História Can you hear me, baby? - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou
Tags Bakugou X Kirishima, Boku No Hero Academia, Kiribaku, Kirishima X Bakugou
Visualizações 102
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Holis meus corações de melão <3
Queria agradecer de coração o apoio que vocês deram nos comentários! Eu fico muito feliz, de verdade!!
O capitulo está curtinho como o anterior, mas é porque eu REALMENTE ando sem tempo e não queria demorar muito. Mas talvez os capitulos sejam curtos mesmo, assim demora menos a sair e é menos cansativo para vocês, bom... Espero que gostem!

Capítulo 2 - Sentimento e amizade


Fanfic / Fanfiction Can you hear me, baby? - Capítulo 2 - Sentimento e amizade

Bakugou...


Kirishima sentiu os doces lábios de seu amado selados com os seus. Suas bocas faziam movimentos lentos e prazerosos, suas línguas se encontravam, a saliva era trocada... Não podia imaginar algo melhor que aquilo...


Ou será que podia?


K-kirishima... — A voz rouca do loiro saiu como um sussurro em seu ouvido — Eu quero...

— Eu também... Eu... Bakugou... — Sussurrou com a face extremamente vermelha.


Aquilo parecia perfeito... Uma pena que foi apenas um sonho...


Acorde Kirishima!


— Acorde!! — Gritou a mulher quase a ponto de bater a vassoura que segurava no rosto do adormecido.

AAAAAAAAAHHHH!!! — Gritou o ruivo assustado, em seguida, olhou para a mulher — Mãe, a senhora quer me matar?!

— Tenho vontade quando você dorme desse jeito! Já é a quarta vez na semana!!

— "Desse jeito"? — O ruivo manteu-se sentado voltando o olhar para a figura materna a olhando confuso.

— Você dorme abraçado com o travesseiro, se mexe e desforra a cama toda e ainda fica gemendo feito um bode! — Ela disse cruzando os braços com um semblante nervoso.

— Ehh... — O ruivo não pôde deixar de corar — Talvez eu esteja me fantasiando um pouco. — Murmurou.

— Fantasiando? — Gargalhou sentando ao lado do filho abrindo um sorriso — Conta pra mamãe, quem é a louca?


Ele ficou em silêncio. Não sabia como dizer a sua mãe que havia se apaixonado por um homem. Um nó se formou em sua garganta, ele engoliu seco e encontrou os olhos de sua mãe que arqueou uma sobrancelha esperando a resposta.


— É um homem. — Disse sem rodeios para ser direto.

— Oh... — Ela se pôs em um semblante surpreso mas logo se recompôs — Eu não sabia que você se atraía por homens, poderia ter me contado. Não há problema nisso.

— Se não há problema então não preciso contar, para você deveria ser natural se eu chegasse com um namorado aqui. — Retrucou e continuou — Mas de qualquer forma... Nem mesmo eu sabia.

— E como descobriu? Quem é o garoto? Ele é bonito? — Perguntou ansiosa e curiosa.

O ruivo reencostou-se na cama processando as perguntas, sentia-se constrangido. Foi então que um pequeno sorriso escapou de seus lábios.

— Ele é incrível... — Desmanchou o sorriso levemente constrangido — Quando eu menos me dei conta já estava apaixonado por ele. Seu nome...

— Sim... ? — Arregalou os olhos olhando para o filho com um sorriso curioso.

— Katsuki. Bakugou Katsuki. — Ele olhou para baixo constrangido — De alguma forma ele mexe comigo...

— Boa sorte meu amor. — Ela sorriu — Mas ei... Sem isso de ficar se agarrando com o travesseiro.

— Sim sim... Desculpe. — Desviou o olhar constrangido.


A figura materna levantou-se da cama e voltou a seus afazeres deixando o ruivo a sós.



Aquela conversa havia o lembrado: Não teria falado com Bakugou desde a última semana.

