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História Caminhos traçados - Capítulo 36



Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 36 - 36


Fanfic / Fanfiction Caminhos traçados - Capítulo 36 - 36


Acordei com um barulho no cômodo que estava, eu me assustei tanto que levantei da cama num pulo.

— Ham... Eu não queria te acordar, mas deixei isso cair.

— Que horas são?

— Se passam das seis.

— Nossa! – me sentei.

— Está tudo bem?

— Me sinto cansada.

— Cansada? Há algo de errado?

— Amor, eu dormi a manhã toda, e agora, vejo que também dormi a tarde também.

— Continua sonolenta?

— Sim, meus olhos estão pesando.

— Acho que nunca vi isso antes. – se sentou atrás de mim e repousou seu queixo em meu ombro. — Desculpa não vir para almoçar, a Naeun não deixou.

— Ainda bem que você não veio, eu teria te deixado só.

— Não é melhor marcar uma consulta?

— Não sinto dor, então não vou me preocupar com isso.

— Ok.

— Podemos deixar para ir na sua casa amanhã?

— Uhum.

— Amor, olha, eu só quero tomar um banho e ...

— E dormir novamente. Sua cara diz tudo.

— Sim, mas não irei dormir por agora, tenho a noite toda pela frente. Vou tentar me distrair. – suspirei.

— Onde está o Miguel?

— Na casa do pai.

— E a Margot?

— Se ela não está aqui, provavelmente está com meu pai.

— Hm.

— Jimin, ela esta grávida.

— Ela quem?

— A Got.

— ... – abriu a boca surpreso. — Do seu pai?!

— Sim.

— Como aconteceu?

— Bem, eles transaram.

— Ah, esquece! – riu de si mesmo. — Todos já sabem?

— Além deles dois que serão os pais, apenas você e eu.

— Isso é uma fofoca e tanto! É o que a velha Margot diria.

— É o que ela diz até hoje.

— Kang quer fazer uma visita.

— Ele pode vir quando quiser.

— Sente receio de encontrar o JungKook.

— Aqui?

— Sim, por conta da guarda compartilhada do filho de vocês.

— Você pode trazê-lo para um almoço ou jantar.

— Verei o que posso fazer. Havia outro buquê na porta da entrada quando cheguei.

— Estou recebendo um por dia... As rosas de hoje são de qual cor?

— Brancas. Você já questionou seu ex?

— Sobre ser ele quem me envia?

— Sim.

— Nos falamos pouco nesta semana. Os buquês estão te incomodando?

— ... Talvez eu sinta ciúmes.

— Não sinta.

— Vamos tomar um banho, bela adormecida?

— Vamos.

A água me acordou da sonolência e eu pude organizar minha mente.
Acredito que se tivesse permanecido na cama, estaria "na bad" até então.

— Estou com fome. – apareceu no quarto já secando os cabelos com uma toalha, enquanto a outra estava presa na cintura.

— Melhor você pedir algo. Não tenho a mínima coragem para preparar comida hoje.

— Não está sentindo fome?

— Na verdade, não.

— O que comeu durante o dia?

— Apenas comi no café da manhã.

— Hm.

— Ligue e peça algo.

— O que você quer?

— Sei lá, você decide.

— Eu vou pedir então. Enquanto não chega eu vou revisar algumas apostilas... se você não se incomodar.

— Não, tudo bem. –  me locomovi até a sala.


Jimin.



Depois de me deixar só no quarto por aproximadamente uma hora, – tempo esse que levou até que a comida chegasse, – encontrei a mulher deitada no sofá, ela não estava dormindo, mas também não se movia.

— Acho que vou ter que comprar vitamina D para você. – repousei sua cabeça sobre meu colo. — Fala 'pra mim, está acontecendo alguma coisa?

— Não que eu saiba.

— Não é melhor visitarmos um médico? Eu lhe acompanho, caso queira.

— Não quero te fazer perder tempo.

— Não fala assim...

— Está tudo bem comigo.

— Não está, e você sabe. Eu insisto que procure um médico.

— Ok. – se sentou. — Mas já vou deixar avisado que não é nada demais, e que você perderá seu dinheiro.

— Nem vou responder isso.

— Quer ajuda com o seu trabalho?

