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História Caóticos. - Levi Ackerman - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Intensos.


Fanfic / Fanfiction Caóticos. - Levi Ackerman - Capítulo 12 - Intensos.

Levi Ackerman.

- Argh... – A mulher resmunga ao sentir o couro do cinto entrar em contato com a sua pele novamente.

Eu havia perdido a minha noção por alguns segundos, essa maldita punição estava começando a ir para um lado obsceno e nada agradável.

Somos jovens e imprudentes, é óbvio que sentimos atração e tensões sexuais por várias pessoas.. mas por que justo ela?

A ideia de saber que o seu corpo estava sendo marcado por mim, me deixava um pouco atordoado e extasiado.

“Está com dó?”

Aquela maldita frase, dita com aqueles pares de olhos desafiadores, ela continua a me testar cada vez mais e mais... como se gostasse de ser punida.

E estarei ferrado se esse for o caso...

- Você só está me deixando cansada e entediada... – Sério que ela continuava a negar qualquer dor ou reação do que estava acontecendo?

Qual é o problema dela!? Por que essas coisas não funcionam com ela!?

E por quê eu não consigo em pensar em nenhuma punição que envolva o seu corpo!? Isso é bizarro!

- Seu corpo... – Digo colocando minhas mãos sobre a sua perna. – Está praticamente todo marcado, e tudo que eu vejo em seu rosto é essa sua expressão tediosa.

- Essas coisas não funcionam comigo... eu já disse que eu sou sadomasoquista. – A mulher ergue sua perna, a posicionando em minha barriga, me empurrando com leveza.

Seu tom de voz era coberto de ironia, como sempre, era esse o seu modo de lidar com tudo e todos... e principalmente comigo.

- Você... – Seguro a sua perna, a abaixando de volta e me reaproximando da mulher. – Todas essas punições foram pequenas doses de prazeres pra você.

- Até parece... – Ela desvia o seu olhar rapidamente, recuando o seu corpo para trás... parecia tentar se esconder ou algo do tipo. – Não sinto nada com essas suas punições estúpidas.

Então aquela frase com tom de ironia possui grandes pitadas de verdades? E eu percebi só agora!?

- É mesmo? Então diga isso olhando em meus olhos. – Pouso meus dedos em seu queixo, a obrigando encarar os meus olhos. – Diga.

- Você é um imbecil... – A sua voz sai arrastada, parecia estar com dificuldade de formular e falar as suas frases.

- Não foi isso eu ordenei você a falar. – Digo praticamente sussurrando, não era intencionalmente, eu estava apenas sendo guiado pelos os meus instintos.

Seu olhar que estava vidrado em meus olhos, começa a descer lentamente, até se encontrar em meus lábios.

Um leve sorriso surge em meus lábios ao perceber que ela havia se rendido por alguns segundos, mas parece ter voltado para a nossa realidade rapidamente.

- Sua resposta foi dada... – Afirmo fazendo ela me encarar confusa. – Seu olhar sempre te entrega Diana. – Tiro minhas mãos de seu queixo, subindo novamente para a sua nuca.

Se o chicote e o cinto não estavam funcionando, minha última tentativa seria minhas mãos... em todos os seus pontos fracos.

- E a sua punição? – A mulher questiona ao notar que eu estava me aproximando cada vez mais.

- Que se foda as punições, vou fazer do meu jeito agora. – Digo puxando seu rosto para perto do meu.

Percebo o seu corpo estremecer ao sentir nossos lábios entrarem em contato um com o outro, assim como o meu corpo também estremeceu.

Certamente era uma sensação que eu nunca havia imaginado que teria, eu realmente deixei os meus instintos me dominarem.

Um de minhas mãos livres automaticamente pousa em sua cintura, puxando o seu corpo mais perto do meu.

Nossos lábios começam a se movimentar, fazendo com que nossas línguas finalmente entrassem em contato.

Era um beijo quente e intenso, quente como os nossos corpos e intensos como as punições...

Percebo que a mulher tenta soltar seus pulsos das algemas, e eu rapidamente levo minhas mãos nos mesmos, ao prendendo novamente acima de sua cabeça.

Percebo que a mesma solta um longo suspiro, que mais condizia que ela estava gostando do que reclamando do meu ato.

Por mais que eu desejasse que suas mãos estivessem em minha pele, me fazendo imaginar como seria os seus toques.... eu não podia permitir isso.

Afinal, eu que estou no controle, e ela está na submissão, não posso me deixar levar por ela e permitir que ela me domine.

Para a minha surpresa a mulher abre suas pernas, permitindo que meu corpo se encaixasse no meio delas, facilitando que nossos corpos ficassem ainda mais colados.

A medida que nossas línguas se movimentavam, eu sentia meu corpo esquentar cada vez mais, fazendo com aquele quarto pudesse incendiar apenas com o calor de nossos corpos.

Minha mão que estava em sua cintura, deixa leves apertos sobre a mesma, e desce lentamente pelo o seu corpo, pousando em seu quadril.

E percebo que a mesma movimenta o seu quadril em resposta, entrando em mais atrito com o meu corpo.

- Mas o que... – Resmungo me separando de Diana, ao ouvir um grande estrondo surgir da parte de cima do local.

- o que foi isso? – Diana questiona ainda atordoada, ambos estavam nesse estado deplorável.

- Acho que não foi na... – Antes que eu pudesse aproximar nossos rostos novamente, outro estrondo surge. – Mas que merda...



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