História Can I Be With You? - Capítulo 50


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Neal Cassidy (Baelfire), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Violet, Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Amor, Drama, Emmaswan, Famila, Morrilla, Ouat, Reginamills, Swanqueen, Swen
Visualizações 313
Palavras 5.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alguém ai? 🤨



Tenham uma ótima leitura e não deixem de comentar! 💜🤪

Capítulo 50 - Atira Emma, atira!


EMMA

Quarta-feira

- Pai? – Ele me olha. – O Hyde te deu alguma resposta?

- Ainda não. A única coisa que ele me informou foi que está planejando tudo da melhor forma para que nada dê errado. Eu quero estar lá para poder prendê-lo.

- Prender é o mínimo, pai. Ele tem que sofrer por tudo que fez à Regina.

- Filha, eu não vou deixar você sujar suas mãos com o Colter. Quando o Hyde capturá-lo, levaremos esse traste para a prisão. – Apenas suspiro, eu tinha que dar um jeito de falar com o Hyde. 

Os minutos se passaram e eu continuei a revisar alguns casos como meu pai tinha me ensinando e depois mostrava a ele para ver se estava tudo certo.

Ouvimos alguém bater na porta e logo a sua secretária aparece.

- Com licença! – Ela nos sorri. – Dr. David, precisamos ir! – Meu pai faz cara de dúvida, mas logo parece se lembrar.

- Tinha me esquecido completamente dessa reunião! – Nega com a cabeça e sorri.

- Preciso ir também?

- Não, é uma reunião com os outros advogados, será rápido. – Ele passa por mim me dando um beijo na testa. – Já volto! – E se vai.

Continuo a fazer meu trabalho até que o celular do meu pai toca. Me levanto para atender, era minha mãe.

- Oi, mãe! – Digo ao atender a ligação.

- Emma, cadê seu pai?

- Ele está em uma reunião. É alguma coisa importante? – Me preocupo.

- Não! – Ela ri. – Só queria confirmar o jantar de hoje à noite.

- Hmmm! Jantar à sós com o papai, né? – Dessa vez ela solta uma risada alta.

- Você não vale nada, Emma! – Rio. – Agora eu vou desligar, mas peça a ele para me retornar, por favor!

- Claro, mãe. Beijos!

- Beijos, filha! Te amo!

- Eu te amo também!

- Como é bom ouvir você dizer isso! – Eu fiquei sem graça!

- Okay, dona Mary, agora eu tenho que ir! – Rimos.

- Tchau, filha! – Desligo e por curiosidade vou até a lista telefônica do meu pai e procuro o número do Hyde. Não achei, deveria está salvo o contado com outro nome. Então, vou no WhatsApp dele e vejo o terceiro chat: Caçador. Sério pai?

Sem perder mais tempo, pego meu celular e anoto o número. Fecho o aplicativo e volto para minha mesa, continuo a fazer minhas obrigações até meu pai retornar.

- Pai, a mamãe ligou e pediu para você ligar para ela.

- Deve ser para confirmar o jantar.

- Isso mesmo!

- Quer ir conosco? Pode levar a Regina.

- Não, vamos deixar para uma próxima. Quero ir ao cinema com ela hoje.

- Tudo bem. – Meu pai retorna a ligação da minha mãe e logo desliga. O restante da tarde foi bem tranquila, mandei mensagem para Regina convidando-a para o cinema e ela aceitou.

👑


Cheguei em casa e encontrei minha namorada pronta, sentada na sala com Zelena, Margot, Ruby e Cora. Dei um selinho na Regina, abracei as outras mulheres e fiz os dois com a minha sobrinha, depois disso subi para o quarto, ao adentrar peguei meu celular, tranquei a porta e liguei para o Hyde.

- Quem é? – Ele diz do outro lado da linha.

- Olá, Hyde! Sou eu, Emma, filha do David Nolan.

- Ah! Olá Emma! Ao que devo sua ligação?

- É sobre o Daniel.

- Eu já falei com o David que estava organizando tudo para nada dar errado, não se preocupe!

- Sim, eu sei! Mas eu vou te pedir um favor.

- Se estiver ao meu alcance...

- Quando vocês organizarem o dia da emboscada quero participar.

- Eu não sei, pode ser perigoso.

- Eu sei me cuidar e vocês estarão lá, meu pai não quer me deixar ir e se ele for quer levá-lo direto para cadeia.

