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História Carpe Nocten- JIKOOK. - Capítulo 1


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Notas do Autor


oi amigos to nervosakkk não é minha primeira fic, mas eu sempre fico nervosa, então errrr, espero que gostem

Capítulo 1 - Unum



Toda a equipe encarregada do caso estava na sala principal do pequeno prédio, que quase serviu de casa para alguns deles nas últimas semanas, a ansiedade presente em cada um ali presente, se preparando para quando enfim recebessem as ordens para partir e dar um início no fim de todo o pesadelo que os assolava há meses. 


— Namjoon, eu preciso que você e a Momo vigiem todas as câmeras de segurança daquele lugar, nada pode dar errado, entenderam? Um deslize e perdemos meses de trabalho.- Jungkook falava enquanto ajustava seu colete no corpo, o vinco formado entre suas sobrancelhas exibia todo seu estresse e preocupação com o caso. 


— Tudo bem, Jeon. Também já informei à Sunmi o novo lugar que combinamos para a equipe dela se posicionar caso aja contra-ataque.— Namjoon disse ao mais novo, enquanto também terminava de arrumar seu uniforme no corpo, seu coração inquieto, batia freneticamente contra sua caixa torácica, sua ansiedade era quase palpável. 


— Bom trabalho. Agora é só esperar a confirmação do Hoseok para sairmos.- o Jeon disse, aproveitando que estava somente com sua equipe na sala para bufar, estressado. Durante todo o tempo que esteve no cargo principal, nunca se deixara levar pelos sentimentos aflitos que se instalaram em seu peito, ver que tudo estava finalmente acabando era o estopim para extravasar o que sentia. 


— Depois que tudo isso acabar, nós definitivamente precisamos de uma noite de karaokê por conta do Namjoon.- Momo disse, massageando seu próprio pescoço, estava realmente cansada, as últimas semanas estavam uma verdadeira correria para ela, que estava incluída na lista de policiais que usaram a mesa da sala de descanso como cama. 


— Ya! Por que eu?- o Kim resmungou, tirando a atenção de seu revólver e direcionando seu olhar à amiga, sentindo como se um peso fosse tirado de seus ombros. Eles eram muito mais que uma equipe, eram família. 


— Não aja como se não soubesse! Você é um dos que mais ganha bem aqui dessa sala!- ela cerrou os olhos pra ele, numa silenciosa acusação. 


— O Jeongguk ganha mais do que eu e quase não gasta dinheiro, por que você não manda ele pagar, em?- levantou o queixo, quase indignado.- Além do mais, você ganha a mesma coisa que eu, esqueceu, coisa ruim?- apontou o dedo em direção da mulher. 


— Seu capitalistazinho, tsc, tsc.- Momo balançou a cabeça, negando suavemente, numa falsa decepção.- Deixa eu contar isso pra Dahyun, você vai ser a decepção da família.


— Vocês são muito chatos, credo.- Jungkook torceu o rosto, encostando seu corpo em sua mesa.- Eu até pagaria, sabe, mas to juntando pra ir no show do Mamamoo, foi mal....- coçou sua nuca, fingindo arrependimento. 


— Você tá juntando pra comprar um ingresso ou pra comprar uma Hwasa particular?- a única mulher ali gesticulou com as mãos, quase indignada.


— Isso não seria uma má ideia, ela deve ser uma amiga melhor que você.- Jungkook riu, afiado. 


— Vocês são muito mãos de vaca, eu tenho nojo de vocês.- revirou os olhos, antes de voltar a massagear seu próprio pescoço. 


— Galera, acabei de falar com Seokjin e o suspeito acabou de realizar uma ligação com o cliente afirmando que já está a caminho do local. - Hoseok apareceu na porta, olhando para cada um ali. Estava na hora. 


— Namjoon, vá para a van com a Momo, temos de sair imediatamente.- Jungkook saiu da sala sem esperar confirmação, sendo seguido por Hoseok, sua dupla. 


