História Careless - Capítulo 6


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Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oe :)

Dessa vez to postando mais cedo hihi.

Obrigado quem favoritou a fanfic.

Até lá embaixo.

Capítulo 6 - Jogo


Fanfic / Fanfiction Careless - Capítulo 6 - Jogo

Eu ia tirar satisfação, ah, mas eu ia. 

Quando Hideki buzinou na porta de casa, desci do meu quarto com a mochila nas costas e a bolsa do meu notebook na mão, e as meninas vieram atrás só esperando eu explodir. Hoje tem chacina.

Corri até a porta e quando pus a mão na maçaneta minha mãe me chamou.

— Ei.

— Sim, mamãe? — pergunto me virando pra encarar ela. 

— Eu não ganho nem um abraço de despedida? — ela perguntou abrindo os braços.

Corri até minha mãe e abracei ela forte. Mesmo que fosse só o fim de semana, ela sentia minha falta e eu a dela. Éramos só eu e ela na casa, felizmente Ethan votou esses dias para ficar com ela. 

— Vou sentir sua falta, mamãe. — falei olhando para ela. 

— Eu também, Hope. — ela me olhou nos olhos. — É pra ir dormir cedo. 

— Tá bom, mãe. — rolei os olhos sorrindo de canto.

— Ah, mais uma coisa. Seu professor de matemática me ligou e disse que você estava inscrita em um grupo de matemática para melhorar suas notas. — me lembrou.

— Maldito. — falei rolando os olhos.

— Por isso, eu decidi que você e Blake só vão cuidar dos catálogos ou trabalhar nas férias para não atrapalhar os estudos de vocês. 

— Mas mãe…

— Sem essa, Hope! Eu não vou prejudicar os estudos de vocês dois com isso. — eu rolei os olhos.

— Ta. — aceitei fazendo cara de emburrada.

Vou exigir uma mesada depois dessa.

— Até sexta. Se cuida, filha. — minha mãe me deu mais um abraço. 

Me virei para correr até a porta, mas Ethan estava lá bloqueando  passagem de braços cruzados e uma sobrancelha levantada. Eu já sabia o que ele queria.

— Ta, eu te dou um abraço. — fui na direção dele e abracei meu irmão. 

Ethan me abraçava muito forte todas as vezes, nós nos gostávamos bastante. Acho que o fato de ele ser bem mais velho que eu criou um laço entre eu e ele. 

— Se você fizer alguma coisa com aqueles meninos, eu vou ficar sabendo. — ele ameaçou. 

— Ethan! — dei um tapa no ombro dele o fazendo rir. — Eles são nossos amigos.

— Não impedem de poder ter algo com você. — ele riu. — Eu to brincando, só se cuida, Hope. 

— Tá, eu vou me cuidar. — respondi me soltando dele. 

Dei um abraço em Nathalie e um beijo em Chloe avisando que eu voltaria segunda para casa.

Abri a porta, que antes estava sendo bloqueada por Ethan, e dou de cara com Blake de braços cruzados na porta da minha casa com um sorriso de canto.

Isso, justo o maldito que eu queria encontrar.

— Vocês não ouviram a buzina? A gente tem que ir. — Blake aponto para o carro. 

Comecei a encher Blake de socos nos ombros e ele foi indo para trás sem saber o que estava acontecendo. Depois de tanto levar socos, ele segurou meus pulsos me imobilizando.

— O que foi, Hope? — perguntou sorrindo cínico.

— Você encheu meu celular de selfies hoje na aula de matemática! Agora eu to sem memória! — falei alto. 

Eu já não tinha muita memória, agora ele vem e enche minha galeria.

— Não é minha culpa se você deixa seu celular fácil no bolso de trás! — ele riu e continuou me segurando.

— Eu vou matar você, Blake! — ameacei tentando levar minhas mãos ao pescoço dele. 

— Hope, aqui no carro tem um cartão de memória. Eu te dou ele. — Hideki me chamou.

Puxei meus braços dele e olhei com a cara bem feia para ele. 

— Você podia ser legal como o Hideki, eu ia gostar de você! — me afastei dele. 

— Nah, é engraçado te ver irritadinha. — Blake deu risada. Me virei encarando ele.

— Blake, melhor não provocar a Hope. Ela quer matar você. — Angel avisou me seguindo e entrando no carro. 

— Ei, Hope. — Blake me chamou. Me virei para saber o que aquele ser queria. — Sua mãe é bonita, em? — ele riu malicioso.

— Para de assediar minha mãe! — elevei meu tom de voz. Blake achou graça.

Minha mãe era de fato muito bonita, sempre que eu saía com ela perguntavam se ela era minha irmã. Diversas vezes acharam estranho quando chamei ela de mamãe.

