História Camren Hot - Capítulo 11


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Camrengip, Hot, Laurenjauregui
Visualizações 1.108
Palavras 1.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Ninfomaníaca (G!P)


Pov. Lauren  

Por ter nascido intersexual, meu pai, que não fazia ideia do que tava fazendo e me criou sozinho, sempre me tratou como um menino, então minha vida sexual se iniciou muito cedo, com 13 anos ele me levou em uma casa de massagem, onde eu achei que receberia apenas massagem, mas ao contrário disso, recebi uma surra de boceta que me deixou de pernas bambas durante todo o dia. Desde então eu passei a comer qualquer rabo de sai que aparecia na minha frente, não importava se era bonita ou feia, tinha boceta eu já tava me enfiando. 

A consequência disso foi que aos 15 anos, eu, agora órfã de pai e mãe, tinha uma filha pra criar. Lembro perfeitamente do dia em que ela apareceu. 

Flashback on 

Eu metia sem dó no cuzinho da garota em minha cama, ela gemia feito uma puta eu até acho que era mesmo, não lembro nem seu nome. Meu pau só queria se aliviar um pouco e já tava chegando lá quando o barulho da campainha soou pela casa. O susto foi tão grande que eu errei o buraco da boceta e bati meu pau entre o cu e boceta da moça, que gritou alto de dor, até pq bateu a cabeça ma cabeceira da cama. 

— Foi mal.  

Me desculpei rápido e vesti meu calção e um top, tentando pensar em cachorrinhos doentes pra abaixar minha ereção. Desci as escadas correndo e abri a porta, vendo Santana, uma latina muito gostosa e ninfomaníaca que eu tinha comido algumas vezes e só de lembra meu pau já subia mais ainda. 

— Veio pra festa? — Perguntei enquanto acariciava meu membro já. 

— Eu tô indo embora pra Europa com um cara rico que conheci. — Ela sorriu e mordeu o lábio olhando meu corpo. — Mas eu tinha que te deixar o que é teu. 

Ela correu até o carro preto parado ali em frente e eu engoli em seco ao ver o bebê em seus braços. Ela veio caminhando em minha direção e minha mente deu um bug gigantesco que eu não conseguia nem lembrar meu nome. 

— Essa é sua filha. 

Eu não sei dizer o que tava sentindo naquele momento, só sei que duas horas depois eu tava sentada no sofá com aquela linda bebê em meus braços e rodeada de coisas infantis.  

 Flashback off 

A partir daquele dia, minha vida se resumiu a fazer a felicidade daquele bebê. Camila era tudo pra mim. Eu, a fodona que tava sempre transando, passei a ser a babaca que passava o dia babando na filha. Chorei quando nasceu o primeiro dentinho, chorei quando deu os primeiros passos, chorei quando ela levou a primeira queda, chorei em todas as primeiras vezes. Eu era uma verdadeira manteiga derretida por ela. 

Quando ela completou 5 anos, percebi que ela fazia coisas estranhas pra uma criança, Camila gostava de se esfregar em suas bonecas e ursos, parecia um cachorrinho no cio. Apesar de estranho, deixei rolar, mas com o tempo aquilo não fazia efeito e ela passou a se roçar na minha coxa, suas calcinhas viviam molhadas e eu cheguei à conclusão de que minha filha tinha herdado o desejo sexual das mães. 

Apesar de sempre se roçar em mim, eu nunca toquei ela de forma maliciosa, quando banhava ela, sabia que ela gostava quando eu lavava suas partes intimas, mas eu nunca fiz nada demais. 

Hoje, com 13 anos, cheia de hormônios e fogo, eu tento ao máximo deixar ela a vontade com isso, mas nunca tirando o olho dela pra que não saia por aí dando pra qualquer um. Camila estudava em casa e só saia comigo, coisa que ela não se importava muito, já que era um grude só comigo. E por incrível que pareça, apesar de todo esse tesão que ela sente, Camila ainda se comporta como uma bebê, não sei se é de propósito ou não, mas não ligo, amo essa garota apesar de tudo. 

