História Captain Swan - Once Upon a Time - Capítulo 35


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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Neal Cassidy (Baelfire), Peter Pan, Princesa Aurora, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Will Scarlet
Tags Captain Swan, Emma, Gancho, Hook, Once Upon A Time, Ouat
Visualizações 76
Palavras 2.933
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, gente! Então... É a partir daqui que as coisas começam a se desenrolar, viu? São muitos detalhes e espero que vocês consigam entender todos.

Sem mais delongas, boa leitura!

Pães e beijos!

Capítulo 35 - Caça às bruxas: parte 2


Fanfic / Fanfiction Captain Swan - Once Upon a Time - Capítulo 35 - Caça às bruxas: parte 2

Capítulo 35

Caça às bruxas: parte 2

 

POV's Regina Mills:

Eu definitivamente esperava mais dos Encantados.

Ainda não havia entrado na minha cabeça que eles haviam demorado todo esse tempo para encaixar as peças e entender quem eram os reais culpados de toda aquela confusão. Esperava que eles tivessem sido mais rápidos e tivessem entendido de uma vez que Cruella e Úrsula haviam se unido a Rumplestiltskin procurando conseguir seus "finais felizes".

Eu as achava bem tolas por terem acreditado piamente nessa conversa fiada. Mas dizem que cérebros de vermes são bem menores do que de humanos, então não posso contestar quando tomam decisões idiotas.

- E o que diabos eles planejavam fazer nos enganando e nos mandando vir para o apartamento de Emma? - ouvi a voz de David preencher o vazio que antes estava presente na sala de estar por todo o time dos Encantados - até mesmo seu mascote pirata - estarem tentando entender a conexão que eu havia estabelecido entre alguns lugares no mapa da cidade, marcados de uma caneta vermelha.

- Ora, mas é óbvio! - ergui uma de minhas sobrancelhas, espantando-me o quão ingênuos as pessoas em minha frente poderiam ser. Mas depois lembrei que eles eram os mocinhos, eles enfrentavam as pessoas ruins. Já eu, tive experiências o suficiente com o "lado negro da força" para pensar como um vilão. - Provavelmente quando a Salvadora e seu bichinho de estimação maneta estavam brincando - recebi um olhar nada agradável dos dois, principalmente da senhorita Swan, que parecia querer agarrar no meu pescoço naquele momento - , uma das bruxas sem cérebro deve ter surrupiado o celular e depois alterado sua voz - o que, para falar a verdade, é bem fácil - quando ligou para vocês. E, enquanto vocês saíam desesperados sem pensar direito, tenho quase cem por cento de certeza que a trupe foi direto para o cafofo Encantado.

- O que quer dizer com isso? O que elas fariam lá? - Branca de Neve cruzou os braços e franziu o cenho, como se estivesse realmente se esforçando para entender o que havia ocorrido.

- Quero dizer que vocês caíram no truque mais velho do mundo. - ajeitei meu terno e deixei escapar uma risada descrente, como se não fosse possível que tivessem caído num trote. - Quanto ao que elas fariam? De tudo. Mas como conheço aqueles três, aposto que vão querer aprontar algo bem maior. E pra isso precisavam de algo do seu apartamento.

- Mas não faz sentido. O que elas iriam querer, afinal? Roubar um jogo de chá? - Swan se intrometeu na conversa, com um tom levemente arrogante e incrédulo, de certa forma. Resolvi ignorar sua piadinha sobre o jogo de chá e aproximei-me da mesa onde estava estendido o mapa (até um pouco amarelado por conta do tempo) de Storybrooke, ficando em silêncio enquanto estudava-o detalhadamente para tentar descobrir onde a trupe iria a seguir e, com sorte, saber o que fariam.

- Senhorita Swan, pegue seu casaco. Eu acho que sei exatamente para onde esses desmiolados estão indo. - deixei as palavras saírem de minha boca com confiança enquanto pegava minha bolsa e colocava meu sobretudo preto. Se eles fossem realizar o que eu estava pensando, com certeza iriam para meu lugar secreto.

- O quê? Para onde? Espere aí, vou buscar minha jaqueta. - disse e em seguida saiu a passos rápidos pelo corredor do apartamento. Aquele lugar realmente precisava de uma limpeza urgente, porque daqui uns dias estaria coberto de pó. Olhei para o maneta ao meu lado e pude perceber sua hesitação.

Um, dois, três...

E o mascote pirata ataca novamente. Logo saiu de meu lado, também de forma veloz, para atravessar a sala e ir exatamente para onde a Salvadora havia ido. Era um novo recorde. Ele não havia nem mesmo esperado cinco segundos para ir atrás de sua dona. Incrível.