— Não, quero que você coma comigo, por quê eu estou faminto!

— O que aconteceu com você? A todo momento quer comer.

— Bem, quando eu estava sozinho, mal sentia fome, talvez pela falta de coragem para cozinhar. Mas agora que estamos juntos, tudo mudou.

— Por que você tem a mim?

— Sim.

— Ok. Vamos comer, também preciso abastecer o organismo. O que você comprou?

— Duas coisas. Uma delas é a sobremesa.

— E o outro?

— A comida, dã!

— ... – foi diretamente nas embalagens, afim de abri-las. — Sorvete de chocolate? – me olhou. — Bolo?

— Bolo e sorvete.

— Por que?

— Foi o que você resmungou quando estava dormindo. Menssionou bolo com sorvete.

— Ah, Jimin...

Ao tempo em que nos alimentavámos, tentava raciocinar quem sentia mais fome. Eu, que cheguei em casa com o estômago roncando, ou a mulher sentada em minha frente, que até alguns minutos atrás contou-me que seu apetite era zero.

— Vai comer o seu? – gargalhei.

— O meu? Você quer?

— Quero... mas se você ainda...

— Pode ficar. – entreguei. — Vou comer minha parte do bolo antes que você decida comer tudo. – riu.

— ...

— O Miguel pediu para que eu não fosse trabalhar amanhã. – me fitou. — Mas foi dormir com o pai. O que devo fazer?

— Melhor você ir, pode ficar outro dia, em um que ele esteja presente.

— Ok.

(...)

Na cama, estávamos deitados de lado e ela mantinha seu corpo encostado ao meu.
Provavelmente, a posição em que estávamos acendeu uma certa parte do meu ser, e eu tentei chegar de mansinho para conseguir algo.

Os meus beijos foram correspondidos, não como eu queria, mas ao menos ela não recusou.

Embora, quando eu pensei que conseguiria, ela negou.

— Hoje não. – mordeu o lábio. — Não estou afim.

— ... – voltei a me deitar.

— Você está chateado?

— ... – olhei-a. — Preocupado.

— Comigo?

— Você não perde a oportunidade de fazer sexo, especialmente quando estamos sozinhos, que é o caso.

— Amanhã faremos.

— Me deixe fazer uma pergunta.

— Diga, amor.

— Nós não vamos casar, apenas morar juntos.

— Sim.

— E... teremos uma noite de núpcias?

— ... – segurou o riso.

— Bom, porquê... normalmente o casal tem uma noite assim quando se casam. Só que a gente não está casando... então... Ah, você me entendeu!

— Se você quiser, a gente pode ter a noite de núpcias.

— ...

— Apesar que nossa noite de núpcias já rolou, não é, amor?





JungKook.

— Toma. – entreguei o copo de leite juntamente com um doce.

— Está muito bom, papai! – sorriu.

— Filho, o que você acha do namorado da sua mãe?

— O Jimin?

— É.

— Eu gosto dele.

— Vocês se respeitam?

— Eu acho que sim.

— É o que importa.

— Você tem uma namorada?

— Não.

— Por que não?

— Porquê não.

— Papai, eu posso ter uma namorada?

— ... – sorri alto e isso o fez me olhar sem entender. — É melhor você discutir isso com a sua mãe.

— ... – fez bico.

— Ela tem ciúmes de você.

— Mas ela disse que não tem isso.

— Isso é o que ela diz para todo mundo, mas a verdade é que a sua mãe é ciumenta, sim!

— Ela sente ciúmes de você?

— ... Eu não dei motivos para ela sentir ciúmes de mim.

— E você sente ciúmes dela, papai?

— Tanto quanto sinto de você.

— ... O aniversário dela é na próxima semana.

— Como sabe?

— A titia me disse.

— ...

— Me ajuda a comprar um presente?

— É claro, amor! – beijei-o.

— O que você fará?

— A partir de hoje, nós dois vamos enviar um buquê diário para a sua casa. Ela apenas descobrirá no último dia, quando a surpresa maior surgirá.

— E qual será a surpresa?

— Vamos pensar nisso. 


Notas Finais


será que há algo grave rolando com A (S/N)?🥺
Poxa, o Jimin tá todo preocupadinho😭😭
Essa revelação do Jeikei em kkkkkkkk🤭


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