História Camren Hot - Capítulo 13


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Camrengip, Hot, Laurenjauregui
Visualizações 768
Palavras 2.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Helloooooo
Gente o que foi aquele capítulo passado? Eu tô com medo de dormir e acordar no inferno junto com todos vocês.
Bom, eu vou logo avisando que esse capítulo não vai ter parte dois.
Enjoy!

Capítulo 13 - A Viagem.


Pov. Camila 

Eu e minha melhor amiga, Lauren, estávamos brigadas e não nos falávamos mais do que o necessário, mas como a vida é uma tremenda filha da puta, fomos obrigadas a viajar juntas pra acertar a matricula da faculdade que ficava dois dias de distância da nossa cidade. Meu humor não estava dos melhores e eu tinha vontade de bater a cara dela no painel do carro. 

— Você pode por favor parar de cantar? 

Ela não me deu ouvidos e continuou com sua cantoria. Estávamos na estrada a aproximadamente 4 horas e eu estava cansada, minhas costas doíam e minha bunda já estava quadrada. Dei graças a Deus quando avistei uma lanchonete, seria perfeito, já que eu estava com fome e aproveitaria pra esticar as pernas. Estacionei o carro e desci sem dizer nada, sabendo que ela me acompanharia. O local não era luxuoso, mas era bem aconchegante e tinha um visual rústico.  

Nos sentamos e logo uma garçonete linda se aproximou sorrindo gentil pra nós. A garota foi super atenciosa e me deu ideias do que pedir. Durante todo o tempo eu não consegui tirar meus olhos dela e podia sentir o olhar de Lauren me queimar e tenho certeza que se tivesse poderes, eu teria matado minha melhor amiga no momento em que ela e chutou por debaixo da mesa. 

— Qual o seu problema? — Perguntei assim que a garçonete se afastou. 

— Pode parar de babar na garota? — Cruzou os braços daquele jeito emburrado dela. 

Não disse mais nada e ficamos esperando nosso lanche em silêncio. A comida estava maravilhosa e eu pedi o mesmo pra viagem, não queria ter que parar mais uma vez, a não ser pra dormir um pouco em algum hotel. Quando o segundo pedido chegou, joguei o dinheiro sobre a mesa. 

— Vou ao banheiro.  

Avisei e não esperei ela dizer nada. Entrei no local que ficava ao fundo da loja e fiz o que tinha que fazer, logo saindo da cabine pra ir lavar as mãos. Antes mesmo que eu terminasse, a porta foi aberta e a garçonete entrou e sorriu ao me ver, caminhando timidamente até uma das cabines e se trancando lá.  

— Sabe, eu te achei muito bonita e tenho alguns minutos livre antes de pegar a estrada. — Disse alto pra que ela ouvisse. Ela saiu da cabine e caminhou até a pia pra lavar as mãos. — Que aproveitar um pouco? — Perguntei descendo o olhar para sua bunda avantajada.  

— Aproveitar como? — Me encarou pelo reflexo e eu sorrir maliciosa. 

— Assim. — Agarrei sua cintura, virando-a pra mim e beijando seus lábios. 

Suas mãos foram para os meus cabelos e ela os puxou, ofegando em minha boca e colando mais nossos corpos. Seu beijo era divino, eu me sentia queimando e quase fui a loucura quando ela desce uma mão entre nossos corpos e adentrou minha calcinha, tocando meu clitóris e movendo circularmente. 

Coloquei minhas mãos em sua bunda e apertei, descendo os beijos para o seu pescoço e me controlando pra não gemer alto com tudo o que sua mão dentro da minha calça estava fazendo. Quando eu estava prestes a despir seu corpo, a porta foi aberta e uma Lauren com uma cara nada boa me fuzilou com os olhos. 

— Vamos embora. — Disse autoritária com aquele olhar mortal que me fazia temer pela minha vida. 

Me afastei da garçonete e me recompus, lhe pedindo desculpas e saindo com a fera logo atrás de mim. Eu sentia que ela queria me matar e provei isso quando chegamos perto do carro e ela me deu um tapa estalado no braço. 

— Tá maluca? — Acariciei meu braço olhando pra ela que tinha uma sobrancelha arqueada. 

— Não, mas vou ficar se você não entrar na porcaria desse carro e começar a dirigir. 

Sem mais, ela sentou no banco do passageiro e colocou o sinto. Neguei com a cabeça e fiz o que ela mandou antes que eu levasse mais tapas. Voltei a dirigir e a situação dentro da minha calcinha estava desconfortável. Lauren não me deu nem tempo de me limpar. O som dessa vez estava desligado e ela olhava pela janela do carro, mas me olhou ao perceber que eu estava inquieta. 