- Sem antes apanhar um pouquinho? – Tive que rir. – Assim não tem graça! Façamos assim, eu posso até me prejudicar com isso, mas não avisarei ao David quando tudo estiver pronto, entrarei logo em contato com você. Combinado?

- Sim! – Suspiro aliviada. – Muito obrigada, Hyde!

- Não precisa agradecer, sei que quer se vingar e vamos te ajudar com isso. Até logo Emma!

- Até! – Desligo a chamada e sorrio, mas desfaço quando ouço alguém bater na porta.

- Amor, você já está pronta? Vamos nos atrasar! – Vou até a porta e destranco. – Por que a porta estava trancada? – Ela me olha interrogativa.

- Por nada! – Lhe dou as costas indo em direção ao banheiro. – Você pode separar minhas roupas, por favor?

- Claro! – Me responde. Eu não demoro muito no banho. Ao sair, minha namorada estava voltando do closet. Ela pegou uma calça jeans rasgada nos joelhos e uma blusa 3x4 amarela para eu usar.

- Obrigada, amor! – Começo a me arrumar enquanto ela me observava. – O que foi?

- Desde segunda você está muito estranha. Parece que está me escondendo alguma coisa.

- É impressão sua, amor! – Olho em seus olhos, sei que estou errando em mentir, mas não poderia falar a verdade para ela, não naquele momento.

- Eu estou de olho em você, Emma!

- Pode continuar! – Rimos. Termino de me arrumar e me aproximo dela. – Vamos, dona desconfiada? – Ela revira os olhos.

- Vamos! – Peguei sua mão e seguimos para o andar de baixo, nos despedimos do pessoal e ao passarmos pela porta Regina me entrega a chave do carro. – Hoje você dirige! – Me olha e sorri ao entrarmos no veículo.

- Isso que é confiança, meus amigos! – Ri e logo dei partida no carro. Minha morena ligou o rádio, que tocava uma música calma.

- Hoje eu estava arrumando as roupinhas que compramos, algumas eu mandei a mamãe doar. – Suspiro e coloco minha mão em sua coxa.

- Tudo bem, nós podemos comprar mais hoje. Agora que sabemos o sexo. – A olho de lado.

- Eu queria a nossa menina também, amor. Não queria ter perdido ela – A voz dela embarga.

- Eu sei vida! Eu também não queria que nada disso tivesse acontecido. – Ouço seu soluço e descido encostar o carro no acostamento. Retiro meu cinto fazendo o mesmo com o dela, que não parava de chorar. Afastei meu banco para trás e a puxei para meu colo.

- Eu estou tentando ser forte todos os dias. Eu tento não chorar, mas é difícil. – Ela diz entre os soluços. Eu tentei segurar minhas lágrimas, mas foi impossível ao ouvir Regina chorando desesperadamente.

- Não seja forte hoje. Pode chorar meu amor. Eu estou aqui com você. – Ela continua a chorar, encosto sua cabeça em meu ombro e faço carinho em seus cabelos.

- Eu estou com medo de que alguma coisa aconteça e eu perca o nosso menino também. Eu não vou suportar Emma!

Dois corações - Melim


- Hey, minha linda! – Levanto seu rosto para que ela me olhe. – Eu não vou deixar mais nada de ruim acontecer à vocês. Eu te prometo! Você confia em mim?

- Claro, amor! – Lhe dou um selinho que se mistura com nossas lágrimas, encosto minha testa na dela e aliso seu rosto com meu polegar. – Eu amo você! – Faço carinho no seu nariz com o meu e ela sorri.

- Eu te amo muito mais! – Me dá outro selinho e sai do meu colo voltando a sentar no banco do carona. – Agora temos que ir, se não vamos perder o filme. – Dou um beijo em sua bochecha e volto a ligar o carro, Regina segura minha mão e suspira.

Não demoramos a chegar no shopping, estacionei meu carro e logo entramos no local. Retiramos as entradas para a sessão, compramos pipoca e refrigerante e antes de entrar na sala Regina ainda comprou um pacote enorme de Doritos.

Depois de acomodadas e após os trailers, o filme teve início. Escolhemos 'Minha vida em Marte' e nunca vi minha namorada rir tanto como estava rindo com aquele filme.

Quando chegou ao fim, Regina reclamou e disse que um filme tão bom assim deveria durar muito mais. As pessoas que passavam ao nosso lado concordavam com ela. Eu apenas ria, realmente o filme tinha sido hilário.

- O que você que fazer agora, moça? – Lhe perguntei.

