História Cantada Em Ação - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens JB, Jinyoung
Tags Bnior, Bnyoung, Cantada, Cantadas, Crack!fic, Jjp, Jjproject, Kpopperatrevida
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Palavras 2.479
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, LGBT, Slash
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


não me responsabilizo por nada

isso só é o resultado das conversas com a Yara q durante esse um ano nunca parou de me mandar cantada ruim pra caralhoSKSKSKSKSKKSKS


espero q gostem

Capítulo 1 - Só 'tô por bagunçar a tua cama


O nervosismo corria pelo corpo, enquanto virava mais o primeiro copo de algo que nem ao menos sabia o que era, mas aceitara de bom grado, já que vinha do melhor amigo. Ah, melhor amigo, não deveria confiar no outro, no entanto, era o único que estava ali consigo, aguentando todo seu surto interno. 

Jaebeom hiperventilava só de pensar nas suas próximas ações, colocando mil e uma coisas na sua cabeça enquanto ouvia a voz do Tuan parecer distante da sua terrível vida naquele momento.

— Você, por favor, não começa a tremer feito vara verde perto dele, entendeu? É só chegar cara, convida pra beber e dançar. — Deu a instrução, como se fosse a coisa mais fácil do mundo. — E cara, não começa com essas suas cantadas ruins, entendeu?

— Que… que cantada? — Se fez de desentendido, olhando o loiro revirar os olhos.

— Não me decepciona cara! Agora vai lá de uma vez antes que outro chegue nele. — Empurrou o moreno pelos ombros.

Jaebeom travou os pés, virando-se outra vez para o melhor amigo. 

— Tá, mas se ele não quiser nada?

— Jaebeom, o não você já tem, agora é só perder o resto de dignidade que você nem tem. — Sorriu, dando tapinhas no ombro do mais novo.

— Obrigado Tuan, você é um excelente amigo. 

— Eu sei. Agora vai logo! 

Jaebeom concordou, arrumando os óculos e respirando fundo, virando-se mais uma vez e tomando coragem para falar com o garoto do curso de artes cênicas.

Era um sábado e todos costumavam se encontrar na locadora perto do campus, feita propriamente para os apaixonados pela vida festeira. Jaebeom não era lá o cara que gostava daquela festas, gente bêbada e drogada bem dizer não era muito do seu feitio conviver, principalmente, quando elas ficavam encostando em si sem mais e nem menos. Todavia, desde que soube que Park Jinyoung estaria ali, não conseguiu tirar da sua cabeça que realmente era sua única chance de chegar nele. Passou meses o observando por trás da sua tão amada câmera que agora, estava tão perto dele que sentiu que desmaiaria a qualquer momento. 

Quando olhou para trás, viu Mark lhe despachar com a mão para continuar andando. 

Sentia as mãos tremerem, assim como as pernas, enfim, o corpo inteiro. Queria tanto ser como o Tuan, bom o bastante para chegar na pessoa que gosta e se declarar ou ao menos chamá-la sem ter que gaguejar a cada duas palavras. 

Caminhou a passos vacilantes até o Park que encontrava-se sentado com o grupo de amigos, não teria coragem de o chamar para dançar na frente deles, mas também não queria enfrentar a fúria de Mark Tuan ao lhe dizer que não havia conseguido.

O grupo conversava animadamente e Jaebeom ouvia as risadas altas que cessavam aos poucos à medida que ficou um bom tempo parado ao lado do Park.

Engoliu seco com todos aqueles pares de olhos em cima de si. Voltou a levar seu olhar para Mark do outro lado, o vendo lhe incentivar com o olhar. Puxou o ar, pedindo aos céus para que não fizesse nenhuma merda.

— E aí, cara! Perdeu algo? — Jaebeom sabia de quem se tratava aquela pergunta.

Bambam, o tailandês do curso de moda que adorava infernizar a vida dos novatos. 

— E-eu que-queria… — Engoliu seco, ouvindo a risada do grupo. — Jin-Jinyoung… — Falou o nome do moreno, com muito esforço conseguiu a atenção dele sobre si.

Jinyoung lhe olhou um tanto curioso, incentivando com o olhar para que continuasse seja lá o que queria falar.

— Ér… 

— Algum bicho comeu sua língua? — Bambam voltou a lhe perguntar, achando engraçadinho a forma como o futuro fotógrafo tremia mais do que o normal. — Jinyoung, você está o deixando nervoso.

