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História Caminhos do destino (Tomarry) - Capítulo 12


Escrita por: Haru-S2

Notas do Autor


Gente, eu não consigo expressar o quanto estou feliz!
Vocês são demais! O último capítulo teve tantos comentários, isso aqueceu meu coração!! Cada um que aparecia sentia meu coração bater mais rápido.
E fala sério, os novos favoritos, muito obrigada. É mais do que eu esperava com certeza.
Aproveitem!
Boa leitura.

Capítulo 12 - O primeiranista destaque


As semanas voavam para Riddle, estava tão focado em ser o melhor que não via os dias se passando. Estava tudo muito igual, ele estudava quase que o dia inteiro, parando apenas para realizar suas refeições ou caminhar pela propriedade nos finais de tarde.

Em uma dessas caminhadas, já próximo do inicio de maio, uma de suas colegas o parou alarmada.

— Riddle! Você pode me ajudar? Minha amiga está enrascada, há alguns alunos da grifinória nos incomodando... — A menina era primeiranista como ele, tinha olhos marejados e respiração ofegante ao falar, provavelmente veio correndo assim que o viu passar.

— E por que não vai buscar um aluno mais velho? Um monitor?

— Não há tempo!! — A garota olhou temerosa para o seu redor.

Tom suspirou e pensou rapidamente, era melhor ajudar, senão ficaria com má fama de egoísta entre alunos da própria casa.

— Mostre o caminho. — Assim que falou a menina saiu em disparada para as escadas.

Foram depressa até uma sala um pouco abandonada no terceiro andar. Era pouco movimentado aquele lugar, por não ser mais utilizado para o uso das aulas havia caído no desuso.

— Ali! — Apontou a garota para uma garota que estava sendo agarrada por três grifinórios, esses tentavam lhe passar a mão. Mas a garota se debatia fortemente e os chutava.

Petrificus Totalus!! — Bradou Riddle apontando sua varinha para os três grifos que importunavam a menina. Foi um feitiço tão bem executado que apenas os agressores tiveram seus corpos paralisados.

— Uau! Eu sabia que era ótimo em feitiços! — A garota comemorou e logo foi ajudar sua amiga que ainda permanecia um pouco apavorada.

— Corram! Eu vou logo atrás de vocês. Eles vão parar com essas coisas hoje mesmo. — As duas meninas se entreolharam e afirmaram. Logo estavam saindo rápido. Riddle as viu passar pela escada que dava ao terceiro andar e logo viu os três rapazes começando a retomar os movimentos. — Ora, ora... Se não são os corajosos grifinórios, devo admitir, são mesmo ousados. Ou burros. Quem machuca uma cobra acaba ferido...

Riddle apontou sua varinha e disparou uma sequência de azarações que conhecia. Algumas delas ainda nem mesmo aprendidas pelos alunos primeiranistas, mas nada muito aprofundado, pois estava as testando nesse exato momento.

Houve duas falhas, e Riddle anotou para depois praticar.

 

Quando Tom estava voltando para sua comunal, ouviu alguns barulhinhos antes de entrar propriamente no cômodo. Aquilo o incomodou um pouco, mas assim que entrou ficou ainda mais desconfortável.

Os alunos que ali estavam lhe olharam, não com um semblante de horror como estava acostumado, mas com uma certa admiração.

— Riddle! — Emma, a monitora que lhe admirava sorriu quando o viu passar pelo portal. — Priscila estava nos contando como você as salvou dos grifinórios tarados. — Ouviram-se algumas risadinhas. — Muito bem feito! O que fez?

— Testei azarações. — disse simplista.

Aquilo causou um barulho mais alto pelas diversas vozes, eram risadas e comentários positivos. Emma riu e lhe tocou o ombro.

— Muito bem feito Riddle, nós lhe agradecemos. Vou comunicar o ocorrido junto das garotas, você será recompensado. Tem minha palavra.

— E tem nossa admiração. — disse Ivan, um garoto que parecia ser quartanista. — Não é qualquer um que enfrenta grifos mais velhos.

— De fato. — Emma concordou e olhou uma última vez para o moreno antes de levar as garotas para fazer uma ocorrência na diretoria.

