História Card loss - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Nalu
Visualizações 1.217
Palavras 3.104
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


•Olá pessoas!Tudo bom?
• Eu estou tão feliz por finalmente ter postado essa oneshot, eu estava fazendo ela já faz tempo😥. Sabe, criatividade vem, criatividade vai, essas coisas... Enfim galerinha, comentem oque acharam, Beleza? E favoritam se gostarem tbm! Não se esqueçam.


• Boa Leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Card loss - Capítulo 1 - Capítulo Único

Card Loss

Incontrolável

× Lucy pov's/on ×

Inferno. Minha boca soltava gemidos sôfregos, os mesmos ecoavam pelo quarto enquanto eu tentava desesperadamente acabar com essa inesperada energia sexual. Meus dedos, coitados! Ficaram com todo o trabalho. Ora fazendo movimentos circulares sobre meu clitóris, Ora bombeando minha vagina, mas apesar de aliviar, não era o bastante... Oh, eu precisava de mais, MUITO mais.

— Aghr! — Grunhi, mordendo o travesseiro em um ato de desespero.

Só queria saber o porquê disso está acontecendo.

Recapitulando: Hoje eu finalmente tinha chegado de minha longa e exaustiva missão. A indulgência de fato era simples, porém, desgastante. Achar frutos celestiais — que até então eu não sabia que existiam —, foi bem tediante, e demorou dias pra achar a quantidade necessária. Segundo Makarov, ele precisava dos tais frutos para a porlyusica-san:

— Bem... Eu devo favores a Porlyusica, e em troca desses favores, ela quer frutos celestiais. — Suspirou — Lucy, eu pensei em você pra me ajudar. Eu andei pesquisando e vi que magos celestiais conseguem sentir a localização desses frutos com mais facilidade. E então... Você poderia me fazer esse favor!? — Perguntou, se ajoelhado no chão, coisa que me deixou desconfortável.

— C-claro. — o ajudei a se levantar. — Quando o senhor quer que eu vá? Aliás, posso ir junto da minha equipe?

— Hoje mesmo! — Arregalei os olhos — E eu acho melhor não, eles podem acabar destruindo todos os frutos, o que eventualmente me levaria a óbito, já que Porlyusica iria me matar.

— Por que ela quer tanto esses frutos?

— Medicamentos. Obrigada por aceitar em me ajudar Lucy. Aqui.. pegue este papel, ele tem todas as informações necessárias para essa missão.

Olhei o papel e vi que o trem que ia pra cidade resignada, sairia em cerca de meia hora. Sai da sala de Makarov às pressas, e fui correndo pra casa arrumar as coisas para  a viagem.

•❀•

Quando eu voltei, estava extremamente cansada, e só de pensar que ainda teria que ir na guilda entregar os frutos para Makarov, me dava vontade de chorar. Por sorte, encontrei Mirajeene, e ela com um sorriso meigo se ofereceu para levar os benditos, aceitei de prontidão obviamente. Agradeci várias vezes pela sua generosidade já pronta para seguir meu caminho de casa, porém Mira me impediu de o fazer, dizendo:

— Espere, Lucy! Tenho algo que pode lhe ajudar com o seu cansaço... — Retirou um frasco de seu bolso. — Estas pastilhas vão aumentar seu vigor, coma uma antes de dormir e quando acorda vai esta novinha em folha.

— Ah, Mira... Estou realmente muito grata. — me curvei repetidas vezes. — Obrigada!

— Oras... De nada. Ficarei muito feliz de ver você amanhã na guilda Lucy, aliás acho que um certo Dragon slayer de fogo também ficará. — sorriu maliciosa — Ele ficou doido quando soube que você foi em uma missão sozinha. Será que essa preocupação toda, representa algo mais?

Meu rosto pegou fogo diante de tal pergunta. Ela sabia que eu tinha sentimentos pelo Natsu, e adorava me mandar indiretas quando tinha a oportunidade. Apenas me virei, deixando a albina pra trás, retomando meu caminho em passos rápidos.

Chegando em casa, tomei um rápido banho, afinal, tudo que eu queria era cair na minha confortável cama e dormir como um bebê. E assim foi feito, mas antes eu comi uma das pastilhas que Mira havia me dado. E devo dizer que eram muito gostosas; Doce, refrescante e com um maravilhoso toque de cereja.

