História Cárcere Privado. - Capítulo 2


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Palavras 3.114
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Saga, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA CHUCKYS E FUJOSHIS!! BLZ!! TRANQUILOS EM SEUS ASILOS TOPE DE FAVELA DA POHA TODA É NOIS CARALHO VOLTEI COM ESSA PIROKINHA AQUI-parei

VOLTEI com meu primeiro NightCross – não é mais NightCross, agora é Crossmare e vida que segue. VEY, eu fiz bem em deixar essa fic em hiatos porque pude adicionar novos personagens que não conhecia na época que escrevi a historia, como o Epic e o Hate <3 Ah mano, dei um papel muito top para esses dois lindos <3

BEM! Agora vamos a história <3 Isso é, se alguém ainda lê isso aqui hehe <3

Boa leitura o/

Capítulo 2 - Mordomias


Cross...

Uma voz familiar... Alguém que ele conhecia o chamava, mas não conseguia distinguir exatamente quem o chamava porque a voz soava como um eco distante que ia e voltava num loop tortuoso e baixo, se esforçava para que sua audição conseguisse se concentrar na voz; em algum detalhe ou característica do timbre, mas nada, e não conseguir saber quem o chamava causou-lhe um estranho sentimento ruim, parcialmente melancólico. 

Cross

Novamente ele ouviu; desta vez a voz soou com um grau elevado de nitidez, de eco distante foi para um sussurro bastante audível, chegando até a arrepiar pela proximidade, era estranho definir a mudança como mais próxima visto que naquele momento não tinha noção de espaço-tempo nem corpóreo visto que tudo que enxergava era branco, puro branco, não via nem sentia o próprio corpo.

— Taco-taco.

Pah! Aquilo foi um baque certeiro em sua ALMA. No mesmo instante que a voz soou novamente ele agarrou-se a certeza de que era aquela pessoa e tal certeza foi o que o trouxe a realidade, ou melhor, o que o acordou do seu não sonho: 

— Poxa, até que enfim. — Ink sorriu em meio a um suspiro aliviado – de alguém que estava à espera do resultado de uma prova – ao ver Cross erguer o tronco violentamente e com isso voltar a se deitar por conta da forte tontura que o atingiu. — Bom dia, Bela Adormecida. — Ironizou erguendo-se da cadeira e cobrindo seu patrão com o lençol; para que este não tivesse os ossos atingidos pelo vento que adentrava as frestas da janela fechada, um gesto mecânico. — Bem-vindo. — Ditou ainda em porte de um sorriso enigmático relaxando na cadeira novamente e fitando seu chefe com peculiaridade no olhar.

Cross levou as mãos até o crânio numa tentativa de conter a dor desencadeada pela tontura – tal que estranhamente veio com mais força do que das outras milhares de vezes, e devido essa intensidade dilacerante ele ficou totalmente alheio ao mundo real; tanto que não ouviu nem sentiu mais nada que veio após o soar do seu apelido “Taco-taco”. Grunhiu alto quando a dor se elevou ao máximo, porém suspirou aliviado quando ela diminui drasticamente; sumindo depois de alguns segundos pós atingir o pico, levou a mão até o peito e respirou ofegante procurando recuperar a cadencia respiratória depois daquela luta, foi quando viu um copo de agua diante dos seus olhos, o pegou sem pensar duas vezes e virou todo o liquido goela abaixo. Só nisso que conseguiu voltar à realidade de vez, à realidade cruel.

— Ink. — Cross ditou, havia ficado um tanto surpreso diante da presença do companheiro de família ali, e não apenas com isso... Mas também com as roupas que ele portava: um terno branco límpido onde a gravata borboleta preta destacava-se, sinceramente, ele estava parecendo um garçom ou um mordomo de filmes antigos de suspense, ele acenou em concordância como se tivesse lido seus pensamentos, Cross desviou o olhar e só então notou que aquele não era seu quarto. — Onde estou...? — Indagou-se contemplando o cômodo de paredes brancas e moveis pretos.

