História Canaris - Capítulo 4


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Categorias Vocaloid
Personagens Fukase, Gakupo Kamui, Gumi Megpoid, Haku Yowane, IA, Kaiko, Kaito, Kasane Teto, Len Kagamine, Leon, Lily, Luka Megurine, Meiko, Miku Hatsune, Mikuo Hatsune, Oliver, Personagens Originais, Rin Kagamine, SeeU, Sonika, Tonio, Utatane Piko
Tags Drama, Hierarquia, Kaimei, Len X Rin, Lenku, Meikato, Meiko X Kaito, Mikaito, Miku X Haku, Miku X Kaito, Monarquia, Rin X Len, Romance, Servant Of Evil, Story Of Evil, Vocaloid
Visualizações 8
Palavras 1.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Baile


Lucifenia, 1787.

No palácio de Lucifenia, podia se notar de longe toda a agitação que ocorria naquele local; tudo isso graças ao aniversário dos gêmeos, ou melhor dizendo, o aniversário da Princesa Riliane. O rei e a rainha, Leon e Anne, haviam planejado uma grande festa para celebrar.

O palácio estava sendo decorado de ponta a ponta pelos empregados, e quem comandava a decoração do castelo era Camille e Sebastian.

 O chão havia sido tão bem ilustrado que era possível enxergar o próprio reflexo nele. Os belos vasos de plantas continham perfumadas rosas vermelhas e amarelas. Pinturas de Riliane estavam expostos no salão, com molduras de ouro e prata, algumas com diamantes também.

Riliane ganhou roupas novas também, que foram costuradas por uma habilidosa costureira japonesa, que vivia em uma cidade chamada Enbizaka. O vestido que Riliane ganhara era o seu favorito de todos os outros vestidos. O tecido era de cor dourada, com extravagantes laços laranjas e babados. Seu cabelo havia sido preso por um laço amarelo e algumas presilhas negras, também usava uma coroa de ouro com pequeninas flores de diamantes.

Antes dos convidados chegarem, Allen havia ido para o quarto de Anne; estava sentado na cama de sua mãe, esperando a sua volta. O quarto era bonito e luxuoso, mas de certa forma, não era tão diferente de seu quarto e de Riliane.

Assim que a porta do quarto foi aberta por Anne alguns minutos depois, seu filho a olhou com curiosidade, e isso a fez soltar uma leve risada.

- Eu demorei muito Allen? - perguntou Anne, sorrindo docemente para o filho.

- Não! - disse de forma animada, fazendo com que a mãe soltasse mais uma risada.

- Certo, certo. Bom, então eu acho que quer seu presente agora, não é? - Allen afirmou com a cabeça, curioso.

Ao se aproximar do filho, Anne se ajoelhou, ficando quase que a altura da criança. Lentamente, ela estendeu uma caixa amarela, presa por um laço azul, para o filho, que agradeceu. Allen, rapidamente abriu a caixa, retirando de lá um punhal com cabo de ouro. Allen havia achado a arma linda, queria tocá-la e admirá-la mais, porém, sabia que, embora fosse bela, era afiada e extremamente perigosa.

- Allen, você deverá tomar cuidado com este punhal. Isso, não é um brinquedo, é uma arma. E se, não usá-la com responsabilidade, pode até mesmo tirar a vida de uma pessoa inocente. Entendeu?

O Avadonia afirmou com a cabeça, sabia que, querendo ou não, aquele punhal lhe traria mais responsabilidades. Mas não as abandonaria. Afinal, aquele era um presente de sua mãe, uma das pessoas que mais amava e confiava na vida. Certamente gostava muito mais de Anne do que de Leon.

Por um breve momento, Allen direcionou o olhar a mãe. E naquela hora tivera certeza. Usaria aquele punhal para proteger Anne, e sua irmãzinha, a todo custo.

- Oh, veja só. Já está na hora de descermos - Suspirou Anne, olhando em direção ao relógio. Vamos meu amor, antes que seu pai se zangue.

Allen se levantou da cama, guardando o presente em sua caixa, a deixando no quarto da mãe. A criança rapidamente se apressou para ficar ao lado da mãe, e lhe deu um forte e caloroso abraço, surpreendendo Anne.

A loira, sorriu com tal cena, acarinhando os macios cabelos do filho com carinho.