 

Abraxas, Avery e Rosier trataram de levar Riddle para o quarto e fizeram-no contar cada detalhe, o que de certo Tom não estava animado para fazer. Mas, depois de dizer tudo, os três ouvintes estavam com feições chocadas.

— Eu não sei se fico espantado ou preocupado... — Rosier falou desacreditado.

— Parece mentira... — Abraxas disse rápido. — Mas... É fascinante. Conseguir isso é preciso um nível grande de magia.

— Está duvidando de mim, Malfoy? — Riddle falou afiado.

— Eu estou. — Avery se intrometeu, estufando o peito e indo até mais perto de Tom enquanto o olhava nos olhos. O moreno não gostou nada de ser desafiado assim. — Prove. Vamos ver se consegue mesmo repetir as azarações.

— E em quem quer que eu prove isso Avery? Em você?

— Pode ser, vamos realizar um duelo.

— Claro. Amanhã, na hora do jantar, na sala de defesa contra as artes das trevas.

— Vai estar de noite Riddle... — Alertou Abraxas. — Não podemos usar as salas esse horário.

— Ninguém precisa saber. — Tom levantou uma sobrancelha, olhou para Avery e sorriu de lado. — Até amanha, Avery. Esteja pronto.

O garoto branquinho revirou os olhos, não se intimidava com Riddle. Já Rosier estava mais do que temeroso por esse encontro, sabia que Tom era um ótimo feiticeiro.

 

No dia seguinte, logo que o horário da batalha chegou os quatro saíram do grande salão depressa, ninguém tinha notado que mal haviam tocado na comida. Rosier roía suas unhas com apreensão enquanto passavam por entre as portas até chegar no local.

— Enquanto o horário de dormir não chegar ficaremos bem, então depressa. — Abraxas disse enquanto abria a porta para os outros entrarem.

— O professor não vai procurar a sala? — Rosier falou enquanto se ajeitava desconfortável em uma cadeira. — Está escuro...

Logo Tom tratou de ascender as luminárias com sua varinha, algo que deixou o garoto cacheado muito admirado.

— Okay, vamos começar logo. — Avery disse confiante em arrastar algumas cadeiras e mesas. Logo estavam em um círculo amplo formado pelas cadeiras. — Conhece as regras do duelo bruxo, certo?

Tom sorriu de lado e afirmou.  Logo os dois se aproximaram e fizeram uma reverência, era o primeiro passo a se começar o duelo.

— Lembrem-se, o objetivo aqui é apenas desarmar e mostrar habilidades, nenhum feitiço que realmente machuque. — Alertou Abraxas.

— Certo. — Responderam os dois.

Abraxas fez a contagem até o número três, onde deu permissão para começarem.

Atordous Stomacus!! — Bradou Avery rapidamente fazendo um aceno com a varinha.

Finite! — Tom falou simplista o contra feitiço geral.

— Wow, esse nós vamos aprender no segundo ano... Você realmente estuda muito... — Abraxas falou admirado.

Avery por outro lado começou a ficar vermelho de raiva, viu que Riddle tinha conhecimentos avançados.

— O que tem demais em ser um rato de biblioteca? Hm? — O seu tom de voz esbanjava o quanto estava enciumado. — Vou te mostrar o que é ser um bruxo. Desequilibrum!!!!

Avery lançou o feitiço apontando pra as pernas de Tom, esse que sabia o que lhe aconteceria caso o afetasse. Iria, obviamente, se desequilibrar e cair.

Protego!!! — Disse Tom produzindo uma barreira com sua varinha.

— Nós estamos na teoria desse Riddle, vai me dizer que tem treinado sozinho também? O que você quer, afinal? Que tipo de pessoa estuda tanto? O que você quer ser?? — Avery falou possesso de raiva. — Está tentando impressionar?

— Sabe... pelo menos uma vez você me fez uma pergunta decente. — Tom começou a se aproximar. — O que eu quero?? — O sorrisinho de lado que o moreno deu fez Avery apontar sua varinha para o rosto de seu adversário pronto para lançar uma azaração. — Eu quero ser o melhor bruxo que esse mundo tosco já ouviu falar, quero que as pessoas se lembrem de quem fui eu. Quero que os livros tenham grafados o meu nome!

— É uma coisa muito grande.

— De fato.