- Comer? – Fomos para a praça de alimentação e Regina pediu o combo do Burger King e ganhou uma coroa de brinde, não perdi tempo e tirei uma foto dela mordendo o lanche e mandei no grupo com a legenda: Alimentando minha rainha!

Ri com as respostas delas e Regina ao perceber o celular vibrando abriu o aplicativo e me olhou.

- Amor! Como você teve coragem de fazer isso comigo? – Joga um guardanapo amassado em mim.

- Você estava tão linda, eu tive que compartilhar! – Ri enquanto ela fez cara de indignada.

Deixei Regina descansar um pouco antes de retornarmos para casa, passeamos pelo shopping até ela me puxar para dentro de uma loja, olho para ela confusa, e a morena me diz:

- Quero te dar um presente, amor. – Sorri.

- Vocês... – Aliso a barriguinha dela. – Já são os meus presentes.

- Eu sei, mas eu quero te dar outro. – A recepcionista a atende e ela explica o que quer, a moça lhe mostra várias gargantilhas, até ela gostar de um modelo, mas não me deixou ver.

- Não vai me deixar ver? – Ela nega com a cabeça e a vendedora ri. – Isso não vale!

- Tenha calma, você já vai saber qual é! – Logo a vendedora retorna com uma sacolinha com o nome da loja e entrega à Regina, agradecemos e saímos da loja.

- Agora eu posso ver? – Paro em sua frente.

- Você é muito curiosa, meu Deus! – Revira os olhos. – Em casa eu te mostro. Vamos?

- Não acredito que você me fará esperar até em casa. – Ela me olha e sorri. – Okay, mas vai ter volta. - Passamos em frente à lojinha de bebê e suspiramos.

- Temos que começar a comprar as coisinhas para o nosso bebê, amor! – Ela me alerta. – E reformar o futuro quarto dele. Aliás, acho melhor esperar nascer. Vai que a gente arruma o quarto compra as roupinhas e eu perco ele também?! – Ela sorri sem graça e eu paro de andar.

- Não fala isso, não vai acontecer mais nada à você ou ao nosso filho! – Ela olha para o chão, beijo o topo da sua cabeça e ergo seu rosto. – Tudo bem? – Ela apenas afirma com a cabeça.

- Desculpa eu ter dito isso!

- Não se desculpe! – Volto a pegar sua mão e voltamos a andar para a garagem do shopping.

- Já tem consulta marcada?

- Daqui a duas semanas. – Diz.

- Mal posso esperar para ver como o nosso príncipe está! Na verdade, não vejo a hora dele nascer. – Ela ri.

- Nem eu, amor! Nem eu!

👑


Chegamos em casa por volta das nove e meia da noite, entramos na sala e só estavam Ruby e Zelena.

- O casal chegou! – Diz minha cunhada. – Aliás, ficou ótima aquela foto da Regina. – Solta uma gargalhada junto com a namorada e Regina lhes mostra o dedo do meio.

- Eu até imprimi. Aquela foto está maravilhosa! – Foi a vez da Ruby zoar Regina que pega uma almofada jogando na direção delas e por último me dá um tapa no braço.

- Ai, amor! – Aliso o local.

- A culpa é sua! – Ela vai até o sofá onde as meninas estavam e senta, pegou o balde de pipoca que estava nas mãos de Zelena e começou a comer.

- Regina, você já comeu muita pipoca hoje! – Digo.

- Mas essa está com leite condensado.

- É nossa, devolve! – Zelena estica a mão.

- Não! – Diz e se afasta.

- Deixa ela, Zel. Gina está grávida. – Ruby diz.

- Então vai fazer mais já que está defendendo ela. – Revira os olhos.

Conversamos e Ruby foi fazer mais pipoca, elas estavam assistindo uma série meio doida, porém legal, até que uma das personagens diz: "Louvado seja satanás!" Vejo Regina, Zelena e Ruby caírem na gargalhada quase se engasgando com a pipoca.

- Essa série é o auge! – Minha cunhada fala rindo.

Assistimos mais três episódios com elas e depois fomos para o meu antigo quarto. Tomei banho com Regina, lavei seus cabelos, ensaboei seu corpo e o desejo de tê-la veio à tona, mas minha morena ainda não tinha passe livre, então me contive.

Saímos do banheiro e nos secamos. Eu coloquei meu pijama e me sentei na cama, Regina saiu do closet apenas de top e calcinha box cinza. Na mão direita ela trazia a sacola da loja de joias, se aproximou de mim e tirou uma caixinha de dentro.

