História Cartas - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Uraraka Ochako (Uravity)
Tags Bakudeku, Boku No Hero Academy, Hard Lemon
Visualizações 345
Palavras 2.040
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!~
Caramba, como é estranho voltar a publicar. Oi, meu nome é @ mas me chamem de M_B mesmo. a uns anos eu era viciada e postava fanfic todo dia, sdds. O tempo foi passando,a vida foi chegando, e agora no meio do terceiro ano estou tentando voltar. Eu tenho gostado muito de escrever one shots (principalmente lemon, como a de hoje, rs), então deve ser a linha que devo seguir. Não vou prometer nada não, mas tenho algumas outras ones de Yuuri on Ice publicadas, quem for ler avisa nos comentário que veio por essa one :) não vou me prolongar mais, no final eu falo mais.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Midoriya sabia que não deveria estar ali. Sabia que Bakugou não o perdoaria caso descobrisse que ele havia invadido seu quarto, mas ele precisava recuperar a carta que Uraraka havia colocado nos seus cadernos.

 

 

— Não, não Uraraka, você não fez isso! — Ele começou a se desesperar. Seu rosto estava extremamente vermelho, e seu coração batia muito rápido.

— Se não ia entregar, então porque escreveu aquilo? — Ela perguntou confusa. — Só achei um jeito mais romântico de mostrar isso pra ele, até porque achei que você não teria coragem.

A menina de cabelo castanho não estava errada; Izuku nunca tinha tido coragem para confessar ao amigo seus sentimentos. Mas quando estava saturado emocionalmente e quase estourava, ele escrevia cartas com todos os seus sentimentos, porém nunca as entregava.

Uma dessas, escrita no intervalo de almoço, foi rapidamente capturada pela Ochako que a leu desesperadamente. Aquilo rendeu uma rápida conversa com Midoriya, e logo depois que ela lhe entregou, ele enfiou dentro da mochila desesperado.

— Você não poderia ter entregado aquilo pra ele, Uraraka! Eu não queria falar isso pra ele agora! — Seus olhos estavam marejados, não de raiva da amiga, mas sim de sua própria falta de coragem de lidar com a realidade.

— Me... Desculpe. — Ela uniu as mãos, triste. — Eu não deveria ter me metido na sua vida. Mas podemos tentar recuperar ela, certo? Eu posso tentar distrair o Bakugou depois da aula, quando ele for tomar banho.

Ele assentiu, engolindo as lágrimas e decidindo que deveria recuperar sua carta.

 

Ele abriu a mochila do loiro, jogada num canto perto da cama, e rapidamente começou a procurar a carta. Sabia que Ochako não iria o distrair por muito tempo, então tinha que procurar sair o mais rápido possível. Achou a carta dobrada entre um caderno, e rapidamente tratou de começar a guardar os cadernos. Porém, o barulho de mensagem em seu celular o despertou; Uraraka disse que iria lhe avisar quando Bakugou estivesse saído com uma mensagem. Em pânico, ele guardou os cadernos e decidiu se esconder dentro do armário. Correu e se escondeu rapidamente dentro deste, cujo as venezianas o permitiam ver o lado de fora.

Instantes depois, o loiro chegou, batendo a porta e reclamando sozinho.

— Tcs, aquela garota.

Ele retirou a gravata do uniforme, os sapatos e começou a abrir a camisa. Midoriya quase não piscou com a visão, se sentindo horrível por estar adorando aquela visão. Durante alguns instantes, Bakugou encarou o armário, mas desviou logo depois, acalmando o jovem. Ele apenas deitou na cama, pegou o celular e começou a assistir a um vídeo.

Precisava pedir pra Uraraka tirar Bakugou dali de alguma forma, então começou a pegar o celular. Porém, antes que ele começasse a escrever, notou algo estranho.

A mão direita de Bakugou começou a desabotoar sua calça, e ele começou a ouvir os típicos barulhos de vídeos pornográficos do celular de Bakugou, porém, com algo diferente: eram obviamente vozes masculinas. Bakugou gostava de homens?

Midoriya não conseguiu se mexer com aquela visão. Não com aquela visão que só melhorava com o passar do tempo: Bakugou estava ali, na sua frente, se tocando.

Em pouco tempo, ele tirou sua calça e cueca e começou a bater uma rapidamente, fazendo Izuku se hipnotizar com a cena. Ouvia pequenos sons saindo da boca do loiro, e sentia a si mesmo pulsar ao ver toda aquela cena. A vontade de tocar a si mesmo era grande, quase irresistível. Abriu o botão da calça tocando a ereção visível, que só piorava a cada instante, começado a se masturbar com vontade. Até que ouviu o barulho de mensagem do seu celular. Sua pressão caiu quando viu Bakugou olhando para dentro do armário, cessando as carícias e largando o celular. Vestiu a calça apenas abotoando o botão, deixando sua intimidade ainda visível. Andou até o armário e Izuku já tinha olhos marejados, pensando na surra que ia levar de Bakugou. Não tinha mais salvação, ele não deveria ter ficado ali. Ele não deveria ter ficado tão excitado com tudo aquilo como ficou. Pensou em usar seu poder para tentar sair dali o mais rápido possível, mas o loiro ainda iria lhe matar. Quando Bakugou abriu o armário, Deku chorava.