Scarlatum! — Avery lançou rapidamente, o que não deu tempo para Tom se proteger, acabou o atingindo e o fazendo saltar para trás como em um empurrão forte. — Mas algumas coisas são para as pessoas com classes altas, pelo amor de Merlim Riddle, nem nome você tem.

— Seu insignificante nome não é nada para mim, Avery. — Tom se levantou rindo de lado. Apontou sua varinha para o maior e apenas sussurrou: — Kadabrus! — Um feitiço impactante, saído como um relâmpago prateado da ponta da varinha de Riddle acertou o menino a sua frente. O garoto foi arremessado contra a parede com um forte baque. — Um dos motivos de eu querer isso, Avery, é que algumas pessoas não precisam de um império antigo para se fixarem. Não, acho que isso nem o torna digno. Olhe bem para mim. — Tom chegou mais perto a fim de Avery lhe olhar do chão onde estava apoiado com os cotovelos. — Esse é o rosto de quem vai chegar ao topo, construindo um império tão grande que você e todo bruxo puro-sangue se matarão para conseguirem um local à minha direita. É bom que se lembre, ou fica comigo ou contra a mim.

Abraxas sorria largo como nunca, naquele momento viu quem realmente Riddle é. E gostou bastante. Rosier, atordoado, com sua grande boca aberta, estava esperando alguém lhe explicar onde fora parar o garoto quieto que Tom era.

— Hunf. — Avery se levantou e olhou nos olhos de Riddle. — Nesse seu império... Cabe um conselheiro oficial?

— O que? — Rosier levantou abismado. — Pensei que detestasse o Riddle.

— Oras, eu não o detesto. Só estava vendo se ele está mesmo a altura do que todos dizem. — Riu de leve e olhou para o moreno a sua frente que tinha um leve sorrisinho de lado. — Você tem meu respeito... Fique tranquilo, não serei seu inimigo. Afinal, quem iria querer ser?

— Me dá gosto ouvir isso. — disse triunfante.

— Okay, ora de irmos? — Abraxas bateu uma palma e sorriu ao ver que o clima ficara muito mais agradável.

Os quatro saíram daquela sala revigorados, e Tom... Bom, só queria reforçar ainda mais seu plano.

Iria ganhar um a um, até que todos daquela escola soubessem de sua superioridade. Mas não seria idiota ao ponto de ser arrogante ou mesquinho, assim não seria bem visto, os ganharia com simpatia e brilhantismo. Sua maior qualidade sempre foi a de se adaptar, e agora que sabia que era mais dotado de talentos que muitos... Ah, agora sim iria aproveitar bem.

Que o mundo bruxo que se preparasse. Tom Marvolo Riddle iria ser visto.

 

*

 

Harry gostava muito dos fins de semana, geralmente as empregadas do orfanato estavam ocupadas demais fazendo as atividades com as crianças que se esqueciam de o olhar. Assim, sempre tinha passagem livre para escapar e ir até a casa e Katherine.

Lilian sempre lhe dava brinquedos para brincar, e um ótimo lugar para distrair a mente.

Aprendera a brincar de bonecas, a dançar, pular cordas, e amarelinhas.

Fizera até uma visita ao museu com suas novas amigas!

Mas no dia 30 de março tudo mudou. Katherine foi até o orfanato, lhe visitar. Cole descobriu que fugia escondido, mas ficou ainda mais irritada quando a mulher disse que tinha intenção de lhe adotar.

“Não é assim que funciona o sistema de adoção.”

“Ele não está disponível. O pequeno Peverell está ainda sob análise.”

Katherine tinha lutado para tentar conseguir lhe tirar dali, em uma de suas visitas, ela viu o quão machucado estava e decidiu de uma vez por todas lhe retirar daquele lugar. De qualquer jeito.

No inicio do mês de abril, Katherine tentou lhe levar para um passeio, do qual não voltaria. Não era um sequestro para si, era apenas sua amiga lhe levando embora daquele local horrível. A mulher lhe fazia um favor.

Entretanto, Cole descobriu. Harry estava animado em sair dali, mas foi tudo estragado por Emilly e seus amiguinhos fumantes que lhe viram sair com uma mochila nas costas.

Ser pego em flagrante fugindo com uma adulta que já tinha uma filha foi um escândalo. A mulher até saiu nos jornais como sequestradora. Aquilo anulou quaisquer chances que tinha de sair daquele cárcere. E todas as chances de Katherine vir a adotar.