— E-eu? — Perguntou surpreso, intercalando o olhar entre o amigo e o moreno.

— É… fala aí Im, o que você quer? — Bambam o olhou, parecendo lhe desafiar a cada palavra.

Jaebeom arrumou os óculos, engolindo seco mais uma vez. Lembrou das palavras do Tuan que vinham em sua mente, fervilhando o sangue e o corpo parecia não querer lhe obedecer mais.

— Jin-Jinyoung… Nã-não sou imposto de renda, mas vim aqui me declarar para você.

Foram os dois segundos mais tortuosos da vida de Jaebeom, que acabaram pelo som das risadas altas dos presentes. Continuou mantendo a pose, olhando até onde Mark estava e o vendo mais uma vez lhe incentivar. 

Não deveria ter começado pelas cantadas ruins que o Tuan tanto dizia. Mas droga, elas eram perfeitas!

Seus olhos caíram no Park que lhe olhava sem saber direito como reagir. Ele não ria como os amigos e Jaebeom não sabia se aquilo era bom ou ruim, pelo menos não havia levado nenhum soco e tampouco palavras que com toda certeza lhe machucariam. Então, juntando aquela dignidade que nem tinha, continuou:

— Me chama de previsão de tempo que eu faço rolar um clima entre nós. — Ousou dar uma piscadela, arrancando mais risos dos amigos do Park.

Jinyoung continuou impassível, não sabendo realmente agir com aquilo.

Jaebeom suspirou, pensando em algo que de fato levaria sua dignidade inexistente para o ralo. Mexeu o braço, fingindo um mover de mago, assustando levemente Jinyoung com o rápido movimentar enquanto dizia coisas que já lhe deixavam vermelho de vergonha.

— Pena de urubu, asa de galinha, se você quer ficar comigo, dê uma risadinha? — Deixou um sorriso nervoso no fim, tendo como trilha sonora a risada escandalosa de Jackson Wang. — Péssimo né? — Perguntou baixo ao outro, que sorriu pequeno e simpático a si.

— Horrível… — Murmurou, fazendo o grupo cair na risada mais ainda. 

Jaebeom umedeceu os lábios. Tudo bem, Jinyoung lhe respondeu e já era algo. E Jaebeom sentia-se confuso com aquele olhar… Jinyoung estava… estava lhe incentivando a continuar?!

— Você só pode ser de Mônaco porque suas curvas são perfeitas. 

Wow! Era impressão sua ou Jinyoung tinha levemente deixado escapar um sorrisinho de lado?!

— Cara… você é incrível! — Jackson comentou entre risos, secando as lágrimas nos cantos dos olhos.

Jaebeom umedeceu os lábios, sabia que a uma hora dessas Mark Tuan queria lhe matar e não poderia morrer sem antes ousar pelo menos uma vez na vida. Curvou o corpo em direção ao Park, chegando próximo ao ouvido dele, podendo sentir o perfume amadeirado que já começava a lhe entorpecer por inteiro.

— Eu posso não fazer seu mundo girar, mas com certeza eu faço sua cama balançar. — Sussurrou baixinho o suficiente só para o Park ouvir. 

O mesmo engasgou levemente, sentindo o corpo aquecer com aquela voz rouca sobre a pele. Passou a mão atrás do pescoço, tentando disfarçar seu leve desconcerto com aquilo. 

Céus, quem aquele garoto atrevido achava que era para fazer aquilo?

Tudo bem que ele era bonitinho e Jinyoung desconfiava das secadas que ganhava dele toda vez que tinha as reuniões para os eventos que movia todo o campus. Jaebeom sempre estava lá, sentado em um dos degraus mexendo nas lentes, fingindo claramente, porque Jinyoung sabia que ele ficava lhe cuidando.

— Você… — Começou, sentindo a garganta seca.

— Aceita dançar comigo? — Pediu em um fio de coragem, cortando o outro, sentindo o coração acelerado mais do que enquanto falava toda aquele conjunto de cantada muito ruim.

— Você fez todo esse show para isso? — Arqueou a sobrancelha, deixando um sorriso dançar nos lábios carnudos.

— Na verdade esse não era o plano, mas eu fiquei nervoso e fiz merda como sempre. — Coçou a nuca, ganhando um coro de “ownnn” puxado pelo tailandês.

— Okay… eu aceito. — Disse simples, levantando-se e deixando todos confusos.