Entrei no carro e dessa vez eu fui em uma janela e Blake foi na outra, meus amigos combinaram de me deixar longe de Blake antes que eu assassinasse alguém ali no carro. Hideki passou na casa de Angel e Venus para elas pegarem o notebook delas.

Hideki me entregou o cartão e eu coloquei logo no meu celular, passei todas as coisas necessárias para ele. Apaguei todas as fotos de Blake e limpei meu celular daquela criatura. Blake tinha de tudo para ser legal comigo, mas ele prefere me ver irritada. Eu só me pergunto o porquê disso, eu nunca dei motivo para Blake me encher o saco.

Assim que chegamos na rua de Blake, nós passamos em frente a casa do meu pai e eu dei de cara com ele na porta de casa esperando só o carro do Hideki passar para ele começar a me vigiar. 

— Hideki, para aqui. — pedi. Hideki parou o carro em frente a casa do meu pai. 

Desci do carro tentando fingir um sorriso, meu pai costumava a ser muito chato comigo. 

— Boa noite, Sr.Wright. — Hideki cumprimentou meu pai.

— Hideki. — meu pai respondeu. Hideki dirigiu só até a casa ao lado do meu pai e parou o carro. Uma pena que ali seja a casa de Blake.

— Você não vai fazer nada, né? — meu pai me perguntou pegando minha mochila.

— Nós vamos ficar jogando. Eu vou voltar um pouco depois da meia noite. 

Meu pai suspirou. Eu sei que ele estava com ciúmes.

— Ta, eu vou estar acordado essa hora mesmo. — ele deu de ombros. 

— Obrigado, pai. Eu te amo. — falei abraçando ele. 

— Também te amo, Hope. 

Corri até a casa de Blake e entrei sem bater na porta. Toda sexta a noite, a mãe e o padastro de Blake saíam e deixavam a casa com ele, não sei o porquê de eles nos deixarem vir quando eles não estavam. Talvez seja porque Blake se finge de responsável, eu sei bem o que ele faz toda sexta a noite quando íamos embora.

— Nós vamos de equipe ou de duplas hoje? — pergunto entrando na casa de Blake.

— Não vamos de nada. — Hideki respondeu. Como assim? Nós nunca ficamos sem jogar.

— Que? 

— O nosso jogo acabou de entrar em manutenção e nós não vamos poder jogar. — Angel respondeu mostrando a tela do computador dela.

— Ah, que merda. — resmunguei sentei a mesa ao lado de Angel. — Por quanto tempo?

— Acho que três a cinco dias. — Angel explicou.

— E o que vamos ficar fazendo até lá? 

— A gente podia jogar outro jogo. — Venus sugeriu.

— Outro jogo não, vai perder nossa essência de squad. — Kyle comentou. 

— Hoje não vai ter stream então. — Hideki comentou. — É uma pena, uma galera gosta de nos assistir. 

— Principalmente a Angel. — eu comentei. Angel mexeu no cabelo se achando.

Fazia um tempo desde que Angel começou a fazer streams quando jogava, muita gente da escola gostava de assistir ela e nós às sextas. Não éramos um fenômeno, mas tínhamos números bons.

— O que nós vamos fazer então? Nós nunca ficamos sem jogar. — Blake perguntou.

— A gente pode fazer a coisa mais clichê que existe. — Venus sugeriu. Eu sei do que ela estava falando.

— Ah, não, esses joguinhos de fanfic não! — reclamei.

— O que são jogos de fanfic? — Kyle perguntou.

— “Verdade ou desafio” e “eu nunca”. — respondi.

— Eu quero “eu nunca”. — Hideki sugeriu. 

— Melhor não. — Blake se opôs. 

Logo o Blake? Ele era o maluco do grupo, topava quase tudo e não aguenta um joguinho desses? Aí tem coisa.

— Agora eu quero. — falei empurrando o sofá de Hideki e abrindo espaço no meio da sala. — Podem ir se colocando no lugar de vocês, vou pegar a pimenta. 

— Pimenta pra que? — Hideki perguntou se sentando no chão.

— Pra jogar.

— Não, deixa do jeito que é mesmo. Vamos tirar a roupa. — Venus reclamou. Olhei maliciosa pra ela.

— Que safadeza essa de vocês, vão comer pimenta. — peguei a pimenta e levei até a rodinha me sentando entre Hideki e Angel. Coloquei a pimenta no meio e proibi todos ali de tirarem a roupa.

— Venus começa. — Kyle falou.

— Eu nunca gostei de uma música do Justin Bieber. — Venus falou prendendo o riso. 

Angel pôs a mão no rosto indignada, foi armado pra ela.

— Vai ter volta. — Angel pegou a pimenta e tomou um gole dela. Depois começou a puxar o ar pela boca no sinal de que estava queimando.

    Foi a vez de Kyle. 

— Eu nunca me apaixonei por alguém pela internet. — essa foi pra mim.