— Você está na ilha da família Dream. — Ink simplesmente respondeu, como se aquela informação não tivesse um enorme peso. Segurou a risada quando seu patrão voltou-se a ele com um olhar assustado, quase apavorado, exigindo explicações. — Você não se lembra do que aconteceu ontem? — Perquiriu levantando-se da cadeira e andando até a janela, segurando a ponta das cortinas que bloqueavam a visão para o lado de fora.

Cross encarou as costas de Ink com a perplexidade dominando até a ALMA fragilizada, com o soar da ultima frase, de repente ele viu os acontecimentos de dias anteriores passarem como um filme em câmera lenta diante de seus olhos já opacos sem o brilho da vida junto com uma voz gritando estridentemente a frase... Aquela frase que selou seu destino para sempre: “você se casará com o primogênito da família Dream: Nightmare.”, ah... A maldita frase conseguiu novamente desencadear uma série de sentimentos negativos na ALMA de Cross, fazendo-o começar a realizar leves tremedeiras, mas antes que pudesse se entregar inteiramente às sensações autodestrutivas foi salvo por dois braços rodeando o corpo.

— Shh... Calma taco-taco. — Ink sussurrou amenamente com uma delicadeza na voz e nas caricias em meio ao abraço que Cross milagrosamente conseguiu se acalmar antes de ceder completamente. O ex-artista agora mordomo pessoal de Cross estava se divertindo por dentro em reação a todo aquele teatro na qual havia sido colocado e logo colocaria o primogênito Jãel. Mas por hora tinha de erradicar toda a negatividade dele – ou melhor, só a parte que o deixava impulsivo e exposto às manifestações físicas de tristeza (tais como choro e tremedeira) visto que Cross tinha negativismo na ALMA desde a nascença e acabar com tudo era inviável. — Você pode acreditar quando eu digo que vai ficar tudo bem. — Ink fitou o companheiro segurando-lhe as bochechas ósseas. — Porque na verdade, esse casamento é uma farsa. — Engoliu as palavras que tanto almejava soltar, mas teve certeza que elas ficaram nítidas nos próprios olhos bicolores. Certamente se soltasse aquela informação mais que crucial para com o futuro da família Jãel, Cross com certeza estragaria tudo porque ele era agarrado a uma ética fodida, apesar de estar sofrendo muito com o casamento forçado; Ink sabia melhor que ninguém que ele não seria capaz de se rebaixar àquele nível de ganância, ele era fraco demais. Então, por isso substituiu as palavras. — Porque sou seu melhor irmãozinho, lembra? — Dito isso deu uma dedada leve no nariz do colega.

Cross sorriu esfregando a região tocada, deixando-se levar pelo conforto presente nas palavras alheias onde o sentimento era palpável. Subitamente abraçou o ex-artista novamente, sentindo-se mil vezes melhor! 

— É realmente muita sorte minha ter você aqui... — Cross comentou secando lágrimas de emoção e alívio indizível que se brotaram no canto das órbitas enquanto voltava a se deitar na cama.

Ink cobriu o corpo do patrão sentindo um aperto na ALMA depois do soar daquela frase, Cross não havia percebido nem o peso nem a relevância daquelas palavras pelo visto... Ele era mesmo muito inocente e perfeito para o papel na trama. 

Era realmente muita sorte Ink, logo Ink, que tinha um longo histórico de ódio contra a família Dream e lealdade extrema e venerativa à família Jãel, ter sido escolhido por alguém dentro da própria família dos sonhadores – o ex-artista não sabia ainda quem havia sido o louco – para trabalhar dentro da principal ilha das cobras milionárias metidas a besta como mordomo de Cross, o futuro marido de Nightmare. Seja lá quem o houvesse contratado... Havia transformado Ink no cavalo de troia, parecia até que esse alguém queria que o casamento não desse certo, parecia até que almejava a própria destruição. Descobriria quem era depois, por hora...

