História Camren Hot - Capítulo 12


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Camrengip, Hot, Laurenjauregui
Visualizações 1.913
Palavras 1.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Ninfomaníaca Prt. 2 (G!P)


Pov. Lauren 

Depois daquele sonho, não consegui mais dormir. Me sentia culpada por ter esse tipo de sonho com minha filha, mas o que eu poderia fazer? Sem sono, decidi ligar a tv e tava passando um filme que eu já tinha assistido, mas iria me servir de companhia. Nem meia hora depois, a porta do quarto é aberta e Camila entra no quarto coberta com edredom branco e de pantufas de coelhinho. 

Sem dizer nada, ela fecha a porta e sobe na cama, engatinhando até deitar na minha frente e puxar meu braço pra abraçá-la, ficando de conchinha enquanto mantem os olhos focados no filme. Apertei meu braço ao redor de sua cintura e deixei um beijo em seus cabelos, sentindo seu cheirinho de bebê. Alguns minutos depois senti Camila pressionando a bunda em meu membro. 

— O que tá fazendo, meu amor?  

— Sentindo seu pintinho. — Disse e refez o movimento. 

— Você não pode fazer isso, eu sou sua mãe. 

— Mas eu gosto, mommy. 

Camila sorriu e passou a rebolar aquele monumento de bunda em meu membro, eu já sentia meu pau pulsar e soltei um suspiro baixinho, tentando me controlar, mas não conseguia tirar da cabeça todos os sonhos que tive com ela e não parava de pensar como seria me enterrar em sua boceta.  

Sabe o bom senso e a moral? Então, mandei pra casa do caralho. Quem precisa deles? Levei uma mão até seu seio por baixo da blusa e fiz uma leve massagem, ajudando com os movimentos do quadril, apreciando o calor de sua pele e ouvindo seu gemido manhoso quando apertei seu mamilo. 

Camila virou o corpo pra mim e sentou em meu quadril. Apertei sua bunda e ela rebolou discretamente em meu membro me fazendo gemer. Virei-nos na cama e fiquei por cima dela, fazendo questão de roçar meu membro em sua intimidade que já estava molhada. Timidamente ela levou as mãos até minha nuca e trouxe meu rosto para seu pescoço, em um pedido mudo para que eu distribuísse beijos pela região. Com carinho, passei a beijar e lamber sua pele morena enquanto desci uma mão para dentro de sua calcinha e pressionei seu clitóris, ouvindo-a gemer em meu ouvido. Desci o dedo do meio para sua entrada e penetrei lentamente, estocando duas vezes e levando-o até minha boca, onde suguei sua lubrificação. 

Seu gosto era inexplicável, minha vontade era de arrancar minha cueca e me enfiar nela, mas ela ainda era virgem e eu não queria machucá-la. Queria que isso fosse um momento inesquecível e que ela sentisse muito prazer. 

— Você confia na mommy? 

Ela assentiu de olhos fechados enquanto impulsionava seu sexo de encontro ao meu. Deixei um rápido beijo em sua testa e levantei da cama, correndo trôpega até a cozinha, onde peguei um copo e coloquei alguns cubos de gelo, logo voltando e vendo-a deitada de pernas abertas e totalmente sem roupa, enquanto acariciava seu clitóris. Salivei ao ver sua boceta brilhando de tanta excitação. Coloquei o copo sobre o criado mudo e aproveitei pra pegar camisinhas e gel lubrificante, deixando todos ao meu alcance. Retirei minha roupa e suspirei ao liberar minha ereção que já estava me matando.  

Deitei sobre ela, me encaixando entre suas pernas e gememos com o contato entre nossos sexos. Peguei um dos cubos de gelo e prendi entre os lábios, deslizando-o em seu ponto de pulso, sua garganta, clavícula, o vale entre os seios, barriga, umbigo e finalmente chegando em sua intimidade, fazendo questão de me demorar em seu clitóris. Camila gemeu longamente e tentou fechar a pernas, que segurei o mais afastadas possível, pra facilitar meu trabalho. Com a língua, lentamente inseri o gelo em sua entrada e voltei com beijos por todo seu corpo. 