- Nada nessa vida chega aos pés de tudo o que você é para mim e tudo que tem feito por mim. Mas essa gargantilha... – Abre a caixinha me dando a visão de um cordão de ouro com um coração coroado na mesma cor e no meio continha a letrinha R. – É uma forma de você lembrar de mim e de estarmos sempre juntas! – Eu já chorava e Regina tinha um brilho nos olhos. – Me deixa colocar? - Me pergunta limpando as lágrimas que escorriam dos meus olhos, afirmo. Coloco meus cabelos para o lado, Regina passa a correntinha pelo meu pescoço e a prende.

- É linda, igual você! – A olho pelo espelho. – Obrigada, amor! – Me viro de frente para ela e a puxo para um beijo, Regina colocou a mão em minha nuca pedindo passagem com a língua para aprofundar o beijo que se tornou urgente, me afastei quando o ar se fez necessário, mas ela continuou com os beijos pelo meu pescoço.

- Amor, eu te quero! – Sussurra entre os beijos.

- Ainda não podemos, vida! – Lhe afasto um pouco de mim.

- Claro que podemos, meus pontos já caíram é só a gente fazer devagarinho. Por favor! – Me olha com cara de cachorro abandonado.

- Você tem certeza? – Ela afirma rapidamente, mordendo o lábio inferior. Sem dizer mais nada a guio para a cama, paramos apenas para que eu retirasse seu top, deixando seus seios, que estavam maiores, livres.

Dei um beijinho em cada mamilo fazendo Regina gemer baixinho, me ajoelhei em sua frente beijei sua barriga, coloquei minhas mãos na barra de sua calcinha retirando-a devagar e joguei em qualquer canto do quarto.

Meu olhar foi direto para o seu sexo, beijei sua coxa direita e depois a esquerda, depositei um beijo demorado em seu centro e ela colocou a mão sobre minha cabeça.

- Deita, amor! – Ela se deitou e a puxei de leve pelas pernas ficando entre as mesmas colocando-as sobre meus ombros. Minha namorada já se encontrava totalmente encharcada, então assoprei seu centro e ouvi um gemido baixo.

- Emma, por favor não tortura! – Sua voz saiu como uma súplica. Dei uma lambida em seu sexo, de baixo pra cima e senti seu corpo tremer, repeti o ato algumas vezes.

- Você é deliciosa, amor! – Volto à sua buceta e passo a dar atenção ao clitóris inchado, comei a fazer movimentos circulares em seu nervo, quando senti suas mãos entre meus cabelos.

- Emma! – Gemeu meu nome alto, me incentivando a continuar, ela se apoiou sobre os cotovelos e a olhei nos olhos. – Oh meu deus! – Ela se deitou na cama novamente, começando a rebolar em minha língua, sem controle.

Os gemidos da minha namorada se tornavam cada vez mais altos, ela chegou a colocar a mão direita sobre a boca para abafar, mas não deixei, amava ouvir seus gemidos. Foi então que a penetrei com dois dedos e Regina praticamente gritou, me fazendo recuar.

- Po...por que parou? – Ela me olha.

- Pensei que tinha te machucado.

- Volta a me chupar, Emma! E não tira esses dedos e essa língua da minha buceta até que eu goze! – Sorri, minha mulher é uma safada.

Voltei à posição anterior e retomei o que estava fazendo, dessa vez com mais força e rapidez, Regina já gemia descontroladamente cravando os dedos em meus cabelos. Senti suas paredes internas apertarem meus dedos e seu corpo convulsionar, enquanto chamava meu nome. Suguei cada gota do seu orgasmo e subi pelo seu corpo distribuindo beijos.

Minha morena estava ofegante, mas com um sorriso no rosto a beijei fazendo com que ela sentisse seu próprio gosto.

- Amor, você está com muita roupa. – Me fala entre o beijo. Me ergui, ficando de joelhos entre suas pernas e retirei minha camisa e minha calça, junto com a cueca.

Deitei na cama e Regina entendeu o recado, ela veio engatinhando, sentou em meu quadril com uma perna em cada lado e beijou minha boca, um beijo de tirar o fôlego. Depois, ela começou a rebolar sobre o meu quadril, levei minhas mãos à sua cintura incentivando-a.

- Quero você dentro de mim, vida! – Ela ergueu e posicionou meu membro em sua entrada, descendo sobre ele devagar. – Aaaa! Que delícia! – geme alto, começou a rebolar e quicar em cima de mim.

