História Caos Iminente - Capítulo 9


Escrita por: e TrisRipe

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alex Roe, Ariana Grande, Assassinatos, Assassino, Drama, Faculdade, Horror, Massacre, Mortes, Rússia, Terror
Visualizações 38
Palavras 1.599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁ, AMORES!! Volteiii, então, espero que estejam aqui ainda... Mas, esse é o penúltimo capítulo, beleza? DIGAM, o que estão achando da história, é muito motivador e importante. Tirei esse tempo livre pra ficar mais de boas, sabem? Foi bom, mas estou de volta e pra terminar essa belezura <333 Desculpem pelos erros ortográficos.
Boa leitura.

Capítulo 9 - Corinne é uma vítima


Fanfic / Fanfiction Caos Iminente - Capítulo 9 - Corinne é uma vítima

CORINNE É UMA VÍTIMA

“Sem lágrimas, por favor. É um desperdício de bom sofrimento”

Terceira Pessoa, 13h00

O grupo caminhava olhando ao redor com medo de Blackburn aparecer. Corinne, um pouco distante dos colegas, tentava absorver os acontecimentos, querendo entender por qual razão seu companheiro ter matado tantas pessoas. Suspirando levemente o ar gelado, deixará uma lágrima escorrer por seu rosto, limpando-a rapidamente.

— Acham que vamos sobreviver? — Cori, murmura, fazendo todos parar e olhar para trás. — Não sabemos quantos dias estamos nessa maldita floresta, nem ao menos, se alguém lembrou que viemos para esse local distante.

Riu, amarga.

Mia, aproximou-se da jovem, que não se aguentou e acabou por derramar lágrimas no casaco da mais velha. Ambos refletem o que foi dito. Afinal, quando isso irá acabar? É uma pergunta que ronda a mente de todos.

O que ninguém imaginava, era que após a saída dos alunos da faculdade, os amigos de Blackburn, apareceria pelo local o procurando. O homem havia fugido para ir atrás de sua mais nova vítima, e por esses colegas, queriam deixar avisado para a menor que não deveria se aproximar do rapaz. Ele seria capaz de qualquer coisa para tê-la só para si. E é exatamente isso que Blackburn está fazendo agora.

É, infelizmente, não foram capazes de aparecer antes. Mas, todos os familiares dos alunos já estão sabendo da situação e a procura dele, mesmo sem saber que já fez tudo que queria e mais um pouco, em apenas alguns dias do acidente.

Cansados por terem andado a noite toda, o grupo decide parar e descansar.

— Aisha, você deveria andar armada, não? — Grizz, pergunta, olhando-a com superioridade. Para ele, a mulher era parte do plano macabro de Blackburn.

— Deveria. — cruza os braços, olhando para ele, sorrindo de lado. — Afinal, quem iria imaginar que isso tudo iria acontecer, não é mesmo? Então, eu acho melhor você para de especulações, imbecil.

— Aposto que não é policial coisa nenhuma! — ergue a voz, fazendo Schneider, encolher-se nos braços de Mia.

— Escuta aqui, filhinho de papai. — aproximou-se dele, deixando os estudantes alarmados. — Caso não percebeu, estamos no mesmo barco! Ou seja, vamos morrer, e para isso não tem necessidade alguma de você ficar criando coisas na sua cabecinha minúscula.

— Aisha…

— Põe uma coisa nessa cabeça de minhoca. Nem você ou eu, esperávamos isso. Aqui você é um ninguém, como todos nós. Assim como eu posso morrer… Ops! Você também. Então, sossega a porra do cu e cala a boca, antes de falar besteira. — o empurrou, sentando-se ao lado da amiga.

Deixando o local tenso, ambos preferem manter o silêncio, antes de partir, novamente, em busca de sobrevivência.

— Quantas pessoas acham que, agora, está morta? — Salena, abriu a boca. Corinne, ri.

— Paige, certeza. — a jovem fala.

— Benjamin, Martina, Ivan, Nikolai e Dimitri. — Gareth, se pronuncia, suspirando.

— Brayce e Logan… É provável. — Mia, também comenta.