Continuei com o olhar fixo na estrada e ela me olhava de forma avaliativa. Após alguns minutos que mais pareceram horas, sua mão foi pra minha coxa em uma caricia nada inocente. Eu sabia o que iria acontecer. Lauren era uma ciumenta nata, e isso piora muito quando se tratava de mim. Quando tínhamos 15 anos e ela me viu sendo beijada por um colega de escola, ela ficou louca, afastou o garoto de mim na base do soco e me enfiou na primeira sala vazia que encontrou, não me dando tempo nem de respirar e me beijando de uma forma que durante todos esses anos, ninguém nunca conseguiu ao menos chegar perto. Desde esse dia passamos a ter uma amizade colorida. 

— Você ficou molhadinha com ela te tocando, não foi? — Perguntou com a voz rouca e eu assenti. — O que queria que ela fizesse? 

— Queria que... — Perdi a fala quando ela apertou meu sexo por cima do jeans. — Que ela me fizesse gozar. 

Lauren soltou um suspiro e abriu o botão da minha calça, descendo-a até abaixo das minhas coxas com minha ajuda. Retirou o cinto e se aproximou mais, colocando a mão dentro da minha calcinha e me acariciando, enquanto sua respiração quente arrepiava minha pele. 

— Eu posso resolver isso. — Mordeu o lóbulo da minha orelha. — Posso fazer você gozar nos meus dedos. — Pressionou um dedo em minha entrada. — Posso fazer você gozar na minha boca. — Lambeu me pescoço com sua língua macia. 

Minha boceta já se contraia contra o nada e eu só queria que ela me fodesse forte e duro. Minha respiração estava descompassada e eu tentava não perder o controle da direção. 

— Então faça. — Sussurrei e no mesmo segundo dois dedos me invadiram. 

Apertei as mãos no volante e gemi em resposta. Seus dedos entravam e saiam com rapidez, atingindo fundo e os pontos certos. Lauren me conhecia tão bem que poderia me fazer gozar em segundos, mas ela gostava de prolongar e eu não poderia me importar menos. 

— Porra Camila, eu nunca me canso de foder sua boceta. — Disse ofegante em meu ouvido, sugando e mordendo minha orelha.  

Me controlei ao máximo pra não fechar os olhos quando meu corpo esquentou e minhas paredes começaram a apertar seus dedos enquanto eu gozava de forma intensa, como sempre era com ela. Seus dedos ainda me acariciaram um pouco mais, prolongando meu prazer e logo ela afastou sua mão, me fazendo protestar. 

Quando minha respiração se normalizou, olhei pra ela que tinha um sorriso satisfeito no rosto. Retirei uma mão do volante e coloquei por baixo do seu vestido, sentindo o quão molhada ela estava e sorrindo ao saber que era eu quem causava isso nela. Passei os dedos por sua calcinha molhada e ela soltou um gemido, segurando minha mão. 

— Você tá dirigindo. — Ofegou quando pressionei meus dedos em seu clitóris. 

— Isso não me impede de te fazer gozar. — Voltei meu olhar pra ela e pisquei. 

Coloquei sua calcinha pro lado e enfiei dois dedos em seu sexo quente e molhado. Alternando o olhar entre a estrada e a garota excitada ao meu lado, comecei a estocar meus dedos, dentro e fora, lento e rápido, forte, fundo. Seus gemidos me enlouqueciam e olhar seu rosto suado e vermelho me fazia ter vontade de estar em uma cama com ela cavalgando em meus dedos. 

— Eu tô perto. — Ofegou enquanto levava o quadril de encontro aos meus dedos. 

— Eu sei baby. 

Com um gemido alto e longo, sua boceta apertou meus dedos e ela se derramou em minha mão, convulsionando em prazer. Arrumei sua calcinha e levei meus dedos até a boca, lambendo seu gozo dos meus dedos e fechando os olhos ao sentir seu gosto. 

— Porra. — Virei o volante pra direita e parei em frente a um hotel de beira de estrada. 

— Nós não podemos para agora. 

— Foda- se, eu preciso te chupar.  

Retirei o cinto e me inclinei pra beijar sua boca de forma desesperada, sentindo meu corpo esquentar ao saber o que eu poderia fazer com ela dentro de quatro paredes. 

 

Pov. Lauren 

Eu estava com tanto tesão que assim que entramos no quarto, puxei Camila pela cintura e a beijei. Retiramos nossas roupas com pressa e logo Camila me agarrou, nos guiando até a cama e deitando por cima de mim, com uma perna entre as minhas, pressionando meu sexo. Seus beijos desceram para o meu pescoço e logo estavam em meus seios, sugando, mordendo e me deixando cada vez mais sem fôlego.  

