História Canis Lúpus -VKOOK ABO- - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS), CL (Chaelin Lee), Jay Park
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo Vkook Yoonmin
Visualizações 849
Palavras 4.323
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Lemon, Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui está o capítulo de especial de Halloween que eu prometi, espero realmente que gostem

Capítulo 10 - Halloween no Inferno


Fanfic / Fanfiction Canis Lúpus -VKOOK ABO- - Capítulo 10 - Halloween no Inferno

Milênios atrás,  Coréia do Sul

  P.o.v Taehyung/Lucifer

  Havia um dia em que todos os monstros poderiam subir a terra e fazerem sua maldade, esse dia vampiros e lobisomens esqueciam de suas diferenças e aproveitavam a paz que o sangue lhe proporcionava...mas isso não era nada comparado ao que eu faço nesse dia! Eu sou o pior de todos os monstros e você pode não saber mas eu sei de seus pecados e neste dia eu estou disposto a matar-te apenas para o castigar eternamente! Você acredita em Deus? Sim ele existe e me condenou á uma vida eterna torturando almas e violando corpos para que o equilíbrio entre o bem e o mal fosse estabelecido!

  Eu era um anjo, anjo esse responsável por guardar a luz e governar ao lado dele o ajudando a tomar decisões, porém eu queria mais! Armei um plano para mata-ló e infelizmente caí! Literalmente caí! Durante a queda minhas asas se tornaram negras como o carvão e meus olhos vermelhos como o lindo fogo que queima minha vida se alastrando pela parede de meu subconsciente me dando o desejo de destruição! Quando cheguei na terra, notei que aqui era melhor que o próprio paraíso!

  Construi o inferno usando minha própria força interior e logo que Deus percebeu o que eu estava fazendo começou a me mandar almas que precisavam sofrer a purificação através da dor para então se tornarem anjos, mas eu aceitei o contrato com uma condição...o Halloween seria meu! Totalmente pertencente a Kim Taehyung, mais conhecido como Lucifer!

  Digamos que neste momento não seja uma hora muito boa para apresentações, eu estou me esforçando ao máximo para não deixar vocês com medo mas não posso deixar de destacar que neste momento estou torturando uma alma, está alma gritou muito apesar de ser apenas mais uma das torturas depois de várias que ela já sofreu! Posso admitir que arrancar os dedos e braços dela não me deixou com pena! Era algo que eu fazia todos os dias e com o passar dos milênios descobri que não importava a dor que a alma sentisse era necessário! Minhas mãos estavam sujas com o sangue e logo eu tive que mandar que um dos meus servos pegasse ela e levasse a mesma até nosso amado cemitério e de lá ela finalmente seria entregue a Deus e seus anjos.

  A dor que ela sofreu teve uma recompensa, e minha dor como é que fica? Que dia receberei minha recompensa? Ela existe?

  Perguntas como essa assombravam minha mente todos os dias da minha fadigada existência como demônio supremo, e era engraçado quando eu percebia que os humanos falavam que tudo era culpa minha, era engraçado porque se eu não existisse eles iriam vagar sem nunca conseguir o perdão de Deus então como eles podem culpar o motivo deles irem ao Paraíso? E por isso que cada vez mas eu percebo que eles são realmente quem eu esperava que fossem, eles são apenas insignificantes e  mau amados.

  31 de Outubro de 1875, Coréia do Sul

  A alma agora deitada na maca gritava agonizante enquanto eu a rasgava com uma faca má afiada, rasgava sua carne sorrindo ao ver os músculos se separando lentamente e o branco dos ossos sendo postos a mostra me deixando cada vez mais descontrolado, seus olhos demonstravam o sofrimento e como eu sou um ótimo torturador quis que a alma soubesse que mesmo que ela gritasse ninguém ouviria sua voz fraca e irritante! Isso era apenas o começo! Essa alma tinha estuprado dez crianças e todas as vezes conseguia enganar os pais falando que as meninas pediam para serem desonradas por ele, o que era obviamente uma mentira.  Eu não teria dó de matar um cara assim, muito menos de mostrar a dor que ele fez com que as crianças sofressem! 9 meninas e 1 menino! Todos amigos!

