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História Cardio Twist - Capítulo 1


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Notas do Autor


É dia dos namorados, e nada melhor do que uma história sobre esse belo dia.

Capítulo 1 - Simples encontro de Dia dos Namorados


-Vamos Sarah, é dia dos namorados, ao menos por hoje a gente tem que sair.

As palavras de Natan soaram mais como uma brincadeira do que com um convite, mas mesmo assim eu aceitei, afinal, a gente quase nunca sai junto.

Eu me arrumo rapidamente, não me preparei toda, afinal não sou dessas coisas, mas fiz questão de vestir meu melhor casaco pra parecer menos vagabunda. Ele veio me buscar a pé mesmo, com o pretexto de que não iriamos longe.

-Você está linda hoje meu amor.- disse ele com uma voz melódica- Vamos, temos muito a fazer no dia de hoje.

-Nem ouse me arrastar pela cidade inteira, sabe que não gosto de andar muito.

-Calma, calma hahaha. A gente vai dar uma volta na praia aqui perto e comer uns doces depois, nada demais. Juro que você estará em casa antes da meia noite.

E lá vai ele, contando todo o plano dele, sendo que seria melhor se fosse uma surpresa. Mas eu gosto desse lado bobo dele, acho que é uma das coisas que me faz querer ficar perto dele.

E tudo foi como o planejado, nós fomo na praia e comemos uns doces na minha cafeteria favorita, depois disso voltamos pra casa sem muitas coisas extras a se fazer.

-Viu só, falei que estariamos aqui antes da meia noite.

-Sim sim, você falou. Eu nunca duvidei de você nisso aí.

Ele estava prestes a se despedir, mas eu o impedi.

-Fique um pouco mais, o dia dos namorados ainda não acabou.

A cara de felicidade dele era impagável, parecia uma criança quando entra em loja de brinquedo.

Nós dois entramos e nos sentamos no sofá, colocamos um filme aleatório pra assistir, mas a gente tava ocupado demais se pegando pra prestar atenção no filme.

-Eu to indo pegar algo pra beber, vai querer alguma coisa Sarah?

-Eu vou querer uma cerveja, e traz também uns salgadinho pra gente não ficar de barriga vazia.

Ele demorou um pouco, mas voltou com duas cervejas e um pote de salgadinhos, a gente ficou conversando por um tempo, e quando eu cheguei na metade da minha cerveja a minha visão começou a escurecer. Eu sempre fui fraca com alcóol, mas não ao ponto de não terminar nem uma garrafa de cerveja.

Natan pegou a mochila dele e me deu um comprimido, dizendo que ia me ajudar. Eu tomei sem nem perguntar duas vezes, afinal, Natan é uma pessoa muito gentil comigo, e ele sempre me ajudou em situações assim.

Mas assim que eu tomei o comprimido eu apaguei de vez, e quando acordei, eu estava despida, amarrada, meus olhos estavam vendados e minha boca estava amordaçada.

-Ora, parece que minha princesa acordou. -A voz de Natan estava mórbida, mas ao mesmo tempo, ele estava se divertindo. -Vamos brincar um pouco mais hoje Sarah, só eu e você, sem ninguém poder te ouvir ou te ajudar.

Eu estava confusa, como que ele pode fazer isso comigo, ele era tão gentil e amigável, e do nada, se torna esse esquisito que me prende e me venda só por diversão.

Ele começa a me estapear, cada vez mais forte, por todo o meu corpo.

-Que corpo bom, uma delícia devo dizer, e você me privou dele até esse momento. Eu vou fazer questão de aproveitar até o último momento.

Eu escuto o estalar de um chicote, e nesse momento minha mente entrou em pânico, eu pensava em fugir dali, mas não tinha como. E com tudo isso acontecendo, um sentimento estranho surgiu em meio ao pânico.

Com cada chicotada que ele me dava, esse sentimento crescia, e eu percebi que eu estava amando aquilo. Meus gemidos chegaram a um ponto que até ele percebeu que eu estava gostando, então ele retirou as mordaças e a venda, e o meu olhar extasiado fez ele amar ainda mais aquilo.

Ele pegou uma vela que estava iluminando o ambiente, e começou a pingar a cera principalmente na minha bunda. Cada gota fazia eu me contorcer de prazer, eu sabia que era errado, mas o que eu podia fazer? Eu estava completamente apaixonada pelo Natan naquele momento.

-Mais, mais, eu quero cada vez mais. -Eu dizia aquilo sabendo que ele iria até o fim com isso.

E continuamos assim por horas, os tapas, chicotadas e pingos de cera cada vez mais me deixavam louca de prazer. Quando eu achei que ele acabou, ele pegou um chicote com espinhos, e esse foi o ápice daquela noite.

Quando amanheceu, ele ja tinha ido dormir, e me deixou lá amarrada. Ele aparece após algumas horas, com um rosto satisfeito enquanto me solta.

-Parece que noite passada você aproveitou mais que eu em, quase não me deixou ir dormir.

Eu ainda estava fraca, então eu me apoiei nele assim que ele me soltou.

-Esse será nosso segredinho Sarah, sempre que quiser, me chame pra brincarmos denovo.

Eu só assenti com a cabeça, e desmaiei pelo cansaço (afinal, eu passei a noite acordada esperando que ele voltasse pra mais uma rodada), ele me botou na cama e deu uma geral na bagunça que a gente fez.

Quando eu acordei, ele tinha preparado o almoço e estava assistindo TV. Eu fui até ele, e ele me saudou com o mesmo sorriso de sempre, como se nada da noite passada tivesse ocorrido.

-Bom dia meu amor, dormiu bem?

Eu ri um pouco, e sentei ao lado dele. Esse jeito bobo dele ser, não é a toa que eu amo esse cara.



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