Apertei minhas mãos em seus cabelos e observei sua língua tremer sobre meu mamilo esquerdo enquanto seus dedos brincavam com o direito. Enquanto eu gemia e arranhava suas costas, Camila foi descendo os lábios em minha barriga, me olhando com aqueles olhos quentes, cheios de tesão.  

Ela beijou minha barriga, meu umbigo, meu ventre e quando achei que ela desceria até minha boceta, seus lábios desviaram, beijando a parte interna da minha coxa e sua língua deslizou em minha virilha. Eu estava queimando, só queria sentir sua língua aveludada me sugando. 

— Camila... — Segurei sua cabeça e forcei em meu centro, sentindo seu riso contra minha pele. — Me chupa logo. 

Camila abriu mais minhas pernas e eu soltei um grito de prazer ao sentir sua língua deslizar em meu sexo. Sua língua brincou com meu clitóris, desceu pra minha entrada e logo ela sugava meus pequenos lábios, voltando com a boca até meu clitóris inchado que clamava por atenção. 

Ela sugou, lambeu e mordeu cada centímetro da minha boceta e quando sentiu que eu iria gozar, colocou sua língua em minha entrada e esfregou meu nervo até que eu libertasse meu prazer em seus lábios vermelhos. Quando meu corpo parou de convulsionar e ela terminou de sugar cada resquício do meu gozo, Camila escalou meu corpo, beijando minha pele e parando os lábios nos meus, sugando o inferior e logo adentrando minha boca com sua língua maravilhosa.  

— Nunca me canso do seu gosto. — Mordeu meu lábio e depois o sugou. 

— E eu não me canso de você. 

Seu sorriso me desmontou e gemi ao sentir seus dedos me invadirem com força. Com o indicador e o médio ela me fodia forte e com o polegar acariciava meu clitóris, me levando a loucura. Eu tinha quase certeza que quem quer que estivesse naquele hotel estava ouvindo meus gemidos, mas eu não me importava, eu só conseguia pensar na mulher em cima de mim que me dava prazer só de me olhar nos olhos. 

— Você é tão quente. — Sussurrou em meus lábios, fechando os olhos e estocando mais forte. — Eu fico louca com você, Lauren. 

— Não tanto quanto eu com você. — Rebolei de encontro aos seus dedos e arranhei suas costas. 

Suas investidas ficaram mais intensas quando passei a gemer seu nome repetidas vezes em seu ouvido, sabia que aquilo a deixava louca e por isso fazia. Seus dedos me fodiam fundo e forte, do jeito que eu gostava e seus suspiros só me deixavam ainda mais quente. Quando gozei novamente, Camila não perdeu tempo e desceu até minha boceta, lambendo meu gozo e beijando meu sexo de um jeito que só ela sabia. 

Camila voltou a deitar sobre mim e agarrei as mãos em sua bunda e pressionei meu sexo ao dela, arrancando gemidos de nós duas. Camila segurou minha coxa em sua cintura, me deixando mais exposta e facilitando o contato entre nossas bocetas. Eu não sabia dizer ao certo o que era melhor no nosso sexo, pois Camila era uma latina dos infernos que transformava um beijo em um mar de orgasmos. 

Minhas mãos apertavam sua bunda, meu quadril se chocava com o dela, meus lábios deslizavam sobre os seus, meu corpo inteiro chamava por ela e ela atendia cada chamado, calando nossos gemidos desesperados com nossas bocas unidas. Camila entrelaçou nossos dedos e levou minhas mãos acima da cabeça, colando a testa na minha e deixando nossos lábios próximos enquanto rebolava sua boceta na minha em busca do nosso orgasmo. 

Minha mente era um borrão e tudo o que se passava nela era que eu teria um orgasmo a qualquer segundo. Quando meu ventre se contraiu e um gemido saiu do fundo da mina garganta e não pude segurar, mas junto com ele escapou um: 

— Eu te amo, Camila. 

E nós atingimos o ápice juntas, tremendo os corpos suados e unidos. Seu corpo desabou sobre o meu e sua respiração forte batia em meu pescoço. Eu sentia meu coração mais acelerado que o normal e sabia que ela podia sente-lo contra ela. Seus braços me apertaram contra ela e sus suspiro me arrepiou. 

— Eu também te amo, Lauren. 


Notas Finais


E então?
Mais uma vez NÃO VAI TER PARTE 2 por motivos de que eu não tô afim.

Gente eu tenho tanta dificuldade em fazer hot lésbico, acho mais fácil quando é G!P, mas eu sou uma pessoa de bom coração e faço isso por vocês.

NÃO ESQUEÇAM DE MANDAR SUGESTÕES LÁ NO CAPITULO DE SUGESTÕES.


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