Depois disso acordei nessa situação, um tanto... Vergonhosa, e minha única dedução é que eu tenha ficado assim por causa das pastilhas, que ao invés de aumentar meu vigor, aumentou minha excitação.

× Natsu pov's/on ×

Eu estava em um misto de emoções: Raiva, Medo, nervosismo, Tudo por causa da Lucy. Quando eu soube que ela foi em uma missão sozinha eu quase surtei. E se acontecesse alguma coisa com ela? Eu não estaria lá para protegê-la.

Eu me preocupo com aquela estranha!

Sei muito bem que Lucy é forte, não duvido disso, mas... Eu não sei explicar, ela simplesmente me deixa louco! Me faz sentir coisas inimagináveis. Tudo isso me deixa confuso, Mira me disse uma vez, que talvez eu possa esta gostando da Lucy de um jeito diferente, como era mesmo? Apaixonado? Isso, apaixonado! Ok, posso ser um idiota, mas sei muito bem que pessoas apaixonadas namoram, quer dizer.. eu acho. Eu realmente não sou muito bom nessas coisas. (T-T)

Mas pensando bem, namorar a Lucy não seria uma má ideia, eu poderia passar muito mais tempo com ela, dormir naquela confortável cama ( sem que ela me bata em seguida), sentir seu cheiro adocicado todos os dias depois de um longo abraço, sim! Isso seria ótimo. Meus pensamentos foram interrompidos, pelo barulho do cesto, que Mira carregava, caindo no chão.

— Eu te ajudo. — Falei, pegando uns frutos estranhos ao lado do meu pé.

— Obrigada, Natsu! — Os pegou de minha mão, colocando-os na cesta. — Agora eu entendi porque Lucy demorou tanto na missão, deve ter sido complicado achar todos esses frutos.

— Espera, Lucy?! Ela voltou? — Ansioso, nem esperei por sua resposta, apenas saí em disparada para casa da Luce.

◄••❀••►

× Narração 3ªpessoa ×

Natsu chegando próximo à janela tão conhecida, estava prestes a entrar quando ouviu um barulho estranho, pareciam gemidos... "Será que Lucy estava doente? Talvez estivesse machucada... Será que havia se machucado na missão?"

Resolveu, então, aproximar-se silenciosamente da janela e ficou embasbacado com a cena que viu: Lucy nua, deitada em sua cama com os olhos fechados, acariciando-se enquanto gemia baixinho. Uma das mãos estava sobre o seio, brincando com o mamilo rígido entre os seus dedos, a outra mão, por sua vez, fazia movimentos circulares entre suas pernas.

Pensamentos nada puros passaram pela mente do rosado, e o mesmo amaldiçoou-se por certa vez, ter prestado atenção demais nas explicações devassas de Guildarts.

Natsu sentia-se como um pervertido, observando a amiga num momento tão íntimo, já tinha cogitado em ir embora, mas seu corpo simplesmente não se mexia. Por ventura do destino, ele deu um passo em falso e acabou caindo próximo a loira, que rapidamente abriu os olhos assustada:

— Natsu? — A face corada de Lucy demonstrava o quão constrangida estava.

— Lu-Lucy, olha... Desculpa... Eu queria... Quer dizer eu não queria... Eu não vi nada! — mentiu nervoso, olhando para todos os lados menos pra garota em sua frente.

— Tudo bem! — Ela falou simplesmente.

Incrédulo, o rapaz se levantou de supetão apontando o dedo na cara loira:

— Tudo bem? Lucy eu acabei de ver você se masturbando, e você diz que tá tudo bem?

— Sim...— riu maliciosamente, aproximando se do rosado. — Você vai me ajudar, não vai?

— Ajudar com o que exatamente? — percebeu do que se tratava — Oh droga! Lucy, você bebeu?!

— Nenhuma gota, eu juro. — Mordeu o lábio tentando se controlar. O afrodisíaco da pastilha era muito forte, chegava a ser doloroso. Suspirou. — Mira me deu umas pastilhas pra vigor, porém, elas tiveram um resultado diferente do esperado...