- Você me deixa louca! – Me sentei com ela no colo e comecei a ditar meu ritmo, Regina passou os braços pelo meu pescoço, arranhando minha nuca, me deixando alucinada. Volto a beijá-la, gemendo enquanto a estocava.

- Emma... eu vou gozar... – Desceu com as unhas por minhas costas.

- Goza, amor! – Chupei seu ponto de pulso. – Goza que eu vou gozar com você! – E mais uma vez, minha namorada gozou loucamente para mim enquanto eu me derramava dentro dela.

Continuamos abraçadas, com nossas respirações aceleradas, ela deitou a cabeça em meu ombro e alisou minhas costas.

- Você está bem, amor? – Lhe pergunto.

- Maravilhosamente bem! – Me olha. – Quero mais! – Olho para ela surpresa.

- Amor, temos que pegar leve. – Alerto.

- E estamos. – Ela volta a rebolar em meu colo e como já era de se esperar, meu amiguinho ficou duro novamente. – E então, me fode a noite toda? – Teria como negar um pedido desse?! Jamais.

- Com muito prazer!

👑


Acordei com o toque do meu celular, estava cansada demais para levantar tão cedo. Com muito custo, abri os olhos e olhei para o lado, onde minha namorada dormia lindamente.

Levantei sem fazer nenhum barulho para não acordá-la, fui ao banheiro, fiz minha higiene e voltei para o quarto. Ouvi meu celular apitar e o pego, era uma mensagem do Hyde.

Emma, venha nesse endereço! Tenho que te passar umas coordenadas. De preferência agora pela manhã, e bom dia!

O respondo e me arrumo rápido, deixo um selinho em Regina e saio do quarto, o resto da família estava na sala então cumprimento-os.

- Ué, não vai tomar café? – Minha sogra me pergunta.

- Não, tenho que resolver umas coisas e estou atrasada, como alguma coisa na rua. – Eles me olham.

- Tem certeza? – Foi a vez da minha cunhada perguntar.

- Claro que sim, ruiva! Agora eu tenho que ir, até mais!

- Até! – Eles falam juntos. Saiu da grande casa e o Uber que eu tinha solicitado já havia chegado, mostro o endereço para o motorista, que segue para o local.

Meia hora depois, chegamos ao endereço, paguei o Uber e segui até a entrada, bati na porta e um homem negro e careca abriu sem muita demora.

- Olá! Você deve ser a Emma! – Me dá passagem. – Muito prazer, me chamo Facilier!

- O prazer é meu! – Aperto sua mão.

- O Hyde está à sua espera lá no quintal. Siga-me! – Ao chegar no quintal da casa, outros homens estavam por lá, inclusive o Hyde.

- Ela chegou. – Sorri, vindo em minha direção, assim como os outros rapazes. – Seja bem-vinda! – Fui apresentada à todos, muito simpáticos e engraçados.

- Qual o motivo para eu ter que vir aqui? – Me apresso em perguntar.

- Direta você, hein? – Jefferson ri. – Bom, primeiro, já temos o dia para pegar o Daniel. Segundo, queremos te ensinar a mexer nessa belezinha aqui. – Me mostra uma arma.

- Acho que não preciso aprender.

- Você vai aprender para caso o Daniel queira fugir. Assim, você vai acertar um tiro bem no meio da testa dele. – Hyde diz e sinto meus dedos coçarem.

- Não é difícil, já arrumamos tudo. – Vejo uns alvos e bonecos. – Você vai treinar e caso isso venha a acontecer, seu tiro será certeiro.

- Certo! – Rimos e começo meu treinamento. No começo foi bem difícil manusear a arma, mas depois de uns minutos, eu já conseguia acertar tiros nos alvos.

- É isso aí! Agora vamos parar para almoçar. – Me espanto com o que ele disse.

- Já está no horário do almoço?

- Já são duas da tarde, Emma! – Sinto meus olhos arregalarem.

- Eu tenho que ir embora!

- Se empolgou tanto brincando que esqueceu da vida! – Gideon gargalhou. Pego meu celular no bolso e vejo várias mensagens do meu pai, ligações da Regina, Zelena, minha mãe...

- Eu estou muito ferrada! – Olho para os homens.

- Só você dizer que estava com uma amiga.

- Não tenho amigos, apenas os do colégio e minha mãe conhece todos eles.