— M-moommy 

Peguei outro gelo e deixei esse derreter sobre seu seio esquerdo enquanto levava minha boca gelada até o direito. Camila gemia de um jeito tão gostoso e a todo momento roçava sua boceta em meu pau. Após me deliciar em seus seios, deixei um selinho em seus lábios e acariciei seu rosto que estava corado. Seus olhos estavam mais escuros por conta do desejo e meu rosto foi puxado de encontro ao seu, colando nossos lábios e me fazendo treme ao sentir sua língua em minha boca. 

Não era o melhor beijo da minha vida, mas minha menina nunca tinha feito isso e só precisava pegar o jeito. Segurei em sua nuca e introduzi minha língua em sua boca, ditando o ritmo do beijo. 

Separei nossos lábios e desci até sua boceta, abrindo bem suas pernas e caindo de boca naquela parte que eu tanto desejava. Chupei seu clitóris com força e ela gemeu, levando as mãos até minha cabeça, forçando-a mais em sua boceta. Desci a língua até sua entrada e estoquei-a algumas vezes, sentindo seu gosto maravilhoso, voltei a chupar seu clitóris. Lentamente enfiei um dedo em sua entrada, estocando com cuidado e sentindo a barreira que me impedia de seguir a diante. Só foi preciso mais algumas chupadas e estocadas e ela logo se derramou em minha boca, gemendo alto e puxando meus cabelos enquanto prendia minha cabeça no meio de suas pernas. Lambi mais um pouco, bebendo todo seu gozo e logo estiquei o corpo até pega o gel e uma camisinha. 

Abri o pacote da camisinha e desenrolei a mesma em meu membro, bombeando algumas vezes só pra aliviar um pouco. Despejei um pouco de lubrificante em sua boceta e espalhei bem por todo lugar, especialmente em sua pequena entrada, colocando um pouco mais e estocando um dedo, depois dois e logo adicionei o terceiro. Depois de preparar sua boceta pra receber, coloquei um pouco de lubrificante em meu pau e espalhei por toda minha extensão. 

— Isso vai doer um pouco. — Avisei ao deitar sobre ela. — Se quiser que eu pare é só dizer. 

Sua boceta tava tão lubrificada que meu pau deslizou rápido até sua entrada quando me deitei. Sentir seu calor com meu pau era maravilhoso e eu tive que fechar os olhos e respirar algumas vezes pra me controlar e não socar tudo de uma vez. Forcei a cabeça e senti Camila soltar um pequeno gemido de dor, forcei mais um pouco e entrou. Beijei seus lábios e suguei sua língua tentando distraí-la da dor enquanto forçava cada vez mais. Senti seu hímen na minha glande e parei um pouco, tirando quase tudo e voltando novamente pra dentro, tentando acostumar sua boceta. Eu sabia que não tinha um jeito menos doloroso de fazer aquilo, então abracei seu corpo, deixando o rosto em seu pescoço e empurrei meu quadril de encontro ao dela, sentindo a pressão contra minha glande e suas unhas cravadas em minhas costas, e logo eu estava totalmente dentro. Camila me apertava e eu sentia meu ombro molhar por suas lágrimas inevitáveis.  

Ainda parada dentro dela e com todo cuidado pra não me mover, afastei meu rosto do seu pescoço e olhei em seus olhos brilhantes. Meu Deus, ela é perfeita. Mesmo com o rosto suado e vermelho, ela continuava sendo a garota mais bonita do mundo todo. Enxuguei suas lágrimas e beijei suas pálpebras, beijando todo seu rosto e logo em seguida seus lábios, sugando o inferior e logo sentindo sua língua macia. 