— Bem, acho que vou buscar alguma comida para você, tipo... Alguns tacos. — Riu de canto terminando de ajeitar a coberta sob os ossos dele. Cross corou fortemente com a referência do apelido e enfiou a cara no travesseiro murmurando um palavrão não muito pesado. Ink se retirou do quarto segurando as risadas, quando bateu a porta suspirou aliviado por ter conseguido amenizar o peso da situação para a percepção do patrão; e também por ter o deixado numa atmosfera emocional mais tranquila – o que seria um auxilio significativo para um bom raciocínio e reflexão daquela situação. Passou a andar em passos formais pelo corredor na direção da cozinha, mas... Bem. — Onde fica a cozinha mesmo? — Coçou a nuca engolindo seco. Pegou um papel amassado que jazia no bolso e abriu colocando à frente dos olhos: era um mapa da mansão que havia feito com lápis de cor... É, realmente, tinha de melhorar os traços, ainda bem que havia desistido de ser artista logo cedo, sua aptidão para aquela atividade era zero. De nada aquele mapa adiantou, amassou-o novamente jogando no lixo mais próximo. Pisou forte decidido que iria encontrar a cozinha na sorte, durante a caminhada não conseguiu evitar as lembranças do dia anterior.

.

Ink encarou impacientemente a cadeira de Epic girar – como naqueles filmes de super heróis onde o protagonista encontra o covil do vilão, e o antagonista numa tentativa falha de criar suspense vira a cadeira devagar e aparece acariciando um gato – depois de meia-hora de lentidão virando a maldita cadeira, lá estava Epic de frente para si, mas... Ele estava claramente diferente, parecia... Que alguém havia acabado de socar a cara dele:

— Sim, e o Cross é só uma distração. — Epic deixou o comentário insensível escapulir-lhe os lábios ósseos, ao perceber o que havia dito pigarreou numa tentativa sucedida de retroceder ao raciocínio anterior, ficou aliviado ao notar que Ink não havia percebido sua fala, provavelmente ele – o ex-artista adotado por Gaster sendo assim um meio-irmão de Cross – estivesse absorto tentando absorver a relevância do relato. — Você está bem Ink? — Indagou, as palavras puxando o outro para a realidade.

— Eu sabia que esse casamento era uma farsa, eu sabia... — Ink murmurou conseguindo se livrar do transe de perplexidade, relaxou o corpo na cadeira e coçou a região olfativa. — Que bom que você me avisou Epic, porque eu já ia dar uma palavrinha com Gaster. — Agradeceu com a voz baixa e sombria sem desviar o olhar da madeira da mesa. Havia sido estúpido em pensar que Gaster, um dos monstros mais ricos e gananciosos do país, estava em crise econômica e achava que um matrimônio com a família rival ajudaria nos negócios. Balançou a cabeça negativamente puxando uma golada de ar antes de perguntar. — Então... Nossa família não está em crise, então... Por que diabos ele quer casar o Cross com aquele projeto de esqueleto? Por que ele quer colocar meu irmão naquela ilha? — Indagou calmamente, mas por dentro estava em desespero por respostas.

— Porque Ink... Naquela ilha. — Epic de repente sorriu maléfico e apoiou os cotovelos na mesa, curvou o tronco para conseguir se aproximar do ex-artista e por fim revelou a grande jogada num sussurro. — Existe um laboratório subterrâneo. — Ditou achando graça da cara de perplexidade e confusão que Ink fez, mas antes que este perguntasse algo ou interrompesse seu relato ergueu a mão em sinal de que queria silêncio, só então prosseguiu, a bomba ainda estava por vir. — E nesse laboratório eles estão realizando experiências ilegais, se conseguirmos expor essas experiências; se conseguirmos trazer esse fato a publico, a família Dream vai à falência.

— Ah... — Ink acenou em entendimento acompanhando Epic no sorriso maléfico, nada mais agradava o ex-artista do que a destruição e a queda de toda a família Dream, soltou algumas risadas, agora encontrava-se mais desacreditado ainda, Gaster realmente era um gênio na arte da vingança. De repente num baque encontrou uma falha naquele plano, fechou o cenho e não conseguiu segurar a indagação que escapuliu os lábios ósseos. — Mas Epic, o casamento vai unir as duas empresas em uma, nós vamos estar vinculados a eles e também iremos à falência por suposta cumplice.

