História Cartas de Bowie - Capítulo 7


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Categorias David Bowie
Personagens David Bowie, Personagens Originais
Visualizações 4
Palavras 473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lírica, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um dia de aula de nosso querido David.

Capítulo 7 - Colégio


Fanfic / Fanfiction Cartas de Bowie - Capítulo 7 - Colégio

P.O.V David

Acordo com uma ressaca habitual . Não me importava mais com elas, haviam se tornado minhas velhas companheiras de longos dias e noites .

Minha cabeça doi,  logo ao levantar sou obrigado a por a mão na cabeça em sinal de dor . Vou até a pia do banheiro e tomo alguns analgésicos. 

Desço a escada pé a pé, sentindo a dor de cada baque de meus pés tocando o chão.   Vejo que minha mãe está preparando o café da manhã e meu pai lendo o jornal em uma poltrona .

- Bom dia,  querido ! - diz minha doce mãe abrindo um sorriso ao me ver .

- Bom dia,  mãe.- respondo em minha voz rouca. 

- Você está bem?

- Estou sim mãe,  é apenas uma dor de cabeça.  

-Estou preocupada com essas suas dores de cabeça.  Acho que vou marcar o doutor Richards pra você. - ela diz sincera . 

Meu pai apenas fica estático no mesmo lugar.  Sei que no fundo ele desconfiava do real motivo de minhas dores de cabeça,  só preferia não comentar em respeito à minha mãe. 

- Está tudo bem, mãe.  Logo logo passa . - a tranquilizo.

- Vou ficar mais tranquila. Agora se sente e ckm a algo.  Você está muito magro .

A obedeço sem questionar,  estava realmente faminto.

- O que vai fazer hoje, meu querido? - ela pergunta ao servir uma generosa quantidade de ovos com bacon em meu prato. 

- Vou ficar até mais tarde na aula pra treinar no time de rúgbi,  há um grande jogo chegando. - MENTIRA. 

- Esse é meu garoto ! - diz meu pai animando, se virando para pela primeira vez olhar pra mim. 

Tudo isso era uma bela de uma mentira.  Provavelmente ia ficar em algum canto fumando maconha e ouvindo um pouco de música.  Só não queria que meus pais descofiassem e se otgulhassem um pouco de mim.  Meu pai não engolia essa história de música,  minha mãe até que a aceitava bem,  dizia ela que era uma dessas coisas da juventude e que logo ia passar . Há um ano,  logo na chegada de Pam ,  meu pai havia explodido comigo e dito que não ia mais tolerar essas bobagem de música, que era melhor eu tomar jeito . Foi então que decidi começar a mentir só para o agradar , em uma tentativa futil de satisfazer seus desejos de um filho normal.  Se era assim que eles queria enxergar a realidade,  pois bem , que assim o fosse . 

Acabo de comer e saio dali.  Haviam coisas realmente mais importantes para serem feitas.  Me despeço de meus pais, pego minha mochila,  sempre jogada em um canto do sofá e saio dali.

Mal acabo de pisar na rua e me surpreendo com o que vejo. 

Antes que pudesse proferir alguma palavra, ela vem em minha direção. 


Notas Finais


E o mistério só aumenta kkk
Beijinhos


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