— Espero que tenha mais sobrevivente, além de nos. — Aisha, murmura.

— Também. — é a última fala pronunciada de Corinne, antes de escutar explosões.

Sem perceber, os colegas, acabam deixando-a para trás, travada no tronco de árvore, até que, novamente, torna a escutar as explosões, dessa vez, mas próximo dela. E é o momento exato, em que ela corre, sem olhar para trás, ou, notar que foi deixada para trás. Após estar longe suficiente, cai no chão, cansada e com fome. E é nesse instante que perceberá gotículas de sangue por todo local em que se encontrava.

Olhando ao redor, notara que está sozinha e decide seguir as pequenas manchas na neve, temendo encontrar corpos. O ar gelado começa a ficar intenso, fazendo-a caminhar com rapidez, sempre observando a área. Andando mais um pouco, começará a escutar barulhos, lentamente, esconde-se atrás da árvore para não ser pega, suspirando, move a cabeça, notando ter alguns lobos cinzas comendo algo, provavelmente, morto. Deixando a curiosidade falar mais alto, pega a primeira pedra perto, e joga longe para que eles possam sair do local. Esperando dois minutos, decide olhar novamente, e cai no chão, colocando a mão sobre a boca, engolindo o grito, que sairia, caso não tapasse, ao notar ser o corpo de Paige.

Paige Shields. Sua amiga. Morta.

— Deus! — sussurra, com medo de alguém escutar. — Não…

Rastejando, lentamente, até o corpo aberto e já sem nada. Sente o vômito subir pela garganta, ao vê-la de olhos aberto. Precisava sair antes que alguém apareça e faça algo com ela. Schneider, levantou-se com uma dor no coração, sem saber que Gigie é amante de seu namorado, deixa um selar em sua testa — único local limpo —, sem olhar para trás, começa a correr, sentindo a respiração ficar extremamente ofegante pelo frio e sem conseguir enxergar, absolutamente, nada, pela ventania que apareceu de repente.

Quando sentirá o ar faltar, um pouco longe, enxerga uma cabana. Sabendo que poderia morrer, voltará a correr e entrou, caindo dentro do local, tossindo forte, moveu-se para o canto, encolhendo-se para se proteger do frio. Após escutar passos próximos, fechou os olhos, temendo pelo pior.

Os olhos do garoto lacrimejam de tamanha felicidade ao encontrar, Corinne Schneider, encolhida.

— Corinne?

A voz de, Patrick, saiu esganiçada, fazendo-a pular e abrir os olhos, assustada.

— Como você está vivo? Por onde esteve? Procurou por ajuda? Diga, homem! — ela levantou-se balançando o rapaz, feliz por estar viva e encontrar alguém.

— Eu só corri e encontrei isso aqui, mas o homem que matou nossos amigos vem sempre depois que mata alguém. Precisamos sair daqui logo. — dispara, deixando-a encabulada.

— Você o reconheceria? — Cori, pergunta, sorrindo. Ele assente. — Meu Deus, Patrick!

— Alguém mais vivo ou só você? — ela ri da pergunta, e deixa as lagrimas cair sem pudor.

— Mia, Gareth, Grizz, Salena e Aisha, estão vivos… Mas, escutamos algumas explosões e nos perdemos. Encontrei Paige… Ela está morta. — suspira, sendo abraçada pelo colega.

— Porra!

— Estamos longe demais do acampamento, porque correu pra tão longe? — ela o questiona.

— A maioria dos lugares tinha corpos, e ele nunca voltariam para o mesmo local, entendeu? Comecei a seguir os corpos mortos e cheguei até aqui. É provável que Paige já está morta há alguns dias ou horas, não sei.

— Verdade, faz sentido.

Os dois ficam em silêncio a tempo de ouvir passos.

— É ele. Fica agachada, vou chutar ele e vamos sair correndo.

Blackburn, pela janela os olhava, atento ao movimento. Ele mesmo havia projetado a cabana, assim que a achou para que ninguém do lado de fora escutasse nada. Ao notar ser sua amada, a fúria é nítida em seus olhos, olhando o revólver na mão, saberia, exatamente, o que fazer. Matar Patrick.