POV's Killian Jones:

Sabia que os pais de Emma iriam querer que eu voltasse para a sala e ficasse quieto por lá, mas eu sabia que assim que Swan chegasse na sala, Regina começaria a nos apressar e me deixariam rapidamente, sem que eu pudesse dizer um "ai".

- Swan. - irrompi o quarto, encontrando-a procurando sua famosa jaqueta de couro vermelha no armário. Ela continuou com a cabeça enfiada no turbilhão de roupas penduradas em cabides e simplesmente murmurou um "hum?" em resposta, distraída. - Tem certeza que nós não podemos acompanhar vocês duas?

- Eu sei que quando você fala "nós", quer dizer você. E, não, não tem como você ir conosco. Seria muito arriscado. Já falamos sobre isso. - sua voz abafada se pronunciou, enquanto continuava a vasculhar o armário de ponta cabeça atrás de sua jaqueta vermelha. Bufei em resposta e balançando minha cabeça em negativa. - Você é muito cabeça-dura, Jones. Não vê que eu estou tentando proteger você e meus pais?

- E você? Não vê que eu estou tentando te proteger de ir sozinha? E se você não voltar? - ergui as sobrancelhas e a cabeça de Swan ergueu-se, virando-se para mim com uma expressão um tanto confusa. Ela saiu do emaranhado de roupas com sua jaqueta em mãos e a vestiu, para logo depois lançar um olhar que parecia enxergar até o fundo da minha alma.

- Primeiro de tudo, eu não vou sozinha: eu vou com Regina. E, segundo, eu sempre vou voltar. - Emma deu-me um sorriso reconfortante e cruzou os braços, aproximando-se vagarosamente. - Afinal, eu ainda tenho que te ensinar a mexer na "caixa mágica", certo?

Fiquei em silêncio, mas ela apenas me abraçou bem apertado e, mesmo que eu estivesse infeliz com essa decisão dela, não podia fazer muita coisa. Ela era a Salvadora, e não eu. A decisão não era minha, mas eu não conseguia esconder minha insatisfação. Sei que era egoísta, porém eu queria que ela nunca tirasse os pés daquele apartamento, não quando aquelas loucas continuavam à solta lá fora.

- Pare de reclamar, Jones. Regina nem tem certeza de que eles estarão mesmo lá. - sem perceber, eu havia começado a resmungar reclamações. Swan se soltou de mim, lançando-me um olhar na esperança de me acalmar ou pelo menos amenizar minha preocupação que já havia começado a crescer, mesmo ela ainda estando ali. - Vamos, mude já essa cara emburrada.

Revirei os olhos e tentei, mesmo que minimamente, amenizar minha expressão e ficar imparcial. Seria melhor assim, afinal de contas. Mas quando ela retornasse daquela "missão", teríamos que conversar.

- Melhor assim. - Swan deu um leve sorriso, ajeitando minha roupa que havia sofrido com seu abraço apertado e logo depois saindo velozmente do quarto, me deixando para ouvir apenas a minha respiração. Balancei a cabeça em negativa, pensando em como eu sempre acabava caindo nos encantos de Swan e fazendo suas vontades. Era como se eu fosse um marinheiro e Emma fosse uma das mais belas sereias, com seu canto irresistivelmente tentador. E, mesmo que eu tentasse resistir, eu nunca conseguiria (ou queria conseguir). Subitamente, ouço passos obstinados novamente atrás de mim e continuo parado, esperando um David furioso entrar e começar uma discussão comigo.

- Esqueci uma coisa... - em vez disso, escutei a voz de Swan pelas minhas costas e me virei rapidamente, esperando que ela tivesse desistido de ir sozinha e me pediria para ir junto. Muito pelo contrário. Assim que houve um relance de olhares, Emma puxou a gola de meu camisão e colou nossos lábios juntos. Arregalei os olhos, pego de surpresa. Swan nem ousava abrir os olhos, ainda agarrando minha gola firmemente.

Era quase como se aqueles lábios dopassem-me e desorientasse-me. Conforme o aperto em meu camisão fora diminuindo, minhas pálpebras foram se fechando da mais vagarosa forma e as batidas de meu coração tornavam-se imensamente rápidas, chegando a falhar. Deixei minhas mãos deslizarem lentamente por sua cintura, envolvendo-a e aproximando-a. Emma logo soltou minha gola e segurou meu rosto com uma delicadeza desconhecida, bem diferente de alguns segundos atrás, quando ela havia me puxado com força. Meus olhos permaneceram fechados todo o tempo, apenas aproveitando cada momento. Meu peito estava em festa, mesmo sabendo que Swan iria me deixar logo depois.

Definitivamente eu nunca iria querer resistir ao canto da sereia. Não dessa sereia.

- Então... Eu já vou. - depois de separar-se timidamente de mim, Swan colocou uma mecha de seu cabelo loiro atrás da orelha enquanto olhava para o chão, vermelha como um tomate. Pôs suas mãos em seus bolsos e, de forma bem vagarosa, finalmente me olhou nos olhos, com vergonha.