— Não, não, não, Ink. — Epic ditou num cantarolar estalando a língua nos dentes. — Ah... E ai que chega a melhor parte. — Jogou as costas contra sua cadeira de veludo deliciando-se com todo aquele teatro de manipulação, bebeu um longo gole de seu refrigerante – tentativa falha de imitar grandes vilões de novelas que bebiam whisky antes de revelarem seus planos mirabolantes. Sob o olhar confuso do meio irmão da sua divindade, continuou a falar, era agora a hora da bomba. — O casamento vai ser daqui a três meses, ou seja, você terá apenas noventa e um dias para achar o laboratório e reunir as provas.

— Como assim “eu”? Eu não estou sabendo de nada! Vocês querem que eu faça parte de tudo isso?! — Ink exclamou com sua confusão mental atingindo o auge, o que era aquilo agora? Que papel insano era esse que haviam o dado para o musical da insanidade? Estava num misto de sentimentos, estava irritado por não ter sido avisado com antecedência, mas... Estava feliz e satisfeito por reconhecerem-no a ponto de coloca-lo na missão de destruição da família rival.

— Sim, na verdade o Gaster que solicitou sua participação. Eu queria ir no seu lugar, mas... Eu estragaria tudo. — Epic declarou desviando as magias oculares, reconhecia que se entrasse naquela ilha e visse o tal Nightmare tocando em Cross... Estragaria tudo porque seu ciúme era doentio, suspirou ao se lembrar que foi por isso que perdeu todas as chances com Cross, mas enfim, não era hora de pensar nisso no momento. — E... — Abriu a gaveta e tirou de lá um pequeno envelope lançando em Ink posteriormente. — Além disso, você foi contratado por alguma besta da família Dream para servir como mordomo de Cross, aparentemente tem alguém lá dentro que é contra o casamento porque todo mundo sabe o quanto você ama aquelas cobras. — Disse irônico rindo de canto novamente, era um tique particular – sempre estar rindo.

— Meu Asgore... Isso está ficando... Interessante. — Ink lambeu os lábios ósseos enquanto lia a carta de contratação. — Então basicamente vocês querem que eu ache esse laboratório e traga provas de experiências ilegais à publico, isso antes do casamento? — Indagou ainda sem inibir a leitura, a cada nova palavra tudo ficava mais insano, sentia-se num filme de ação ou num livro de romance policial. — Mas e ai... Alguém já tem alguma ideia de como é esse laboratório, onde ele fica ou que tipos de experiências são realizados lá?

.

— Com licença, você é o Ink?

Uma voz rouca e arrastada soou por trás arrepiando todos os ossos de Ink e fazendo-o acordar da reminiscência, virou-se na direção da voz e no momento que bateu os olhos no dono do timbre sentiu uma pequena onda de nostalgia passear pela ALMA.

— Sim. — Respondeu com formalidade se reverenciando ao outro esqueleto estranhamente familiar: ele era aparentemente um palmo mais alto, portava um terno preto colado e elegante e um cachecol escarlate em volta do pescoço; dando-lhe um ar jovial, tinha os ossos do corpo banhados pela cor sanguínea com exceção do rosto que era inteiramente tingido pela cor preta. — Sou da família Jãel. — Ditou com orgulho, mas sem deixar esse sentimento transparecer nas feições, ainda mantinha-se sério. — Fui contratado para atuar como mordomo de Cross. — Ditou antes de erguer o tronco e encarar o esqueleto, mas quando o fez sentiu novamente uma onda de nostalgia passear pelos ossos ao dar de cara com os olhos bicolores dele; esferas safiras envolta de uma cor âmbar calorosa. — Belos olhos. — Concluiu consigo mesmo sentindo-se atraído pela magia ocular.

— Eu sei quem você é, pode acreditar. — O de ossos negros ditou num quê de aviso, ameaça e severidade, Ink fechou o cenho sentindo-se de repente desconfortável. — Eu sou Error, mordomo de Nightmare e Dream. — Ditou recebendo um aceno de entendimento por parte do visitante. — Você está perdido? — Error indagou meio irônico cruzando os braços, suspeitando dos passos do filho adotivo de Gaster.