- Então, acho melhor você ir para casa. Amanhã será o grande dia! – Hyde me acompanha até a porta. Chamo um Uber e me despeço deles, suspirei ao entrar no carro. Teria meia hora para tentar driblar minha família.

Cheguei no grande portão da mansão Mills, saí do carro e Regina correu ao meu encontro, esse ato fez meu coração apertar.

- Vida, onde você estava? – Diz ainda no abraço. – Eu fiquei muito preocupada.

- Eu tive que sair para resolver algumas coisas, amor. Nada demais!

- Resolver o que, Emma?

- Nada demais amor! – Ela continua me olhando. – Eu passei a manhã em concessionárias, procurando por um carro que me agradasse e esqueci totalmente o horário.

- Emma, não minta para mim!

- Não estou, sério! – Olho em seus olhos, ela suspira e pareceu acreditar.

- Tudo bem, eu liguei para seus pais e tudo. – Rimos.

- Eu vi várias ligações de vocês, mas o celular estava no silencioso. Me desculpa mesmo por isso! – A abraço de lado e fomos para dentro da casa.

- A margarida estava atrás de carro para comprar. – Diz minha namorada assim que entramos na sala.

- Não acredito! Todo mundo aqui de cabelo em pé e você atrás de carro. – Zelena se levanta rindo.

- Me desculpem, de verdade! Não foi minha intenção deixar ninguém preocupado.

- Mas porque você não me disse que queria comprar um carro quando saiu? – Minha sogra pergunta e como se fosse um milagre meu celular tocou.

- É a minha mãe, vou atender. – Fui para o quarto e conversei com minha mãe. Após terminar de me explicar e receber a maior bronca resolvi tomar um banho, ao sair do banheiro, meu sogro estava à minha espera.

- Pode me dizer a verdade, Emma? – Ele se senta na ponta da cama.

- Não estou mentindo, senhor Henry.

- Emma... – ele se levanta e vem até mim. – Você não sabe mentir. Eu quero saber o que está acontecendo. – Suspirei.

- Deixa eu colocar uma roupa e conversamos. – Fui até o closet, troquei a roupa e voltei para o quarto. Contei tudo ao meu sogro.

- Então você foi aprender a atirar? – Afirmo. – Isso é perigoso. Você não deveria se meter nisso.

- Senhor Henry, eu quero fazer justiça. Meu pai quer levar o Daniel preso e isso não é o que ele merece. Ele tem que sofrer por tudo que fez com a Regina. – Ele me olha.

- Tudo bem, mas tome cuidado. Será amanhã? - Afirmo.

- Não. O senhor não pode ir! – Me olha e nega com a cabeça.

- Não vou. Cora jamais permitiria isso. – Se levanta. – Quando eu sair daqui a Regina vai entrar querendo uma explicação e ela te conhece melhor do que você mesma.

- É, eu sei. Mas eu vou dar um jeito. – Meu sogro beija minha testa e sai, no mesmo instante Regina entra séria, parando em minha frente.

- Vai me dizer o que está acontecendo ou vai continuar mentindo? – Cruzou os braços sobre os seios.

- Senta aqui. – Bato na cama, do meu lado e ela se senta. – Estou ajudando na investigação para pegar quem te atropelou, amor. – Pego sua mão. – Hoje eu saí, pois achamos que já tinha algum suspeito, mas não conseguimos nada.

- Emma, eu não quero você envolvida com isso. Deixa a polícia fazer o trabalho deles.

- Não posso. Não vou sossegar enquanto não encontrar quem fez isso com você e não me peça para parar, nem fique chateada comigo.

- Só não quero que nada de ruim te aconteça, amor. – Faço carinho em seu rosto.

- Não vai acontecer nada, pode acreditar. – Lhe dou um selinho. Voltamos para sala e meus pais estavam lá.

- Vamos conversar! – Meu pai me olha sério. Reviro os olhos e volto para o quarto que tinha acabado de sair.

- Pode falar! – Me sento no sofá.

- O que eu te disse? – Faço cara de dúvida. – Que não quero você envolvida na caça do Daniel, não foi?

- Mas eu estou e vou continuar! – Olho para ele. – Ele matou a minha filha, quase matou a minha mulher e a única coisa que você quer dar a ele é a prisão? Isso eu não vou aceitar!

- Eu sou seu pai e você tem que me obedecer! – Solto uma risada

- Desculpa David, mas da minha vida cuido eu. – Olho para ele. – Ele vai pagar pelo que fez com a Regina e pode ficar tranquilo que não vai acontecer nada comigo.