— A-aceita o quê?

— Dançar com você. Ou você não quer mais?

— Cla-claro que eu quero!

— Então… 

— Ah… eu adoro essa música, você quer dançar essa? — Soou mais nervoso ainda, nem sabendo realmente que música era.

Jinyoung balançou a cabeça, aceitando e dando a mão para o futuro fotógrafo. Riu baixinho ao constar o suor do outro, não deixando de notar o quão bobinho ele ficava todo nervoso.

Tomou a frente, puxando o Im para a pista de dança. Sabia que seus amigos lhe questionariam por aquilo, todavia, no momento realmente só queria curtir ao lado do outro.

A música que tocava tinha uma pegada agitada e ambos balançavam os corpos de acordo com ela. Todavia, o ritmo não durou muito e Jaebeom chegou a chorar internamente por ser algo sensual, no qual nem sabia se mexer. 

Foi automático quando levou as mãos para a cintura do Park quando o sentiu enroscar os braços ao redor do seu pescoço. Sentia a respiração dele colidir com a sua, lhe deixando desesperado.

— O que foi? — Jinyoung questionou de pertinho.

— E-eu não sei bem o que fazer… nunca cheguei nessa etapa. — Aquilo fez Jinyoung rir abertamente e Jaebeom jurou que poderia infartar naquele momento com aquela risada gostosa.

— Você costuma sempre chegar nas pessoas assim, cheio de cantadas ruins?

— Não são tão ruins assim! — Defendeu-se, rindo junto do outro. — E eu não chego assim nas pessoas não. Digamos que é bem difícil alguém me interessar.

— E aí quando te interessam você chega com cantadas. 

— Yah, só fiz isso porque eu realmente não sabia como chegar em você. E também eu vi um monte de cara te convidando para dançar. Você negou todos… 

— Não me chamaram atenção. — Moveu-se lentamente, esfregando-se no Im conforme a batida da música. 

— E eu chamei?

— Você sabe que sim. — Garantiu, virando o corpo e sentindo as mãos do Im segurarem com mais firmeza sua cintura. 

— Jinyoungie… — Jaebeom mordeu o lábio, puxando Jinyoung mais para si. 

Podia ser todo atrapalhado na arte da conquista, mas quando tinha sua chance de ouro claramente não a desperdiçava e Jinyoung estava lhe dando muito bandeira para quem há segundos atrás estava ganhando muitas cantadas ruins.

— Vem aqui Jaebeom… — Pediu, virando rapidamente e já não suportando aquela demoro do outro em lhe pegar de uma vez.

Segurou o pescoço do outro com firmeza, roubando os lábios do fotógrafo para si. 

Jaebeom demorou alguns segundos até entender o que estava acontecendo. Respondeu com avidez, levando a mão para a nuca alheia, segurando-a e trazendo Jinyoung para junto de si.

Os lábios macios do Park eram extremamentes gostosos. As línguas enroscavam um na outra, explorando a boca com vontade e Jaebeom conseguia sentir que ali tinha muito mais que um desejo concedido a apenas alguns minutos trocando palavras. Jinyoung parecia ansiar por aquilo tanto quanto o Im, o que o deixava extremamente confiante para ousar mais, escorregando as mãos pelo corpo alheio conforme sentia Jinyoung apertar seus ombros e arranhá-los por cima do tecido.

— Meu deus… — Murmurou rouco, com os óculos bagunçado no rosto quando Jinyoung se afastou minimamente de si com um sorriso travesso dançando nos lábios.

— Você vai parar com as suas cantadas? — Roubou os óculos do Im, colocando-os em pura provocação. 

— E-eu tenho muitas. 

— Ah é? — Voltou a enroscar os braços ao redor do pescoço alheio. — Qual é a próxima então? — Mordiscou o lóbulo da orelha do outro, fazendo Jaebeom suspirar pesado. 

— Eu tenho uma que combina perfeitamente com você. — Desceu a mão, deixando sobre a bunda farta do moreno. — Essa sua calça baby, é espacial?

— O quê? — Soou confuso.

— Responde, sim ou não?

— Não! — Respondeu óbvio. — Por quê?

— Porque a sua bunda é de outro planeta! — Apertou a carne entre os dedos, fazendo Jinyoung desmanchar-se em uma gargalhada gostosa.

— Você é impossível!

— Essa foi muito boa!

— Foi péssima! 