— DEKUUUUUUU! — o tom de morte era inconfundível — POR QUE MERDAS VOCÊ TÁ NO MEU ARMÁRIO, SEU MONTE DE... MAS QUE PORRA VOCÊ TÁ FAZENDO?

Deku nem respondeu, esperando o forte soco que viria a seguir. Este, porém, atingiu a parede acima de sua cabeça, fazendo um buraco na parede de divisa com o banheiro. Deku olhou para a figura irritada de Bakugou, sendo observado por seu olhar ameaçador.

— Então quer dizer que o monte de lixo agora também é uma bichinha? — O sorriso zombeteiro do outro se fez presente.

— Você fala como se não tivesse vendo pornô gay. — Deku retrucou. Já que já estava na merda, ia pelo menos tentar.

O sorriso dele se desmanchou e ele puxou Izuku pelo braço e lhe jogou no chão, no meio do quarto.

— Eu não vou te questionar o porquê de você estar aqui agora, seu merda. Mas você estragou minha punheta, seu bosta. — Bakugou sentou na cama, dando um sorriso ameaçador. — Vai ter que pagar por isso agora.

— O-o-oque? — Deku não poderia ter entendido certo. Tinha algo muito errado, principalmente por sua cara não estar sendo socada nesse exato momento.

Ele desabotoou a calça mais uma vez e puxou os cabelos verdes de Deku até perto da sua intimidade, fazendo o menino descondensar a respiração.

— Acho bom você fazer isso direito, Deku. Pelo jeito que você tá aí, me parece que você quer bastante fazer isso.

Midoriya respirou fundo, nervoso. Bakugou realmente estava lhe mandando fazer isso? Não sabia se ficava com medo ou se sentia excitado. Instigado. Empolgado. Cheio de vontade.

Sua mão esquerda foi hesitante até o membro do garoto e tateou, explorando com calma. Sua boca se abriu delicamente e deixou a ponta de sua língua entrar em contato com a extensão do membro, seguindo até a cabeça e colocando dentro de sua boca.

Bakugou agarrou os cabelos esverdeados com força, soltando ofegando. Aquilo serviu como incentivo para Izuku, que se deleitou com o som. Deixou-se engolir mais do membro, chupando ritmadamente e de olhos fechados. Sentia ir até o início da sua garganta e voltava, sempre sem pressa. Tirava todo o membro da boca, ligado com o fio de saliva, e recomeçava da cabeça.

O loiro não sabia nem como se controlar. Estavam ali há alguns minutos, e ele estava se controlando muito para não encher aquela maldita boca de porra. Mas Midoriya não merecia aquilo por agora. Não mesmo.

Puxou pelos cabelos e tirou o garoto de perto do seu membro, deixando-o confuso.

—Até que você não chupa mal não, vagabunda. — Ele soltou um riso esganiçado, se levantando e puxando o braço de Midoriya, logo depois o jogando na cama. — Já fez isso alguma outra vez? Já foi putinha de quem, do Iida?

— Não!... — Toda sua ousadia havia sumido. Midoriya mal havia beijado quanto mais feito alguma coisa. — eu nunca fiz... Nada.

A frase mal acabou e suas calças foram arrancadas até com certa, brutalidade.

— Então quer dizer que é a primeira vez que alguém faz isso? — Sua mão foi diretamente ao pênis ereto do menor, que ofegou sofregamente. Não tinha nem comparação quando ele fazia sozinho.

— Ka-chan... — Ele agarrou os lençóis da cama, retorcendo-se. Ele não sabia nem o que fazer. Não sabia por que aquilo estava acontecendo. Mas sabia que não queria parar.

— Seu merda... — Ele acelerou o ritmo, ouvindo os gemidos do garoto. Sabia que estava perigosamente perto de algo. — De quatro.

— Han...? — Ele estava confuso.

— Vai logo, porra! — Ele vociferou. Midoriya o viuele tirando sua blusa e suas calças, e queria ficar parado olhando aquilo. Era simplesmente gostoso. Mesmo assim, seguiu com certo medo. Não sabia se ia querer até aquele ponto.

Logo em seguida Midoriya sentiu um forte estalo na sua bunda. E logo outro depois, e outro.

— Você tem uma bunda gostosa. Parece ótima de foder. — Ele riu. Seus dedos haviam deixado marcas na pele branca, e seus dedos foram descendo até chegar no lugar desejado.

— Ka-chan... Aí não... — o garoto murmurou. Sinceramente, não sabia ao certo. Os tapas de Bakugou haviam lhe deixado extremamente excitado, pingando.

— Certeza?... — Seu dedo rodeou o lugar pequeno, estranhamente depilado. — Você veio até preparado.

— Não... — Ele murmurou.

O loiro grunhiu, dando mais um tapa na bunda.

— Rebola pra mim, Deku. — Aquilo fez o menino tremer. Ouvir seu apelido junto naquela frase, naquele tom... Izuku daria o mundo para ouvir aquilo.