— Sim estou. — Ink respondeu rapidamente no mesmo tom. — Cross precisa se alimentar, a viagem deixou ele exausto, ele precisa recuperar as forças. — Explicou-se.

Error não informou a localização da cozinha, pelo contrário, ele colocou Ink num silêncio sufocante e passou a fuzila-lo com seus olhos bicolores numa tentativa de deixa-lo tenso o bastante para ele revelar o que realmente estava acontecendo por trás daquele casamento, quais eram os planos de Gaster. Error era bom de conta e seus cálculos diziam que a economia das empresas Jãel havia sofrido uma crise forçada e não natural: eles estavam falindo propositalmente, ou seja, eles estavam utilizando o casamento como desculpa para o inicio de algo maior, e Error temia o que estava por vir porque sabia que Gaster não tinha limites. Nenhum superior da família Dream havia dado ouvidos a sua teoria e até o próprio Nightmare o julgara como paranoico, isso porque Error sabia que todos eles estavam cansados da guerra por território. Mesmo estando sozinho naquela, o mordomo iria descobrir o que estava acontecendo. Como não conseguiu nada encarando Ink, desviou o olhar suspirando fortemente.

— Desça as escadas que ficam no final desse corredor, a cozinha fica lá. — Error informou por fim apontando para trás de si, coçou os olhos em seguida e suspirou esgotado. — E prepare o Cross, daqui a cinco horas haverá uma reunião para discutir sobre os preparativos do casamento.

— Certo. Obrigado. — Ink respondeu engolindo seco e semicerrando as pálpebras ósseas, andou na direção apontada ainda de olho no rival. — Que merda, qual é a dele? — Resmungou mentalmente curioso em relação àquele esqueleto misterioso que lhe desencadeara sensações inapropriadas que podiam ser uma ameaça para com o sucesso da missão. Sentia que o conhecia de algum lugar, era o que a nostalgia na ALMA dizia. Sentia-se também ameaçado porque Error dissera que sabia quem era, será que o maldito de ossos negros desconfiava de algo? Os olhos bicolores diziam que sim. — Tsc. — Estalou a língua nos dentes, tinha de dar um jeito naquele cara, ele era claramente um obstáculo. Mas por hora se concentrou na alimentação de Cross.

Quando Ink sumiu da visão periférica de Error, o de ossos negros sentiu uma cólera de raiva dominar a ALMA com tanta intensidade que involuntariamente socou a parede mais próxima numa tentativa irracional de conter todos os sentimentos rancorosos, ignorou completamente a dor que atingiu as falanges e mordeu o lábio ósseo inferior.

— O que você fez com o meu Ink... Gaster seu maldito. — Error indagou-se mentalmente, aquele esqueleto cheio de ódio pelos monstros e com segundas intenções não era mais Ink por quem havia se apaixonado há anos, agora não passava de uma marionete controlada pelo maldito narcisista Gaster. Em meio à raiva sentiu as lágrimas banharem suas bochechas ósseas, as secou rapidamente, não podia se deixar visto chorando, era uma das autoridades máximas daquela mansão. — Puta merda. — Xingou o nada conseguindo diminuir a irritação e torna-la mais suportável. — Você vai pagar por isso. — Concluiu consigo mesmo sentindo-se determinado.

Além de desmascarar Gaster e acabar com aquele casamento forçado, agora sentia que tinha de salvar Ink, seu grande amor de infância das garras daquele empresário egocêntrico que achava que o fim justificava os meios e não media as consequências de seus atos insanos.

Quem havia contratado Ink?

Será que o plano de Gaster vai dar certo? E por que ele quer tanto assim destruir a família Dream? 

Qual seria o passado de Error e Ink juntos? 

Por que será que aparentemente Ink não se recordar do rosto de Error? E por que ele tem tanto rancor com a família Dream?

Será que Cross está bem?

E essa tal reunião para preparação de matrimonio? Será que vai dar tudo certo? Será que quando Cross e Nightmare se verem vai rolar algo? Mas e Dream? Será que ele está bem com tudo isso?

Só o tempo dirá.


Notas Finais


É, isso ai <3 Espero que tenham gostado seus dlç <3

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Fiquem com o Springtrap e não roobem-


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