História Camren Hot G!P - Capítulo 14


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camilacabello, Camren, Camrengip, Hot, Laurenjauregui
Visualizações 1.864
Palavras 1.134
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Estrada Deserta (Not G!P)


Pov. Lauren 

Se eu tivesse dinheiro eu com certeza usaria ele pra contratar alguém pra matar minha chefe. Sério, aquela velha me tira do sério. Faltavam apenas 20 minutos pra eu ir embora quando aquela oxigenada me jogou uma pilha de papéis e eu teria que deixar tudo resolvido na manhã seguinte bem cedo. Apesar de morta de raiva, fiz o que me foi mandado, afinal, eu me sustendo com isso. 

Era quase meia noite quando finalmente entrei em meu carro e dei partida, saindo do estacionamento da empresa. As ruas estavam desertas e não tinha trânsito, então eu podia acelerar bastante. Enquanto corria por entre as ruas, pensava em diferentes formas de matar minha chefe, poderia ser eletrocutada talvez com o telefone, ou envenenada com sua salada ridícula, ou talvez... 

— Mas que porra. — Digo assim que vejo a estrada bloqueada por uma árvore enorme. 

Após xingar muito a natureza, respiro fundo e dou a volta, entrando em uma estrada que eu não fazia ideia de onde ia dar. Essa é a parte ruim de viver uma rotina. Eu estava morando aqui há 2 meses e sempre pegava o mesmo caminho, nunca me desviando, e agora eu tinha que fazer isso e não tinha ideia de onde estava indo. 

Eu morava em uma área afastada da cidade, então tinha poucos vizinhos e um total de 0 amigos. A estrada que eu estava naquele momento se assemelhava muito com as estradas de filme de terro, onde a adolescente, geralmente burra, tinha problema com o carro e quando descia um cara estranho aparecia e nunca mais ninguém encontrava a garota. É eu preciso parar de assistir filmes de terro por que isso não... 

— Oh meu Deus... não, não, não. — Comecei a me desesperar quando o carro fez um barulho estranho e fumaça começou a sair do capô. 

Okay, mantenha a calma. Respirei fundo e olhei ao redor. Tudo estava escuro e apenas o farol do carro iluminava a frente da estrada deserta. Peguei uma lanterna no porta luvas e desci do carro, caminhando até o capô e tentando descobrir como que se abre essa merda. A fumaça continuava a sair e cheirava muito mal. Maldita hora em que eu fui comprar um carro usado. Meu dia poderia ser pior? 

— Algum problema, moça? — Oh sim, poderia piorar muito. 

Olhei na direção da voz e apontei a lanterna, vendo uma pessoa totalmente de preto, com capuz na cabeça me olhando atentamente.  

— Não, tudo sob controle. — Disse com a voz tremula e ouvi sua risada. 

A pessoa se aproximou e retirou o capuz, me fazendo suspirar aliviada ao perceber que era uma mulher. Ela chegou mais perto e me analisou dos pés à cabeça, mordendo o lábio inferior. 

— Olha, tenho duas opções. — Disse agora me olhando. — A primeira, você me deixa te comer e depois eu te ajudo com o carro, ou a segunda, eu te como a força e nada feito sobre o carro. 

Engoli em seco e me afastei dela rapidamente, sentindo meu coração na garganta. Ela ficou me observando e cada vez que eu me afastava ela se aproximava. 

— Não encosta em mim. — Ameacei ela com a lanterna na mão. 

— O que vai fazer? Me iluminar até eu morrer? — Perguntou sarcástica, se aproximando mais rápido. — Parece que escolheu a segunda opção. 

Não tive tempo de correr, ela me puxou contra seu corpo e me prensou contra o carro, mordendo meu pescoço de forma bruta. Tentei empurrar seu corpo, mas ela segurou meus pulsos atrás do meu corpo e passou a boca em meu colo, cheirando minha pele e passando a língua em minha clavícula. Seus braços me seguravam com força e eu tinha vontade de chorar e gritar por socorro, mas sabia que ninguém me ouviria.  

Ainda com minhas mãos presas atrás do corpo, ela me arrastou até o carro e me fez entrar e deitar no banco de trás, entrando junto comigo e sentando em meu quadril. Minhas mãos foram levadas até acima da minha cabeça e ela as prendeu na porta com abraçadeiras de plástico. Rasga minha roupa como se fosse de papel e me deixa apenas de calcinha, já que o vestido que eu usava não precisava de sutiã.  

Meu peito subia e descia e o choro estava preso em minha garganta, eu não daria esse prazer pra ela, seria forte. Minha calcinha foi a próxima a ser rasgada e eu fechei os olhos pra reprimir as lágrimas, e alí, nua e exposta pra uma maluca que queria meu corpo, eu senti seus dentes em meu queixo, mordendo lentamente e logo descendo aos meus seios e porra, eu tinha que admitir, sua boca era maravilhosa. Ela sugava meus mamilos e apertava meus seios, soltando gemidos de satisfação, como se eles fossem sua sobremesa favorita. 

Quando seus beijos foram descendo por minha barriga, eu tentei desviar meus pensamentos, não queria que ela soubesse que aquilo tinha me excitado. Eu sei, me chamem de louca, mas eu tinha fetiche em sexo brutal, nunca consegui encontrar ninguém que me proporcionasse isso, mas aquela desconhecida, que queria me pegar a força, parecia entender bem daquilo. Senti sua boca próxima ao meu sexo, beijando minha pele e abrindo mais minhas pernas, até sua boca afundar em meu centro, me sugando e me lambendo. 

— Oooh... — Me senti uma vadia ao gemer pra ela. 

Seus olhos negros me olhavam com luxúria e ela parecia compreender o que se passavam em minha mente. Sua boca fazia mágica lá em baixo e eu mandei a consciência pros ares e passei a soltar gemidos enquanto abria mais minhas pernas e impulsionava meu quadril em direção a sua boca. 

— Que gosto incrível. — Diz com a voz rouca e volta a chupar meu clitóris inchado. 

Suas mãos vão até meus tornozelos e ela dobra minhas pernas, me deixando a sua mercê. Sua boca volta pra minha boceta, me chupando com vontade, mordiscando meu clitóris e passando a língua entre meus pequenos lábios. Seus lábios prendem meu clitóris e sua língua treme em meu nervo, me levando ao céu e ao inferno em segundos.  

Meus gemidos eram altos e a todo momento eu tentava fechar as pernas, mas suas mãos me impediam. Me contorço de prazer sobre o banco do meu carro, excitada com seu perfeito trabalho com a boca e seus olhos marcantes em mim, eu gemia feito louca. Sinto seus dedos entrarem suavemente em mim, entrando e saindo, enquanto sua boca continuava a me chupar. 

Sinto ela sugar meu clitóris e grito de prazer, sentindo que poderia morrer, mas morreria feliz. Quando meu orgasmo chega, convulsiono e rebolo em sua boca, lhe oferecendo tudo de mim, enquanto ela me sorvia e murmurava em satisfação. 


Notas Finais


Esse vai ter continuação, mas não hoje, pq eu tenho uma vida e não posso ficar aqui só escrevendo hot e acabando com minhas calcinhas.


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