História Carry You Home - Capítulo 2


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Categorias Aquaman, Batman vs Superman: A Origem da Justiça
Personagens Arthur Curry (Aquaman), Bruce Wayne (Batman), Personagens Originais
Tags Arthur Curry, Bruce Wayne, Olivia Teller
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Palavras 2.914
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


fanfic também postada no Nyah

Capítulo 2 - Still Into You


Ela desligou o motor de sua velha motocicleta preta nos fundos do estacionamento. O sol lentamente desaparecia no horizonte quando ela descera do moto e tirou das costas a mochila, desafivelando o capacete e prendendo os óculos de grau em sua blusa de mangas longas conforme adentrava o Bar e Lanchonete do Joe. A clientela de sempre logo chegaria, e ela apressou os passos para a cozinha, livrando-se da surrada jaqueta preta de couro que a protegia dos ventos frios, prendendo os cabelos castanhos em um rabo de cavalo alto e amarrando um singelo avental vermelho em sua cintura. Dobrou a jaqueta preta e a guardou dentro do velho armário dos funcionários, que conhecera dias melhores, com seus demais pertences. Suspirara, conferindo o celular uma última vez. Nenhuma ligação ou mensagem. ‘‘Sinal de que está tudo bem’’, pensou ao adentrar o bar e se posicionar atrás do balcão.

– Bem na hora, Olivia – seu chefe a surpreendera ao adentrar o bar logo atrás dela. – Boa noite, jovem senhora.

– Boa noite, senhor Joe – ela sorrira sem graça. Provavelmente era a única jovem mulher na cidade a ser chamada daquela forma, um carinhoso apelido dado a ela devido ao seu temperamento de ‘‘velha loba’’, caseira e fechada dentro de si mesma.

– Como está seu pai?

– Na mesma – ela encolheu os ombros.

– Escute, quando sair, pegue um pacote que separei pra vocês, alguns peixes que pesquei ontem. Faça um ensopado pra ele ou algo assim. Mantenha o velho sadio.

– Obrigada, senhor, mas eu não posso…

– Pode sim. É um presente – ele sorriu e deu-lhe dois tapinhas no ombro, indo ao encontro de dois clientes que haviam chegado.

Ela sabia que não adiantaria argumentar com o velho Joe. Olivia trabalhava para ele desde os dezesseis, e desde então ele havia se tornado uma espécie de parente-não-de-sangue, o tipo de homem que se enquadra no estereótipo de ‘‘tiozão’’, mas sem as piadas sem graça, pois, para o bem da paciência dela, Joe tinha noção das coisas, já que era pai de quatro filhos com June, a sorridente cozinheira da lanchonete, com quem estava casado havia bons quarenta anos. Além do casal, somente Olivia e a filha mais nova do casal, Aimee, ali trabalhava. Isso depois de um turno em outra lanchonete no centro da cidade. Para ela era mais fácil conviver com o casal de idosos que geriam o local e sua filha constantemente entediada que com seus colegas do outro trabalho. O casal era tranquilo, pacato. Seus outros colegas eram jovens afoitos, ansiosos para deixar Amnesty Bay para viverem seus sonhos em grandes cidades.

O casal era conhecido de seu pai, Mike, e quando o velho Joe se queixou a ele de que precisava de mãos jovens para o trabalho no bar e lanchonete, Mike rapidamente ofereceu as da filha para o serviço. O primeiro emprego dela não poderia ter sido mais tranquilo. Ajudara na cozinha, inicialmente, e quando completara vinte e um, tornara-se responsável por servir os pratos e bebidas aos clientes, além de fazer a limpeza com Aimee quando o bar fechava. O velho Joe havia se ‘‘mudado’’ para a cozinha, para ajudar a esposa, e seus pratos mantinham a quantidade de clientela fiel. Os pagamentos não eram altos, é claro, mas ajudavam nas despesas da casa. Olivia havia há mui tempo tomado para si a responsabilidade de gerenciar as finanças da casa desde o incidente que havia tornado seu pai um homem debilitado e incapacitado de trabalhar. Uma senhora jovem, na idade da loba antes mesmo dos trinta.

– Nossa, pensei que não viesse hoje – a loira Aimee resmungou logo que viu Olivia entrar, secando um copo de tequila. – O que houve?

– Meu outro chefe queria que eu organizasse o freezer.

– Hora extra?

– Não – Olivia choramingou, lamentando internamente ter se atraído facilmente pelo trabalho extra antes de sair do segundo emprego, imaginando que receberia alguns dólares a mais. – Desculpe o atraso.

– De boa – a loira suspirou. – É só mais uma noite… – franziu os lábios. – Mais uma noite entediante no nosso humilde barzinho.