— Então você não está totalmente em si...

— Natsu, eu não estou bêbada ou algo do tipo. Eu realmente preciso da sua ajuda. — sorriu cheia de segundas intenções. — O que me diz?

— E-Eu e você?

— Sim, eu e você.

Natsu podia ser lerdo, porém, estava entendo onde a loira queria chegar. Ele estava hesitante claro, poderia simplesmente ir embora e deixá-la ali, mas algo o impedia, seu íntimo queria isso, talvez seus sentimentos em relação a ela também tivessem um pitada de culpa. E Lucy? Bem, ela estava com a mente borbulhando, não estava ligando se o pedido que fizera ao rosado foi deverás depravado, deixaria para ter vergonha depois.

Lucy se aproximava e Natsu recuava:

— Não acha melhor conversarmos sobre isto? — perguntou numa tentativa desesperada de ser prático e lógico (algo raro vindo de Natsu) — Para termos certeza de que sabemos o que estamos prestes a fazer?

— Natsu, eu garanto que sei perfeitamente o que estou fazendo.

Como se quisesse provar o que dizia, ou apenas silenciá-lo, Lucy segurou-lhe a nuca, posicionando-lhe o rosto em sua direção. Entrelaçou a língua com a dele, exigindo uma resposta, encorajando-o a liberar toda a paixão. Natsu a abraçou ainda mais pela cintura e sua mente desistiu da batalha para ser racional, deixando-se mergulhar nos prazeres oferecidos. Para que ficar conversando a respeito? Quem precisava de mais esclarecimentos quando a comunicação entre seus corpos era mais do que clara?

— Isto é loucura — sussurrou contra os lábios tentadores de Lucy.

— Concordo — disse ela, traçando-lhe o contorno do lábio inferior com a língua e, então, mordiscando-o. Quando o ouviu soltar uma exclamação surpresa, deu-lhe um beijo mais suave. — Mas certas loucuras são deliciosas... Sem dúvida. — Falou, capturando os lábios do rosado em sua frente novamente.

Entretidos no beijo, nem perceberam que andavam em passos lentos em direção da cozinha.

× Lucy pov’s/on ×

— Eu preciso disso fora, agora — murmurei, entre beijos, tirando sua jaqueta e cachecol. Em uma grande lufada de tecido, as peças de roupa foram lançadas pela cozinha enquanto eu manobrava o meu corpo contra o dele, suspirando enquanto eu sentia o contato. Eu estava alternadamente tentando abraçá-lo e escalá-lo, o desejo agora correndo livremente pelo meu corpo como um trem de carga. Cheguei entre nós, abaixei minha mão e o toquei através de sua bermuda. Seus olhos pegaram os meus e me atravessaram um pouco, me deixando saber que eu estava no caminho certo. Senti seu membro ficando mais duro a cada segundo sob meus dedos,  coisa que causou uma pequena fratura na minha consciência, e de repente tudo que eu queria, tudo que eu precisava, tudo que eu tinha que ter para sobreviver, era ele. Na minha boca.

— Hey Luce, o que você, oh santo-

Me movendo com uma graça que certamente não era minha, eu habilmente desci sua bermuda, cai de joelhos diante dele, e continuei. Meu pulso correu, meu sangue ferveu de verdade dentro de mim quando eu o vi pela primeira vez. Minha respiração chamou com um assobio enquanto eu o analisava, bermuda empurrada para baixo o suficiente para enquadrar esta visão luminosa.

Eu quis ser gentil, eu queria ser terna e doce, mas eu simplesmente precisava tanto dele. Olhei para ele, os olhos nublados, mas frenéticos, quando suas mãos desceram para escovar meus cabelos de volta no meu rosto. Levei suas mãos dentro das minhas próprias, e as coloquei de volta ao balcão, encorajando-o a agarrar a borda.

— Você vai querer se segurar nisso — eu prometi, quando ele gemeu um gemido delicioso. Fazendo como foi dito, ele se inclinou um pouco para trás, empurrando seus quadris para a frente um pouco, mas mantendo os olhos nos meus. Sempre nos meus.