— Yah. — Balançou ambos os corpos, voltando a sentir os lábios de Jinyoung sobre os seus.

Retribuiu, completamente embriagado por aquela boca tão gostosa e aveludada. Quente o bastante para lhe fazer delirar.

— Eu também tenho uma cantada, sabia? — Jinyoung sussurrou entre o beijo. 

— Ah é? E qual é? 

Jaebeom mordiscou o lábio inferior alheio, sentindo os ombros serem maltratados pelas unhas curtas do Park.

Jinyoung chegou próximo do seu ouvido, surrando com a voz sensual, causando arrepios e uma fisgada perigosa no baixo ventre do pobre fotógrafo.

— Porra, Jinyoung! — Murmurou com aquelas palavras.

— Não é só você que sabe dar cantada. — Roçou os lábios sobre os do Im, gostando da forma que estavam bem juntos.

Jinyoung não era daquele tipo, mas Jaebeom há tempos havia lhe despertado a curiosidade. Despertado o bastante para estarem ali, quase se fundindo um no outro no meio daquela pista de dança.

— Você só tem cara de anjo.

— E isso te decepciona?

— Isso só me deixa mais à vontade para descobrir todas as suas facetas.

— Que bom… porque eu estou esperando o momento em que você vai deixar de girar meu mundo e vai bagunçar a minha cama. — Sussurrou, deixando uma mordida leve na pele descoberta do Im.

— Eu não vejo a hora de fazer isso. 

Puxou o Park para mais um beijo, não sabendo direito lidar com todo aquele amontoado de emoções que se apossava do seu corpo. Claramente, Park Jinyoung era muito mais que um simples estudante de artes cênicas que todos gostavam muito e enquanto Jaebeom sentia-se ser puxado pelo outro no monte de toda aquela gente, sentia-se sortudo por ter ele para si. Por ter, acima de tudo, sido escolhido por ele.

Porque Jinyoung poderia escolher quem quisesse e fui justamente escolher aquele garoto de estilo duvidoso, todo espalhafatoso, com um dicionário inteiro de cantada ruim e um guia para flertes fracassado. 

De fato, Jaebeom não faria questão de bagunçar somente a cama daquele rapaz e, sim, a vida inteira se ele deixasse.

— Jinyoungie… 

— Uh? 

— ‘Tô igual melancia quente, louco pra te fazer mal! — Deu uma piscadela, fazendo Jinyoung cair na gargalhada.

— Puta merda, Jaebeom! Pior que eu não consigo nem brochar com isso! — Falou entre risos, enquanto tentava enfiar a chave na fechadura. 

— Se você fosse um sanduíche, seria um X-Princeso. — Agarrou-o por trás, assim que o mais novo conseguiu abrir a porta. — E eu comeria você a noite inteira. — Sussurrou a última frase, raspando os lábios no pescoço cheiroso.

— Só a noite? — Perguntou jogando a jaqueta em qualquer canto.

—  A noite, o dia… — Caminhou até o Park. — Se você quiser, eu faço até hora extra.

— Gosto disso… — Puxou Jaebeom, pulando no colo do outro e sentindo o mesmo agarrar suas coxas com firmeza. — Jaebeomie… 

— Diga, baby. — Apertou a bunda farta por cima da calça colada, arrancando um suspiro alto do Park.

— Quer brincar de adivinhação? — Mordeu o lábio, ganhando um sorriso arteiro do Im. — Eu sento na sua cara e você tenta adivinhar o meu peso. Divertido, não? 

— Eu ‘tô louco pra brincar disso! — Caminhou até o sofá, caindo com o outro no estofado. — Você é tão lindo, mas sabe o que cairia bem dentro de você?

— Você, agora, bem gostoso e fundo! — Lambeu os lábios, puxando a camisa do outro com pressa. 

Puxou Jaebeom para um beijo, sentindo-o esfregar em si e não poupou gemer quase derretendo-se com aquele homem em cima de si.

Céus, a noite não lhe renderia mais somente risadas, mas sim, uma foda espetacular com um homem que claramente bagunçaria muito mais do que havia lhe falado.

 

E Jinyoung rezava para que ele lhe deixasse do avesso.

 


Notas Finais


eu juro por tudo q é mais sagrado q vou me tratarsksksksksksk

ai ai

YARA VIU O QUE VOCÊ FEZ?????????!!!!!!!!!!!!!!!


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