? – Regina perguntou da maneira mais fria que ela pode.

Eu não respondi de imediato, me sentei com a cabeça girando, talvez pelo álcool que eu tinha bebido ou talvez por ter desmaiado. Junto com a tontura veio a confusão por ter ido até lá e a beijado de repente. Eu ainda não tinha que me desculpado pela noite anterior e já havia feito mais besteiras. O que estava acontecendo comigo?

— Estou bem... só um pouco tonta, mas bem... – Respondi sem graça.

— Ótimo, então já pode ir... – Regina apontou para a porta.

— Podemos conversar? – Eu tinha que me desculpar, não ia passar outra noite com a consciência pesada.

— Sério? – Regina bufou, eu comprimi os lábios ainda constrangida. – Subam, voltem a assistir o filme, daqui a pouco eu vou. – Ela falou com as crianças.

— Emma poderia ficar para curtir o resto da festa... – Sarah sugeriu com um sorriso travesso, que recebeu um olhar ameaçador da Regina. – Sua cara de malvada não cola com a gente mamãe... – Ela ironizou o mamãe.

— Que festa?

— Nenhuma. – Ela empurrou as crianças para que subissem. - Eu já encontro vocês... – Ela esperou que os três se retirassem para se virara para mim. – Seja rápida.

— Uma dose? – Eu precisava beber algo.

— Pelo gosto que ainda estou sentindo, Swan, você já bebeu mais que o suficiente hoje.

— Sério isso? – Perguntei sem entender, ela afirmou com a cabeça.

— A única coisa que você vai beber aqui é agua.

— Eu aceito então... – Dei de ombros.

Fomos até a cozinha, eu me encostei a bancada, enquanto Regina colocou agua em um copo e me entregou.

— Fala, Swan, eu tenho um filme para assistir. – Ela cruzou os braços a minha frente.

— Queria me desculpar por ontem... por ter te machucado... eu nem sabia que podia fazer aquilo... – Comecei a falar, enquanto ela apenas me olhava de um jeito esnobe. – E desculpa ter chegado aqui e te beijado... eu nem sei porque fiz aquilo... talvez eu tenha mesmo bebido mais do que deveria.

— Só isso?

— Não... Desculpa ter dito que as meninas eram um plano seu... – Eu respirei fundo. – Eu sei como é sentir que não acreditam em você, como é se sentir rejeitada... como se fosse um mostro... eu sei como é isso... eu sei como você se sente... e eu não quero que você se sinta assim... – Eu falei fazendo-a sorrir completamente sem humor.

— Não, Swan, você não faz ideia de como eu me sinto. Nem mesmo todo esses anos que em que você viveu sozinha vai te fazer ter ideia de como eu me sinto... Você tem seus pais, você tem o Henry, tem até aquele cara que você e Gold foram buscar... você é a salvadora, você tem o apoio de todos dessa cidade... então não diga que sabe como eu me sinto... Se já terminou, por favor, vai embora.

— Você não precisa ser hostil comigo, eu só... só queria que soubesse que eu sinto muito... e queria que a gente se desse a oportunidade de tentarmos sermos amigas.

— Não sei se você sabe o que é amizade, não que eu saiba muito também, mas eu acredito que não seja nem um pouco parecido com isso aqui... – Repetiu completamente debochada o que eu tinha dito na noite anterior. – E já que não somos amigas, vamos colocar algumas regras aqui... – Ela deu um passo em minha direção. – Você não tem o direito de me tocar, muito menos de me beijar como fez ainda pouco. Segundo, eu só sei mentir, mentir, mentir e mentir, então vamos facilitar as coisas para nós duas, e vamos apenas manter a distancia.

— Regina... não...

— Calada que eu ainda não terminei. – Ela deu mais um passo com a mão na cintura e seu olhar mais raivoso. – Em terceiro e último lugar eu vou lhe dar um conselho já que sua mãe não pode dar durante sua infância... – Ela fingiu uma cara triste. – Não queria ser amiga de alguém que quer apenas se divertir as suas custa.

— As minhas desculpas são sinceras, mas a minha indignação de você ter me deixando beber aquele vinho sozinha também é. Eu estou disposta sim a tentar ser sua amiga... mas isso não muda o fato de que você me usou ontem, nem que seja apenas para rir de mim.

— Inacreditável! – Ela riu.

— Ah é? Então me fala Regina, porque você veio com aquele papinho de eu e você juntas... nossas filhas... Eu estava ingerindo magia, magia da qual você nem sabe o efeito, eu falaria qualquer coisa que viesse a minha mente, e você cutucou, me fez falar, me fez te desejar... e para que? Se não era para se divertir era para que? – Minha respiração já estava mais que alterada.

