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História Candy Kiss - JiKook, NamJin e TaeYoonSeok (ABO) - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura!

<3

Capítulo 4 - Boyfriend - TaeYoonSeok


Fanfic / Fanfiction Candy Kiss - JiKook, NamJin e TaeYoonSeok (ABO) - Capítulo 4 - Boyfriend - TaeYoonSeok


Pov's HoSeok¡!

Taehyung estava com os lábios vermelhos entreabertos, olhos fechados, seus cabelos escuros grudados na testa, por seu pescoço escorria uma gota de suor por cima das marcas que eu havia deixado, suas mãos estavam apoiadas em meu peito e minhas mãos marcavam sua cintura fina por enquanto que o mesmo quicava em meu colo.

Th: Ah... M-Mais forte, s-senhor! — Pediu manhoso.

Hs: Com todo prazer, meu bem.

Seguro sua cintura com mais força, ajudando nas estocadas fortes contra sua próstata. Atingimos nosso ápice juntos, gemendo um contra a boca do outro, com perfeição. Taehyung cai em meu peito, sem força, eu sorrio e lhe abraço. Era sempre assim, depois de uma noite de sexo intenso eu dava carinho a Taehyung. Ficávamos horas na cama, apenas aproveitando um ao outro.

Th: Amor, podemos fazer algo juntos amanhã? — Perguntou acariciando meu rosto. — Você voltou de viajem ontem, mas eu queria passar um tempo a mais com você.

Hs: Tae, eu...

O moreno sai de cima de mim, se sentando na cama e eu faço o mesmo.

Th: O que houve? — Pegou em minha mão. — Vai viajar novamente com a empresa?

Hs: Vou para Deagu. — Mordi o lábio. — Jantar de família.

Th: Ah... Sim... — Balançou a cabeça.

Meu namorado baixa a cabeça e fica em silêncio pois sabia que minha família não era uma das melhores. Meus pais, Min Sohui e Yong eram totalmente frios, tiveram filhos para cumprir seu papel como cidadão modelo na sociedade. Não tive amor, atenção ou carinho. Meu único dever era estudar, crescer e assumir os negócios da família. Assim que terminei a faculdade vim para Seul cuidar da empresa da família, Chanel.

Por mais que eu queira me desligar do meu passado não dá, sempre penso em meu irmão mais novo, que continua naquela casa.

Th: Você quer... Que eu vá com você? — Perguntou em tom baixo.

Hs: Não, meu bem. — Lhe puxei para um abraço. — Você tem faculdade na segunda e eu não quero você naquele lugar.

Tae me olha.

Th: Tem certeza?

Hs: Sim, meu bem. — Beijei seus lábios. — Eu vou amanhã cedo e volto na segunda.

Taehyung pega em meu queixo, juntando nossos lábios em um rápido beijo.

Th: Eu te amo.

Hs: Eu também, TaeTae...

[...]

Eram raras as vezes em que eu voltava para Daegu. Várias lembranças me atingiam de uma única vez, lembranças as quais eu não gostava de lembrar. Por algum motivo eu sentia que daquele jantar não sairia coisa boa, talvez pelo costume. Todas as vezes em que me encontrava com minha família acabávamos brigando por algum motivo. Era tão cansativo.

Seung: Senhor, chegamos.

Suspirei olhando para a janela.

Hs: Certo. Obrigado, Seung.

Seung: Disponha, senhor.

Saio do carro e caminho até a porta da grande mansão, parando ali na frente e tocando a campainha. Logo a governanta da casa vem abrir a porta.

Eunji: Seja bem vindo, senhor Min. — Se curvou.

Hs: Obrigado, senhora Lee.

Entro no hall e me viro para senhora Lee.

Hs: Onde estão?

Eunji: Na sala de jantar, senhor.

Hs: Ok, obrigado.

Sigo em direção ao corredor, onde ficava a sala de jantar. Abro as portas e entro, vendo meus pais ali, ambos tomando uma taça de vinho branco.

Hs: Olá. — Me curvei.

Yong: Está atrasado. — Me olhou.