   Virei a alma de costas subindo sobre ela, abri suas nadegas e o penetrei fundo o fazendo sentir a dor daquele menino e um pouco da dor das meninas, ele gritou e começou a tentar sair mas eu comecei a estoca-ló fundo e forte de uma maneira que a cada toque da minha glande nas paredes dele a dor aumentasse de uma maneira incomparável. Meu membro estava sujo com o sangue do homem enquanto eu rasgava as costas dele, gozei pura lava dentro dele queimando todo seu interior e sorrindo ao ver que ele estava bem machucado e sua alma estava quase morta!

  Sai de dentro da alma soltando também suas nadegas que estavam dilaceradas, limpei o sangue do meu pênis e troquei de roupa tirando a que estava ensanguentada! Estalei os dedos e a alma foi para algum lugar do inferno enquanto eu respirava fundo e me preparava para torturar mais uma alma, eu só não esperava que fosse a alma daquele menino que este homen havia estuprado. Resolvi ver a morte dele então o amarei e fiquei o olhando nos olhos.

  [Autora:A lembrança da morte e vista como se o Taehyung estivesse morrendo por isso é narrada em primeira pessoa do singular. ]

  " Aquele homem que estava aqui em casa de manhã conversando com mamãe me levou para algum lugar dizendo que logo eu estaria em casa novamente e que isso era só um passeio, ele me levou pra floresta onde tinha uma casa de madeira bonitinha, entramos e ele me levou pro quarto onde me deixou trancado após me empurrar para dentro do mesmo. Quando finalmente decidi que iria dormir ele abriu a porta de madeira cinza e entrou enquanto sorria, era um sorriso psicopata.

  -Sua mãe não te quis mais, agora eu sou seu dono e você deve me obedecer começando agora meretriz! -Disse e veio pra cama, subiu sobre mim e abriu minha calça a rasgando e depois enfiou seu pipi no meu bumbum o que me fez gritar de dorzinha, machucava muito meu corpinho.-Tão aper...tadinho!

   Quando senti algo dentro de mim ele saiu e eu olhei a coisa branca que saia de mim, ele sorriu e depois me vez por seu pipi na boca! Ficou um tempo assim até aquele líquido invadir minha boca e ele me soltar.

  -Isso se chama "leitinho" e com o tempo você vai pedir pro Demônio te dar o dele! -Diz e eu começo a me sentir tonto enquanto ele ria de mim, ele havia me dado algo com veneno."

  Não acreditei no que eu vi, olhei a pobre alma na mesa de tortura e suspirei a soltando e levando para meu quarto que ficava no último andar do castelo...ele estava dormindo tranqüilo.

 

  P.o.v Jungkook

  Eu estava deitadinho na cama do meu pequeno quarto olhando pela janela florida já que a árvore na frente da mesma tinha florido pequenas florzinhas brancas e delicadas. Foi quando no andar de baixo eu escutei a porta batendo algumas vezes e suspirei me levantando indo atendê-lá, eu odeio atender pessoas e pra mim isso era o dever da mamãe e não o meu. Abri a porta após fazer todo trajeto da minha cama até a sala e olhei o homem bem vestido que tinha ar de superioridade, o que acabou me fazendo encolher diante deste homem.

  -Olá pequeno! Eu posso falar com sua mãe? -Perguntou em um tom educado enquanto olhava para mim e sorria calmo, o sorrisinho dele era bonitinho e branquinho.

  -Mamãe está na cozinha, quer entrar? -Pergunto baixinho abrindo espaço e ele passa por mim e fica em pé na sala analisando o quanto o local é simples.-Vou chamar mamãe!

  Entrei na cozinha e falei um pouco com ela que logo me mandou pro quarto e foi até a cozinha, subi as escadas e me sentei no último degrau querendo ouvir mais eles foram sigilosos demais enquanto falavam e eu não consegui ouvir nada da conversa, porém quando minha mãe pediu para mim descer até a sala eu me levantei e fui até ela. A mesma estava sorrindo enquanto o homem permanecia sério dando apenas um pequeno e doce sorriso forçado, o que aconteceu?

-Jeon arrume uma mala porque você vai passear por um tempo na casa do seu Tio! Sua priminha nasceu ontem e ele quer lhe mostrar ela! -Diz a mulher sorrindo, ela realmente estava feliz então eu ficaria feliz por ela e iria sem reclamar, então subi ao quarto e arrumei minhas malas esperando eles me chamerem novamente. Quando meu nome foi ouvido eu regressei á sala e caminhei até o homem.

