História Cansei de chorar - Amor Doce - Capítulo 9


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dimitry, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Viktor Chavalier, Violette
Tags Alice, Amor Doce, Castiel
Visualizações 215
Palavras 1.388
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Então ne ksksk
Eu ia falar alguma coisa mas esqueci então depois eu falo kskskks

Capítulo 9 - Não brigue comigo!


Eles trocaram olhares e sorriram mas não disseram uma palavra. Quando eu ia perguntar outra vez, o Nathaniel brotou do chão e abraçou o Dajan.

- Ei, cara! - disse o Dajan feliz - Você tá acabado!

- Eu sei - o Nathaniel falou a ele - Onde você tava?

- Cara, você precisa ir pra Paris. As mina lá são muito gatas.

O Nath me olhou.

- Já encontrei a mina certa.

Eu sorri amargurada. E se o Nath gosta de mim de verdade? Eu não quero ferir os sentimentos dele e se ele sentir algo por mim, vai dar muita merda.

- Opa! - Dajan se afastou dele e olhou pra mim - Vocês estão namorando ou é impressão minha?

O Nathaniel sorriu e eu forcei um sorriso.

- Sim - ele disse por mim.

- Caralho, mano - Dajan pareceu surpreso - Eu sempre achei que vocês seriam só melhores amigos.

- Você voltou muito boca suja - falei franzindo a testa.

- Sempre fui - ele sorriu. Como eu tava com saudade desse sorriso.

O Castiel já tinha saído a um tempo sem nem mesmo se despedir. E eu ainda queria falar com ele. Merda.

- O que foi?

Dajan estava, agora, mais perto de mim. Do mesmo jeito preocupado de antes.

- Nada... Eu vou para casa agora, você vem?

- Claro!

Ele se virou para o Nathaniel e se despediu, depois para a Rosa e, por fim, do Alexy.

- Vamos? - ele se virou para mim.

- Vamos.

Caminhamos até fora da escola e, quando estávamos muito mais distantes, ele falou:

- Desembucha.

- Tá tudo uma merda - falei sentindo um nó na garganta.

Ele envolveu sua mão em meu ombro enquanto ainda caminhávamos para casa. Contei tudo que aconteceu e que estava acontecendo para ele, menos a parte do Dymitri, e quando terminei ele continuou calado olhando para frente.

- Não vai dizer nada? - perguntei secando as lágrimas.

- Você gosta do Castiel? - ele falou e me olhou segurando o riso.

- Fala sério! - tirei seu braço do meu ombro - Eu falo sobre o Nathaniel ter quase morrido ontem a noite, falo que ele me pediu em "namoro" e você só ficou focado na parte "Eu gosto do Castiel"?

Ele riu e me abraçou forte.

- Ahh Alice! Você é tão ingênua pra ele.

- Oi? - falei indignada.

- Você não conhece o verdadeiro Castiel - ele disse dando de ombros.

- Como assim?

Ele me ignorou.

Ficamos um tempo em silêncio até eu perguntar:

- Como foi lá?

- Foi muito top! - ele se empolgou com o assunto - Conheci muita gente massa e meu francês ta muito melhor.

- Pior que antes não podia estar - ri com meu próprio comentário e ele contraiu o lábio com deboche.

- Tu es très terne, tu le sais?

- Vai começar - falei colocando a mão na testa.

- Qui est mauvais en français maintenant?

- Traduz, por favor?

- Pas disposé à déménager - ele riu.

- Vai se fuder - falei fingindo estar irritada e adiantei os passos.

Escutei ele rindo e sorri de leve. Eu tava com tanta saudade dele... Ele lembra o Castiel as vezes.

- Ahh - falei me virando pra ele, andando de costas - Como você conheceu o Castiel?

- Isso não é um mistério.

- Claro que é! Você mal olhava pra cara dele quando a gente era pequeno e agora, se abraçaram como se vocês fossem irmãos!

- Eu fiz a mesma coisa com o Nathaniel e você não falou nada...

- Mas vocês são como irmãos!

- Você ta muito dramática.

- E você não ta me contando muita coisa...

- Tá bom! - ele disse e encarou o caminho. Estávamos quase perto de casa - A gente se conheceu no intercâmbio.

- Em Paris? - perguntei surpresa.

- Sim. Logo quando eu cheguei - ele deu uma pausa - Ele faltava 6 meses para completar tudo então iria voltar logo.

De repente, me lembrei da época que o Castiel saiu da escola aos 8 anos. Ninguém sabia o por que e ninguém estava disposto a perguntar, então depois de 4 anos ele voltou. Lembro também que, quando ele voltou, me olhava mais que antes, mas eu era muito lerda pra perceber, porque eu tinha só 12 anos... enfim.