— Foi exatamente isso... eu estava me divertindo... – Era mentira.

— Olha eu estou tentando, de verdade, eu quero que isso de certo. Nós temos um filho juntas e isso é para sempre, temos que aprender a conviver para o bem dele... e eu quero que você faça parta da vida dele, mas você precisa colaborar, Regina.

— Colaborar? – Ela gargalhou – Colaborar com exatamente o que, Swan? Quer que eu te abrace e diga o quanto estou feliz em saber que mais uma vez você não acreditou em mim? Quer que eu faça tranças em seu cabelo depois de você tirar meu filho de mim? Ou quer que eu te beije depois de você dizer que tudo que eu faço são planos malignos para tirar Henry de você? – Eu havia me encolhido com seus gritos, havia muita raiva em sua voz e olhos.

— Está bem. – Soltei o ar e tentei voltar a postura normal. - Esquece, esquece tudo... Acho que a coisa mais louca que eu imaginei na vida foi que um dia poderíamos ser amigas. – Eu desencostei do balcão. – Isso jamais daria certo. – Dei as costas indo em direção a porta.

— Enfim algo em que concordamos... – Falou me fazendo virar para ela, prendi o sorriso, ao ver em seus olhos a decepção de eu ter desistido.

— Você sabe que eu não vou desistir, não é? – Falei séria ao cruzar os braços, a fazendo nitidamente comprimir os lábios e desviar o olhar.

— É problema seu... – Ela voltou a me encarar, seus olhos mesmo raivosos me mostraram uma paz que antes não existia.

— Nosso, Regina... nosso problema...  – Eu dei as costas pronta para ir embora, mas não cheguei a dar nem quatro passos, quando Regina me puxou bruscamente pelo braço e me beijou.

Fui pega tão de surpresa que fiquei parada nos primeiros segundos. Mas ao sentir minhas costas baterem no mármore da bancada eu acordei para o que estava acontecendo. Regina havia me beijado, Regina havia me puxado e me beijado, Regina havia me puxado, me beijado sem motivo algum... sendo que ela tinha acabado de estipular uma regra da qual eu não podia nem mesmo tocar nela. Eu estava muito confusa.

— O que... – Eu tentei perguntar entre o beijo, mas ela mordeu meu lábio em resposta.

Loucura por loucura, eu me deixei levar, deixei que ela me conduzisse e fizesse o que queria, na verdade era sempre assim, Regina tinha um poder sobre mim, que era difícil controlar, difícil dizer não, difícil simplesmente ignorar.

Se ela queria me matar, eu também tentaria matá-la... se ela queria me beijar, eu também iria beijá-la... não fazia sentido, mas era a maneira como funcionava em minha cabeça, como meu corpo simplesmente agia em relação a Regina.

Regina me virou de costas para ela sem o mínimo cuidado, afastou meus cabelos, beijou e lambeu meu pescoço. Arrancou minha jaqueta a jogando no chão. Me virou de volta para ela e me beijou com mais vontade que antes.

O beijo da noite anterior tinha acontecido por causa da magia... o meu quando eu cheguei antes de desmaiar, talvez também tenha sido... mas aquele ali, aquele que estava até mais intenso do que os outros, não tinha nada a ver com magia... tentei apenas não pensar em quanto Regina podia me deixar louca de verdade e me entreguei.

O beijo dela era tão bom... sua boca tinha um gosto doce, a textura de seus lábios era tão boa... sua língua tão... maravilhosa. A sintonia de todos os nossos movimentos, das minhas mãos apertando sua bunda e trazendo seu corpo para mais próximo ao meu, as suas mãos passeando por meu corpo me fazendo sentir ainda mais calor, por cada novo pedacinho explorado...

Regina tirou minha blusa e pegou em meu rosto com apenas uma mão, o apertou e mordeu seu próprio lábio ao sorrir de canto, eu ameacei falar, mas ela não permitiu selando meu lábio como se me mandasse calar a boca.

Com calma voltou a encarar meu rosto, mas desceu seus olhos para meus seios... com uma mão ela apertava minha cintura, com a outra ela rapidamente abriu meu sutiã.

— Estamos na cozinha. – Eu sussurrei ao segurar seu braço.

Ela girou a mão e nos cobriu com fumaça roxa, nos levando direto ao escritório. Meu coração disparou, não só pela magia, mas por suas nítidas intenções em não parar.