E tudo piorava, quanto mais queria ir, mais preso ficava. As piadas, castigos e “brincadeiras” que faziam consigo estavam lhe abalando profundamente. Mas ainda mantinha a esperança de que um dia sairia dali, e seria feliz.

Hogwarts estava chegando perto.

Iria sair dali todos os anos.

Iria ser livre.

 

*

Era feriado de Páscoa, como sempre alguns voltaram para casa. Mas não tantos quanto nas festas de fim de ano, afinal havia muito a se fazer. Os professores deram listas enormes de atividades para o feriado, o que abalou totalmente a pequena esperança de sossego.

Riddle se via acompanhado de Avery que ficou consigo durante aqueles dias, queria muito que o garoto branquinho montasse em uma vassoura e sumisse de sua vista. Mas não era assim que funcionava.

Estavam jogando xadrez perto de uma fonte nos jardins do castelo, aproveitando a iluminação do sol. Tom sentiu uma vontade súbita de escrever a Harry, ele sentia falta do garotinho.

— Avery, vou voltar ao dormitório, fique e aproveite.

— Mas, estamos quase acabando o jogo...

— Jogue com Calvin. Ele está logo ali. — Era um garoto segundanista da sonserina, mas era visto como uma pessoa deslocada. Isso fez Avery revirar os olhos e sair carregando o tabuleiro.

O moreno foi até a masmorra da qual abrigava a casa da Sonserina, estava mais frio ali e sentiu falta daquele calorzinho que fazia fora.

Mas precisava ter noticias de Harry. Já faziam quatro meses desde a última correspondência.

 

Em poucas horas, uma coruja de Hogwarts saiu carregando o envelope muito bem lacrado. Era evidente o capricho do menino.

Chegou a Londres no inicio do outro dia, com as asas bem cansadas por ter voado direto.

— Oh, é uma coruja!!! — Gritou um garotinho moreno no parquinho.

Harry estava treinando sua caligrafia debaixo de uma árvore, então só viu a ave quando o menininho gritara. Logo que viu saiu correndo em direção a ela. Sua sorte que sempre guardava pedaços do café da manhã em seu bolso, assim pôde recompensar a ave com um pedacinho de pão. Essa se fincou em um galho de árvore.

A carta em suas mãos era branquíssima, ao levar o papel até o nariz sentiu um cheirinho característico de Tom. Não era perfume, o menino não usava, mas tinha seu cheiro.

— Tom...

Abriu o envelope e retirou a carta bem dobrada de dentro, logo começando a ler as letras bem escritas.

“Caro Harry

Faz tempo desde que lhe escrevo, admito que fiquei um pouco decepcionado pelas suas poucas palavras da última carta. Gostaria de saber se você está bem.

Em julho estarei de volta, prometo lhe levar alguns doces, você irá gostar muito. Infelizmente alunos do primeiro ano não podem ir a Hogsmeade, uma cidade bruxa que fica aqui, onde tem a estação de trem, mas dá pra comprar dos alunos que trazem e vendem. É um comércio escondido dos professores e diretores... Não se pode haver comercio em Hogwarts.

Enfim, espero uma carta sua me contando como andam as coisas.

Não minta, eu sei quando está escondendo as coisas de mim.

Até breve.

Tom.”

 

A saudade apertara o peito do pequeno, seu amigo percebera até mesmo de longe que não estava bem. Talvez por ter feito aquela carta pequena, mas o que poderia ter dito? Estava tão frustrado.

Ainda estava, e a cada dia ficava pior. Mas aguentava tudo, sua mãe lhe ensinara a ser um bom menino. Não se lembrava muito do rosto dela, começou a ser uma lembrança apagada. Mas a voz continuava ali, ainda a escutava lhe ninar, lhe ensinar, e céus... Que saudade!

 Tom fazia falta, era seu apoio ali. E agora, ainda que tivera feito uma amiga na cidade, se sentia sozinho.

 

Pegou o lápis que estava escrevendo anteriormente e tirou um papel de seu caderno. Fizera um esforço grande para escrever tudo direitinho, assim como Katherine tinha lhe ajudado com suas lições de caligrafia.