- Foi um bom tempo. Nós éramos inseparáveis. Tinha até uns garotos que perguntavam se a gente era gay - ele riu fraco - Quando ele foi embora, eu fiquei meio deslocado. Nem sabia se continuaria lá.

Ficamos em silêncio.

- Essa conversa tomou um rumo chato, né? - ele falou.

- Verdade.

Finalmente tínhamos chegado. Abri a porta e entrei. Dajan entrou logo em seguida, e fechou a porta atrás de si.

- Aqui não mudou nada... - ele disse.

Tinha algo diferente em sua voz. Quando o olhei, ele estava de joelhos com as mãos cobrindo o rosto e soluçava. Eu me agajei na sua frente, receando toca-lo.

- N-não precisa se preocupar... - ele tirou a mão do rosto e secou as lágrimas, se levantando - Já to bem.

Eu continuei agachada o olhando confusa. Ele andou até a sala e se sentou no mesmo lugar onde estava o Nathaniel de manhã. Me levantei e caminhei até a sua frente.

- O que aconteceu? - perguntei séria.

- Muita coisa... - ele abaixou a cabeça.

- Tipo...?

- Tipo... quis saber mais sobre minha mãe...

Aquilo foi como o golpe no estômago.

- O que?

- Eu fui atrás de...

Eu o interrompi.

- Não acredito que ainda tem coragem de chamar ela de mãe! - gritei para ele.

Ele continuou com a mesma expressão.

- Minha mãe é a sua mãe! Coloca isso na porra da sua cabeça! Para de correr atrás do passado! Para de pensar na vaca que te abandonou sem mais nem menos!

Eu gritava cada vez mais alto.

- Olha pra mim!

Ele não obedeceu.

Senti as lágrimas caírem no meu rosto.

- Sua mãe... - ele disse com a voz trêmula - morreu.

Outro golpe no estômago.

- Como é capaz de...

- Sua mãe morreu! - dessa vez ele que gritou e me encarou.

Ficamos um tempo assim. Nós encarando como se quiséssemos ler o pensamento do outro.

- Eu... - comecei e a falar mas não terminei.

Ele se levantou.

- Vou ficar em um hotel - ele disse caminhando até a porta.

- Foi pra isso que você veio... - Minha voz saiu quase como um sussurro mas ele ouviu e parou imediatamente.

- O que? - ele perguntou, se virando para mim e nos encaramos de novo.

- Não veio por mim, - Eu disse - nem por tia Agatha... Veio pela vaca que te deixou...

- Você não tem o direito de chama-la assim! - ele cerrou o punho.

- Não? - sorri sem humor - Mas não era assim você a chamava?

- Cala a boca - ele resmungou.

- Por que? Em Dajan? Não aceita mais a ideia de ter sido deixado pra morrer na rua?

- Eu disse cala a boca! - ele gritou. Estava vermelho de raiva.

- Ingrato! - gritei do mesmo jeito.

- Eu não vou ficar aqui, ouvindo você falar merda e mais merdas!

- Eu não pedi pra você voltar...

Ele me olhou sem acreditar. Depois voltou a mesma expressão neutra. Me arrependi na hora.

- Dajan...

- Você não presta... - ele voltou a caminhar e saiu de casa.

Cai de joelhos no chão e comecei a chorar.


                ☆☆☆


Eu estava no sofá, quando ouvir o toque do celular ao meu lado. Olhei o indentivicador de chamada. Rosa.

- Oi - falei sem humor. E ela notou.

- O que foi, mulher?

- Nada não... Aconteceu alguma coisa?

- Ahh, amanhã vai ter uma festa na casa do Leigh, quer ir?

Ela tava tão empolgada.

- Não sei, não, Rosa...

- Ahh não Alice! Você tá tão cabisbaixa esses dias amiga. Você precisa se divertir!

- Por fav...

Ela me interrompeu.

- Você vai!

Não tinha saída, eu sabia disso.

- Tá, tá, tá. - disse por fim.

- E não esqueça de chamar o Dajan.

- Eu não...

Ela desligou sem deixar eu terminar de falar. Essa garota não tem jeito.

Em todo caso, vou tentar falar com ele amanhã.

Levantei do sofá e fui para o banheiro no andar de cima. Quando sai do mesmo e fui para o quarto, vi um papel em cima da cama. Franzi a testa e caminhei desconfiada até o papel. Ele estava preso com um alfinete. Quando o li congelei.

"Preparada para descobrir quem é seu pai, Alice? Finalmente você vai sair desse inferno :)"


Notas Finais


Eitchaaamm ksksksk
Agora a Alice vai brincar de pega-pega com alguém ksksksk
Bjsss ♡


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