  -Despede da sua mamãe, vai demorar um pouco essa viagem! -Diz o homem sorrindo e eu caminho até mamãe e abraço seu pescoço com força sentindo ela chorar em meu ombro, havia pensado que era normal graças ao fato de que nunca havíamos ficado separados por muito tempo. Na verdade nunca havíamos ficado separados por mais de uma hora e isso me partia o coração, saber que mamãe iria ficar longe de mim enquanto eu conhecia minha nova prima em uma cidade um pouquinho longe desta aqui.

  Durante a viagem eu estava na carroça enquanto ele guiava o cavalo, enquanto o cavalo avermelhado se locomovia eu ficava olhando para as árvores procurando esquilos e algumas flores bonitinhas, e eu faria isso o caminho todo então abracei um pequeno ursinho que eu havia trago e fiquei olhando atentamente as copas das árvores vendo por vezes esquilos e em outras pássaros coloridos, uma vez ou outra eu via uma coruja olhando atentamente a carroça. Suspirei sentindo falta de mamãe e me sentei no chão enquanto pensava na mais velha que agora poderia estar sentindo minha falta na nossa casinha.

  Mamãe era doce e educada comigo, e apesar das dificuldades de viver naquela pequena aldeia de casas feitas de madeira ela sempre cuidou de mim. Mas recentemente mamãe descobriu que estava esperando uma irmãzinha pra mim e agora só papai trabalhava para nos manter, eu sabia que estavamos em dificuldade então simplesmente comecei a ajudar pessoas com suas casas e compras em troca de um talento de prata*, no último mês consegui juntar 17 talentos reluzentes de prata pura e escondi no meu baú, só iria entregar a mamãe quando a pequena nascesse então eu ainda teria 8 meses para juntar mais dinheiro e ajudar minha família.

  Papai quase nunca estava em casa, trabalhava muito para ganhar 3 talentos por mês o que eu achava um absurdo, ganhei em um mês o que ele demorou cinco para ganhar! Sempre que via o papai fazia de tudo para mostrar que eu o amo e na maioria das vezes papai me pedi para dormir com ele e com mamãe, segundo ele quando eu era criança dormia entre eles e ele acabou se acostumando, era bom ser abraçado pelos dois enquanto eu dormia, e também era bom quando eu acordava e sentia algo duro no meu bumbum, sempre quis saber o que era aquilo!

  Teve uma vez que eu abri a calça do papai e vi que era o pipi dele e que estava muito durinho. Coloquei minha mãozinha mas logo tirei e fechei a calça dele, abracei papai ficando de frente e dormir assim sentindo o pipi dele encostado na minha barriga.

  Parei de pensar assim que chegamos, sorri fofo descendo e indo o seguindo até algum lugar enquanto abraçava meu próprio corpo por estar frio.

Ele me levou pra floresta onde tinha uma casa de madeira bonitinha, entramos e ele me levou pro quarto onde deveria ser o quarto da minha priminha que havia nascido a pouco tempo porém o homem me deixou trancado após me empurrar para dentro do mesmo me fazendo cair de boca no chão e me machucar um pouco. Depois de horas planejando fugir dessa casa maldita eu finalmente decidi que iria dormir ele abriu a porta de madeira cinza e entrou enquanto sorria, era um sorriso psicopata.

  -Sua mãe não te quis mais, agora eu sou seu dono e você deve me obedecer começando agora meretriz! -Disse e veio pra cama, subiu sobre mim e abriu minha calça a rasgando e depois enfiou seu pipi no meu bumbum o que me fez gritar de dorzinha, machucava muito meu corpinho, me assustei ao sentir algo escorrer e passar pela minha barriga, olhei pra baixo e percebi que era sangue e que estava sujando os lençóis brancos.-Tão aper...tadinho!

   Quando senti algo dentro de mim ele saiu e eu olhei a coisa branca que saia de mim, ele sorriu e depois me vez por seu pipi na boca, tinha gosto ruim e metálico por causa do meu sangue que ainda estava lá ! Ficou um tempo assim até aquele líquido invadir minha boca e ele me soltar.

  -Isso se chama "leitinho" e com o tempo você vai pedir pro Demônio te dar o dele! -Diz e eu começo a me sentir tonto enquanto ele ria de mim, ele havia me dado algo com veneno.

  Então me lembro que na metade do caminho paramos para comer e ele havia me dado uma fatia de torta de morango alegando que era a última fatia e que a minha tia teria pedido que eu provasse da torta e dissesse se eu gosto ou não da mesma, estava gostosa então comi todo o pedaço oferecido por ele.