Ele não negou, rebolando meio sem jeito. Sentiu o lembro duro de Bakugou tocar sua bunda e travou. Não queria aquilo.

— Eu não mandei você parar! — Outro tapa, seguido de uma mordida no pescoço do esverdeado. — Não vou fazer merda, caralho.

Deku voltou a rebolar. Não podia negar o quão excitante era sentir o lembro de Bakugou ali, duro, molhado na ponta, passando pela sua bunda, sua entrada e simulando o jeito que ele lhe foderia. Levou suas mãos até seu pau, começando uma masturbação no mesmo ritmo de Bakugou. O loiro logo tomou seu lugar, fazendo Midoriya morder seus dedos para não fazer barulho.

—Kaaaaaa-chan... — ele gemeu. Ele não ia aguentar muito mais. — eu...

O ritmo de Bakugou aumentou, e ele agarrou os lençóis quando chegou ao seu ápice. Foi algo que ele nem sabia descrever, apenas sentiu um vazio incrível na sua cabeça. Era maravilhoso.

Desabou em cima da cama, em cima de sua própria porra. Bakugou riu e ficou de pé.

— Senta aí, vagabunda. — A ordem foi obedecida com certa lentidão. — Abre a boca e faz essa sua cara de safado de quem quer muito que eu encha você de porra.

Izuku não sabia exatamente como fazer isso, mas a imagem na frente ajudou. Ele queria toda aquela porra. Aquela porra era por culpa dele. Aquilo fazia o coração de Midoriya bater mais rápido.

Bakugou puxou seu cabelo e antes de Deku Perceber, sua língua e rosto estava cheio, quente e escorrendo. A feição de Bakugou naquele momento foi algo que ele nunca quis esquecer.

— Bom garoto. — Ele passou a mão pelo rosto de Deku, vendo aquela visão tão bonita.

 

 

 

— Por que você estava aqui, Deku? — O loiro perguntou.

Bakugou estava com uma calça de moletom, após tomar o banho, sentado na ponta da cama. Deku estava deitado na cama, após dar um jeito na sua situação, ainda com o uniforme da U.A.

— Não importa. Me desculpe Ka-chan, não deveria estar aqui. — Ele se sentou ainda confuso. — Mas o que foi isso?

Bakugou não respondeu, apenas levantou e colocou as mãos nos bolsos. A visão de Bakugou sem camisa e sua virilha aparecendo, em parte, deixava Izuku tentado a começar outra coisa. Mas não era o ponto.

— Sabe Bakugou, eu gosto de você. — Midoriya se levantou e foi em direção a porta.

Bakugou riu.

— Eu li a carta, Deku. — O garoto de cabelos esverdeados riu. — Só saia daqui logo.

Os olhos de Midoriya se encheram de lágrimas. Aquilo foi bem... Inesperado. Ele tinha expectativas depois de tudo aquilo.

Começou a sair em passos rápidos, porém logo depois de sair da porta sentiu seu braço ser puxado.

— Seu merda. — Ele virou o esverdeado e lhe deu um rápido beijo. — A marca que eu deixei no seu pescoço não ficou tão boa. Talvez eu devesse fazer outra. Pode voltar amanhã se quiser.

—... que? — O esverdeado tocou seu pescoço, confuso.

— Presta bem a atenção que eu não vou falar isso tão cedo de novo: eu gosto de você seu lixo. — Midoriya ficou estático, mas acordou quando sentiu a mão de Bakugou apertar sua bunda. Vá descansar, preciso de você bem amanhã.

Midoriya seguiu seu caminho atônito. Pegou seu celular e mandou uma mensagem para Uraraka, avisando que tava tudo bem.

"De: Uraraka

Para: Midoriya

 

Eu fui lá te salvar. Mas pelo o que eu ouvi, você não precisava de ajuda. Essas paredes são finas, Deku-kun hahahaha"

 

O menino não soube responder, apenas guardou o celular. Talvez tivesse que ser mais cuidadoso. Tudo que ele sabia é que queria mais tardes como aquela, mesmo não sendo o plano. Ouvir Bakugou falar que gostava dele foi estranho. Inesperado. Mas especial. Tudo que uma carta jamais poderia transmitir.


Notas Finais


Sim, eu amo um bom lemon. Eu queria deixar uma coisa clara: todos os nomes pejorativos que o Bakugou usa são meramente de seu hábito de xingar (eu sei pq eu faço demais isso), não é como se ele estivesse realmente botando o Deku pra baixo. Soaria mais coo uma brincadeira sexual (?). Acho que deu pra entender.
Venho escrevendo essa one aos poucos fazem uns meses. Terminei ela ontem, em um tempo vago da escola, e me senti tão feliz. Espero que tenham gostado tanto quanto eu :) pretendo voltar mais vezes, até pq eu amo a suruba que é BNH, quero voltar logo com algo como Bakushima ou Tododeku :) (ou talvez um quádruplo? rezem pelos tempos vagos na escola, amigos). É isso, comentem, isso me motiva demais!
Até o/


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