História Cara, não estraga a amizade - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags A Tay Sabia De Tudo, For Izzie, Got2jae, Hanlix, Jilix, Menção!changlix, Menção!minsung, Vamos Shippar Hanlix, Você Sabe Que Eu Te Amo
Visualizações 70
Palavras 2.574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá~

Algum STAY (me dá licença pq agora temos um nome *cof cof*) vivo depois desse comeback maravilhoso? Eu mesma quase infartei várias vezes :’)

Escolhi especialmente o dia de hj para postar essa HanLix e dá-la de presente para uma pessoa muito importante para mim.

Izzie, Demônia, Hamster, espero que vc goste ♡

Boa leitura! ♡

Capítulo 1 - Capítulo único


— Felix, o que você…? — O toque quente e inesperado de pequenas mãos nas bochechas fartas de Jisung o pegou tão de surpresa que ele sequer conseguiu terminar a frase, deixando-a morrer pela metade antes de conseguir terminar o seu questionamento.

A pressão que era feita no local obrigava o coreano a projetar os lábios em um bico involuntário, o que na visão de Felix — dono daquelas mãozinhas minúsculas que se mantinham firmes nas bochechas do amigo — o deixava adoravelmente ainda mais fofo. Embora aquela cena parecesse fofa se vista por qualquer outra pessoa, em realidade ela era, ao menos para o coreano de olhos arregalados, um tanto quanto fora de contexto naquele momento.

Pego totalmente com a guarda baixa, Jisung não sabia o que fizera o amigo a agir daquela forma já que, instantes antes do Lee inesperadamente invadir seu espaço pessoal, os dois se encontravam atolado em livros e cadernos na sala de jantar improvisada do dormitório, enquanto Jisung ajudava o outro com as tarefas de coreano.

Independente da forma que o mais velho analisasse o ato impulsivo de Felix nos breves segundos seguintes, não havia explicação para aquele gesto, afinal, em um instante ele estava a ensinar o mais novo a como usar uma letra qualquer do hangul corretamente e no outro era pego de surpresa pelas mãos macias do australiano, que deliberadamente agarrou-lhe as bochechas do nada. Jisung estranhou, é claro, mas não tentou dizer mais nada, optando por aguardar pelo próximo passo do outro e ver qual era a intenção de Felix ao invadir seu espaço pessoal e segurá-lo daquela forma.

E não demorou para Jisung se arrepender amargamente por preferir esperar. Maldita curiosidade!

Jisung esperava que o amigo fizesse algum comentário idiota ou que, novamente, brincasse com o formato delicado de seu rosto para que ele pudesse revidar à altura, também apontando alguma peculiaridade dele — talvez falasse o quão desidratado o cabelo do outro estava após ser tão castigado pela química das tinturas, principalmente quando ele era obrigado a fazer cosplay de Ana Maria Braga —, contudo as coisas não saíram da forma que sempre aconteciam.

Han foi tomado pelo pânico quando Felix passou a observá-lo extremamente sério. Sério até demais. E tudo só piorou quando um alarme soou no fundo da mente já confusa de Jisung quando Felix moveu um pouco a cabeça em sua direção, enquanto parecia analisar, concentrado, cada centímetro da sua face assustada.

“Ah, cara, não faz isso. Tenta resistir ou vai acabar estragando a amizade. Eu sei que é difícil, mas você consegue, confio em ti” pensava desesperado, à beira de um colapso, enquanto sentia o seu coração trabalhar incrivelmente mais rápido que o normal, bombeando o sangue em uma velocidade assustadora para si.

Aquilo definitivamente não poderia estar acontecendo!

Jisung sabia que era irresistível, um verdadeiro homão da porra que tinha plena consciência dos seus charmes e sabia do efeito que causava nas pessoas, que sempre caíram aos seus pés por onde quer que ele passasse. A sua personalidade alegre encantava e atraía todos para si, o deixando no centro das atenções em praticamente todas as ocasiões, e Jisung amava tudo isso, amava se destacar na multidão. Contudo, o que ele não sabia era que os seus charmes também atingiam o seu melhor amigo e, ao mesmo daquela vez, tudo que o coreano mais queria era não ser o foco daquele olhar afiado que o ruivo lhe destinava.