“Querido Tom,

Estou bem! Na verdade, estou passando alguns momentos difíceis, queria você aqui... eu tenho estado muito sozinho. Queria muito você! Por favor! Volta! Volta logo! Eu não quero mais ficar sozinho. Sr. Pompas está sofrendo muito, toda semana eles rasgam meu coelhinho...”

— Muito sentimental? Tommy vai me mandar aguentar tudo de qualquer jeito e parar de chorar. — Harry riu de si mesmo e amassou o papel.

Pegou então outro e tentou reescrever.

 

*

Tom estava lendo um livro na mesa de café da manhã de Hogwarts. O pessoal voltaria do feriado por volta das 18:00 então tinha que aproveitar o quanto pudesse esse sossego. Se não fosse por Avery que não parava de falar.

O correio logo começou a chegar, alguns jornais caíam junto de cartas. Avery recebeu em seu colo uma edição do profeta diário, onde abriu e começou a ler.

Um coruja que Tom reconhecia muito bem logo deixou cair um envelope em cima da mesa na sua frente. Era o mesmo que tinha enviado.

Teria Harry mandado sua carta de volta? Isso seria muito ruim, o menino devia estar bravo.

Não achou que Peverell faria isso, então abriu-o.

Era um papel diferente, então Harry só tinha reutilizado seu envelope. Aquilo fez Riddle suspirar aliviado.

— O que foi Riddle? — perguntou Avery lhe dando atenção.

— Nada. Continue a ler.

Abriu a carta do pequeno e logo leu.

“ Querido Tom,

Fiquei muito feliz com sua carta! Estava esperando uma mesmo... Eu estou bem, bom me desculpe pela última correspi--- correspondência. Não tenho borracha comigo, não vou apagar então me perdoe por borrar a carta.

As coisas ficaram bem movimentadas sem você aqui. Emilly está prestes a completar seus 18 anos, ela disse que quer fazer coisas incríveis enquanto está aqui dentro. Vai sair em julho. Eu acho isso triste, ela vai ficar só... Eu deveria me envergonhar, estou muito feliz que ela vá embora. Sr. Pompas vai agradecer também.

Conheci uma amiga na cidade, estou saindo muito! E ela me ensinou a brincar de outras coisas! A mãe dela é... esqueci a palavra, ela costura o Sr. Pompas para mim toda vez que rasgam ele. São muito gentis.

Não estou fazendo mais nenhuma magia, nunca mais tive aqueles ataques loucos! Isso tem tornado as coisas mais fáceis... Sem isso reduziram bastante os castigos... um pouco. Eu acho.

Então, tchau? Tchau!”

 

Harry ainda não sabia finalizar uma carta. Mas aquilo era inesperado, sua caligrafia estava legível e estava escrevendo bem melhor. Com certeza essa amizade que citara estava lhe ajudando.

Mas Riddle agora estava começando a se preocupar com a segurança do pequeno. O que estariam fazendo com o pequeno sem a sua presença ali para o ajudar?

Faltavam três meses para voltar para casa, e a última oportunidade de ir visita-lo fora esse feriado. Não poderia voltar antes das férias.

Talvez, se soubesse disso antes teria ido.

— Riddle? Hey, está olhando pro nada. Está tudo bem? Foi o tal Harry que lhe escreveu? Ele está bem? Você está com uma cara...

Tom voltou a sua postura e tossiu para disfarçar.

— Estou ótimo. E isso não é da sua conta Avery. — Tom mordeu uma torrada e enfiou a carta em seu bolso.

Iria dar o seu melhor como tem feito, iria esquecer um pouco sua preocupação com o Peverell, afinal não havia nada que pudesse fazer. Agora só lhe restava esperar.


Notas Finais


O que acharam?
Gente, os feitiços são quase todos azarações que eu peguei da internet. São a maioria do primeiro ano, não sei se é verdade porque o site que eu pesquisei não é o pottermore kkkkkk mas, vamos fingir que é e usar.
Para quem quiser dar uma olhada:

http://hogwartshabbounidos.weebly.com/feiticcedilos-primeiro-ano.html

O que acharam??
Gente, eu fico tão feliz quando vocês interagem comigo, sério! ksksks tá eu já to biscoitando.

até o próximo capítulo.

xoxo


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