Antes mesmo de eu questionar algo, ao mesmo tempo em que arrancou meu sutiã, ela voltou a me beijar e me empurrou até o sofá, me fazendo sentar... como na noite anterior ela sentou em cima de mim, fazendo-me perder completamente todos os limites.

Regina era gostosa demais, intensa demais... o beijo, as mãos, o cheiro, os gemidos...

Seus beijos desceram por meu pescoço, me mordendo e me lambendo, havia agressividade em suas ações, como se quisesse descontar em meu corpo toda a sua raiva de mim. Subiu até meu ouvido, onde apenas soltou o ar, fazendo todo meu corpo arrepiar e ela rir. Regina sabia o poder que tinha sobre mim e estava o usando da melhor maneira possível.

Rebolando sobre meu colo e beijando minha boca, ela abriu o botão da minha calça, abaixou o zíper e parou repentinamente tudo que estava fazendo para me olhar. Sorriu com tanta malicia que eu suspirei com a chama em seus olhos. Ela tirou a blusa de seda do seu pijama deixando a mostra os seios mais perfeitos que eu já havia visto.

Ri para ela e a puxei com pressa, abocanhei um de seus seios com vontade e junto a suas mãos em minha cabeça eu ouvi seu gemido se intensificar. Regina desceu uma de suas mãos pela lateral do meu corpo, passou pela minha barriga e sem cerimonias entrou em minha calcinha.

Depois de explodir em sua mão em tão pouco tempo e tão intensamente, Regina chupou seus dedos com calma completamente sexy, vestiu a blusa do seu pijama, levantou do meu colo e foi em direção a porta do escritório.

Eu ainda estava sem ar, sem forças para perguntar algo, mas eu sabia que ela conseguia ler meus olhos.

— Você sabe onde fica a saída. – Ela abriu a porta do escritório. – E pensando melhor... acho que a gente consegue ser amigas... Até amanhã, Srta. Swan...

Sim ela me deixou do jeito que eu estava, largada no sofá do seu escritório.

Acordei na segunda com o humor tão bom, que eu estava querendo abraçar o mundo.

— Não te vi chegando em casa ontem, como foi o encontro com o Neal? – Mary Margaret perguntou ao tomar um gole de café.

— Foi ótimo. – Eu respondi ao lembrar de Regina.

— Pela sua carinha vocês mais que saíram para tomar uns drinks. – David disse ao reparar em meu sorriso. – Mas e as crianças? – Ele mudou de assunto ao ver que eu havia ficado constrangida, mesmo que fosse por Regina e não por Neal. – Essas meninas estão fora de casa já tem um tempo, como que funciona isso? Será que o pessoal da outra realidade sente a falta delas, ou o tempo não passa lá?

— Eu não faço ideia... Mas eu vou passar na casa da Regina para levar o Henry na escola e vejo se elas descobriram mais alguma coisa.

— Se o Henry está com a Regina, porque vai sair daqui para levar ele na escola? – Mary Margaret perguntou confusa.

— Ele me pediu ontem... – Eu tentei ser convincente. – Então... eu já estou indo...

— Não vai tomar café? – Mary Margaret me analisava com calma.

— Eu vou passar no Granny’s depois de deixar Henry na escola...

É claro que meus pais repararam que algo estava acontecendo, mesmo que fosse só na minha cabeça.

Estacionei o fusca em frente a mansão, toquei a campainha e aguardei que alguém abrisse.

— Emma! – Elise disse surpresa. – O que está fazendo aqui tão cedo?

— Ah... eu vim buscar Henry... e ver como você e sua irmã estão... – Ela sorriu ao me analisar.

— Quem é, Elise? – Regina surgiu. – Swan! Quem mais poderia ser, não é? – Ela sorriu diferente de todas as outras vezes, havia implicância em sua voz, mas seu sorriso parecia sincero ao me ver, quase como os sorrisos que ela dava para Henry. – Estamos indo tomar café no Granny’s, nos acompanha?

Eu quase ri da cara de espanto que Elise fez com o convite de Regina.

— É... eu já ia tomar café lá mesmo...

— Então vamos... – Regina se virou para dentro. – Sarah e Henry, vamos! – Gritou e eles surgiram correndo.

— Emma! – Sarah deu seu melhor sorriso ao me ver.

— Vai tomar café com a gente? – Henry perguntou ao colocar sua mochila no ombro.

— Vou sim criança. – Eu passei a mão em seus cabelos assim que passou por mim.

Sentamos ao canto chamando mais atenção do que eu poderia imaginar. A plateia estava grande e muito curiosa sobre Sarah e Elise... e acredito também que sobre Regina e eu estarmos sentadas na mesma mesa.