Poxa, eles eram amigos e nada mais que isso; e nunca, durante o tempo relativamente longo que se conheciam, qualquer um dos dois tinha dado qualquer pista sobre o afloramento de qualquer outro sentimento a não ser o de amizade.

Aquilo estava errado! Tão errado quanto a lenta aproximação de Felix do rosto completamente corado de Jisung, que até então fazia de tudo para tentar entender o que se passava naquela sala de jantar enquanto, constrangido, desviava o sigilo das orbes castanhas do outro. Quando Jisung finalmente notou o quão realmente o amigo estava próximo, ele podia até mesmo ver com nitidez alguns poros que, rebeldes, não se fechavam nem com a máscara de tratamento mais cara que a empresa havia comprado com a finalidade de tornar a pele do outro perfeita, livre da menor imperfeição, assim como também podia contar cada pontinho marrom que o australiano tinha espalhado pelo nariz e bochechas, se caso quisesse. Com toda certeza Jisung amava as sardas do amigo; elas, juntamente com a voz característica e aparência delicada do outro, eram seu charme. Todavia, Han não queria vê-las tão de perto, ainda mais naquela situação.

— Felix! — Como última tentativa para que aquilo tudo parasse, Jisung chamou pelo nome do amigo em voz alta para, quem sabe, despertá-lo do transe em que ele estava. Também fechou os olhos com força em seguida, se negando a crer no que Felix estava prestes a fazer, e tentou forçar sua cabeça para trás, para fugir do contato com o outro, mas falhou miseravelmente na tentativa. “Caralho, Felix, de onde vem essa força?”

— Jisung? — A voz rouca chegou baixa em seus ouvidos e o hálito mentolado foi sentido por Han. Felix estava perto, perigosamente muito perto.

Por que aquele tipo de coisa típica de dorama água com açúcar acontecia justamente com ele? E por que envolvia a pessoa errada? Se fosse com Minho, Jisung jamais estaria reclamando, muito pelo contrário, aquela situação toda seria muito bem aproveitada no melhor estilo dedo no cu e gritaria. Certo, talvez nem tanto já que ele ainda era um ser puro e só tinha uma queda — talvez um tombo, mas ninguém além dele sabia disso — pelo colega de grupo. Mas Felix? Por que caralhos tinha que ser justamente com o seu melhor amigo?

É, a julgar pelo hálito quente que batia na ponta de seu nariz, Jisung perderia o amigo, pois, após o que ele imaginava que viria pela frente, certamente acabariam com aquela bela amizade; embora amasse o Lee, era apenas amor de amigo. Nunca seriam um casal, disso ele tinha absoluta certeza.

— Já pensou em ser ator?

“É o quê?” Lentamente e ainda receoso sobre suas ações, Jisung abriu os olhos e acabou por encontrar o amigo ainda próximo à sua sua face, entretanto, encontrou-o com um vinco nas sobrancelhas e um bico pensativo adornando-lhe os lábios rosados.

— Hein?

— Se algum dia cogitarem um live action de Alvin e os esquilos, que envolvesse apenas atores humanos, sem aquela frescura de animação 3D, acho que você seria ideal para o papel principal.

Ao final da fala houve uma pressão maior na área das bochechas de Jisung e, com ela, o sorriso maroto do australiano, que tratou de libertar o amigo do aperto após soltar,  com a voz perigosamente fofa, um “Iti malia, que vontade de apertar para sempre essas bochechas de esquilo!” e se afastou vagarosamente para onde estava minutos atrás: no chão, ao lado de Jisung.