"As surpresas ainda não acabaram, Allen"

Uma hora depois, Baile de Riliane.

O baile estava animado, convidados dançavam enquanto a aniversariante conhecia muitos de seus convidados, acompanhada de Leon e Anne.

Em uma parte da festa, havia um pequeno grupo de três pessoas. O mais velho, era um homem que tinha trinta anos, com o cabelo e o bigode castanho meio ruivo e admiráveis olhos verdes, trajando um terno negro com uma rosa no bolso. Sua acompanhante era uma mulher com a mesma idade que a dele, com o cabelo da mesma cor que a do homem ao seu lado, mas com olhos castanhos claros, vestindo um maravilhoso vestido vermelho. E a última, era uma garota com seus treze anos. Cujo os cabelos ruivos batiam na altura de seus cotovelos, com íris castanha, usando um vestido vermelho com rendas negras.

Esta, era a família Müller. Cujo o homem, Muri, era o pai. A mulher, Mika era a mãe. E a garota, era Mayla Müller, a única filha do casal. 

Eles viviam em uma fazenda em Ville Rouge, mais conhecida como Reino Vermelho. O reino passara a ser reconhecido assim graças a grande quantidade de flores carmesins que aquela região continha. 

Ao verem a família Lucifen vindo em sua direção, Muri e Mika fizeram uma reverência. E, ao verem que Mayla estava no mundo da lua e não fizera a reverência, a mãe lhe deu um leve tapinha no pescoço da menor, o que fez com que a garota acordasse de seus devaneios e fizesse uma reverência, desajeitada. E isso fez com que Anne achasse Mayla adorável.

- Majestades - comprimentaram os três juntos.

O casal de ruivos estavam sorrindo gentilmente para a rainha e para a princesa, praticamente ignorando a presença de Leon. E isso fez com que Mayla forçasse um sorriso nos lábios, fingindo estar interessada na conversa dos mais velhos, quando na verdade só queria estar deitada na sua cama enquanto brincava com suas bonecas ou jogando baralho com o pai enquanto a mãe fazia um jantar delicioso para eles.

- Muri! Mika! Como vão? Acredito que trouxeram o que eu encomendei, não? - perguntou Anne animada. Leon não pronunciara uma palavra sequer, e parecia não gostar de gastar seu tempo com os Müller.

- Vamos bem, majestade - respondeu Mika, olhando para Riliane.

A princesa segurava um leque dourado em frente ao seu rosto, enquanto segurava o vestido com a outra mão. Estava com uma expressão meio orgulhosa, com um olhar meio desconfiado para a família Müller. E assim que Mayla a olhou, percebeu logo de cara. Não havia gostado dela, nem um pouco. A achou uma mimada esnobe.

- Imagino que minha encomenda já tenha chegado, não? - perguntou Anne.

- Sim. Está no lugar planejado, como pedido Anne  - afirmou Muri; ele e a rainha eram velhos amigos.

- Excelente! - afirmou a loira, sorrindo amigavelmente para Muri.

Três Horas Depois, Após o Baile.

Todos os convidados haviam ido embora, a festa prosseguiu como planejada. Riliane ganhara presentes caros e maravilhosos. E, a pequena Lucifen, ficou admirando ao longe um belo príncipe de cabelos azuis, que tinha por volta de doze a catorze anos. Ele vivia do outro lado do mar.

 Era o garoto mais bonito que Riliane vira em toda a sua vida. E certamente, ficaria feliz se aquele garoto se tornasse seu marido no futuro.

Já se passava da meia-noite, os dois gêmeos mal se aguentavam de sono, então, Anne mandara que seus filhos fossem para o quarto deles, dormirem. De manhã, Camille arrumaria a cama e o quarto de ambos.

E, ao abrirem a porta, se depararam com algo que os irmãos acharam simplesmente maravilhoso.

 Diante deles estava uma gaiola negra, que havia sido decorada com rosas e laços, e dentro dela, estava dois canários de penas amarelas, que os olhavam, curiosos.

Um dos canários tinha um pequeno laço negro enrolado na pata, enquanto o outro tinha a penugem dourada levemente bagunçada; mas que de certa forma, deixara ele ainda mais fofo.

 O sono dos dois desaparaceu na hora, e foi no momento que vira os canários que Allen entendeu, aquele era outro presente de Anne. E certamente, era o mais maravilhoso que ele poderia receber.




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