— Não acredito que finalmente iremos acabar com isso. Depois de tantos meses de investigação é um alívio que tenhamos achado o chefe.- Hoseok disse, passando um dos braços ao redor do pescoço de Jungkook. 


— Não comemore antes da hora, Hoseok, ainda temos muito a fazer.- Jungkook olhou de esguelha para o braço de Hoseok em seus ombros- E lembre-se que estamos em ambiente de trabalho, profissionalismo não é uma opção.- após isso, afastou-se do amigo, virando em um dos corredores do edifício. Era incrível como sua personalidade mudava quando estava fora de seu círculo de amigos. 


— Qual é, Jungkook, você anda muito chato, esse caso está te estressando mais que o normal. Faz quanto tempo que você não dorme o recomendado para uma pessoa normal?- o Jung mantinha seus passos firmes atrás de Jungkook. 


— Hoseok, eu sou o líder dessa operação, oito horas de sono são um privilégio para este cargo.- os dois entraram no elevador. Jungkook apertava os botões repetidamente, como se colocasse toda sua ansiedade acumulada ali. Hoseok bufou ao ver aquilo, preocupado com a saúde física e mental do amigo. 


— Eu sei disso, Jeon, eu levo este trabalho tão a sério quanto você, eu só estou dizendo que você não pode se sobrecarregar desse jeito, até os garotos perceberam o seu estresse. Desde que assumiu esse caso nunca mais saímos todos juntos, você sempre ficou com a mente enfornada em provas, documentos e depoimentos que eu nunca te vi sequer dormir em casa e olha que moramos juntos.- Hoseok disse, enquanto seguia com Jungkook para o carro que usariam para ir ao local da prisão. 


— Me desculpe, ok? Você sabe o quanto eu sou perfeccionista quando se trata de trabalho, ainda mais com um caso tão grande desses.- Jungkook suspirou, passando a mão entre os fios de cabelo, antes de apertar o botão e ligar o carro.- Esse, de longe, foi um dos mais complicados que eu já tive de lidar, eu ainda não estou acreditando que finalmente encontramos o cabeça disso tudo. Na verdade, tudo parece tão fácil agora que eu tenho até medo.- confidenciou ao amigo, enquanto dava partida no carro e saía rumo ao local marcado para a abordagem. Hoseok decidiu que era hora de mudar o assunto, pelo contrário, Jungkook acabaria com uma ansiedade desnecessária durante o caminho. 


— Mudando de assunto, você viu que caiu um meteoro ou algo assim na China? Eu vi no noticiário hoje de manhã quando fui em casa buscar meus coturnos.- Hoseok comentou, tentando parecer disperso.— Parece que ele é formado por substâncias fora da tabela periódica e alguns fungos também desconhecidos, disseram que os cientistas de lá estão tentando descobrir o que são. 


— Que engraçado ter sido divulgado tão rápido, a mídia de lá é bem fechada.- Jungkook franziu o cenho. 


— Bem, convenhamos que um meteoro não é tão fácil de ser mantido em segredo quanto uma doença ou algo assim.- Hoseok riu, mas sem traços de humor. 


— Bem, de qualquer forma, vamos nos concentrar em pegar esse desgraçado, já chega de problemas diplomáticos.- Jungkook pisou no acelerador, voltando sua concentração inteiramente ao caminho que estava seguindo. 


[...]



— Ok. Hoseok, repasse o plano.- Jungkook disse, após se juntarem à Sunmi e sua equipe, que estavam instalados em um raio próximo do galpão, onde o chefe da máfia apareceria para negociar com um dos agentes disfarçado de cliente. 


— Eu irei entrar fingindo ser um interessado em me tornar sócio, tentarei tirar informações importantes e, quando isso acontecer, o Jungkook irá dar a voz de prisão. Caso houver algum imprevisto ou um contra-ataque, iremos acionar a equipe da Sunmi.- Hoseok disse, sério.