O pensamento o corrompeu por alguns segundos, era doloroso. Mordeu o lábio inferior com os olhos relaxados, um incrivelmente agoniante sentimento de angústia o preencheu. Suspirou triste, queria poder ao menos dar um oi naquele momento.


Ele se recompôs e olhou rapidamente para seu celular.


Só uma tentativa...


Hesitou, porém pegou o celular. Ao abrir seu whatsapp, notou que o loiro estava online, foi então que, mesmo hesitante, ele ligou novamente.


— Alô... ? — Começou o loiro.


Um sorriso largo se abriu no rosto do ruivo.


— Oi! — Respondeu — Tudo bem?

— Tranquilo. — Ele acrescentou — E você?

— Melhor agora. — Indagou sentindo as bochechas arderem — Bakugou... Você está ocupado hoje?

— Hoje? Não. Por quê?

— Queria chama-lo para sair. — Disse sem rodeios com o tom de voz nervoso.

— Pode ser. — Deu uma pausa — Horas e local, por favor.

— Tem certeza de que você está bem? — O ruivo perguntou mudando seu tom para algo mais preocupado.

— E-estou sim! Por que não estaria? — Hesitou.

— Você está tão direto hoje, geralmente você é relutante e grosso.

— Que absurdo Kirishima! Eu não sou assim, seu merda! — Disse irrirado sentindo suas bochechas corarem e Kirishima gargalhou.

— Agora sim é meu Kacchan... — Disse quase para si mesmo.

— "Seu"? — Corou ao extremo.

— E-ei... Eu... — Tentou dizer algo, porém foi interrompido.

— Esqueça isso! Só me dê as coordenadas. — Foi direto.

— Vamos a uma sorveteria perto da escola... — Ele deu o endereço.

— Certo. — Acrescentou — Te vejo as 15 então.

— Beleza.


A chamada foi encerrada.



* * *




Bakugou adentrou a sorveteria a procura de Kirishima, ele olhou para os lados procurando o ruivo com os olhos, estava feliz... Porém, nervoso.

Ele encontrou o ruivo com o olhar, ele estava sentado nos fundos. Parecia preocupado, estava falando algo para si mesmo como se treinasse as falas. Bakugou tombou o pescoço para o lado, confuso, apenas ignorando, dirigiu-se ao ruivo.


— Ei. — O chamou.

— E aí? — Ele sorriu — Senta "aê".


Ele sentou ao lado do ruivo sem hesitar e encontrou seus olhos.


— O que estava falando quando cheguei aqui? — Perguntou sem rodeios.

— Hã... ? — Ele tombou a cabeça para o lado, confuso.

— Quando te vi você estava falando sozinho... Ahh... Deixa pra lá, não importa. — Desistiu da pergunta um pouco impaciente.


Alguns segundos silenciosos se manifestaram, algo que seria um incômodo constrangedor, era como se nenhum dos dois tivesse coragem de puxar assunto.


— Então... — Kirishima se debruçou na mesa — O que tá pegando?

— Como assim? — Respondeu rapidamente.

— Ah... É que... Sei lá. — O ruivo suspirou — Parece que você tá me ignorando... Você também parece meio inquieto ultimamente.

— Engano seu. — Mentiu — Eu... Estou ótimo.

— Sabe que pode contar comigo né? — Indagou fazendo bico.

— Aham... — O loiro sorriu fraco — Vamos pedir logo o caralho desses sorvetes?! — Disse no tom grosseiro de sempre fazendo o amigo cair na risada.

— Você é o melhor. — Disse corando levemente com as palavras e logo se recompondo.


Kirishima chamou a garçonete e pediu por ambos. Bakugou havia pedido um milkshake de chocolate, já o ruivo pediu um sorvete de flocos com calda de chocolate.


Apesar da dificuldade de comunicação no começo, os dois começaram a se divertir em conversas com assuntos aleatórios.

Mas nem tudo é um mar de rosas... A cada dia que passava, a audição do loiro piorava... E seus ouvidos já estavam a doer naquele momento.






Notas Finais


Comentem! Vou responder todos os comentários <3


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