Felix ainda voltou a escrever no caderno de lições como se nada demais tivesse acontecido, como se ele não tivesse notado o claro desconforto do amigo desde o início da sua “brincadeirinha”, deixando Jisung com a cara mais indignada possível. Felix sentiu uma imensa vontade de rir do amigo ao lembrar-se do quão apreensivo o coreano estava e sequer foi capaz de segurar o sorriso por muito tempo.

Ele e Jisung como casal? Que piada!

— Lee Yongbok, eu te odeio! — Soltou assim que a sombra de um sorrisinho surgiu nos lábios do amigo, o denunciando.

— Yongbok é o teu cu! — Pela primeira vez no dia, Felix se irritou. Ele odiava o seu nome coreano, e Jisung, como um bom amigo filho da puta que sempre foi, sabia e usava dessa valiosíssima informação sempre que julgava necessário.

— Olha aqui, seu arrombado — apontou o dedo em riste ao outro que, com o cenho franzido, aguardou que o coreano pulasse em si e começasse uma briga corporal, tamanha era sua fúria. — Se alguém tivesse nos pego, eu ia cortar o Pequeno Yongbok fora quando você fosse dormir, sacou?

— Ah, é? Que preparasse a serra elétrica então, meu querido, pois de pequeno ele não tem nada e você teria muito trabalho para cortá-lo!

— Duvido!

— Quer ver? — E em um pulo, Felix já estava de pé e com as mãos no cordão que prendia a sua calça.

— O sangue de Jesus tem poder, tem poder, tem poder! — Erguendo as mãos para o alto, Jisung começou.

— Idiota! — Rindo, Felix voltou a se sentar ao lado do outro.

Todos — os dois e o restante do grupo — sabiam que aqueles xingamentos aquelas eram palavras vazias, assim como as inúmeras ameaças de morte que Felix proferia pela manhã ao ver que o amigo havia usado seu xampu caríssimo importado da Austrália. Aliás, qual foi o imbecil que teve a brilhante ideia de pintar os cabelos dos dois da mesma cor? Isso apenas deu ainda mais força para Jisung continuar a usar a desculpa “se é bom para o cabelo do Felix, será bom para o meu também” e acabava por usar quase o vidro inteiro de xampu toda vez que lavava os fios ruivos.

— Agora sério, Felix, sei que você me ama e tal, até porque eu sei que sou irresistível mesmo, mas para com essas viadagens quando estivermos juntos, caso contrário, podem começar a shippar a gente e tudo que eu menos quero é ouvir os Stay’s berrando “HanLix” na platéia — a careta de Jisung ao final do aviso foi o estopim para Felix soltar uma sonora gargalhada. — É sério, poxa! — embora tentasse soar sério, o sorriso no rosto de Jisung denunciava seu humor naquele momento. — Nossos fãs mal ganharam um nome, não precisamos e nem podemos deixar que “ChangLix” e “MinSung”, os shipps da nação, caiam no esquecimento. Sei que será difícil para você, mas, por favor, meu amigo, tente não cair nos meus encantos — Finalizou, da forma mais teatral possível ao que usava a mão esquerda como barreira para supostamente deixar Felix bem longe de si enquanto posicionava a destra sobre o lado esquerdo do peito à medida que virou o rosto na direção oposta a que o australiano — que morria de rir da encenação de quinta — estava.

— Acho que uma boa dose de HanLix não fará mal algum aos Stay’s. Acho que alguns deles até amariam a ideia. — foi com muito custo que Felix conseguiu se acalmar para, finalmente, pensar em algo e responder o mais velho. — E também, é impossível me manter longe de você! — Dito isso, se jogou no colo de Jisung, abraçando-lhe fortemente pela cintura.

— Aff, que brega — rolou os olhos numa falsa irritação. — Sai de mim, Demônio!

— Também te amo, esquilo — disse ao endireitar-se novamente — Só não gasta todo o meu xampu e aceite o fato de que eu fico muito melhor com essa cor de cabelo do que você — Um beijo voou em direção a Han, que imediatamente fez cara de nojo e uma simulação de vômito.

