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História Carmuel - Fim de Jogo - Capítulo 3


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Notas do Autor


Desculpem a demora, tá tudo tão corrido e eu só tenho um tempinho a noite e o sono sempre acaba me pegando, eu espero que gostem e tenham paciência comigo ok? Kkkk

Capítulo 3 - Tão perto, tão longe.


As paredes se apertavam ao redor do seu pênis.

Ele apertava as nádegas com força o sufiente para deixar a marca dos dedos, o cabelo roçava no seu rosto quando ela se inclinou para lamber sua bochecha.

Ele gruniu em resposta, acelerando o movimento dela dentro dele.

Ele sabia que não aguentaria muito tempo, ainda mais quando ela se apertava em torno dele, era tão quente e macio que ele simplesmente não podia aguentar.

Ele arrastou a mão para baixo aonde eles se encaixavam em perfeita harmonia, seu dedo indicador achou o exatamente o que estava procurando e ele apertou levemente ouvindo o gemido aprovador da loira em seu ouvido.

Ele então acelerou o dedo sobre o botão inchado fazendo a loira arquia o corpo contra ele mais ainda.

Ele sentiu quando o corpo dela começou a tremer contra ele, os primeiros indícios de seu orgasmo.

Então como a menina má que ela era, ela pressionou o corpo contra ele tanto que a mão dele ficou pressa, impossibilitou de continuar os movimentos.

Ela lhe lançou um sorriso maquiavélico e começou a pular mais rápido e com mais força.

Ele teve que trincar a mandíbula para evitar geme alto quando ela se apertou ao redor dele e estava tão bom...

Ela olhou para ele, com os olhos brilhando que praticamente diziam que ele não poderia vencer ela naquele jogo.

Mais sob o brilho travesso ele viu o desejo, viu que ela também queria aquilo tanto quanto ele.

Eles recomeçaram, em uma sintonia perfeita, cada fôlego roubado era uma alegria e uma E uma perdição, ele traçou a língua sob a pele perfeita abaixo do pescoço e ela mordeu seu ombro com força.

O clímax veio arrebatador e incoerente, ela sussurrava palavras em francês que ele não sabia o significado e nem queria saber, ele só a puxou para perto, a deitando do lado dele enquanto esperava o corpo dela se acalmar.

O sol entrou pela janela o despertando do sono.

Ele não sabia se agradecia ou se xingava por ter sido acordado do sonho ou melhor, lembrança.

Samuel gruniu quando viu que tinha um trabalho a resolver com as mãos.

***********

Termino de colocar tudo para fora e sento sob o mármore frio, os resquícios ainda permaneciam na minha boca me dando ainda mais ânsia.

Eu levanto ainda meio cambaleante e caminho até a bancada do banheiro, paro na frente do espelho oval, examinando meu rosto pálido, as maçãs proeminentes e as olheiras enormes.

Suspiro resignada pegando a minha escova.

Depois de terminar a maquiagem eu desco para o café da manhã, não que eu acho que vá conseguir engolir alguma coisa.

Quando saio para a varanda noto rapidamente a ausência do meu pai, ele tem me dado um ombro viu desde a minha burrice em confessar tudo, justo eu que sempre fui ensinada a disciplina.

Sinto o cheiro dos ovos frescos e logo a ânsia volta.

Decido ir para o colégio sem comer nada.

**********

Quando Carla põe o pé para fora do carro, uma onda de tontura a atingi forte a fazendo cambaleia para o lado, ela sabe que vai cair e é inevitável, ela nota rapidamente seu motoristaAbrindo a porta mas sabe que ele não vai ser rápido o suficiente.

Ela fecha os olhos e se preparar para o impacto que nuncat veio.

Em vez disso ela sente mãos quentes a rodeado, a segurando firmemente no lugar.

Ela pisca contra a escuridão, a visão da escola entrando em foco.

Ela se vira para agradecer a pessoa quando seu coração era uma batida.

Como ela não percebeu? os braços não eram os mesmos que a segurava tantas vezes? O perfume barato não era o mesmo que inebriava os seus sentidos?.

Ela poderia culpa a tontura, sim ela culparia a tontura e não a saudade persistente que a atraia como imã.

Ela percebeu tarde demais que ainda estava nos braços dele,roubando seu calor e encarando aqueles olhos castanhos.

Ela se afastou um tanto bruta demais e a vertigem a atingiu novamente mas dessa vez quem a segurou foram os braços confiáveis do seu motorista.

- obrigado pela sua ajuda, Samuel. - ela falou mas não parecia a sua voz, ela não tremia quando falava, sua mãe a tinha ensinado quando ela voltou chorando quando tinha 4 anos da escola e mau conseguia forma uma frase coerente.

Ela ainda podia sentir o ardor contra a sua bochecha.

Ela não era fraca, ela não era uma coitadinha que não tinha poder sobre o próprio corpo.

Ela viu quando ele se mexeu desconfortável e sorriu internamente, feliz por não ser a única pressa naquilo.

-você está bem? - ele perguntou com a voz rouca e ela amaldiçoou como a simples voz dele poderia mexer com ela.

Não aceitando ser Submetida por um simples desejo carnal que qualquer um poderia satisfazer, Carla projetou o queixo para frente se afastando do seu motorista e se aproximando perigosamente de Samuel.

Ela puxou sua gravata com a mão, o fazendo inclinar para frente ficando no mesmo nível do rosto dela.

Ela aproximou seu rosto da boca dele e soprou as palavras sob os seus lábios fechados.

- eu estou sempre bem, Samuel, porque perguntas?

Ela se deliciou quando a respiração dele acelerou e ele bebeu as palavras dela com fome nos olhos.

Ela encarou a boca dele entreaberta e sentiu o hálito de menta contra a sua própria boca e sabia que estava perigosamente perto e sabia que não se importava com isso.

- Tudo bem ai, Samuel?

Ela ouviu a voz dela e o encanto se quebrou como vidro e ele se afastou como se estivesse sobe o fogo.

Ela forçou um sorriso zombeteiro para ele.

-vai lá, a sua namorada deve está esperando - e saiu sem esperar uma resposta. 


Notas Finais


É isso ai e até a próxima


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