  P.o.v Taehyung

Ele estava acordando aos poucos, seus olhinhos pretos me encaravam com medo enquanto ele se encolhia na cama e chamava a mãe dele. O que me partiu o coração já que que sabia que na verdade aquela velha não o queria mais e por isso o vendeu, suspirei e toquei na testa dele deixando ele ver o que realmente aconteceu naquele dia, devo admitir que odeio a família desse pequeno serzinho.

  [Autora:o Jungkook vai ver tudo como se ele fosse a quarta parede ou seja....ele vai apenas ver e ouvir do mesmo modo que eles falaram, não na primeira pessoa como o Taehyung! Até porque o Jungkook até então é um humano comum.]

  "Na sala o ar estava tenso, a mulher já velha e um pouco deteriorada estava sentada em uma poltrona verde e acabada esperando que o cara desse a primeira manifestação de uma conversa civilizada. Este por fim estava olhando ao redor e vendo o quanto pobre era o local. Ele era rico, usava um terno bem passado por sua "empregada" e a maleta que ele carregava estava cheia de com 10 talentos, o que geralmente usa para comprar seus escravos sexuais.

   -Bom senhora, meu nove é Hashimoto é eu sou da Província de Seul, estou recrutando jovens para o exército e me disseram que aqui há um garoto, julgo ser o que abriu á porta! -Disse em ton educado fazendo a mulher não desconfiar de nada.-É comum que como tributo entregamos dez talentos para levar o garoto! A senhora concorda?

  -Ele irá servir ao exército? Ele vai voltar pra casa? -Perguntou finjindo preocupação mas o homem a sua frente que havia se denominado Hashimoto percebeu que havia desdém no meio dos tons.

-Talvez ele volte, assim como talvez morra durante alguma batalha por território! Eu ainda não sei! -Disse sorrindo meio fraco fingindo dor.-Meu filho morreu em uma batalha mês passado, estamos tentando substituir a função dele mas até agora nenhum foi capaz!

  -Sinto muito, mas qual era a função dele? -Pergunta baixinho fingindo estar com medo de que o filho morra na guerra, mas ela só estava interessada nos talentos dentro daquela maleta.

  -Ele era a "vadia" , responsável por satisfazer os soldados enquanto estavamos em guerra! -Respondeu e a olhou. -Seu filho tem um corpo bonito! Deixe-me levá-ló?

  -Meu filho é um imprestável, não satisfazeria ninguém! -Fala finalmente mostrando sua verdadeira face.

  -Ele vai aprender! -Dito isso ele entrega a maleta para a mulher que guarda em algum lugar e chama o filho.

Duas horas mais tarde

...

  Enquanto a mulher limpava o quarto de Jeon abriu uma das gavetas emperradas e viu 15 talentos com o diário do Jeon, ao abrir o diário se arrependeu.

  Querida mamãe,

Já faz um mês que eu to trabalhando para te ajudar com a minha irmãzinha! Esse homem vai me levar pra passear mais acho que eu não vou voltar então deixei o dinheiro que juntei aqui,

          Bjs, Jeon Jungkook!

  

A mulher chorou quase a noite toda enquanto alisava a barriga pedindo desculpas a irmã que nunca o  conheceria."

  -Jungkook eu sinto muito, mas depois que aquele cara de machucou, bom...ele te matou e agora você ta no inferno! -Digo vendo ele chorando descontrolado, iria sair do quarto mas ele me abraço enquanto chorava. Ele não era mais uma criança, na terra poderia ser mas no inferno o que prevalece e a alma então aqui ele tem 18 anos de idade e está agindo como uma criança.

  -Quem é você? -Ele perguntou se esforçando para não gaguejar enquanto aos poucos se afastava meio assustado, suspirei puxando sua cintura e o abraçando para lhe passar segurança.

-Eu sou Lucifer, mas me chame de Taehyung! -Digo e ele me empurra acabando por cair na cama todo encolhido enquanto tremia de medo.-Fica calmo porque eu não gosto de gemidos de dor, não enquanto quero dar prazer!

  Sai do quarto indo para outro e me sentando no meio do lugar onde passavam vários rios com carpas e haviam bonsais flutuando por toda a sala, comecei a meditar e enquanto fazia isso também levitei. A porta era selada com uma magia negra que não permitia ninguém entrar mais quando abri os olhos vi Jungkook andando por entre os bonsais e rios, onde ele pisava virava grama e então eu entendi o que isso queria dizer, acho que achei a pessoa certa pra mim. Me levantei devagar e fui até ele abraçando sua cintura e sentindo ele se encolher e abaixar a cabeça olhando minhas mãos ao redor de sua cintura.