Hs: Trânsito. — Respodi simplista.

Vou até a grande mesa, onde tinha a entrada da refeição. Me sento ao lado de meu pai e de frente para eomeoni.

Hs: Então...

Sohui: Então o quê? — Me olhou.

Hs: Qual é o objetivo desse jantar? — Perguntei óbvio.

Yong: Senhorita Lee! — Chamou.

Revirei os olhos me jogando na cadeira. Havia sido ignorado.

Eunji: Sim, senhor? — Entro no cômodo.

Yong: Mandem servir o jantar. — Disse sério.

Senhorita Lee concorda com a cabeça e sai, logo alguns empregados entram e começam a colocar a mesa do jantar, antes tirando o que já havia ali. Assim que os empregados terminam saem da sala e o silêncio reina ali.

Hs: Não vão dizer nada? — Olhei para os lados. — Cadê o Yoongi?

Sohui: Seu irmão está meio indisposto. — Respondeu firme. — Agora coma.

Me levantei começando a andar em direção a saída.

Yong: HoSeok! — Chamou.

Sohui: Eu avisei, Yong... —Sussurrou.

Sai da sala de jantar e voltei para o hall, indo em direção as escadas que haviam ali. Subi praticamente correndo para o quarto de Yoongi, batendo na porta do mais novo.

Hs: Yoon, abre! — Pedi. — É o hyung!

Logo a porta se abre, revelando um pequeno ser de moletom maior que si próprio de cabeça baixa.

Hs: Por que não está lá em baixo? — Perguntei.

Yg: E-Eu... A mamãe pediu para eu não descer. — Sua voz saiu baixa e fraca.

Algo tinha acontecido.

Hs: Está tudo bem?

Meu irmão apenas balança a cabeça, confirmando que estava bem.

Hs: Tem certeza? — Dei um passo a frente. — Hein, Yoongi.

Yg: Hyungie, n-não... — Suspirou. — Eu estou cansado. Tchau, Hope-Ah...

Yoongi iria fechar a porta se eu não o impedisse.

Hs: Olha para mim, Yoongi. — Ordenei.

O ômega levanta a cabeça aos poucos, me deixando assutado ao olhar finalmente para seu rosto, todo machucado.

Hs: Y-Yoongi! — Disse me choque.

Vejo meu irmão se encolher, sem graça.

Hs: O que aconteceu? — Perguntei preocupado. — Quem fez isso?

Yg: Eu estou bem, Hope-Ah... — Desviou o olhar. — Posso ir me deitar?

Peguei em sua mão, vendo seus os olhos se encherem de lágrimas.

Hs: O aboji-

Yg: Não foi o aboji! — Aumentou o tom de voz. — Foram... As pessoas da minha escola...

Hs: P-Por que iriam fazer isso com você, Yoongi? — Minha voz sai trêmula. — Você é um menino tão bom, todos querem ser seus amigos...

Yg: Não, HoSeok! — Aumentou o tom. — Ninguém quer ser meu amigo, ninguém quer falar comigo, ninguém senta comigo na hora do intervalo, todos têm nojo de mim! — Começou a chorar. — Todos têm nojo de mim...

Yoongi era autista.

Andava sempre na ponta dos pés, tinha hiperatividade, não falava muito e sempre que falava seu tom era baixo, era sensível, chorava com muita facilidade, evitava contato visual, tinha ansiedade e infelizmente, depressão.

Meu coração doía pois me sentia culpado por deixar meu único irmão nesse inferno, quando eu podia lhe dar coisa melhor.

Eu apenas abraço o ômega de cabelos platinados, o sentindo apertar minha camiseta por enquanto que chorava. Eu lhe pego no colo e entro no quarto, fechando a porta com o pé. Caminho com o menor até sua cama, onde me deito com o mesmo.

Yg: H-Hyungie...

Beijei sua testa.

Hs: O hyung vai te proteger. — Disse firme.

Yoongi me olha, com os olhos cheios de lágrimas.

Yg: Você promete? — Sussurrou. — Vai mesmo?

