História Candyman - Capítulo 14


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Categorias Naruto
Tags Naruto, Sakura Haruno, Sasusaku
Visualizações 48
Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura! õ/

Capítulo 14 - Eu ainda sou uma garotinha


Nunca acreditei que daria entrada e cuidaria de alguém conhecido no hospital, ainda mais de uma amiga de infância que tinha o braço marcado e deveria ter sido mandada para fazer o corpo de delito antes de entrar ali, como coincidência por eu trabalhar ali.

O que me preocupava era o silêncio da Ino, mas o sorriso dela de "tudo ficaria bem" me deixava mais aflita, lembrava quando éramos pequenas e ela me protegia e agora... Eu a protegia e de um "mal" maior que ela já chamou de "namorado". Ela conversava poucas palavras e eu só consegui atende-la no dia seguinte do meu "descanso", a recomendação de Naruto quando cuidava do caso foi deixa-la comigo, mesmo que tivessem tido objeções do advogado de Kaidan.

— Lembra quando falávamos dos garotos como se eles fossem unicórnios? — Perguntou e dei um sorriso, trocando a bandagem do seu braços e observando o machucado em sua boca, o corte que deveria ter uma história — Eles eram tão misteriosos, queriamos chegar perto deles e nos sentir únicas...

— Ino...

— Éramos idiotas? — Perguntou. pude notar a voz dela falhando, alguma lembrança surgindo — Eu me sinto idiota, eu não queria isso... 

— Não fale mais nada, vamos cuidar do seu físico primeiro, não vamos prejudicar o seu psicológico... — Tentei tranquiliza-la, mas ela negou mesmo assim.

— Só quero conversar, eu vou ter quer encarar ele no tribunal, ser taxada de louca e o Itachi vai ter que arcar com isso também... — Lamentou e a abracei de lado — Por que sempre tem um homem envolvido nisso?

Porque eles são parte da sociedade, pensei, mas preferi não responder. Apenas cuidei dela e fiquei o dia inteiro ao seu lado, conseguindo convenser os meus colegas de manter meu turno com apenas um paciente e saindo apenas em emergências. 

Ino reclamava com gosto da comida do hospital, eu fazia piadas com cunho de Grey's Anatomy, que eu já era formada pelo seriado e em sofrência tambem, além de saber reconhecer um Derek barra lixo da vida passando por mim, dava dicas para ela enquanto ela sorria abertamente.

Sentia que tinhamos voltado a infância, mas ela não quis falar de garotos. Eu também não.

Fiquei sabendo da sua vida, ela interrompeu o curso de nutrição e a pós, que ela não precisava ser formada e graduação por conta donstatus que o namorado tinha, que ele a convenceu que não usaria aquilo para nada. A guile na minha garganta tremeu e eu escutava em silêncio, aproveitava que estávamos sós e sentava na maca, deixando a cabeça dela no emu colo enquanto ela contava várias coisas e situações em seu ponto de vista.

Claro que contei as minhas, mas o dia tinha aue ter acabado rápido demais e Ino ainda ficaria ali. Meu turno tinha chegado ao fim e eu teria de ir, me preparar para um julgamento e minha amiga ficaria sob vigília de alguns policiais durante esse tempo.

Era tenso, não vou negar. Estava com medo, admito, mas mesmo com medo, não iria cair. 

Recebi uma mensagem de Sasuke e esse pedia para se encontrar comigo no mesmo local onde nos conhecemos, o famigerado tombo da sua entrada triunfal. Ri com a lembrança, ficando com Hina pouco tempo e explicando que iria sair e que se não retornasse alguma ligação, que era para ficar atenta.

No local, respirei o maravilhoso cheiro de fast-food e sorri ao ver Sasuke já sentado no canto do estabelecimento com os pedidos na mesa e ainda com um guardado para mim. Parecia que o amor verdadeiro existia, mas aquilo parecia mais uma trégua de paz, do quê eu não sabia.

— Quer me envenenar e desovar o meu corpo em algum canto? — Brinquei e ele deu uma risada de boca cheia, mas resisti a tentação de rir da sua cara — Ok, você parecia sério na mensagem e espero que não seja algo grave — Mudei de assunto e postura, pegando o burguer e dando uma mordida, sentindo o gosto do cheedar preencher meus sentidos — Digo, você me contou o que aconteceu com o seu irmão.

— Itachi sabe se defender, mas não gostei da abordagem "pacifica" daquele cara — Comentou de boca cheia, engolindo a comida e finalmente falando palavra com palavra — Ele quer colocar uma denúncia a mais no tribunal para desestabilizar a acusação contra ele — Contava e apenas concordei — Por isso, preciso que você seja a testemunha e fale de Ino, mostre o que você conhece dela e que não vá ser manchado com o júri.

Com grandes poderes vem grandes merdas.

— Calma ai, Noctis — Ergui a palma e com a outra mão, peguei o refri e bebi um gole — Você quer que eu exponha a vida da Ino pra todos? Isso não iria constrange-la?

— Iria fortalecer e mostrar uma pessoa que Kaidan possa manchar, não diria expor — Argumentou e suspirei — E não fique colocando nomes nerds em mim, é bem constrangedor — Pediu e dei de ombros, concordando.

— Desculpe, Suneater  — Respondi e ele fazia a famigerada cara de descontentamento com os apelidos — Mas você me chamou apenas pra isso? — Franzi o cenho, mordendo o lanche com classe.

— Meu irmão pediu pra informar a você da pessoa que estava ameaçando você pelo seu computador velho — Falou e finalmente ele tinha minha atenção total e meu corpo, mas não da forma maliciosa — Ele descobriu que era de um outro município, mas ainda sim em um centro urbano — Contava — E é ai que a coisa fica chata... A pessoa que ele descobriu isso é uma garota chamada Karin, mas os dados de compra e nome original do gabinete são do nosso acusado de violência doméstica — Contou.

Filho da puta.

— Como? — Larguei o lanche e ele suspirou, massageando a têmpora — Droga, eu já repeti isso umas mil vezes, eu parei de ter contato com a Ino desde do infantil, até o fundamental II, mas nunca voltei a falar com ela! — Esbravejei e isso deveria ter chamado atenção das pessoas a nossa volta — Puta merda... — Choramunguei.

— E é assim que o Naruto se torna útil — Sorria e eu fingi e forcei o meu melhor sorriso, quase uma careta — Ele pode tornar o rastreamento algo legal e de que a polícia de crimes virguais aceitou sua denúncia com as provas que Hina pode ter.

— Como você sabe disso...?

— Naruto fofocou pra mim — Confessou — Você aceitaria fazer uma denúncia a mais amanhã, Sakura? — Perguntou.

— Precisa perguntar? — Franzi o cenhob mas sorrindo risonha — Foi ótimo fazer negócios com o senhor.

— Senhor é o seu passado, Bonnie — Rebateu — Acho que meu irmão gosta da sua amiga — Iniciou um assunto, um proibido.

— Ino não está aberta a relacionamentos, Sasuke — Argumentei e Sasuke concordou. Acham que ele parou por ali?

— Sei disso, mas ele tem um carinho por ela... Ele 'tava puto quando terminou de me contar sobre o rastreamento, furioso até — Contava — Vamos conseguir salvar a Ino dessa.

— Espero que sim, quero a minha casa e minha amiga segura, já basta de depender dos outros.



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