Levei-o em meus lábios ronronando quando eu escorreguei seu membro dentro da minha boca. Sua cabeça caiu para trás, minha língua acariciou-lhe, pegando-o no mais profundo. O prazer puro, o prazer absoluto de sentir a reação dele para mim foi o suficiente para fazer a minha cabeça dividir em duas partes. Coloquei-o de volta para fora, deixando apenas os dentes pastarem sua pele sensível quando eu o vi pegar no balcão ainda mais forte.

Corri minhas unhas até o interior de suas pernas, empurrando sua bermuda mais para baixo e me permitindo mais acesso a ele, e sua pele quente. Pressionando beijos em toda a ponta dele, eu deixei minhas mãos virem até agarrá-lo, acariciando e massageando a sensação de seda sobre o aço. Senti-me louca, bêbada com seu cheiro e a sensação dele dentro de mim.

Ele gemeu o meu nome repetidas vezes, suas palavras caíam como chocolate derretido mil vezes mais sexy, derramando dentro do meu cérebro e me fazendo dedicar todo o sentido que eu tinha a ele, só a ele. E eu continuei, deixando-o louco, me deixando louca, lambendo, chupando, provando, provocando, deleitando-me na loucura que era esse ato pecaminoso. Tê-lo aqui, desta forma, era a própria definição de luxo.

Ele endureceu ainda mais, e suas mãos, finalmente voltaram para mim, tentando me fazer recuar um pouco.

— Lucy , oh Cristo, Lucy, eu vou... você... você... primeiro... oh santo... você — ele gaguejou. Felizmente, eu era capaz de interpretar, como ele queria que eu tivesse algo assim. O que ele não percebeu é que isso, este abandono total que ele me dava, era tudo que eu precisava. Eu o liberei só por um momento, colocando as mãos mais uma vez no balcão.

— Não Natsu. Você — eu respondi, tomando-o profundamente, mais uma vez, o sentindo atingir a traseira de minha garganta quando as minhas mãos alcançaram o que o resto da minha boca não podia. Seus quadris se moveram uma vez, então, novamente, e, em seguida, com um estremecimento e o gemido mais delicioso que eu já tinha escutado, Natsu veio. Jogou a cabeça para trás, fechou os olhos e deixou ir.

E foi maravilhoso.

Momentos depois, amolecido dentro de mim no chão da cozinha, ele suspirou satisfeito.

— Bom senhor Lucy, isso foi... inesperado.

Eu ri de sua admissão, dobrando-se para beijar minha testa.

— Eu não consegui me controlar, você só estava muito bom, e eu... bem... me empolguei.

Ele apenas sorriu, um sorriso lindo! Meu coração chegava a bater insanamente, com essa pequeno ato. Ah, eu quero muito ele...

Cinco minutos.

Passamos cinco minutos nos olhando de forma intensa. Já não aguentava mais... Só dele me encarar daquele jeito me deixava excitada.

— Natsu — Peguei a mão dele —, por favor.. Eu preciso de você agora!

Senti ele ficar tenso, seu membro começava a apresentar “sinais de vida” e com um sorriso malicioso, ele me pegou no colo me botando sobre o balcão da cozinha, falando:

— Eu também preciso de você, Lu-ce.

....

Se eu tivesse poder de decisão, minha escolha era dizer algo assim “ele deslizou em mim e me senti em casa” ou “Eu me senti completa, à medida que nos unimos dessa maneira tão íntima”.

Mas hoje, por minha escolha, tudo que eu conseguia pensar era:

“Puta merda, esse pau é muito bom.”

Perdoem-me pelo palavreado.

Eu arqueei minhas costas e meus quadris se flexionaram experimentalmente...uma vez... duas vezes... uma terceira vez.

A dor que eu pensei que sentiria, foi inexistente, provavelmente por causa da pastilha.

Tudo que eu era capaz sentir no momento, era prazer. E o puro deleite de observar as belas expressões que o rosado acima de mim fazia.

Gemendo em meu ouvido ao sentir-me em torno dele, tremendo e pulsando, Natsu não conseguiu desacelerar o ritmo. E assim, com a destreza da agonia, ele plantou um beijo molhado em meu pescoço, deixou meu corpo, virou-me rapidamente, e foi para dentro antes que eu pudesse dizer: —Ei, onde você vai?