- E eu espero que você volte. - respondi firmemente, cruzando os braços, mas depois suavizando minha expressão. Meu rosto estava sério quando pronunciei aquelas palavras. Emma balançou a cabeça em sinal afirmativo, dizendo um "pode deixar" baixinho. Virou-se e logo em seguida saiu do quarto, dessa vez realmente me deixando com meus pensamentos, que estavam de tudo, menos tranquilos. Após alguns segundos, pude ouvir Regina fazendo uma piadinha de mal gosto perguntando se Swan já havia terminado de me ensinar novos truques além de senta, deita e rola. Não a ouvi responder, mas sim alguns passos e depois uma porta fechando com certa brutalidade. Tinha certeza que depois da piada de Regina, Emma iria falar umas poucas e boas para ela.

E então respirei fundo, pedindo aos céus que não deixassem acontecer nada à minha Emma.

POV's Emma Swan:

Depois da piadinha sem-graça de Regina, eu já queria pegar a minha bota de couro e enfiar na goela dela no mesmo instante. Porém parecia que ela havia tirado o dia para me atormentar.

- Pelo jeito, conseguiu deixar o cãozinho em casa, certo? - a língua venenosa de Regina sibilou enquanto ela andava ao meu lado com sua postura imponente, como sempre. - Ou teve que prendê-lo na coleira?

- Regina, olhe. - parei e virei-me diretamente para Regina, farta daquelas gracinhas que ela havia resolvido fazer toda hora. Coloquei a mão em minha cintura, com uma expressão facial nada agradável. - Já entendi que não gosta do nosso relacionamento, mas acho que chega de piadas por hoje. Estamos caçando bruxas, e não num show de stand-up.

- Não tenho culpa se ele realmente é um vira-lata apaixonado. - ergueu uma sobrancelha, desafiadoramente. Suspirei, querendo dar um basta naquele assunto e ir logo atrás das malditas bruxas.

- E se ele for? Vai mudar algo na sua vida? Pois é... Eu acho que não. - lancei as seguintes palavras para ela e não esperei por sua resposta, mas resolvi recomeçar a andar, sem esperá-la. Afinal, quem era Regina para falar algo sobre o meu relacionamento com Jones? Se nem meus pais podiam dar muita opinião, a "Rainha Má" deveria ficar de boca calada.

Pelo jeito, a resposta grossa que eu havia lhe dado havia funcionado para mantê-la quieta enquanto andávamos por uma viela mal-iluminada e que cheirava a lixo podre. Tampei meu nariz, andando com cuidado pelo chão de cor esquisita do local, tentando não pisar em nada que me parecesse suspeito. Regina estava ao meu lado, com uma cara de imenso nojo, enquanto serpenteava com seus saltos altos pelo lugarzinho, preocupadíssima em não sujar parte de seu terninho preto luxuoso. Revirei os olhos ao vê-la desviar dos objetos que se encontravam na viela como o diabo fugindo da cruz.

- Tem certeza de que é por aqui? - soltei de repente enquanto eu observava as paredes sujas e até um pouco gosmentas daquela rua estreita, apesar de estar escuro por ali. Esperava realmente que Regina estivesse nos levando ao lugar correto, e não a uma enrascada.

- Sei que não é agradável... Acredite, estou gostando disso tanto quanto você... - desviou de um latão de lixo com cheiro de queimado, como se tivesse sido posto em chamas algumas horas atrás para manter aquecidos os mendigos ou os que por ali andavam. Provavelmente Regina não estava nada acostumada a lugares como este que estávamos, pois quase sempre soltava um resmungo ou reclamava baixinho sobre algum aspecto da viela. - Mas esse é o caminho certo. Tenho certeza. Sei o que estou fazendo.

- Espero que saiba mesmo. - recebi um olhar fuzilante da parte da "Rainha Má", porém preferi ignorar e atentar-me na movimentação que estava acontecendo logo mais a frente. No meio da rua escura e imunda, alguns mendigos formavam um círculo em volta de alguém - que não pude ver direito -, mencionando frases ameaçadoras e aproximando-se de forma lenta, mas perigosa. Eu sabia que tudo poderia acontecer ali, mas definitivamente não seria algo bom. Ouvi alguns gritos que pediam socorro - a voz era masculina - e alguns "me deixem em paz" repetidos diversas vezes.

Pelo tom de voz, parecia ser um rapaz jovem que estava sendo cercado pelo bando de mendigos. Andei até lá, tomando cuidado de não fazer nenhum barulho que desviasse a atenção dos sem-teto para mim. Olhei de relance para o garoto que segurava uma caneca metálica que tilintava o que pareciam ser alguns trocados. Agora eu sabia porque ele estava sendo atacado. 