Maldito seja você, Kyle.

— Qual é?! — Angel reclamou com raiva. Nós rimos dela.

— Eu vou te matar. — apontei para Kyle. Tomei um gole da pimenta e passei para Angel tomar.

Era a vez de Blake. 

— Eu nunca mandei nude pra Hope e quis que ela não visse. — Blake soltou essa.

Ah, não.

Hideki me olhou com os olhos e a boca bem aberta.

— Eu não falei nada, ele estava comigo e tomou meu celular. — me expliquei.

— Tudo bem. Não foi dessa vez, Blake. — Hideki sorriu de canto.

— Você mandou pra ela, é pra tomar a pimenta. — Blake acusou. 

— Mas eu não queria que ela não visse, Blake, eu mandei porque eu quis que ela visse. — Hideki deu uma risada de alta ao revelar isso.

— QUE?! — gritei. 

Como assim? Nem eu to sabendo dessa!

— Que nude é esse que eu e a Angel não estamos sabendo, Hope? — Venus tentou tirar satisfação.

— Desculpa, Hope. — Hideki pediu desculpas ainda dando risada. 

— Eu só quero saber o porquê. — pergunto sorrindo sem graça.

Eu sei o quanto posso estar vermelha agora.

— Sua vez, Angel. — Hideki me cortou. 

Ele está escondendo algo. 

— Eu passo essa, eu preciso de leite! — Angel se levantou e saiu correndo para a cozinha.

Acabei passando minha vez também e deixei Hideki soltar a carta dele.

— Agora vocês vão sentir. — Hideki ameaçou estralando o pescoço. — Prontos? 

— Fala logo, Hideki! — gritei.

— Eu nunca tive aquele interesse pela Hope! — ele falou alto. 

Kyle começou a rir e Venus acompanhou ele. Certeza que era de mim, quem iria tomar essa pimenta?

Foi quando menos esperei que Blake pegou o vidro de pimenta e tomou tudo.

ELE TOMOU O VIDRO DE PIMENTA TODO!

Eu não tinha reação para aquilo, Blake tinha tomando toda a pimenta sem nenhum sinal de agonia. O mais pasmo foi ele ter sido o único a tomar. 

Como assim “aquele interesse”? 

— Agora chega dessa brincadeira, eu vou ficar sem estômago. — Blake riu e se levantou indo jogar fora o vidro de pimenta fora.

Eu nem percebi quanto tempo eu fiquei sentada e meditando naquilo. Isso era sério? Ou eles tinham feito de propósito pra me deixar paranoica? Porque se for isso eles conseguiram. Que raio de interesse é esse?!

— Hope, levanta daí. — Venus me chamou rindo. Eu me levantei do chão e fui direto para o meu computador.

Nós ficamos conversando por um tempo, até que Hideki disse que levaria as meninas e Kyle embora, mas eu ainda estava muito pasma para prestar atenção 100% na ida deles. Não entrava na minha cabeça Blake ter acabado com o jogo justo na hora que era a vez dele. E por que ele confirmou? Podia ser só uma brincadeira, mas por quê? 

— Hope. — Blake me chamou e eu pulei da cadeira. — Porra, menina assustada. — deu risada.

— O que foi? — pergunto neutra.

— Toma seu brinco. — ele me entregou meu brinco do Pac-Man.

Peguei em minha orelha para confirmar que eu tinha perdido, e não tinha nada lá.

— Como sabia que era meu? — pergunto surpresa colocando o brinco de volta na minha orelha.

— Você gosta de brincos relacionados a jogos. — ele falou varrendo a sala.

Blake falou com tanta certeza que eu me assustei. Ele não era de decorar algo que dissessem a ele.

— É? O que mais? — pergunto testando ele.

— Você gosta daquelas meias que passam do joelho, só que você ainda não tem nenhuma porque não usa short com frequência então preferiu não comprar. — ele continuou varrendo.

Paralisei assustada com o que eu estava ouvindo.

— Como sabe disso? — cheguei até a gaguejar. Quem ouvia sobre esses detalhes eram minhas amigas.

— Como sei do que? — Blake se virou para mim dessa vez prestando atenção.

Ele tinha respondido tudo sem prestar atenção.

Encarei Blake por alguns segundos e ele deu um sorriso sem graça.

— O que eu disse, Hope? — ele riu.

Dei um sorrisinho.

— Nada. — voltei ao que eu estava fazendo.

— Então ta. — ele deu de ombros e soltou a vassoura. — E você pode ir saindo que vai chegar alguém daqui a pouco.

— Ah, mais uma vadia? — pergunto me levantando e pegando meu notebook.

— Ui, ta com ciúmes, Hope? — ele perguntou abrindo a porta para eu passar.

— Eu? Ah, ta. — dei risada saindo da casa dele. — Só se eu quisesse ser mais uma sua.