— Não se preocupe Lucy, não vou a lugar nenhum tão cedo — ele murmurou no meu ouvido, quase agarrando minha bunda e me levantando contra o balcão, usando seu peso para esmagar-me contra o mesmo, segurando-me a ele e me prendendo. Seu corpo flexionado enquanto o meu achatava, nossa pele escorregadia pelo suor dava uma sensação indescritível a cada um de nós. Como eu tinha ficado longe deste homem como eu tinha? Não importava, ele estava aqui, dentro de mim, e prestes a desabar outro desfile de orgasmos . Eu pressionei de volta apenas um pouco, abrindo o espaço suficiente para olhar para baixo, a luxúria nublando minha visão, mas não tanto que eu não conseguia ver os olhos diabólicos dele entrando em mim, uma e outra vez, me preenchendo de maneira frenética.

Agora, olhando para baixo e vendo o que me deixou tão paralisada, que ele foi cativado também, e um som parecido com "mmph" saiu de sua boca. Seus movimentos aceleraram, perseguindo aquele sentimento, aquele ponto de inflexão que parecia tão perto da dor e tão perto da perfeição. Aqueles olhos ônix, agora cheios de luxúria e fogo, voaram de volta para os meus e nós dois nos jogamos do penhasco juntos.

— Oww Natsu!

— Lucyy eu... Te amo!

Agarrando. Paralisando. Presos e descarregados. Nós gozamos ao mesmo tempo com um rugido e um grunhido e um rugido que deixou minha garganta dolorida e minha boceta emocionada. Boceta Emocionada... hehehe.

....

— Eu também te amo. — Falei, lembrando das suas palavras de segundos atrás.

Pude perceber uma expressão de alívio em sua face. 

—   Fico feliz em saber. No começo, eu não sabia o que eu sentia, cheguei a cogitar que estava doente — riu — mas agora eu percebi, que eu te amo! Eu sei que sou uma pessoa bem... Ignorante, porém esse sentimento é novo pra mim. É tão surreal, eu te amo tanto que chega a doer, entende?

Ele sorriu, aquele sorriso de novo!

— Oh, Natsu! Como eu entendo. — Meus olhos começaram a lacrimejar — Sabe o quanto eu sonhei com esse momento? — O beijei. — Estou tão feliz! Temos que comemorar.

— Comemorar?

— Sim! Vem, vamos tomar banho. — peguei a mão dele o guiando até o banheiro — Espero que já tenha recuperado as energias, porque estamos só começando.

◄••❀••►

— Isso é sabão? Não escorregue no sabão.

— Eu não vou escorregar no sabão.

— Eu não quero que você escorregue, seja cuidadoso.

— Eu não vou escorregar no sabão, agora volte e fique quieta.

— Quieta? Não é possível, não quando você... mmm... e então quando você ooohhh... e então quando você... ow, doeu Natsu, você está bem?

— Eu escorreguei no sabão.

◄••❀••►

—Lucee — Me chamou manhoso entre gemidos  — Quanto tempo o efeito da pastilha ainda vai durar?

— Não sei ahh! Está cansado Dragneel?— perguntei ofegante.

— Estamos transando há exatamente cinco horas Lucy!

— E você não aguenta cinco horinhas? Eu estou aguentando mesmo com todo esse calor! — Me referi ao calor que ele emanava por se um Dragon Slayer de fogo — Não sabia que era tão fraco! — Sorri provocativa.

Com um olhar feroz, ele trocou de posição ficando por cima de mim.

— Loirinha! — sugou meu seio com certa brutalidade, fazendo questão de deixar uma marca — Acabou de cometer um grande erro.

◄••❀••►

— Oww Natsu! Espera... A cama tá pegando fogo?

— A cama tá pegando fogo.

Depois disso tivemos que transar no chão.

◄••❀••►

— Acho que eu estou satisfeita! — falei me aconchegando no peito de Natsu. — Natsu?

— Mmh?

— Te amo!


Notas Finais


Obrigada pelo seu favorito! Comentem oque acharam por favor e qualquer me avisem pfvr.

Obs: terá capítulo bônus! ♥♥♥♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...