Fizemos nossos pedidos e senti uns olhares estranhos entre as crianças e a Ruby, foi ali que tudo fez sentido.

— Vocês colocaram a Ruby nessa tal de Operação Coruja e fizeram ela me dar coragem ontem? – Perguntei de uma só vez fazendo Henry engasgar, Sarah desviar o olhar e Elise fingir indiferença.

— Operação Coruja? – Regina perguntou ao beber um gole de suco.

— Uma coisa que eles inventaram ontem lá em casa antes de irem para sua, mas depois do encontro com o Neal eu vim aqui, nisso a Ruby veio com um papo de que sabia quem vocês eram, porque a Mary Margaret tinha contado...

— Saiu com o Neal ontem? – Regina perguntou com... ciúmes? Fazendo todos nós a olharmos sem entender. – Eu não quero que esse homem ache que entrando na sua vida vai poder entrar na de Henry. – Ela se justificou com pressa, me fazendo sorrir igualmente a Sarah, já Elise deu uma gargalhada, Henry não ficou tão feliz.

— Mãe, ele é meu pai e eu quero que ele faça sim parte da minha vida, mas isso não quer dizer que eu vou embora da sua, está bem? – Henry falou como um adulto, o que fez Regina sorri orgulhosa.

— Ta... mas e essa tal de Operação Gaivota? – Regina encarou as crianças. – O desmaio da Emma também tem a ver com você?

— É Operação Coruja e nós não vamos contar nada para vocês. – Elise enfiou um grande pedaço de panqueca na boca.

— Swan? – Regina me chamou pedindo com os olhos que eu falasse sobre, eu apenas neguei com a cabeça... fiquei com vergonha de dizer do que se tratava. – Está bem, me deixem mesmo de fora da operação de vocês. – Ela fez drama.

— Mãe... – Henry chamou por Regina, mas eu também olhei. – Eu conversei com as meninas e também andei pensando... O que você acha de eu voltar a morar com você?

— Mas Henry? – Eu fiquei surpresa com aquilo e um pouco triste também.

— Emma, eu adoro ficar com você e os meus avós, mas o loft é muito apertado para gente e eu sinto saudades do meu quarto...

— Não...  – Eu sorri ao ver que aquilo também fazia parte dos planos deles. – Vocês três juntos não prestam! Isso também faz parte da Operação Coruja.

— Olha só, se forem ficar falando disso sem eu saber o que é, eu vou deixar vocês todos no loft da família encantada.

— A Operação Coruja é para juntar nós duas. – Eu falei sem emoção e em tom baixo, fazendo Regina arregalar os olhos.

— Vocês três estão proibidos de planejarem qualquer coisa que tenha a ver com nós duas.

— Tarde demais, mamãe querida. – Elise debochou o mamãe.

— Uma Operação só termina quando chega ao fim, ela não pode ser interrompida... – Henry comentou.

— E vocês duas podem fazer o que quiserem, nossos planos são nossos planos... nada vai interferir de tentarmos... e toda ajuda que tivermos será muito bem vinda. – Sarah falou ao olhar para porta e cutucar a irmã. – Alá sua namo...

— Cala a boca! – Elise tampou a boca da irmã com pressa.

— O que? – Regina perguntou meio brava. – Vocês conhecem aquela garota?

— Conhecemos ontem e a Elise ficou... – Elise largou a irmã para tampar a boca de Henry.

— Vocês dois querem parar com isso? – Elise disse muito brava ao largar o Henry. – O foco aqui é a Operação Coruja e não eu.

— Regina, o que você acha de irmos lá falar com aquela menina que a Elise gostou dela? – Eu falei fazendo Elise ficar completamente envergonhada.

— Para, por favor! – Ela tampo o rosto e disse chorosa.

— Ué? Está com vergonha, querida? – Regina provocou. – Logo você esta com vergonha?

— Que tal fazermos uma Operação para juntas elas? – Eu provoquei fazendo Regina sorrir.

— Ótima ideia, Swan... Qual nome você sugere Henry?

— Ah! – Elise praticamente gritou ao levantar com raiva e ir em direção ao banheiro.

— Elise! – Sarah a chamou, bufou ao ver que a irmã não lhe deu atenção.

— Ela ficou mesmo brava? – Regina tirou as palavras de minha boca.

— Na verdade... foram duas coisas a que a fez sair assim... – Sarah levantou. – Primeiro que sim, ela ficou com vergonha... E dois... vocês acabaram de agir como nossas mães... – Sarah sorriu triste e foi atrás da irmã.


Notas Finais


E ai, o que estão achando? Me contem tudo!!


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