— Mooommy. — Ouvi sua voz manhosa e logo ela apareceu na sala coçando os olhinhos. 

— O que foi meu amor? — Ela deitou ao meu lado no sofá cama e deitou a cabeça em meu ombro. 

— Quero filminho bom. — Sorri com seu jeito fofo e logo mudei de canal. 

O som de gemidos preencheu a sala e quando eu ameacei levantar pra dar privacidade pra ela, Camila me apertou mais ao seu corpo. 

— Fica aqui comigo, mommy. — Pediu sem tirar os olhos do filme onde uma loira era enrabada por dois ao mesmo tempo. 

Suspirei e comecei a prestar atenção no filme. Camila colocou a mão por dentro da calcinha branca e sua mão se movia frenética em seu pequeno clitóris. Meu pau já dava sinais de excitação e eu levei a mão até ele, dando uma leve apertada pra reduzir a tensão. A garota ao meu lado se tocava rápido, gemendo e me apertando cada vez mais, seu quadril começou a ir de encontro a sua mão e ela passou a contorcer o corpo, resmungando palavras desconexas. 

— Mommy faz parar. — Pediu com a voz chorosa eu me preocupei ao ver lágrimas em seus olhos. — Por favor... faz parar. 

Antes que eu pudesse raciocinar, ela estava sentada em meu quadril se roçando em meu membro que já estava duro. Sua calcinha já estava transparente e sua lubrificação molhava minha calça de moletom. 

— O que quer que eu faça? 

— Por favor, mommy... por favor. 

Sua voz era desesperada e chorosa. Senti meu coração apertar ao ver suas lágrimas. Levantei com ela em meu colo e quase corri até o banheiro, entrando com ela debaixo do chuveiro com roupa e tudo. Deixei a água gelada escorrer por nossos corpos e isso pareceu acalmar um pouco as coisas, pois ela parou de chorar, mas continuava a roçar sua boceta em minha barriga, suspirando baixinho em meu ouvido. 

— Melhor?  

— Um pouquinho.  

— Quer continuar? — Ela assentiu e eu segurei melhor ela em meus braços. 

Ela rebolou seu sexo mais algumas vezes em minha barriga e logo soltou um gemido prolongado, amolecendo o corpo em meus braços. Era sempre assim, tinha vezes em que ela sentia-se pegando fogo e não conseguia gozar logo, e isso causava um tipo de dor nela. Tomamos um banho e logo fomos jantar, e não demorou muito pra ela cair no sono.  

Acordei de madrugada sentindo um peso sobre meu quadril e uma respiração quente em meu pescoço. Camila tinha mania de entrar em meu quarto durante a noite e deitava sobre mim, mas dessa vez era diferente, mesmo dormindo, inconscientemente ela rebolava em meu membro e eu me amaldiçoei por sentir tesão. 

Fazia tempo que eu não transava e eu merecia um pouco de atenção né? Como eu sabia que seu sono era pesado, coloquei as mãos em sua cintura e nos virei na cama. Retirei sua calcinha lentamente e salivei ao ver sua boceta molhadinha, rapidamente me livrei da minha cueca e deitei sobre ela, deixando nossos sexos colados e passei a simular uma foda, sentindo seus lábios carnudos e molhados acariciarem meu pau. Abaixei a alça do baby doll dela e comecei a chupar seus peitinhos enquanto rebolava mais entre suas pernas. 

Depois de alguns minutos, senti sua bocetinha molhar mais ainda e seu corpo tremer, anunciando que ela tinha gozado. Não aguentei e me ajoelhei entre suas pernas, segurando meu membro pela base e deixando minha glande entre seus pequenos lábios, começando a me masturbar com força, logo soltando 3 jatos de porra em sua bocetinha virgem. 

Abri os olhos assustada e meu corpo inteiro suava, meu coração batia rápido e meu pau doía dentro da cueca. Pqp, tive outro sonho erótico com minha própria filha.



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