Hs: Sim, meu bem. — Beijei sua bochecha. — Por que não dorme um pouco?

Yoongi aperta minha camiseta.

Yg: Vai estar aqui quando eu acordar?

Sorri.

Hs: Vou sim, anjo.

[...]

Hs: Irresponsáveis! — Disse me tom alto.

Yong: Baixe o tom para falar comigo, Min Hoseok! — Bateu na mão na mesa.

Ri soprado.

Hs: Já viram o estado de Yoongi? — Perguntei. — Como deixaram as coisas chegaram a esse ponto?

Sohui: Yoongi está bem. — Disse friamente. — Não se meta, veio a Deagu com outro propósito.

Hs: Não é assim que as coisas funcionam! — Aumentei o tom. — Yoongi precisa dos tratamentos e remédios, não ser humilhado na escola!

Yong: Paramos com os tratamentos. — Me olhou. — Yoongi está apenas de manha, aposto que provocou briga e acabou apanhando.

Aquilo foi o ápice para mim.

Hs: Vou levar Yoongi comigo. — Disse certo de minha decisão. — Tentem me impedir que eu corto a mesada de vocês, deixo de pagar os luxos e essa droga de casa. — Ameacei.

Novamente deixo a sala de jantar e vou para o quarto de Yoongi. Iríamos embora daquela casa, meu garoto não precisaria sofrer nem por um segundo. Subo as escadas e corro para o quarto do mais novo, entrando no cômodo e indo em direção a cama de casal, onde estava dormindo.

Me sento ao seu lado na cama, acariciando seus cabelos.

Hs: Anjo...

Yoongi abre os olhinhos.

Yg: Você está aqui. — Sorriu.

Foi impossível não ver o sorriso doce de Yoongi e não sorrir de volta.

Hs: Mas é claro, anjo. — Mordi o lábio. — Dormiu bem?

O ômega concorda com a cabeça.

Yg: Mas... Eu ouvi gritos, vocês estavam brigando?

Concordei com a cabeça.

Yg: Por que, Hyungie?

Hs: Nada de mais, anjo. — Peguei sua mão.

Yoongi se remexe na cama, deitando sua cabeça em meu peito. Ainda me sentia culpado por ter o deixado, meu coração estava apertado.

Hs: Yoon, você... Quer vir para Seul comigo? — Perguntei.

Yg: O aboji e a eomeoni não vão deixar... — Baixou a cabeça.

Peguei em seu queixo, erguendo sua cabeça.

Hs: Eles não vão nos impedir, Yoon. — Falei. — Se você quiser, nos vamos para Seul agora mesmo. Sim ou não?

O ômega morde e lábio.

Yg: Sim, Hyungie.

Pov's Taehyung¡!

Th: Tannie! — Repreendi. — Silêncio, filho!

Era de madrugada e eu tinha acordado com meu bebê Yeontan latindo pelo apartamento, isso era normal então eu apenas abro os olhos e o mando parar. O diferencial dos outros dia é que Yeontan não parou. Me sentei na cama, sentindo meus olhos pesados.

Th: O que foi, Tannie?

A campainha toca.

Th: Ah, era isso...

Me levantei da cama, pegando Tannie no colo e saindo do quarto. Andei pelo corredor até a porta do apartamento, abro a porta sem nem olhar no olho mágico, vendo meu namorado, malas e um ser atrás do maior.

Th: Ué... Chegou cedo, amor. — Sorri sonolento.

Hs: Resolvi voltar algumas horas mais cedo. — Sorriu. — Desculpe te acordar, esqueci a chave.

Th: Sem problemas, amor. — Tentei olhar para trás de meu namorado. — Quem é esse, Seokie?

O lúpus da um passo para o lado, me dando a visão de um pequeno ômega dos cabelos platinados, bochechas e lábios vermelhos. Seu rosto tinha alguns machucados, mas mesmo assim conseguia ver sua beleza.

Hs: Diga oi, anjo. — Incentivou.

— O-Oi... — Disse acanhado.

Sorri.

Th: Oi! 






















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