História Cartas ao professor - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Visualizações 32
Palavras 1.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Pai e filha


Cartas ao professor 
Pai e filha 


Rapidamente três semanas se passaram, a neve branca e fria dava lugar às flores e frutos da primavera, assim como os sentimentos de Sakura que em vez de tristes e vazios davam lugar a alegria e carinho. Durante essas semanas ela se via encantada por Sasuke, tudo para ela era perfeito. Viam-se diariamente, tanto no café como em visitas que ele fazia à sua casa e passeios aos finais de semana. Ele estava cada vez mais presente na vida de sua filha, na sua e até de Tsunade. Nunca se sentiu tão em paz em toda sua vida.


– Mamãe, hoje iremos para algum lugar? – pergunta Sarada.


Era mais uma manhã de Sábado, todas estavam sentadas à mesa como de costume, Sakura saboreava um bolinho de arroz enquanto Tsunade lia o jornal matinal.


– Desculpe querida, tenho que ir trabalhar hoje.


Sarada se decepcionou, esperava ficar com a mãe o dia todo assim como os finais de semana passados.


– Não olhe pra mim garota, tenho que encontrar Jiraya hoje. – Diz a mulher de seios fartos.


– Podemos saber quem é esse tal de Jira... Alguma coisa? - Pergunta a menina logo após beber mais de seu suco.


– Somos amigos, não nos vemos há séculos...


– Sei, sei...


Sakura concordou antes que Tsunade começasse a falar algo impróprio naquela mesa.


– Mas, quem vai ficar comigo?


– Sasuke vem te pegar daqui a pouco, não se preocupe minha filha. Agora eu finalmente posso terminar de comer?





–Tio Sasuke, aonde vamos hoje?


– Que tal na sorveteria?


Estava calor, Sasuke com sua bicicleta haviam passado na casa da rosada por volta das oito para buscar a menina.


– Por mim tudo bem.


Iam caminhavam calmamente pelas calçadas da cidade, o moreno segurava as mãos da pequena e também a carregava no colo ora ou outra. Estavam tão à-vontade na companhia um do outro.


A sorveteria era no centro da cidade próxima a prefeitura e o parque central, cerca de quarenta minutos da casa de Sakura até ali. Sentaram-se em uma mesa qualquer mais ao fundo do local e esperaram até que alguém fosse os atender.


– Poso ajudá-lo? –Uma moça veio até a mesa.


– Eu quero um sorvete de abacaxi e você? – Pergunta ele a pequena.


– Eu quero um de creme, por favor.


A moça saiu da presença deles depois de levar o cardápio com os pedidos.


– Você está gostando de sair comigo Sarada?


– Sim, eu pensei que seria chato sem a mamãe, mas até que está divertido.


Ela sorriu para ele mostrando agora a falta de um dos dentes da frente.


– Seus dentes da frente caíram quando? – Ele se surpreendeu ao vê-la sem um dos dentes da frente.


– Hoje, acho que nem a mamãe viu...


– Onde ele está?


Ela retirou do bolso um pequeno lenço azul, colocou-o na mesa e o abriu.


– Como faço pra colar ele de novo?


Sasuke riu a ideia de ‘’colar’’ o dente novamente na boca da menina, isso soou tão estranho e engraçado para ele enquanto a pequena garotinha a sua frente estava quase chorando.


– Não se preocupe, no lugar dele outro vai crescer. É só questão de tempo.


– E como vou ter certeza? –Ela estava desconfiada, e se ficasse banguela para sempre?


– Não confia em mim? –Abaixando sua cabeça na mesa fingiu chorar.


– Não seja dramático, eu confio, só não quero ficar banguela para o resto da vida.


Ele levanta sua cabeça e olha intensamente para os olhos da menininha a sua frente. Ela parecia tão frágil e tão forte ao mesmo tempo em que, às vezes nem ele sabia como agradá-la. Ela era tão parecida com a mãe, não só pela aparência, mas pelo jeito como sorria, se vestia, comia e até falava...


... Gostaria de ser o pai dela.


~


Tomaram o sorvete e comeram mais algumas guloseimas antes de chegarem ao parque, o Uchiha se sentou mais afastado, encostado a uma árvore para ler seu livro enquanto a menina foi até os brinquedos do local.


A tarde estava realmente agradável, dava-se para sentar no gramado, aproveitar o som dos pássaros e os sorrisos das pessoas, tudo estava calmo naquele lugar, a paz e serenidade era o que ele precisava então se deixou dormir ali. Estava em um sono profundo quando algo lhe cutucou, meio sonolento abriu os olhos vendo uma figura nada familiar para ele:


– Senhor, senhor, sua filha caiu!


Levantou-se tão rápido que quase bateu a cabeça em uma das árvores perto de si. Correu até ela e como chorava pelo joelho ensanguentado, era de se partir o coração.


A roda que faziam em volta dela se dispersou para dar passagem ao homem que a pega-la no colo a viu se acalmar.


– Me desculpe, eu deveria ter olhado você direito. Seu joelho dói muito?


Ela acenou com a cabeça em sinal positivo para ele. Colocou a pequena em um banco qualquer e se ajoelhou, analisou o joelho ensanguentado: Não foi um machucado profundo, mas grande o suficiente para sangrar.


– Espere eu vou procurar algo pra limpar esse sangue.


– Tudo bem.


– Não saia daí, e muito menos converse com estranhos.


– Você parece à mamãe falando assim.


Ele saiu deixando-a sozinha naquele banco, novamente havia falhado com ela, primeiro no museu agora no parque que ótimo pai ele estava sendo. 
Voltou cerca de cinco minutos depois com um pano encharcado de água, colocou-o sobre o joelho de Sarada escutando um murmúrio de desaprovação como resposta.


– Quanto mais rápido eu limpar, mais rápido você se curará.


Ela continuava a murmurar ora ou outra até Sasuke terminar de limpá-lá.


– Eu quero ir pra casa agora. -Diz ela reprimindo o choro.


– Tudo bem, vamos voltar.


Novamente ele a pegou nos braços encostando a cabeça dela em seu ombro. O caminho foi silencioso, a menina mal se mexia enquanto o moreno cuidadosamente a segurava.


– Você ainda sente dor querida? -Ele perguntou para ela que, ainda escondida em seu peito respondeu:


– Tudo bem papai.


Sasuke por um momento se assustou, parou de caminhar e olhou para a menina tranquila em seus braços.


– Sarada poderia repetir o que acabou de falar? - Ele estava muito nervoso.


– Eu disse que estou bem...


– Você me chamou de pai?


– Desculpe é que...


– Está tudo bem minha filha.


~


Notas Finais


Desculpem a demora para postar, faculdade e curso me deixaram neurótica, mas estamos ai né, firme e forte. Gostaria da compreensão de vocês.

Nos vemos.


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