— Estão todos prontos?- Jungkook perguntou, recebendo um rápido aceno de todos ali presentes.- Mantenham-se a postos e atentos, caso vocês forem chamados terão que agir rapidamente. Um mínimo erro basta para que nosso trabalho de meses seja perdido, estamos entendidos?- ditou, sério, encarando profundamente os olhos de cada um ali presente. 


— Vamos, Hoseok.- o capitão da equipe chamou o companheiro, sendo seguido a passos firmes e cuidadosos para a entrada de uma lanchonete abandonada, onde o encontro fôra marcado. 


A dupla andava cuidadosamente por uma trilha de pedras que dava acesso aos fundos do estabelecimento. Jungkook sinalizou silenciosamente para Hoseok seguir o caminho da entrada, enquanto se escondia habilidosamente  atrás de alguns contêineres de lixo que ali restaram, esperando o sinal de seu companheiro para poder entrar e dar a voz de prisão ao meliante. 


Após alguns minutos, Jungkook sentiu um aparelho em seu bolso vibrar, este que servia como um código entre a dupla. Estava na hora de agir.


Caminhou em passos firmes até a entrada lateral da loja, tendo visão integral do perfil do que seria o cabeça da enorme máfia que estava tirando suas noites de sono e causando até mesmo contrariedades diplomáticas. Seu corpo magro, tórax encolhido, mãos inquietas e feição cansada poderiam romper as expectativas de qualquer um quanto a aparência de um mafioso, mas é aquele ditado, quem vê cara não vê coração e Jungkook, mais do que ninguém, tinha total consciência disso. 


— Você está preso em flagrante, você tem direito a um advogado. Tudo que disser de agora em diante pode e será usado contra você no tribunal.- Jungkook avançou em passos ágeis contra o homem em sua frente, prendendo suas mãos atrás do corpo com sua algema, assistindo-o soltar sua respiração, como se parecesse.... aliviado? 


— Vamos, a perícia já está chegando, quero começar o interrogatório o mais rápido possível.- Jungkook puxou o homem bruscamente, levando-o consigo para a viatura, sendo seguido por Hoseok em seu encalço. 



[...]



— O senhor precisa acreditar em mim. Eu sou apenas um peão daquela coisa, eles estão me usando como uma distração enquanto fogem para não sei onde reconstruir tudo isso.- o garoto quase implorava para que Jeon acreditasse em si, mesmo sabendo que aquilo seria praticamente impossível, tendo em vista todas as provas que sua família forjou para incrimina-lo. 


— Então, Park Jimin, está me dizendo que, na verdade, você foi usado apenas como uma imagem falsa para distrair a polícia, e que sua família biológica, a qual veio aqui semanalmente após o seu desaparecimento em busca de notícias, na verdade te manteve em cativeiro por todos esses anos, e, além disso.- deu uma pausa quase dramática.- armaram um cenário meticulosamente calculado com evidências de assassinato, tortura e vários outros crimes te incriminassem, apenas para, num futuro hipotético, eles poderem fugir sem serem pegos?- arqueou as sobrancelhas, apoiando suas costas em sua cadeira. As paredes brancas e a ausência de janelas apenas reforçavam a atmosfera gélida instaurada na sala. 


— E-Eu sei que parece meio improvável, mas essa é a verdade, senhor.- Jimin suspirou, quase descrente, olhando para suas mãos algemadas.- Eu não espero quero senhor me liberte ou acredite na minha inocência, eu só preciso que o senhor possa ir atrás deles e fazer a justiça.- Jungkook olhou para Jimin e franziu o cenho, notando que todas as suas expressões corporais pareciam verdadeiramente espontâneas, expondo uma tristeza e uma conformidade quase melancólicas para um criminoso conhecido por seu sangue frio. 


— Então como me explica todas as provas? Sangue, fios de cabelo, impressões digitais, pele e até mesmo sêmen em casas de prostituição?- questionou, apoiando seu cotovelo na mesa, analisando-o com afinco, estava empenhado em não deixar nem um mísero detalhe passar despercebido por suas vistas. 