Ela sorriu de canto com o comentário, apanhando o bloquinho que mantinha no bar para anotar os pedidos dos clientes e saindo de trás do balcão para atender os que chegavam. Aimee imaginava que aquela seria apenas mais uma noite ordinária e sem novidades. Cidades pequenas e pacatas tendem a ser previsíveis. Não era surpresa que tal marasmo provocasse nos mais novos a ânsia de crescer e atingir a maioridade rapidamente, para que pudessem se aventurar pelo mundo sem que ficassem com a consciência pesada por deixar seus pais.

Olivia, que estava acostumada com a mesmice, e até mesmo havia se conformado com o tédio rotineiro de seus empregos e sua vida simplista que, de acordo com ela mesma, certamente não mudariam em um futuro próximo, não poderia imaginar o que o gato traria para Amnesty Bay depois de tanto tempo.

Havia acabado de servir os pedidos de um casal de namorados sentados a janela da lanchonete quando ouvira o sino da porta balançar, anunciando a chegada de mais clientes. Quando ergueu os olhos azuis para ver quem chegava, reconheceu, por meio de um gorro preto que ele jamais tirava da cabeça, Thomas Curry. Sua silhueta e seu rosto risonho eram reconhecíveis a ela mesmo sem seus óculos.

– Oi, senhor Curry! – ela aproximou-se para receber um dos leais clientes do bar. – Quer que eu peça ao senhor Joe para preparar as suas batatas assadas?

– Hoje não, Olivia, hoje eu me servirei apenas da boa e velha Guinness! – ele sorriu. Então alguém adentrou o bar logo atrás, chamando a atenção de ambos. – Ah, Olivia, você lembra do meu filho, Arthur? Ele está de volta para fazer um pouco de companhia a esse velho que vos fala! – ele rira.

Seu coração pulara uma batida e borboletas violentamente bateram asas em seu estômago. Olivia engolira a seco quando o homem atrás de Thomas se aproximara. Precisou despendurar os óculos de grau que estava em sua camisa e os colocar no rosto, o que fez a contragosto. Quando o encarou novamente, agora o vendo de forma mais nítida, ela arfou subitamente, o fôlego fugindo de seu peito. Suas mãos começaram a tremer, e ela agarrou a bandeja de plástico com força para que isso não se tornasse aparente.

Perto dele, ela tinha o tamanho comparável ao de uma criança. O que ele tinha, então? Dois metros de altura? Se não, estava bem próximo. Mais musculoso do que ela se lembrava, os cabelos estavam mais longos e com as pontas mais queimadas pelo sol, e ele cultivava espessa barba e bigode. Os braços e antebraços agora estavam tatuados, expostos devido a ele trajar uma regata e colete de couro. Arthur tinha um largo sorriso enquanto a encarava.

– Há quanto tempo, não? – perguntou a ela, claramente embaraçado. Ela imaginava o motivo.

– Sim – Olivia pigarreou, se recompondo. – Bem-vindo de volta, Arthur – sorriu timidamente, sentindo o rosto arder cada vez mais. – Vocês querem uma mesa ou preferem se sentar no bar?

– No bar está bom – ele assentiu, assim como Thomas.

– Fiquem à vontade – Olivia sorriu, sentindo que as mãos logo começariam a tremer. – Com licença – retirou-se para a cozinha, a fim de entregar a Joe e June os pedidos que havia recolhido dos clientes.

Mas mais do que entregar os pedidos feitos pelos clientes, Olivia adentrara a cozinha para conseguir respirar normalmente. ‘‘Depois de todo esse tempo’’, ela engoliu a seco. Sentou-se em uma banqueta próxima ao grande freezer da cozinha, retirou os óculos e cobriu o rosto com as mãos, curvando-se para apoiar os cotovelos sobre as pernas. ‘‘Se recomponha, não faça caso disso! Não é como se ele estivesse aqui por você’’, ela respirou fundo. ‘‘Ele foi embora e tinha outras prioridades, você não era uma delas e ele deixou isso claro quando te deu as costas. Ele apenas está visitando a cidade. Não é nada de mais’’, repreendeu-se, ‘‘Não há motivos para se sentir tão perturbada por um fantasma’’.

– Você está bem, querida? – June a questionou enquanto fritava alguns hambúrgueres na chapa.

– Estou sim, dona June – ela rapidamente ergueu a cabeça, respirando fundo novamente. – Apenas senti meus olhos doerem um pouco. Acho que estou ficando sensível a luzes fortes.

Ao lado de June, Joe cochichava algo. A senhora de faceta risonha dera uma espiadela no bar e logo retornou para seus hambúrgueres, deixando um ‘‘Ah, entendi’’, escapar mais alto do que deveria, enquanto Olivia era atingida por enxurradas de memórias. É claro que o casal se lembrava. Qualquer um que soubesse se lembraria. Se dividiriam entre olhares de pena e olhares incentivadores, provavelmente, mas Olivia estava ciente de que precisava voltar a si.