Não sei quanto tempo ficamos nos beijando, mas quando percebi, nós já movíamos lentamente nossos quadris em sincronia. Segurei e sua coxa esquerda, puxando-a até meu quadril e comecei a estocar mais fundo, saindo quase totalmente e voltando a meter até o fundo, sempre de forma lenta e carinhosa. Camila tinha a cabeça jogada pra trás e o lábio mordido, enquanto com uma mão apertava os lençóis e com a outra arranhava minha nuca. 

— Sim mommy... mais 

Aumentei a velocidade e podia sentir minhas bolas pesadas, eu iria gozar a qualquer momento, mas não queria gozar antes dela. Camila arqueou as costas e investiu o quadril contra o meu de forma frenética enquanto gemia alto e me puxava contra ela. Seu corpo tencionou e tremeu quando ela chegou ao ápice, gritando por mim e eu não aguentei, estoquei mais forte e gemi longamente ao gozar como nunca. Meu corpo pesou e deitei ao seu lado, respirando profundamente.  

Quando voltei a sentir minhas pernas, levantei da cama e retirei a camisinha, jogando no lixo do banheiro e pegando uma toalha de rosto, molhando a mesma e voltando pra cama. 

— Abre as pernas, baby. — Ela ainda meio mole obedeceu. 

Limpei o gozo misturado com um pouco de sangue e joguei a toalha na pia, voltando pra cama e sentindo meu pau ganhar vida ao olhar sua bunda empinada, já que agora ela estava de bruços. Deitei ao seu lado e alisei suas costas, do ombro até a base da bunda, descendo cada vez mais e sorrindo ao ver sua pele arrepiar. 

— Quero mais, mommy. — Pediu com a voz abafada pelo travesseiro. 

Fiquei de joelhos na cama e abri sua bunda, vendo seu cuzinho piscar. Lambi lentamente, atiçando-a e levantei um pouco seu quadril, descendo a boca até sua boceta que novamente estava molhada. Suguei seus lábios menores e introduzi a língua em sua entrada, vendo que ainda estava um pouco aberta. Coloquei outra camisinha e introduzi meu pau em sua boceta, segurando seus montes e vendo seu cu piscar cada vez que eu me enfiava toda. Levei meu dedo até lá e massageei o local, recolhendo um pouco da lubrificação de sua boceta e passando no buraco apertado, forçando só a pontinha do dedo. 

— Oooooh moommy... isso 

Meu pau vibrou ao perceber que ela gostava de ser estimulada alí. Deitei sobre suas costas e mordi sua nuca, puxando seu rosto pra mim e beijando seus lábios enquanto estocava em sua boceta quente. 

— Que bocetinha maravilhosa. — Mordi seu lábio inferior. — Gosta da mommy dentro? 

— Siiim. — Apertou o travesseiro quando estoquei mais fundo. — Gosto muito. 

Retirei meu pau e deitei na cama, me masturbando lentamente e chamando ela com meu pau. Camila levantou e sentou com uma perna de cada lado do meu corpo e pra minha surpresa sentou com força, prensando minhas bolas com sua bunda. Com as mãos apoiadas em minha barriga, a latina começou a subir e descer a boceta em minha extensão. Ela cavalgava como uma profissional e algumas vezes apertava meu pau dentro dela, aquilo me deixava louca. 

Pressionei seu clitóris com dois dedos e fiz movimentos circulares enquanto ela subia e descia, gemendo alto e apertando os próprios seios. Quando ela gozou e caiu o corpo sobre o meu, segurei em sua cintura e apoiei os pés na cama, fodendo sua boceta com rápidas estocadas e logo gozei, soltando jatos fortes de porra dentro da camisinha. 

Fodemos o resto da madrugada toda, Camila era insaciável e eu estava amando saber que eu ainda foderia muito aquela bocetinha apertada da minha ninfomaníaca.



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