Dê as moedas para nós e não te machucaremos... - pude ouvir a voz de um dos sem-teto. Era um velho atarracado e baixinho que usava roupas rasgadas e gastas, quase pretas de tão sujas que estavam. Já tinha os cabelos brancos e parecia ser o mais velho de todos os que estavam ali. Do jeito que os outros resmungavam respostas afirmativas com a frase dita por ele, eu tinha quase certeza de que aquele era o "líder" ou "comandante" dos mendigos daquela viela. E, pelo jeito, não gostava quando novatos como o rapaz com a caneca invadissem seu local sem permissão.

- Não! Eu consegui esses trocados, e não vocês! Eles são meus! - replicou o jovem, pronto para defender suas moedas a todo custo. Parecia que ali era uma questão de matar ou morrer. - Me deixem em paz!

Assim que o rapaz terminou de gritar com os sem-teto, eles avançaram quase que instantaneamente, começando a espancar violentamente o garoto. Foi aí que decidi intervir com minha magia e parar com aquilo. E, então, num piscar de olhos, todos os mendigos agressores estavam colados à parede, presos e imóveis. Olhei para o jovem que agora estava deitado no chão, ainda com as mãos por cima do rosto, como se tentasse se proteger do que pudesse vir. Não havia o livrado de ficar com hematomas, mas pelo menos ele voltaria inteiro de onde saíra. De súbito, ele ergueu sua cabeça, curioso por causa do silêncio e da falta de pontapés e socos, e acabou encontrando meu olhar. Se levantou atrapalhadamente, dando um leve tapa em sua camisa maltrapilha para ver se saía o pó acumulado, e mesmo sem saber quem eu era, saiu correndo em direção ao final da viela.

Porém, antes que ele conseguisse chegar lá, minha magia havia o feito voltar novamente para o lugar onde estava minutos atrás. O rapaz abriu a boca, surpreso por ter voltado onde estava. Olhou para mim em um misto de confusão e medo, provavelmente com pensamentos de já tentar fugir novamente numa corrida veloz.

- Olha, eu não sei porque aqueles sem-teto estavam te agredindo, mas eu sei que você deve ter pais, certo? - o jovem concordou de leve com a cabeça, ainda curioso para saber onde eu queria chegar com aquela pergunta. - Então eu sugiro que você volte pra casa e se desculpe com seus pais antes que seja tarde. - ele ia falar algo, mas eu resolvi o interromper, tirando de meu bolso minha carteira e dando uma quantia boa ao garoto em mãos. - Isso é pro ônibus e pra caso precise comer alguma coisa no caminho. Não gaste com besteiras, me ouviu?

O rapaz acenou positivamente com sua cabeça, não ousando dar um pio. Pegou o dinheiro timidamente, agradecendo com o olhar, e logo saiu com pressa do lugar mal-iluminado e perigoso. Soltei os sem-teto e deixei-os cair no chão, enquanto Regina aproximava-se, boquiaberta, mas logo despejando um pó sobre os mendigos devagar.

- Eles precisam do sono da beleza. - replicou a pergunta que eu logo iria fazer. Caminhou até mim e seu olhar já dizia-me tudo. Ela estava curiosa com aquilo que eu havia feito. - O que foi aquilo?

- Nada. - respondi de primeira, mesmo sabendo que logo depois Regina me questionaria mesmo assim.

- Eu reconheço empatia quando vejo, senhorita Swan. - lançou-me um olhar que falava "diga logo!" e ficou em silêncio, apenas esperando que eu a respondesse decentemente.

- Tudo bem... - suspirei, pondo as mãos nos bolsos e começando a andar de um lado para o outro descontraidamente. - Eu... Já passei pela mesma situação. Já estive muito perdida na minha vida e já vaguei por esse tipo de lugar, pedindo dinheiro para comer. Tinha dias que eu conseguia, e tinha outros que eu tinha que aprender a lidar com o barulho da minha barriga roncando.

- Por isso deu o dinheiro para ele? - questionou, observando-me estranhamente, como se estudasse um complexo projeto científico.

- Sim... - balancei a cabeça em afirmativa, não querendo tocar muito nos assuntos de águas passadas. - Mas passado é passado e não devemos ficar presas a ele se não acabamos comprometendo nosso futuro. Isso foi há muito tempo atrás, não importa mais.

Comecei a caminhar novamente, deixando Regina com seus pensamentos para trás, mas decidi não olhá-la, com medo de que iniciasse outro questionário sobre meu passado.

Mas a verdade era que meu passado importava, sim. E importava demais.

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FIM


Notas Finais


Deixei um mistério no final pra vocês pensarem... HUAHUAHUAHUA

Bom... Espero que tenham gostado da leitura!

Pães e beijos!


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