Assim que os pedidos ficaram prontos, ela retornara para o restaurante para entregá-los. No bar, Thomas e Arthur conversavam animadamente sobre coisas que ela não conseguira distinguir. A risada de Arthur preenchia o lugar de forma singular, e mesmo quem não estava a par da conversa acabava sorrindo ou deixando uma risadinha escapar. Ela o conhecia o suficiente para saber que ele tinha um coração grande que conseguia preencher o de todos os outros com quem se relacionava, que contagiava todos ao seu redor com seus risos, mas que ele não o fazia facilmente. Ele sempre fora uma pessoa peculiar, de fato. Tão peculiar que, mesmo quando admitiram gostar um do outro, ele a deixou sem notícias quando saiu da cidade para entrar em uma universidade. Sem telefonemas, sem SMS, sem e-mails, sem uma mísera carta.

Puff, como um fantasma. Era quase como se ele não tivesse existido. Olivia tinha quase certeza, depois de muitos anos se passarem, que somente ela via o garoto na foto e que ele não era real. Não estava pronta para se deparar com ele depois de tantos anos e perceber que, não somente ele era real, mas que havia retornado e agia como se nada tivesse acontecido.

‘‘Estou exagerando’’, pensou ela, ‘‘Estou ficando louca. Talvez eu tenha sonhado com aquele dia. Talvez ele nem se lembre de nada. Talvez nada daquilo tenha sequer acontecido’’.

Olivia esforçara-se para não encará-los enquanto servia outros clientes e anotava pedidos. Não queria se deparar com seus olhos dourados. Tudo nele fazia seu coração palpitar. Anos de distanciamento não haviam mudado tal fato e era desconcertante que ela tivesse de admitir isso a si mesma.

A noite parecera durar uma eternidade, mas, quando ela se dera conta, já estava próximo da hora de encerrar as atividades do estabelecimento. Olivia fez sua parte na limpeza da noite, limpando mesas e lavando louças com June. Os Curry eram os últimos clientes, mas não se demoraram quando perceberam que estava na hora de ir embora. Thomas havia bebido sua cota e não poderia dirigir, mas Arthur, que havia bebido menos que o pai, estava pleno e consciente. Joe o obrigara a fazer um ‘‘4’’ com as pernas e tudo parecia bem, então o velho os deixara ir, tranquilo por saber que ficariam bem. O estabelecimento fora fechado, as famílias entraram em seus carros, e Olivia subira em sua motocicleta para partir.

– Boa noite, Olivia – Arthur sorrira para ela conforme ele deixava o estacionamento, sendo seguido pelo carro dos patrões dela. Ela poderia jurar que havia certo desconforto em seu gesto, e seu olhar parecia pesaroso apesar do sorriso.

‘‘Não, não, estou imaginando coisas’’.

– Boa noite – respondera de forma seca, esperando que todos eles acelerassem logo para a direção oposta a sua. Esse era um ponto perfeito para ela, que não queria que ninguém percebesse que estava chorando enquanto pilotava.

Tentou de todas as formas evitar que as lágrimas caíssem, pois se sua visão se tornasse muito embaçada, não conseguiria enxergar direito a estrada, mas não teve jeito. Elas vieram, repentinamente e intensamente, deixando-a sem fôlego.

Lembrava-se do baile de formatura dele, a forma como estava vestido, alegre e pomposo usando um traje de gala alugado que lhe servia como uma luva. Ela fora sua acompanhante, num vestido azul bebê que a fazia parecer como uma boneca de porcelana, os cabelos castanhos caindo em cascatas em seu colo. Thomas Curry e Mike Teller haviam os acompanhado durante a cerimônia de entrega de canudo para a turma de Arthur, mas depois deixaram os dois sozinhos para aproveitarem a noite de festa sem inconveniências, com sérios pedidos de precaução para que exageros fossem evitados.

Naquela época, pela proximidade de ambos, todos acreditavam que Arthur e Olivia estivessem namorando. Mas não. Arthur, mesmo depois de confessarem seus sentimentos um para o outro, nunca havia feito o pedido formalmente, e para Olivia isso era um claro sinal de que havia algo que ele não estava lhe contando. Imaginava que havia outra garota, ou que talvez ela tivesse entendido errado o que ele dissera, que gostava dela como amiga e não como alguém que quisesse namorar.