— Quem garante que não quer. — eu ri com isso e me virei para encarar ele.

— Eu me garanto. — falei olhando nos olhos dele.

— Não tenha tanta convicção, você costuma ser confusa. — ele acusou rindo. 

Mais um detalhe meu.

O que ta acontecendo aqui?

— Vai pra casa, Hope. — ele me deu um empurrãozinho brincando. — Tira o pé da minha janta.

Eu entendi o duplo sentindo quando ele chamou e garota de janta.

— Seu pervertido. — eu dei risada socando o ombro dele e indo para a casa de meu pai.

Entrei em casa e meu pai estava sentado no sofá assistindo um jogo de golfe, dei risada daquilo. Ele não era tão velho para gostar de golfe e mesmo assim ele vi alguma graça, isso quando ele não estava escrevendo algo no computador dele.

Subi as escadas e fui para o meu quarto na casa do meu pai,ele era um pouco maior que o meu quarto da casa da minha mãe, mas eu preferia estar na casa dela. 

Sentei-me na janela do meu quarto e puxei um livro que eu tinha levado para a casa do meu pai  eu adorava ler. Era um romance, como sempre. Esse era meu gênero preferido, eu adorava toda a melação de um romance de adolescentes ou de um casal num dormitório de faculdade. O melhor disso tudo é que Venus e Angel também estavam lendo esse livro, então eu tinha com quem comentar sobre o livro.

Me arrumei na janela numa posição confortável e continuei do parágrafo que eu tinha parado. Era um costume meu fazer isso toda vez que vinha a casa do meu pai, eu me sentia bem. O único problema era a visão do quarto de Blake. 

Desviei os olhos do meu livro e observei a movimentação do seu quarto. Blake estava beijando uma menina que eu nem sequer sei de onde saiu, deve ter vindo direto do puteiro. 

Ele deitou a menina na cama e subiu em cima dele, mas saiu logo depois e foi em direção da janela. Ele me olhou dando um sorrisinho cínico e fechou as cortinas. Tratei logo de colocar meus fones e não ouvir os gritos que iam sair daquele quarto. 

Maldito! Se aproveitando dos pais que saíram.

Depois de algum tempo que fiquei lendo meu livro, olhei mais uma vez para a janela de Blake, dessa vez com as cortinas aberta e a luz acesa, eu só não sabia o porquê.

Acabei me lembrando do que aconteceu hoje no jogo, aquilo tinha realmente fixado na minha mente.

Como assim Blake tinha interesse em mim? E por que não fiquei sabendo disso? Ele gosta de mim? Ou foi passageiro?

— Argh! — rosnei fechando o livro e colocando ele para o lado.

Olhei de novo para o quarto de Blake e ele tinha chegado de toalha no quarto. Fiz sinal para Blake, avisando que eu ia descer, e desci as escadas e saí de casa sem fazer barulho para acordar meu pai.

Passei do meu gramado e fui até o lado dele que estava só de toalha nos quadris e encostado na parede de madeira da casa, ele não usava os óculos.

— Quer uma daquela? — ele falou se referido ao que fez com a menina.

— Haha, que graça em Blake. - eu reclamei rolando os olhos.

— Qual o seu interesse então? — perguntou sacudindo o cabelo e me molhando.

— Para, Blake! — empurrei ele me afastando. Eu dei risada enxugando onde ele tinha me molhado. — Eu quero saber se aquilo do nosso jogo era verdade.

— Do interesse? — ele perguntou e eu confirmei. — Existem muitas formas de ter interesse, Hope. 

— Qual era o seu e quando foi? —  pergunto.

— Ah, eu sei lá… acho que eu tinha uns quatorze. — Blake deu de ombros e cruzou os braços.

— E qual interesse você tinha? 

Blake riu.

— Ah, sei lá… o mesmo que tenho por essas garotas aí. — ele riu.

— Ah, é? — Eu o olhei bem irritada e puxei sua toalha deixando ele nu.

Blake levou as duas mãos em cima das coisinhas dele e se curvou um pouco pra frente.

— Sem gracinha, Hope. Me devolve! — ele tentou tirar da minha mão. 

— Se fode aí, fudido. — falei me virando de costas e indo embora para casa rodando a toalha dele no ar.

— Sua galinha frita! — ele me xingou. Eu ri dele e me virei para responder.

— Merci beaucoup, cher. — mandei um “muito obrigado, querido” em francês e ri da situação dele.

— Vai se fuder, Hope! — ela gritou me xingando. — Vai ter volta!

Ri da cara dele e voltei para casa rodando a toalha na mão.

Levei a toalha para o meu quarto e me deitei para dormir contente, eu tinha conseguido irritar ele finalmente.

Mas aquela dúvida ainda me atormentava.


Notas Finais


Não esqueçam de comentar o que acharam e de favoritarem :)

Até depois!


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