— Como eu já lhe disse, eu era apenas um peão, eles não se importavam em tirar sangue, arrancar cabelo e até coisas piores de mim.- Jimin se encolheu mais em sua cadeira, se remexendo em desconforto. Nem mesmo o assento duro e fétido em que estava sentado conseguiria ser mais desconfortável que aquela situação, já a havia idealizado centenas de vezes em pensamento, mas nunca havia considerado tamanho sentimento de  humilhação, medo e constrangimento. 


— E como explica as suas digitais em armas, corpos e telefones descartáveis?- o policial continuou, sua voz rígida, postura firme e olhar penetrante conciliavam com o porte gélido daquela conversa. 


— Eles realmente se empenhavam em me colocar como a figura central, então eu era levado muitas vezes apenas para isso, para deixar vestígios.- Jimin disse, sua voz calma e compassada, em total desacordo com sua postura, que denunciava nada mais que insegurança e inquietação, como se estivesse reunindo coragem. 


— Mas...


— Senhor, com todo respeito, mas por que uma máfia conhecida mundialmente por nunca ser pega e por nunca deixar vestígios, de repente deixa várias provas soltas por aí, como se fossem uma gangue de adolescentes rebeldes?- Jimin cortou Jungkook, finalmente encarando-o nos olhos, firme com sua resposta. Jungkook deixou sua surpresa transparecer, dando razão para o homem em sua frente, mas não deixando sua acusação de lado. 


— Continue, estou curioso.- deu permissão para o homem falar. 


— O senhor deve saber que o PJ tinha fama de assassinar todos que vissem seu rosto, certo?- viu o oficial assentir.- Isso, de certa forma, não é mentira. Todos que descobrissem sobre esse plano eram, de fato, mortos, para que a verdade não saísse do controle dos meus pais biológicos. Você deve ter percebido que todas as evidências foram encontradas junto a corpos de pessoas ligadas a máfia, nunca alguém de fora.- Jeon assentiu novamente, conseguindo fazer uma linha de raciocínio, mesmo que ainda instável.- Essa fama que colocaram em cima da imagem do PJ foi calculada e espalhada na medida certa para que causasse medo e espantasse qualquer dúvida que poderiam ter sobre minha aparência. As pessoas sabiam sobre meus pais e os respeita- temiam, eles eram os chefões, mas a existência de um terceiro elemento ainda mais sádico e perigoso, fazia todo o sistema ainda ficar centrado nas únicas mais responsáveis por toda essa coisa. 


Após a fala de Jimin, Jungkook permaneceu pensativo em sua cadeira, tentando traçar um raciocínio realmente eficiente e lógico. Era óbvio que seu pensamento acerca do Park não mudaria, não era tão simples assim ludibriar todo um esquadrão policial por anos, e com tanta facilidade, mas Jeon estava considerando a hipótese de Jimin ser como uma espécie de sucessor, tendo seus pais biológicos como os verdadeiros líderes e fundadores da máfia que a polícia investigava há anos. Sua versão da história poderia ser uma meia-verdade, quem sabe ele realmente mantém-se sua identidade em segredo para causar ainda mais pavor em seus subordinados e possíveis inimigos, evitando qualquer problema que pudesse ser causado. 


— Com licença, senhor.- escutaram batidas na porta e viram uma policial aparecer pela porta. 


— Diga, Hwang.- mirou a mulher, que estava com papéis na mão e uma feição estressada. 


— O chefe solicitou o senhor e sua equipe na fronteira de Busan o mais rápido possível.- disse, enquanto passeava o olhar entre Jeon e o garoto que ele interrogava. 


— Mas eu estou no meio de um interrogatório importante, não posso simplesmente sair daqui.- manifestou-se, o conhecido vinco entre suas sobrancelhas se fazendo presente em sua feição. 


— Ele me pediu para dizer que o senhor saberia lidar com isso.- declarou, como se tirasse sua culpa da história. 


