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História Camp Shine - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Está história contém:

• Erros de português
• Linguagem de baixo escalão
• Clichê (e muito)
• Já disse erros de português?

Camp Shine é uma história feita de toda <<minha>> criatividade e imaginação, por isso não copiei e sim crie!

Não tenho intenção de ofender ninguém, muito menos os idols citados aqui.

Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Tony e Chacha


Fanfic / Fanfiction Camp Shine - Capítulo 1 - Tony e Chacha

Seul, Coréia do Sul.

Quarta-feira

P.O.V S/N


 Hoje fazem exatamente treze dias que cheguei a Coreia. Até agora não fiz amizades, eu nem sequer conheço Seul direito, como arrescem saímos de férias, não tenho como interagir com outros alunos da escola, eu nem sequer conheço alguém. Meus amigos ficaram tudo em Los Angeles, minha cidade Natal.

- Querida, por que você não sai um pouco? Leva o Tony para passear. - Minha mãe sempre me incentivando a sair e o fazer algo "produtivo" já que de acordo com ela eu não faço nada, e com razão, eu só fico em casa.

Fui até a garagem e peguei a colera do meu cachorro e fui até ele que estava sentado na grama brincando com sua bolinha.

- Eae garotão, vamos caminhar? Não é só eu que tenho que ser mais produtiva, não é mesmo? - fiz carinho no pelo fofinho de Tony e coloquei a coleira nele.

- Tô saindo. - Pude ouvir o suspiro de alívio dos meus pais quando eu terminei a frase.

Eles estão preocupados comigo, acham que estou virando antissocial ou algo do tipo, o que eles querem que eu faça? Eu não tenho amigo aqui, eu nem sequer queria ter vindo para cá.

Minha vida em Los Angeles era perfeita, tinha um grupo de amizade extremamente louco, tinha minha família perto de mim, era tudo bom de mais. Mais meu pai recebeu uma promoção no serviço e tivemos que vir para cá. 

Suspirei e sai andar pela rua calma junto de Tony, sinceramente acho que nem ele gostou daqui. 

- Eu sei como se sente amigão, seus amigos ficaram tudo em Los Angeles também, sua vida ficou em Los Angeles - novamente suspirei e me abaixei em frente o cachorro e fiz carinho nele - Pensa pelo lado bom, temos um ao outro pelo menos.

Ele latiu em resposta e eu voltei a andar.

Nosso bairro é bem tranquilo, diferente da aonde eu morava antes, passava carros a todo o momento, som dos gritos estericos das crianças dos vizinhos, já aqui é tão calmo, que chega dar sono.

Parei para soltar a coleira do Tony para deixá-lo mais livre, e nesse momento passou outro cachorro correndo por nós, Tony me deixou sozinha e começou a correr desesperadamente atrás dele, era o primeiro cachorro que ele via em semanas.

- Tony!! Espera!! 

Era Tony correndo atrás do cachorro e eu cortando atrás do Tony.

- Seu doido - apoiei as mãos sobre o joelho e parei para recuperar o ar - Sei que quer fazer amigos, mais não pode sair assim.

Os dois cachorros pararam de correr e ficaram se rodeando, eu queria saber o que passa na cabeça deles.

- ChaCha!! - Um garoto alto apareceu, ele estava ofegante, e com uma cara de desespero. - Nunca mais faz isso cachorro fujão! 

Ele abraçou o cachorro de pelo acinzentado, eu achei fofo a cena, o garoto parecia ter ficado bastante preocupado com a fuga do animal.

- Oh, que indelizadeza a minha - Ele arrumou a postura e me olhou - Sou o Cha Junho - se curvou e eu fiz o mesmo.

- Sou a S/N, esse cachorro é seu? - perguntei e ele acentiu.

- Ele vive fugindo, mais tenho medo que alguma coisa possa acontecer com ele, há várias pessoas nesta rua que não gostam de animais. - Quando ele disse isso eu arregalei os olhos, é bom saber disso, vai que alguém tente fazer algo com o Tony - Como é o nome dele?

- Tony. 

- Acho que eles gostaram um do outro - riu fraco - Seu coreano é bom, você não é daqui né? - neguei.

- Sou de Los Angeles, mais meu pai é coreano, então meio que é minha segunda língua. 

- Você é a filha do casal que se mudou semana retrasada? - Ele perguntou e eu concordei - Eu moro no final da rua, estava na casa do meu amigo quando vocês se mudaram, ele mora na frente da casa de vocês, ficamos ansiosos em ver outra adolescente se mudar para cá, mais também ficamos com vergonha de ir falar com você - O garoto coçou a nuca e sorriu com as bochechas ruborizadas.

- Não tem outros adolescentes por aqui? 

- Não, só eu e o Hyeop, ou melhor, só eu, você e ele. Aqui mora mais senhores de idades, eles preferem aqui por ser um bairro bem calmo.

- Tá explicado - nós rimos.

- Você...poderia me passar seu número? Assim podíamos conversar mais, e talvez marcar de levar o Tony e o Chacha para passear. - ri de sua reação, suas bochechas coradas o deixavam tão fofo.

Enquanto nós dois conversávamos os nossos cachorros estavam brincando juntos.

- Tudo bem. - passei meu número para ele - Eu vou indo, me manda mensagem mais tarde.

- Pode deixar, vou um prazer conhece-la, e conhecer você também Tony - Ele fez carinho em meu cachorro e pegou o dele no colo - Vamos ter uma conversa agora senhor fujão.



- S/N, você demorou - Meu pai disse assim que eu entrei em casa.

- Uai, se eu demoro vocês reclamam, se eu não saio reclamam também? - Cruzei os braços e eles riram.

- só foi um comentário. - Meu pai me abraçou - Como foi? 

- Eu fiz um amigo, e descobri que só tem idoso morando nessa rua - ri fraco e eles bateram palmas.

- Um amigo, já é um começo. - Papai deu batidinhas em meu ombro e foi para cozinha.

- Ah, querida, quando estávamos vindo do mercado, achamos esse panfleto. - Minha mãe me alcançou a folha com escrita e eu fui ver do que se tratava.

- Acampamento de férias? Sério? - Os olhei com cara de tédio.

- Escrevemos você lá - falaram juntos e animados 

- O que? - gritei, mais foi sem querer - Por que fizeram isso? Eu vou ser a única esquisita lá! - suspirei e larguei o panfleto sobre a mesa.

- Qual é, vai ser legal, e você vai fazer amigos. - Eles dois vieram até mim e me abraçaram.

- Dois meses em um acampamento? Fala sério - revirei os olhos.

- Para de reclamar chata, vai ser uma experiência incrível. 

- Amanhã vamos ir comprar as coisas que você precisa levar, você vai ir sexta. 

- Mais já? Algo me diz que vocês querem se livrar de mim! - cruzei os braços 

- Não diga bobagens, só queremos que você intereja mais com gente da sua idade.



Ótimo, dois meses no meio do mato com desconhecidos, o que pode dar errado?






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