- Já sabe quando será a emboscada? – Meu pai não é besta e eu muito menos.

- Hyde disso que será no domingo à tarde.

- E ainda pegou o número dele no meu celular.

- Fala como se eu tivesse cometido um crime, só eu estou querendo vingança!

- Só estou preocupado com a sua segurança, filha.

- Não precisa, eu sei me virar! – Ele se aproxima de dando um abraço. Saímos do quarto.

Passamos a tarde em família, meus pais ficaram até a noite conosco. Falamos sobre minhas provas finais e minha formatura que estava para o final de semana, logo depois que pegasse meu certificado começaria a minha faculdade.

Assim que eles foram embora, nós também nos recolhemos, tomei um banho com meu amor, assistimos um filme e Regina dormiu na metade dele. Ouço meu celular vibrar, era o Hyde.

Amanhã, às 10:30, nos encontraremos em frente ao pet shop da quinta avenida. Até amanhã, atiradora de elite.

Ri da sua última frase, senti minha namorada me apertar mais em seu corpo, então decidi dormir, amanhã seria um longo dia!

👑


Acordei juntamente com Regina, tomamos banho e fizemos amor embaixo do chuveiro. Tomamos nosso café em família e dessa vez até a Ruby e o Henry, que já tinha encerrado suas aulas, estavam.

Quando meu celular marcou nove horas, chamei um Uber, me despedi do pessoal e da minha namorada, que quase não me deixou ir por medo de algo acontecer comigo.

Não demorei para chegar no ponto de encontro, onde Hyde e seus amigos já estavam.

- Bom dia, atiradora de elite! – Facilier me cumprimenta fazendo os outros rirem.

- Bom dia, pessoal. Vamos? – Entremos na carro e Leroy deu a partida. No caminho eles me contaram para onde estávamos indo e como tudo iria acontecer.

Chegamos no apartamento onde a ex-mulher do Daniel mora, Gideon bateu na porta e não demorou muito para ela abrir.

- Oi prima! – Ele abraça a mulher que retribui. Ela nos dá passagem para o local. Nos apresentarmos e ela disse que as crianças estavam na casa do atual dela.

- Prima, liga para ele e confirma o horário. – Gideon pede.

- Só um instante! – Ela se levanta e apanha o celular da mesinha de centro. – Está chamando... – Nos avisa e afirmamos. – Alô, Daniel? ... – espera a resposta. – Está tudo certo para ver as crianças hoje? – Mas uma pausa. – E para onde você vai que é mais importante do que ver seus filhos? – Espera a resposta. – Você não vale nada mesmo! – Ele diz alguma coisa e ela revira os olhos. – Tchau!

- O que ele disse? – Pergunto.

- Que não viria no horário que marcamos, pois vai visitar uma amiga que estava passando por um momento difícil e que depois... – Me levanto e a interrompo.

- Amiga que estava passando por um momento difícil? – Ela afirma. – Ele vai atrás da Regina! – Afirmo e sinto um frio percorrer pelo meu corpo.

- Tem certeza? – Hyde se levanta.

- Sim, eu tenho! – Afirmo, os outros caras repetem o ato.

- Então vamos atrás dele! – Leroy diz.

- Emma... – Hyde me chama. – Toma! Assim que você vir ele dá um tiro certeiro na testa! – Sem hesitar peguei a arma e coloquei ao lado da minha cintura.

- Vamos! – Nos despedimos da Roberta e seguimos para a mansão Mills.

👑


REGINA

Esses dias eu estava me sentindo bem melhor depois da minha perda e quando chorei nos braços de Emma no carro foi como tirar um peso das minhas costas. Estava na sala com minha mãe e irmã, meu pai tinha ido para a empresa e Emma mais uma vez tinha saído para resolver alguma coisa sobre quem me atropelou, eu não queria ela envolvida nisso, mas ela estava determinada.

- Já sabe o que vai fazer no aniversário da Margot, Sis?

- Ruby pediu para fazer junto com formatura dela.

- Uma formatura e um aniversário de criança? – Minha mãe questiona.

- Ela disse que será a comemoração dela, mas eu logo disse que não teria bebidas alcoólicas e ela concordou. – Sorriu suspirando.

- Owwn, como ela está apaixonada, gente!

- Estou mesmo! Ruby é tudo que eu sempre quis, tanto para mim, quanto para minha filha.