— Minha bunda que esse cabelo destruido de descolorante é mais bonito que o meu. Pelo menos o meu tem brilho, movimento e sedosidade, coisa que o seu nunca voltará a ter depois de tanta química que colocaram.

— Sabe, Jisung, tem horas que eu não sei se te amo por ser tão bom para mim como agora que você preferiu me  ajudar nessas aulas de coreano a ir praticar com os outros ou se odeio por dizer esses absurdos sobre a minha pessoa. Mas, por via das dúvidas: pau no seu cu!

— Aceite a realidade, seu invejoso! Você deveria mudar o seu stage name para Milho Wonka, pois o cabelo está uma verdadeira palha!

— Ah, então vai insistir nisso? Se é pra pegar pesado, só vamos então. Se declara ‘pro Minho, seu arrombado medroso!

— Só depois que você se declarar ‘pra Dona Morte… Digo, ‘pro Changbin.

— Dona Morte é o teu...

— O que tem eu? — Com os braços cruzados em frente ao peito e as sobrancelhas franzidas, Changbin perguntou. As compras que ele havia trago do mercado com a ajuda de Seungmin e Jeongin estavam ao seu lado, no chão, enquanto que os dois que o acompanhava estavam encolhidos e faziam o máximo possível para não gargalharem ao tampar suas bocas com ambas as mãos.

Jisung queria muito ser o tipo de amigo que ficaria com pena de Felix por, supostamente, o Seo ter sacado toda a história do australiano ser gamadinho nele, um ceifeiro disfarçado de k-idol, mas, infelizmente para Felix, ele não era. Foi com o sorriso largo no rosto que viu o amigo ficar pálido e, logo em seguida, tão vermelho quanto a cor que eles compartilhavam nos cabelos.  

“Como já dizia a diva do funk, Ludimilla: é hoje, minha gente! É hoje que o meu ChangLix sai do status de shipp imaginário da nação e evolui para “em um relacionamento sério” no Facebook, com direito a muita publicação melosa!” Jisung estava amando aquilo tudo, e não fazia o menor esforço de negar. “Vai lá, amigão, se declara. Não existe momento melhor para se declarar do que agora, só diz que ele é o amor da sua vida desde que você pôs os olhos nele, na sala de prática. Vai com tud...”

— Changbin? Mas vocês já chegaram? Por que você está parado aí?—  A voz de Chan foi ouvida na porta, cortando a linha de pensamentos de Han. Se Chan estava de volta da prática, então…

— Por que esses dois estão encolhidos no chão? — A voz angelical de Minho soou em seguida, para o total desespero de Jisung.

“Agora fudeu!”

— Ai, meu Deus — Woojin veio logo em seguida, com Hyunjin no seu encalço, desesperado ao notar a coloração dos dois sentados no chão que, de tanto segurarem o riso, estavam roxos — Chan, socorro, olha esses dois!

“Nunca riam do amiguinho quando ele estiver passando por alguma situação crítica, você pode acabar tomando no cu junto com ele” Jisung, Han.

Na hora dos desgraçamentos, Jisung era um verdadeiro poeta.

O que se sucedeu após a chegada dos outros resumiu-se a um certo coreaninho de bochechas fartas jurando de pés juntos que nada estava acontecendo, que Changbin tinha ouvido errado quando o mesmo questiono-o de novo sobre o que eles falavam e que envolvia ele, não demorando para iniciar alguma conversa aleatória. Jisung tinha lábia e convencê-los do que dizia realmente não foi nada difícil para o melhor trapaceiro que Felix conhecia.

Os olhinhos do australiano chegaram a brilhar em agradecimento pela ajuda do amigo quando, mais tarde, trocavam sorrisos cúmplices enquanto comiam com os demais membros na mesma mesa que estudavam. Embora aquela troca de olhares não passasse despercebida para os outros, que comiam silenciosamente a comida que Hyunjin havia se arriscado a fazer, eles imaginaram se tratar apenas mais uma das inúmeras vezes que os garotos margulhavam naquele mundinho somente deles.

