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História Cara e Garotona ( Jung Hoseok) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


EAE GENTE! TD BOM COM VCS?!

Seja bem vindo para minha mais nova criação! Uhuuuumm.

Essa fanfic é COMPLETAMENTE diferente do que as que eu costumo escrever, quer dizer, a protagonista é única! Certeza que vocês irão ama-la! E eu sei q eu tenho outras histórias pra att, prometo q vou tentar postar assim q possível. Tem que ter aquela força interior sabe? Bom, é isso por enquanto.

N tem data de att, ok? É td relativo aq.

Ouvindo: 21 Century Girl - BTS ( acho q escrevi errado)

BOA LEITURAA!!

Capítulo 1 - Prólogo: Lynda faz jus ao nome?


Fanfic / Fanfiction Cara e Garotona ( Jung Hoseok) - Capítulo 1 - Prólogo: Lynda faz jus ao nome?

Cara e Garotona

Capítulo 00 – Prólogo: Lynda faz jus ao nome?

Foi em 25 de dezembro de 2002 em que tudo começou. Não romance em si, mas, ah, vocês me entenderam. Fora exatamente nessa data, na exata hora de 00:00 e 15 minutos em que Lynda Christie Poirot nascera. Isso, logo no início do Natal. E, olhe! Lá está ela chorando nos braços da mãe, vendo pela primeira vez o rosto da mulher que a segurou por tantos meses. 

- Wow, pesadinha você – a gestora disse, acariciando de leve a pele sensível da recém-nascida. 

Lynda nascera com certos 4,5kg e com um pouco mais de 26 centímetros de altura já foi considerada a maior bebê já nascida naquele hospital. E, se acham que fora apenas seu tamanho “anormal” e seu peso fora do comum que deixaram todos encantados com a pequena Christie, vocês estão imensamente enganados. Além desses dois fatores incomuns da bebezinha, também existia seus cabelos vermelhos como o fogo, ondulados perfeitamente bem e suas pequena sardas que logo, logo ficariam com mais pigmentos. 

Os médicos a apelidaram de “pequena alemã”. Todos estavam maravilhados com a bebê. Até mesmo os outros bebês que jaziam no berçário gostaram da nova coleguinha de quarto. 

- Pequena Lynda Christie Poirot... – o pai disse assim que a viu pela primeira vez – você é tão linda. 

Ver a pequenina sorrir fora uma imensa felicidade para o patriarca. Era sua primogênita e sem duvidas tinha sido amor à primeira vista. 

- Pronta para ir para casa? – David – o pai da família – perguntou a Morgan – a matriarca – Já se sente mais à vontade?

- Com certeza, não aguento mais ficar deitada aqui – brincou a morena, pegando novamente sua filha no colo – quem é a lindinha da mamãe? Hem? – beijou a testa da garotinha. 

Lynda, como uma boa e alegre bebê sorriu de volta para a genitora e isso acalorou por inteiro o coração da mais velha. 

- Engraçadinha.

E a bebê realmente era engraçada. Conforme os dias, as semanas, meses e anos foram se passando, a garotinha vinha se demonstrando muito divertida e esperta. Estudava vários livros de escolas diferentes da sua – que segundo ela era para ter um conhecimento diferente do que o de costume. Além de que amava fazer os parentes rirem. Pesquisava algumas piadas – meio sem graças confesso – e contava em reuniões familiares. Todos riam, ou pelo menos se esforçavam para o fazer. 

Adorava revistas em quadrinho, especialmente as de super heróis como Marvel e DC. Não assistia muito os filmes, preferia os quadrinhos e como eles a faziam imaginar detalhadamente  como cada cena acontecia – mesmo que a estivessem estampados bem no meio de sua cara rosada. Gostava também de musicas antigas. Tá, não era EXTREMAMENTE fã do som, mas quando seu avô a visitava aos sábados, o viúvo costumava botar na rádio alguns som conhecidos dos anos 80/90 e Jazz dos anos 70. No começo não fora muito com a cara daquelas musicas. Eram muito chamativas e sempre românticas, todavia fora se acostumando e acabou que se apaixonou por elas.

O ruim mesmo era quando resolvia escutar as músicas-antigas-chamativas em seu MP3 velhinho e começava a dançar em seu quarto. Aquilo não era bem dançar, era tudo, menos dançar. Pulava de um lado para o outro e ela jurava poder sentir as bochechas fofas pularem e baterem com tudo em seu rosto. Desconfortável? Só quando alguém estava vendo.

O que era quase impossível já que seu corpo era maior que sua cabeça – pelo menos era o que ela via. Lynda não era necessariamente gorda. Quer dizer, desde que aprendeu a função “comer” não parou mais, comia bastante quando mais nova e agora, no 3º ano do ensino médio – o ultimo ela agradece – já não extrapolava tanto assim, ela tentava. Porém, olhando com outros olhos, a cacheadas de coloração ruiva e sardas amarronzadas não era gorda. Tinha sim alguns quilos a mais. Seus braços e pernas eram mais grossos do que as colegas de classe, suas bochechas eram mais fartas e não era qualquer roupa que cabia em seu corpo curvilíneo. Mas nada disso a deixa feia, muito pelo contrário. Lynda, mesmo não se sentindo, era linda do seu próprio jeito. Não era preciso estar nos padrões para ser uma pessoa bela, isso nunca fora uma verdade. 