  -Como entrou aqui? -Pergunto  o virando pra mim e fazendo ele me olhar enquanto alisava sua bochecha macia e lisinha.

  -A-a porta se-e abriu! -Diz gago e corado abaixando a cabeça e se escondendo no meu peito enquanto eu ria baixinho e calmo dele.

  -Por que está tão assustado? -Pergunto enquanto aliso sua bochecha ainda sem  ter o olhar dele sobre mim. Peguei seu queixo com delicadeza e dei um beijinho calmo em sua testa vendo ele apertar os olhinhos.

-Você vai me machucar igual ele? -Perguntou baixinho e eu o puxei pro meu colo, ele abraçou minha cintura com as pernas e meu pescoço com o braço.

  -Não, eu não teria coragem! -Digo suspirando e o deitando na cama que ficava atrás de vários bonsais. -Eu sou diferente dele!

   Me deito na cama com ele deitado em meu peito, sorri e acariciei seu rostinho novamente logo começando um cafuné nos cabelinhos da nuca deixando ele todo arrepiado. Sorri quando ele deu um beijinho na minha bochecha e puxei seu queixo colando nossos lábios e iniciando um beijo calmo da qual ele acompanhou desajeitado.

  P.o.v Jungkook

  Ele me beijou e eu tentei acompanhar, seus lábios eram docinhos e eu queria mais beijinhos mas logo ele nos separou e alisou meu rostinho, ele disse que era diferente então se eu fizesse aquilo com ele seria diferente ou eu sentiria dorzinha igual com aquele cara que fingiu ser meu titio?

  -Tae...eu quelo fazer aquilo cum voxe! -Digo fofo fazendo biquinho e corando por estar pedindo que ele fizesse isso comigo.

  -Sexo? -Ele pergunta e eu coro violentamente escondendo meu rosto em seu pescoço. -Okay pequenino, mas não da pra fazer isso se você tem vergonha até de olhar pra mim!

   -Naum? -Pergunto o olhando meio coradinho e fazendo carinha de inocente, ele acabou mordendo os lábios com força enquanto me olhava. Saiu sangue e eu lambi o local fazendo biquinho quando ele apertou forte a minha cintura delicada e um pouco afeminada...só um pouco! Nem tanto feminina assim.

   -Não! Agora eu posso tirar sua roupa sem você chorar? -Perguntou rindo e eu me sentei na cama olhando ele me analisar e morder os lábios, logo ele me puxou pela coxa o que me fez deitar na cama novamente e também acabou me fazendo ficar encolhido por legítima defesa, o que fez ele sorrir compreensivo e quadradinho.-Confia em mim, sou Lucifer e não constumo mentir!

   Deixei ele tirar minha blusa e assim que ele fez isso senti beijos quentes do cantinho da minha boca até meu pescoço onde ele chupou e mordeu em um mesmo lugar; me assustei com seu ato e minhas mãos foram até o seu cabelo onde puxei tentando o afastar da minha pele porém ele continuou fazendo marquinhas em mim enquanto eu arfava fazendo carinha inocente e fechando meus olhos enquanto abria a boca e deixava mais lufadas de ar sair. Senti seus lábios em meus mamilos e deixei um som estranho e meio manhoso sair dos meus lábios, o olhei e coloquei um dedinho na boca fazendo biquinho e o olhando confuso.

  Senti o ar quente bater contra mim e ele baixou a boca beijando meu peitoral e me fazendo ficar arrepiado, logo ele abriu minha calça e eu arregalei os olhos me encolhendo, ele apenas voltou a me beijar me fazendo abraçar seu pescoço; senti suas mãos massageando minha cintura me fazendo soltar aqueles sons novamente, o olhei quando ele parou de me beijar e senti sua outra mão massageando meus mamilos, mordi meu lábio evitando que os sons saiam.

  -Não para de gemer, seus gemidos são docinhos! -Disse sorrindo e me fazendo entender que os gemidos eram os sons manhosos que estavam saindo da minha boca enquanto ele brincava com meu corpinho.