Era uma amizade considerada estranha para alguns, engraçada para outros, mas invejável para quem quer que tivesse a oportunidade de vê-los interagindo, pois era evidente o cuidado que um tinha com o outro. Naquela relação de gato e rato, o companheirismo era, sem sombra de dúvidas, um laço muito forte.

E por mais que o australiano vivesse passando vergonha nele com o seu coreano limitado — mas que incrivelmente havia decorado todos os palavrões coreanos existentes — e quase fosse culpado por infartar tão jovem, Han Jisung amava aquele eterno projeto de Ana Maria Braga chamado de Lee Felix — e que, em horas de extrema raiva, o chamava de Lee Yongbok, claro.

Até porque amigos são para essas coisas, não é mesmo?


Notas Finais


Antes de mais nada…

Eu e a Izzie estamos prestes a abrir um projeto focado no grupo Stray Kids, então quem se interessar pode adicionar o perfil como amigo e segui-lo! É o @The9thDistrict ♡ Esses meninos merecem pelo menos um projeto ativo aqui no site! Já cansei de esperar os pelos debuts dos outros projetos que nunca vem T.T

“Segundamente”... Quero agradecer ao @duckhyuck por me ajudar a escolher qual versão da capa eu deveria postar e a @Libellule pela betagem maravilhosa! ♡ Anaedro me ajudando aaaaaaa ♡

Tem um tempão que eu estou querendo te dar uma história de presente pq, além de vc ser uma amiga muito especial para mim, eu já ganhei duas JinGyeom’s (acho que aquele que o Yugyeom esquece o aniversário do Jinyoung conta, não é? Foi inspirada no que vc fez comigo no aniversário desse ano… Vc, a Tay e a Bell só lembraram de mim TRÊS dias depois do meu aniversário :’) ) e uma YugBum de vc. E mesmo te dando essa HanLix ainda fico te devendo kkkkkkkkkkkkkkkkk

Por algumas semanas não deu para conversar direito com vc e peço perdão por isso T.T Mas vc sabe que eu tive visita por uma semana inteira e pra completar a filha do casal grudou em mim igual pulga (kpopper é uma raça que tá brotando até na puta que pariu...)! Assim que a visita foi embora, corri pro pc para tentar desenvolver essa ideia que eu tinha escrito de qualquer jeito no docs e também para fazer a capa dela. Só que é aí, minha cara filha de Hades, eu tomei no cu bonito pq tinha prometido a mim mesma que só puxaria papo contigo apenas quando estivesse a história feita e, bem, um bloqueio maior do que o que vc me deu no twitter me atingiu.

Aí os caros leitores que não tem nada a ver com essa história de doido me perguntam: “Mas Deise, vc poderia estar conversando normalmente com a Izzie e ir escrevendo a história no seu tempo vago”. Meu tempo vago é único e exclusivamente gasto enchendo o saco da Izzie no WhatsApp :’) Mentira, não é pra tanto. Mas boa parte do meu tempo livre eu fico conversando besteiras (e de vez em quando algumas coisa sérias também pq nem só de zueira se firma uma amizade de dois anos) com a Izzie e, bem, quando começamos, não sabemos quando parar. E eu queria dar essa história de presente justo no comeback dos meninos… T.T

Sem vácuo, sem história, Izzie .-.

A história tá beeeeem simples e não é nada grandioso, mas espero que vc tenha gostado dela. Era para ser uma coisa pequena, de umas 500 palavrinhas só, mas quem disse que eu consegui escrever tão pouco? Pois é, não deu :’)

Minha primeira fic do Stray Kids, iti ♡ E SIM, GENTE, VAI TER MAIS! Agora vc também tem que escrever sobre eles, Izzie ‘-’ Não te enchi o saco para ver o programa e te afundar de vez nos encantos dessas 9 criaturinhas talentosas para ficar sem nenhuma fic sua! Se vira e faz!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...