— Tudo bem, Hwang, pode se retirar, obrigado.- disse, bufando descontente assim que a mulher saiu pela porta. 


Jimin permaneceu sentado em seu lugar, de cabeça baixa, pensando em como aquele momento acontecera diferente do que tinha em mente. Obviamente ele não esperava uma recepção calorosa ou algo assim, mas esperava que ao menos seu depoimento soasse verdadeiro aos ouvidos dos policiais. Há alguns anos planejava em frente ao espelho o que diria caso se livrasse daquele inferno, passava horas imaginando como convenceria os investigadores de que ele era mais uma vítima daquela máfia horrenda. 


No fundo, Jimin desejava voltar para onde era mantido em cativeiro, ao menos lá ele tinha alguém que acreditava em si, que o apoiou e o deu forças para continuar em frente, para manter-se sadio e, algum dia, poder levar a público toda a verdadeira história dos reais crápulas que comandavam a organização criminosa e poder, enfim, provar sua inocência. Ele sentia falta dos abraços quentes e das noites em claro conversando com sua única amiga durante todos os anos em que permaneceu preso. 


— Você vem comigo.- Jungkook pronunciou após quase dois minutos pensando no que faria com o interrogatório em andamento. 


— O-O que?- Jimin foi pego de surpresa, sabia que seu depoimento era crucial, mas não esperava por isso, definitivamente não. 


— Isso mesmo que você ouviu. Vou continuar seu interrogatório lá, vamos.- Jungkook já havia se levantado, agora estava recolocando seu colete, este que tirara assim que entrou na sala de interrogatório. 


— M-Mas-


— Você não tem opções, você é um prisioneiro a partir de agora e vai me obedecer, escutou bem?- Jungkook direcionou seu olhar para Jimin, este que se sentiu desconfortável com o tom usado pelo detetive. Não que não estivesse acostumado, mas no fundo ainda tinha esperanças de conseguir provar que não tinha ligação, ao menos não intencional, com a quadrilha. 


— Tudo bem, senhor. Me desculpe.- abaixou seu olhar e sentiu o oficial puxar-lhe pelo braço, obrigando-o a levantar-se e segui-lo. 


— Jung, você já ficou sabendo?- Jungkook chamou a atenção de Hoseok na sala do café, com Jimin algemado ao seu lado. Eles evitavam se chamar pelos nomes quando estavam perto de vítimas ou criminosos, não apenas por uma questão de certa segurança, mas também porque não queriam se sentir envolvidos mais do que o necessário para com os malfeitores. 


— A Hwang me contou faz poucos minutos, só estava te esperando para subirmos.- o ruivo disse, guardando sua garrafa de água dentro de um dos armários dispostos ali, provavelmente o seu. 


— Aliás, por que está com ele?- Hoseok perguntou, assim que notou o homem ao lado de Jungkook. 


— Eu estava no meio do interrogatório, vou terminar com as perguntas lá.- foi direto, apertando o botão do elevador logo em seguida. 


— Tudo bem.- assentiu, dando uma leva olhada no homem ao lado de Jungkook, Hoseok não sabia o motivo, mas o rosto daquele garoto não lhe era estranho. 


[...]


— Você sabe onde o resto da equipe está?- Jungkook perguntou a Hoseok, que estava no outro extremo do helicóptero, graças a um Jimin entre eles. 


— Não faço ideia, todos fomos convocados de uma hora pra outra, eles podem estar em qualquer lugar.- Hoseok respondeu, fazendo uma careta ao olhar para a confusão abaixo do helicóptero. Não seria nada fácil. 


— Iremos pousar aqui, tenentes.- o piloto anunciou, fazendo Jungkook e Hoseok segurarem duas hastes metálicas nas duas extremidades do teto. 


Notas Finais


e aí, o que acharam? ficou muito ruim?😫
se não for incômodo, vocês poderiam dar coraçãozinho e comentar o que estão achando/críticas construtivas, por favor?🥺👉🏻👈🏻


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