   Senti suas mãos na minha calça e desta vez ajudei ele a puxar a mesma para baixo e gemi manhoso enquanto o olhava fofinho. Ele alisou minhas coxas com a pontinha dos dedos e eu me arrepiei por inteiro enquanto me encolhia meio choroso, fechei os olhos com força pensando que ele iria me machucar mas ao invés disso ele beijou do dedinho do meu pé até a minha coxa, retirou o tecido com cuidado e pós sua boca no meu pipi me fazendo gemer manhoso enquanto evitava olhar seu rosto e permanecia bem coradinho.

  -Pequeno chupa esses dedinhos para mim! -Ele pediu sorrindo de canto e eu abri a boca os colocando e começando a chupar lentamente e de uma maneira tímida, acabei mordendo sem querer e ele sorriu quadrado. Quando eles estavam bem molhados com saliva ele penetrou os dois dedos de uma vez o que me fez gritar, ele esperou um pouco mas logo começou a abrir seus dedos em mim e a tirar e por eles enquanto eu gemia doloroso e baixinho, não está doendo tanto afinal.

  Ele se levantou e tirou seus dedos de mim deixando a sensação de vazio, tirou o resto de suas roupas e se sentou em meu peito, colocou seu pipi na minha boca e me pediu pra chupar como fiz aos dedos. Enquanto eu chupava ele começou a mexer as ancas o que fazia seu pipi entrar na minha garganta e me dá sensação de enjoo.

  P.o.v Taehyung

  Comecei a foder a boquinha do Jungkook, mexia minhas ancas fazendo a glande do meu membro ir ate o final da sua garganta já que ele é maior do que o menino esperava. Suspirei quando ele chupou e tirou a boca do meu membro segurando o mesmo e chupando a glande inchadinha, sentia sua língua tocar minha epiderme peniana e ele lambendo o pré-gozo como se gostasse muito disso.

  -Taehyung me da leitinho?-Ele perguntou chupando mais forte o que me fez gemer rouco e o fazer encolher de surpresa, tirei meu membro da boca dele e peguei lubrificante, passei na sua entradinha cuidadosamente e abri suas pernas ...eu sabia que se eu fosse devagar ele tentaria sair então o penetrei de uma vez.

  Seus olhinhos se fecharam deixando as lágrimas saírem e ele apertava os lençóis com muita força, seu gemido de dor foi alto e muito cortado por falta de ar já que na primeira vez dele o homem também fez desse jeitinho o assustando.

  -Fica calminho que logo passa, só se mexa quando a dor passar!-Digo beijando o rosto dele várias vezes e a massagear os seus mamilos ao mesmo tempo. Ele gemia de dor porém havia um pouco de prazer na forma em que ele segurava meus pulsos ao apertando dizendo que ta passando aos poucos.

  Senti ele rebolar e beijei ele começando a me mover bem devagar fazendo ele gemer manhoso durante a penetração, as minhas estocadas eram mais rápidas para entrar e mais lentas para sair deixando ele sentindo as veias do meu membro entrando e saindo de dentro dele.

  -Taehyungie...mais rapidu! -Pediu super manhoso e de acordo com seus gemidos fui aumentando a velocidade, ia mais rápido quanto mais o gemido fosse auto e meu nome saísse de sua boca naquele ton manhoso.

  Peguei suas coxas colocando em meu pescoço e comecei a ir bem mais rápido batendo minha glande em sua próstata e chupando suas coxas grossas e macias, deixando marcas roxinhas. Puxei sua cintura e mordi seu pescoço vendo ele gemer arrastado quando encostei a glande em sua próstata mas não me movi, como não atendi suas súplicas ele começou a rebolar em meu membro enquanto eu o marcava. Depois de um tempo coloquei a mão ao lado da sua cabeça, com a outra segurei ele e voltei a ir forte e fundo, ele gemia manhoso enquanto pedia por mais, meu nome a todo momento saía por sua boca e eu já estava começando a suar e a ficar mais agressivo, assim que desferi o primeiro tapa na bunda dele, deixando ela vermelhinha, ele gozou em nossas barrigas e se contraiu apertando meu membro com suas paredes internas o que me fez gozar ainda dentro dele.

  -Eu te amo! -Diz me abraçando fofo.-Você não deixou isso doer, você fez com que isso fosse bom!

  Ele sorria enquanto se aninhava no meu peito, eu estava feliz por ter feito algo bom...ao menos algo.

-Também te amo! -Digo sorrindo quadrado.

Continua...


Notas Finais


Bjs de goiabada


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