História Caravanas - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse Nuclear, Holocausto Nuclear, Nuclear, Pós-apocalíptico
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Palavras 1.150
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Survival
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O Governador


Fanfic / Fanfiction Caravanas - Capítulo 5 - O Governador


      Todos os moradores estavam horrorizados com o que acabara de acontecer,novamente todos estavam reunidos na casa de Seu Nestor,ninguém sabia o que fazer,o lugar que eles chamavam de abrigo,havia se tornado tão perigos quanto qualquer outro lugar,foram atacados por invasores,lobos,e já não sabiam o que esperar,a noite ia chegando,então decidiram entre eles que todos passariam a noite juntos na casa de Seu Nestor,eles jantaram,e depois se reuniram na sala de estar,era bem espaçosa e tinha uma lareira,eles permaneceram ali,todos com seus olhares vazios e tristes,pensavam no que poderiam fazer,afinal a comida estava acabando e estava ficando cada vez mais difícil achar animais na floresta,os lobos estavam acabando com todos eles,eles realmente estavam sem saída,passado pouco tempo,Edgar resolve quebrar o silêncio e diz:
     -Hoje vou ficar vigiando na entrada da vila.
     Embora sua esposa e o restante dos moradores relutassem,afinal,não queriam que ninguém mais se ferisse,porem ele estava decidido e chamou Marcelo e Gerson para o acompanhar,trazendo junto o cão Bob,estando eles de saída,Seu Nestor os acompanha até a porta,sendo o ultimo a sair,antes de Seu Nestor fecha-la,Edgar diz a ele:
     -Fica com isso,se ver qualquer pessoa estranha atira,a gente vem correndo pra cá.-Diz Edgar lhe dando a Pistola
     -Pode deixar.-Responde Seu Nestor abatido
     -E não deixe ninguém sair.-Ordena Edgar
     E então Edgar,Marcelo e Gerson seguem para a entrada da vila,que ficava não muito perto da casa de Seu Nestor,Sendo a casa de Edgar a mais próxima da entrada,chegando lá eles permanecem em alerta,estando Marcelo empunhando um machado,da mesma forma Gerson,Edgar com a espingarda,e Bob passeava por ali,e eles conversavam sobre como estaria o mundo lá fora.
     -Eu ainda acho que aquele cara era funcionário do governo ou algo assim-Afirma Marcelo
     -Eu duvido muito,os caras do governo devem ter sido os primeiros a levar bomba-Rebate Edgar
     -Só sei que uma hora a gente vai ter que sair daqui,eu conversei com a Dona Leonor e as outras meninas,só temos comida pra hoje e amanhã.-Diz Gerson
     -No bilhete dizia''Não confie em ninguém,espere por Edir'',será que tem alguém vindo pra cá?-Pergunta Marcelo 
     Eles ainda estavam conversando,quando Bob começa a latir,e olhando pro caminho mais a frente eles conseguem
Enxergar,por volta de quatro homens armados acompanhando um tipo de charrete,vindo em direção a vila,Edgar que estava com a espingarda,tomado de muita tensão começa a disparar em direção a eles,Gerson segura Bob e Edgar diz:
     -Marcelo vai pegar a pistola,rápido!
    Marcelo sai correndo em direção a casa de Seu Nestor,e entrando lá desesperadamente,consegue ouvir o som de mais tiros,os homens estavam revidando os disparos,todos dentro da casa ficam desesperados,Marcelo pega a pistola e vai em direção a entrada da vila,ele efetua três disparos na direção dos homens e logo a munição acaba,logo após isso Edgar efetua um ultimo disparo,que também era sua ultima munição.
     -Eles vão matar a gente!-Exclama Marcelo
     -Já era,já era-Diz Gerson
      Eles se encostaram em um muro que havia ali perto,depois de poucos segundos os disparos pararam,e o silêncio se instaurou ali,estando eles encostados,dois homens chegaram armados de escopetas,e logo depois mais dois armados com uma pistola,e um revolver,eles apontam suas armas para Edgar e os outros,sem dizer nada,depois de pouco tempo a charrete chega próximo a ele e para,o condutor demonstrava muito medo,e de dentro da charrete sai um homem,alto,caucasiano e muito bem vestido,com um terno de luxo e esbanjando um grande sorriso,parecia até que vinha de outra realidade.
     -Olá,como vão vocês?-Pergunta o homem misterioso
    Ninguém diz nada,então o homem ordena aos rapazes abaixarem as armas,e cumprimenta Edgar e os outros com um aperto de mão,Eles continuam em silêncio,então o homem diz:

-que tal nós entrarmos para conversar?,esta meio frio aqui fora.Edgar e os outros sem muita opção,
Levam o rapaz e seus companheiros até a casa de Edgar,pois não queriam que ele soubesse que tinham outras pessoas na vila,O homem ao entrar elogia a casa,e os quatro se sentam,ficando os homens armados na porta da casa,Marcelo se lembrando do bilhete que recebera logo pergunta:
            -Qual seu nome?
        -Permita-me me apresentar,me chamo Thomas,sou governador de uma cidade que fica não muito longe daqui,venho com uma proposta para vocês-Responde o homem
              -Que proposta?-Questiona Edgar
     -Como eu lhe disse,sou governador de uma cidade,Vanitas,lá cuidamos dos nossos cidadãos,o mercado ainda funciona,temos tudo que alguém precisa,depois do que aconteceu.Todos ficaram espantados,a muito tempo não tinham noticias de fora,e parecia loucura o fato de haver uma cidade com todas essas qualidades.
     -Fale mais-Diz Edgar
     -Nós estamos a procura de pessoas para integrar essa nossa sociedade,somos todos unidos,todos os cidadãos trabalham juntos,Temos um hospital,Escolas e muito mais.
     Edgar fica muito admirado com as explicações do rapaz,um lugar assim era o que todos da vila precisavam,eles ainda estavam conversando quando
escutam o som de batidas na porta,Marcelo fica muito nervoso,e então um dos homens abre a porta,e do outro lado estava Seu Nestor,que ao ver os homens armados levou as mão para cima,
     -Entre-Disse Thomas com um sorriso
     E novamente eles iniciam uma conversa,Thomas descreve todas as qualidades de sua cidade,o que encheu todos de esperança,
o homem falava muito bem,e parecia até que vinha de tempos antes da guerra nuclear,logo Seu Nestor convida Thomas para conhecer os outros moradores,o que deixa Marcelo com o pé atrás,mas sem outra opção,ele também os acompanha,todos na casa de Seu Nestor ficam espantados com a chegada de um visitante,mas não demorou muito tempo para o homem também os conquistar.
     -Temos uma escola,médicos,e até um pequeno campo de futebol,tudo de bom vocês vão encontrar em Vanitas-Afirmava Thomas
     Todos ficaram maravilhados,porém Marcelo continuava pensativo sobre a mensagem do bilhete.
     -E o que precisamos fazer pra entrar?-Pergunta Gerson
     -Bom é necessário saber que lá temos regras para o bom convívio entre as pessoas,facilmente vocês vão se adequar ao nosso estilo de vida-Responde Thomas
     Estando a lenha da lareira quase a acabar,Marcelo e Luiz iriam buscar madeira para lareira e para que fosse preparado o jantar,e então 
Thomas ordenou para que dois de seus rapazes fossem com eles para ajudar,Chegando a floresta os quatro avistaram não muito longe um Cervo,então eles decidiram entre si,que os homens de Thomas iam atras dele e Marcelo e Luiz iriam continuar a coletar madeira.
     -Ele disse que lá tem uma médica que pode cuidar da Edna-Diz Luiz
     -Parece muito bom,mais ainda to pensando naquele cara do bilhete.-Afirma Marcelo
     -Você tem que esquecer isso,estavam atrás do cara,vai saber no que ele tava envolvido.-Sugere Luiz
     Havia passado um bom tempo,Marcelo e Luiz não viram nem sinal dos homens,e pensando que eles estavam perdidos,decidiram que Marcelo ia procura-los enquanto Luiz levava a madeira para a vila,Marcelo foi em direção ao rio crendo que eles poderiam ter passado por lá,passando entre as árvores,ele olha para o lado e vê os dois homens um deles estava vomitando,e logo depois caiu no chão,e o outro logo o ajudou a levantar.
     -Que droga Erick,te disse pra tomar o remédio-disse ele
     Marcelo logo se aproxima e pergunta:
     -o que aconteceu?.
     
 



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