- Estou muito feliz por você filha, você merece. – Continuamos conversa até que a campainha da casa toca e nossa empregada vai verificar quem é e retorna.

- É para a senhorita Regina.

- Para mim? – A olho e a mesma afirma.

- Quem será? – Minha mãe se levanta, assim como eu e minha irmã, que entregou minha sobrinha para a empregada. Saímos de casa e fomos até o portão, quando vi quem era não consegui mais me mover.

- O que você está fazendo aqui, Colter? – Minha mãe fala e minha irmã se põe à minha frente.

- Olá, senhora Mills! – Vejo ele sorrindo. – Eu soube o que aconteceu com a Gina e vim aqui prestar meu sentimentos.

- Você é muito cara de pau mesmo não é? Já não basta tudo o que você fez à minha irmã?

- Eu só vim falar com ela! – Tento me aproximar, mais Zelena não deixa, foi quando ouvi a voz da minha namorada.

- Seu filho da puta, agora você vai pagar pelo que fez! – Vejo ela puxar Daniel pela camisa e jogar no chão.

- EMMA! – Minha mãe grita, abrindo o portão.

Natural – Imagine Dragons


AUTORA


Cora, Regina e Zelena saem pelo portão e veem Emma em cima de Colter desferido socos por seu rosto, enquanto xingava o homem, Hyde e seus capangas estavam atrás dela apenas observando.

- Eu vou matar você, seu desgraçado! Você vai pagar pelo que fez à minha mulher! – Continuava socando o rosto dele.

- Vocês vão não fazer nada? – Regina olha para Hyde. – Tirem ela de cima dele! – O homem hesita, mas pede para Facilier e Gideon tirarem Emma.

Regina tenta se aproximar de Colter, mas Zelena a puxa.

- Fica aí! – Olha feio para a irmã.

- Como ficar aqui? Me expliquem o que está acontecendo, agora! – Pediu quase gritando. Daniel se senta no chão passando a mão pelo rosto.

- Você quer saber o que está acontecendo? – Emma grita. – Foi ele quem te atropelou, foi ele quem matou a nossa filha! – Ela se solta do braço dos rapazes que não fizeram esforços para segurá-la.

- O que? – Regina tomba para trás, mas Zelena é mais rápida.

- Pois é... – Emma se aproxima de Daniel mais uma vez chutando sua cabeça. – Ele matou a nossa filha! – Chuta ele mais uma vez.

- Eu não fiz nada disso! – O homem diz tossindo. – Sua mulher é doida! – Ele se levanta e dá um soco na loira que ao voltar pega a arma que estava em sua cintura, destravando e apontando para a testa de Colter.

- Emma não faz isso! – Cora disse.

- Vou matá-lo, assim como ele fez com a minha filha. – Regina se solta de Zelena e se aproxima de Emma.

- Vida, não faz isso! A morte será o mínimo por tudo o que ele fez! – Emma olha para a namora que estava chorando. – Não suje suas mãos. Por mim e pelo nosso filho!

- Você ainda está esperando um filho? Então quer dizer que não fiz o meu trabalho direito! – Essa foi a gota d'água para Emma que bate no rosto do homem com a arma, fazendo-o cair.

- Como você teve coragem de fazer isso comigo, DE NOVO? - Grita a última palavra.

- Você destruiu a minha família, então não se faça de sonsa.

- Fique de joelhos! – Daniel a olha para Emma. – DE JOELHOS! – Daniel se ajoelha.

- Emma, por favor! – Regina súplica. – E vocês não vão fazer nada ?

- Não, essa decisão tem que ser dela. E tomara que ela atire! – Hyde sorri. Eles ouviram barulho de carros se aproximando, mas Emma não desvia o olhar de Daniel.

- Swan! – Ouvi a voz do pai. – Abaixa essa arma! – Ele entra no campo de visão da filha.

- Não! – Olha para o pai, James que estava com o irmão tenta ir até Emma, mas é impedido pelos homens de Hyde.

- O que está acontecendo aqui? – O patriarca da família aparece, saindo do carro. - Emma?

- Eu vou matar ele senhor Henry! - Olhou uma última vez para Regina, que estava com um olhar suplicante para Emma.

- Atira Emma, atira! – Daniel gritou.

Em uma fração de segundos Daniel puxa a arma que tinha atrás do seu corpo e aponta para Emma. Nos instantes seguintes, ouviu-se dois disparos, quatro pessoas com armas nas mãos, um atirador.

Quem atirou?

Quem foi atingido?


Notas Finais


🤪


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