O baque que ela tomara ao saber que ele havia ido embora sem se despedir fez com que ela passasse uma semana em seu quarto. Não comia quase nada, não falava com ninguém. Somente quando seu pai oferecera a potencial mão de obra dela ao velho Joe é que ela se vira obrigada a ver o mundo. Desde então, afundava-se em seus empregos, esperando que o trabalho a deixasse tão exausta que não teria tempo para pensar nele. Estava acostumada a isso, conformada com sua rotina exaustiva e monótona, e já não pensava mais em Arthur.

Mas quando ele adentrara aquele bar, com seu largo e familiar sorriso, sem sequer chamá-la para conversar outro dia ou pedir seu telefone para ao menos fingir educação, como se nada tivesse acontecido entre eles anos antes, Olivia sentiu que a ferida que tanto custara a sarar havia sido aberta a unhadas em seu peito. O sentia doer conforme pilotava. Mal conseguia respirar. Pilotara o suficiente para se afastar das áreas residenciais e se aproximou de um barranco. Lá sentou-se na relva e chorara como nunca antes, pedindo a qualquer força divina que ninguém ouvisse ou a visse. Não percebera o quanto sentira a falta dele até ele adentrar aquele bar.

‘‘Eu deveria ter lhe dado um tapa’’, pensou, irada, ‘‘mas não queria constranger Thomas. Ele não é responsável por isso’’.

Exaurida e com dor de cabeça devido ao intenso choro, decidiu que precisaria de alguma espécie de choque em seu corpo para que pudesse voltar a si de fato. Livrou-se da jaqueta de couro, deixando-a sobre a relva, assim como o celular. Enviou ao pai um SMS informando que demoraria mais trinta minutos para chegar por parar em uma loja de conveniência para comer algo. Sabia que a mentira não convenceria seu velho, mas precisava inventar alguma coisa para evitar perguntas da parte dele.

Olhou para as águas além do barranco e as avaliou com algum cuidado. Não era uma exímia nadadora, mas sabia se virar. Se pulasse bem, não se chocaria com o barranco, e, se nadasse rápido, logo o alcançaria novamente. Deixou os óculos sobre a jaqueta e deu bons passos para trás, correndo para conseguir o impulso necessário para o pulo.

O arrependimento veio assim que percebeu que estava caindo muito rápido.

A água fria se chocara contra seu corpo como mil facas. Demorou algum tempo para retornar a superfície. Decidiu que nunca mais faria aquilo e tratou de mover os membros para alcançar o barranco.

Mas a correnteza a traíra. E como traíra.

Quem era ela, além de uma mulher exausta depois de muito trabalho, contra as poderosas e incansáveis águas marinhas? Não tinha forças para nadar mais rápido e as ondas começaram a arrastá-la para outra direção. Olivia sentiu o frio se apossar de sua alma, que quase deixara seu corpo quando ela se dera conta do que estava acontecendo. Insistiu em seu nado para o lado certo, mas nada. Se continuasse se forçando, teria câimbras.

Imaginou onde pararia se deixasse a água levá-la, mas nenhuma opção lhe parecia boa. Imaginou o que aconteceria se morresse afogada, como seu pai reagiria. Quem cuidaria dele se ela morresse? O pensamento a assombrou. Tanto quanto, pensar que seria mal interpretada ao pular do barranco a incomodara. Em Amnesty Bay, pequena como era, rumores de suicídio por desilusão amorosa se espalhariam como fogo selvagem. Arthur seria rechaçado e ela seria lembrada como uma coitada. Pensar nisso, sim, a deixou furiosa. Não era coitada coisa alguma. Se acabava trabalhando para dar uma vida minimamente confortável ao pai e havia, ainda, uma coisa ou duas que gostaria de fazer quando as oportunidades viessem. Morrer afogada não estava em seus planos.

Começou a gritar a plenos pulmões, em todas as direções. Pensou em balançar os braços para o alto. Com alguma sorte, o farol da casa de Thomas Curry a alcançaria, mas seria muita sorte, e ela não acreditava nisso. Alguém em um barco passar por perto também parecia improvável.

‘‘Merda’’, engoliu o choro por um momento, ‘‘Não era assim que eu imaginava o desfecho quando pulei. Que ideia brilhante’’, mordeu o lábio inferior. ‘‘Como o velho vai ficar sem mim?’’.

Gritou por muito tempo mais, balançara os braços, decisão não muito adequada, visto que ela não demorou a se cansar. Seus olhos estavam pesados, e o frio tornava-se insuportável. Apesar de ter nascido e vivido em uma cidadezinha friorenta como o inferno, Olivia não tinha a resistência ideal que se espera de alguém nascido em um local frio. Tentou se manter boiando por mais algum tempo. Não haviam estrelas naquele céu negro como piche, e a lua já havia se escondido entre as nuvens.

‘‘Me desculpe, velho’’, pensou Olivia, antes de afundar.



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