A beleza é relativa. 

Cada pessoa tem um traço que a deixa bonita, mesmo tendo pessoas achando o contrário. 

Porque a beleza também está nos olhos de quem vê. A própria Lynda Christie não entende o motivo pelo qual suas colegas da escola – e do mundo todo por sinal – acharem Harry Styles tão lindo. Ele para si era no máximo arrumadinho.  Ainda arrumaria alguma briga com sua opinião. 

- Chega... Já deu. – disse cansada, esparramada em sua cama king. 

Não, Lynda não era gorda, mas ainda sim estava acima do peso adequado e podia sentir isso quando tentava fazer qualquer tipo de exercício. Não que ela fosse sedentária ou algo do tipo. Na real, a cacheada de cabelos ruivos odiava ficar parada, e por conta desse seu hábito ótimo sua saúde era realmente de dar inveja. O que é um ponto muito bom de ser notado.

Está acima do peso não é está doente. É algo super normal. Porque assim como a beleza é diferente para cada pessoa, o corpo também. “Todos” podem vê-la como uma adolescente “gorda”,  mas a real verdade é que as pessoas só acreditam no que elas escutam. E elas escutam que estar acima do peso é está gordo. O que não é a verdade. 

Uma dificuldade que a sociedade padrãozinho de hoje tende a ignorar é a diferença entre: está gordo e está em seu peso ideal. 

O peso ideal de cada pessoa é diferente, muito, imensamente, redondamente diferente. Você pode está com 58kg e ter uma aparência física boa, enquanto outra pessoa mais alta ou menor que você está com exatamente o mesmo peso e aparentando um estado físico ou muito magro, podendo ver cada parte de seus ossos por debaixo da pele, ou ter tanta gordura ruim acumulada que mal pode respirar. Conseguem ver a diferença?

Que bom, porque nossa protagonista é incapaz de ver. 

Não que a odiasse sua aparência, já estava acostumada há tantos anos ser “diferente” das demais garotas da sua idade que nem ligava mais para aquilo. Todavia sentia não era muito bem aceita. Já sofreu bullying, admite, logo quando entrou para o fundamental, mas fora algo muito passageiro. Conseguiu derrotar aquilo em questão de dias. Hoje, já terminando a escola, ainda é chamada por certos nomes e apelidos constrangedores, porém tenta seguir com a vida o mais plena possível. 

- Oi princesa – o pai da garota entra no quarto, sorridente – o que está fazendo? – aproximou-se devagar com as mãos escondidas atrás das costas. Lynda logo notou.

- O que o senhor ‘tá escondendo? – perguntou sorrindo boba – presente?

- Eu não sei disfarçar né – amoleceu o pai, derrotado.

- Nem um pouco. 

Ambos riram e logo o mais velho sentou ao lado da filha, ansioso pela reação da menor. 

David Poirot havia saído assim que o amanhecer acontecera. Há tempos a filha do qual tanto amava reclama do seu MP3 que já estava nas útimas. O coitado do aparelho mal conseguia trocar de uma música para outra. Então, com certa quantia guardada justamente para um novo MP3 – mais avançado e bonito em modéstia parte – o patriarca comprara o último Maximo Plus da edição. Não podia chegar tarde, senão todo seu esforço para deixar a filha feliz teria sido em vão. 

- Sei que você gosta bastante de ouvi música e... – travou por um monte – só pega, eu não sei mais o que falar.

Lynda riu. Seu pai definitivamente não era bom em fazer declarações. 

A menor pegou o pequeno embrulho da mão do mais velho e sorriu para o pai. Ficou com um pouco de medo de abrir e ver o que era, mas confiava do patriarca e abriu tudo.

- Pai... – seus olhos não conseguiam sair daquela imagem linda de seu novo MP3 azul marinho – Pai, não precisava sério.

- Deixa de frescura, é seu Lynda – insistiu ele, sorrindo – espero que goste, escolhi especialmente para você. Azul como você gosta. 

A cacheada não soube muito bem o que falar. Nem imaginava que ganharia algo naquela semana, nem naquele ano. Queria poder se preparar adequadamente poxa. Não perdeu tempo e abraçou forte o pai, sentindo seu perfume natural e pouco forte.

- Obrigada pai. 

- Não tem de que princesa. 

Agora não tem quem a segurasse. 


Notas Finais


EAE GOSTARAM? ESPERO Q SIM!

Se vc já assistiu qualquer livro de suspense da Agatha Christie vai notar a referência no nome e sobrenome da Lynda 😏😏

Gente, essa fic é pra ser fora dos padrões. Queria fazer algo diferente, então espero q tenha gostado de vdd!

Eu amei, sério!

ATÉ O PRÓXIMO CAP!!


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