Eles não poderiam ter algo, não se conhecem… Certo?

Entrando silenciosamente na cabana, é encurralado pelo jovem, fazendo-o deixar a arma cair no chão. Schneider, sem reação, pega algo ao seu lado e bate na cabeça do homem, sendo puxada por Patrick.

— Para onde vamos? — ela grita.

— Só corre e muito! — responde, fazendo força para puxá-la e correr mais rápido.

OUTRO LADO DA FLORESTA

14h00

O grupo de universitários notam a falta de Corinne e ficam desesperados, principalmente, Aisha. Com as mãos na cabeça, começa a puxar os cabelos com força, deixando o choro sair com força. Temendo pela morte da amiga e falta de atenção da mesma.

— Vamos voltar, não podemos deixá-la sozinha com aquele maníaco! — ela grita, obtendo olhares de medo e apreensão.

— Claro que não, Aisha! — Salena, fala, levando um tapa da policial.

— Iremos voltar agora, com ou sem vocês. — cruza o braços, ficando frente a frente da menor,  que se encolhe.

— É melhor voltarmos e procurar por Schneider, antes que escureça. — Mia, murmura baixo.

E sem mais pronunciamento, eles caminham para o local.

— Será que ela está morta? — Gareth, sussurra para Grizz, mas Aisha escuta e olha para trás, sorrindo falsa.

— Temos que achar algo para comer. — Salena, torna a falar.

— Coma os resto dos seus colega pra ver se você cala a boca. — a mulher se irrita com a menor, caminhando mais à frente.

— Certo, não direi mais nada.

Alguns minutos se passam quando Mia, tropeça em algo, indo de cara no chão e engolindo neve. Os alunos gargalham alto, chamando atenção de Aisha, que volta e ajuda a mulher, erguendo-a. A professora ao olhar para onde caiu, depare-se com um celular no saco plastico transparente. Pegando, ela retira do recipiente, ligou o aparelho mostrando para a policial que trava.

— Gente, olhem… Um celular. — a mestre os chama.

A agente, retira o aparelho da mão dela, ligando-o, novamente. Era ele.

— Eu o conheço… — Aisha, murmura, os olhando.

— Eu sabia! — grita, Grizz.

— Precisa da senha, droga… — passa a mão na cabeça, não acreditando que seja, realmente, ele.

— Tenta algo, mulher!

— Não pode ser essa senha… — sussurra, digitando.

26 de agosto. 26.08.

— Não… — sussurra, novamente. Abrindo tudo e vendo que era um plano dele. Tudo. Acidente. Celulares. Mortes. Ela. — Era tudo um plano dele…

— Ele quem, Aisha? Explica, cacete! — Mia, explode.

A mulher, ergue o olhar, sentindo o nó na garganta.

— Esse homem que está matando todos é o namorado da.... Corinne. Ele armou tudo isso com a diretora de vocês, mas parece que o tiro saiu pela culatra, não é mesmo? — riu, amarga.

— Quê?

— Ela não sabe de nada. O plano era matar todos e desaparecer com Schneider pra sempre, sem pistas… — continua.

— Nossa… Deus! — Mia, cai no chão, chorando.

— Ele não pode acha-la de maneira nenhuma. Temos que encontrá-la o mais rápido possível, antes que aconteça o pior.

— Você não está querendo…

— Sim. Se acharmos ela primeiro, conseguiremos fazer a cabeça dele para sairmos daqui. Andrew Blackburn é um psicopata. E Corinne Schneider é apenas uma vítima de tudo.

“Às vezes é melhor estar morto.”


Notas Finais


[teaser: https://www.youtube.com/watch?time_continue=58&v=kvNtaKjuLmc]

GENTE!!!! Deixarei bem claro que não terá um final feliz. Andrew é sim um psicopata! O que acharam dessa descoberta inusitada e descuido de Blackburn? Burro demais, né?? KKKKKKK Ainda esse mês irei postar o último capítulo. Não deixem de dizer o que estão achando da história, lembrando que é motivador demais receber os comentários de vocês, sério!!!

Até logo! <3


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