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História Cartas Para Alguém - Capítulo 4


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Notas do Autor


Oii gente, i'm back.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Narrador.Pov

Lucy voltava feliz e animada para casa, nunca em todo esse tempo qeu Lauren estava presa sentiu essa sensação, a sensação que as coisas estavam se encaixando, que talvez em pouco tempo ela teria sua Lauren de volta, em casa e poderiam recomecar tudo, talvez em um novo lugar fugir de todas as lembranças ruins que a Califórnia poderia acarretar. 

Lucy ia cantando as músicas que tocavam na rádio, se sentindo solta sem nenhuma preocupação. 

Em uma das músicas Lucy fechou os olhos para aproveitar aquela batida relaxante que a música tinha, aproveitando que estava sozinha na pista e que os carros mais próximos estavam pelo menos a 1,5km de seu carro, iria ser rápido apenas para aproveitar um pouco o momento.

Oque Lucy não sabia, era que, infelizmente havia uma carreta desgovernada no outro pólo da pista. Do outro lado da pista, mais precisamente no sentindo contrário, Josh um motorista de caminhão que estava vindo de uma viagem de mais de 24h, se sentia cansado, mesmo tomando alguns energéticos ele ainda sentia uma leve sonolência e tentava se manter acordado  e atento na pista, em vão. Josh dormiu ao volante seus pés foram com tudo ao acelerador e seus braços no volante o virando levemente para a esquerda, na direção da pista em que o Carro de Lucy se encontrava. 

A carreta quebrou a mureta que separava as duas pistas e agora se movia desgovernadamente na pista de Lucy, Lucy tentava a todo custo desviar da direção da carreta, ou frear seu carro, mas não conseguia, só conseguia pensar em tentar desviar, mas tudo em vão a carreta atingiu em cheio o carro de Lucy, e outros carros que estavam na mesma pista que ela.

O carro de Lucy ficou irreconhecível todo amassado e ela ficou presa em meio as ferragens, o carro dela foi levado para fora da pista, Lucy não conseguia sair do meio das ferragens.

Minutos depois já se conseguia escutar alguma sirenes ao fundo, de bombeiros, ambulância e muitas pessoas curiosas se juntavam em volta do acidente para tentar ver alguma coisa.

Camila.Pov

Hoje o hospital estava até que tranquilo com exceção do fim da tarde, de uma hora para outra o hospital ficou caótico, havia muitas macas, muitas pessoas feridas, pelo oque parecia ser resultado de um acidente de trânsito, eu ouvia muitas vozes pelo hospital de médicos, enfermeiros e familiiares das pessoas acidentadas.

-Camila precisamos de você na sala 11 agora!

um dos enfermeiros me gritou e eu fui correndo para a sala 11, provavelmente seria de algum ferido no acidente de mais cedo.

Quando eu cheguei na sala havia vários enfermeiros envolta da maca provavelmente tentando reanimar a pessoa em que ali estivesse. 

Cheguei mais perto e vi Lucy, gelei na mesma hora, mas agora não seria uma boa hora para congelar, cheguei mais perto dela e ela estava desacordada afastei os enfermeiros e peguei o desfibrilador para tentar reanimação, já que a massagem cardíaca não estava dando um jeito.

Lucy abriu os olhos, fraca demais, estava perdendo muito sangue. 

-Lucy, não se mexa por favor, vai ficar tudo bem. Falei tentando tampar os seus ferimentos que saiam sangue

-Camila, por favor cuide de Lucca e de Lauren para mim. Desferia as palavras já fraca quase sem vida.

-Não fale besteiras Lucy, você vai ficar bem para cuidar deles. Falava pegando soro e colocando em sua veia.

-Por favor Camila, faça em nome da nossa amizade, e de nossos momentos no colegial. 

-Lucy por favor fique quieta e fique comigo, vai dar tudo certo.

Lucy estava com os batimentos cardíacos fracos, parecia não ter mais vida mas eu não iria desistir, não tão fácil. Rasguei a roupa de Lucy com a tesoura em busca de mais ferimentos, estava costurando os ferimentos mais graves enquanto um enfermeiro me chamou atenção.

-Doutora, ela está perdendo pulsação

-Reanime, pegue o desfibrilador

E assim ele fez, pegou o desfibrilador e colocou no peito de Lucy, o corpo de Lucy se mexia na maca com o impacto do choque, mas não acordava. 

-Faça novamente.

E ele tentou mais uma, duas, três vezes, ela não acordava.

-Doutora nós perdemos a paciente.

Ouvir isso foi como um soco no estômago, por mais que eu e Lucy não estivéssemos mais tão próximas quanto antigamente, Eu tinha uma consideração descomunal por ela, nós nos conhecemos praticamente desde a infância, estudamos juntas desde o terceiro ano do ensino fundamental, eu fui em seu casamento, em seu parto, eu ela e o resto de nossos amigos que agora estavam um pouco separados éramos como uma grande família, e ver, uma pessoa que você tem uma ligação de anos e tão especial morrer, era horrível, eu me sentia sem o chão embaixo de meus pés,

-Eu preciso tomar um ar.

Falei e sair de dentro da sala, esbarrei com Dinah mas eu estava área, só conseguia seguir o caminho que estava premeditado em minha mente. 

Fui até os fundos do hospital indo em direção a saída de serviço que dava acesso ao estacionamento.

A única coisa que conseguir fazer foi me abaixar, e chorar.

Eu me senti tão despedaçada, não conseguia tomar nenhuma providência, nem fazer nada, apenas chorar

-Chancho? Ouvi Dinah me chamar em algum ponto do estacionamento.

Eu não conseguia formular palavras, e nem pensar em nada, só chorar, acho que foi por meus soluços que Dinah me achou naquela imensidão de carros

-Camila oque houve? Você passou tão rápido por mim lá dentro nem deu pra falar com você

-Ela morreu, chee

-Quem Camila? 

-Lucy

 Dinah se abaixou e me abraçou, ela conhecia toda a história pela repercussão e porque ela também estudou conosco mas não era tão próxima.

-Ela pediu para mim cuidar de Lucca, chee. Falei chorando ainda mais. -Eu não sei nem cuidar de mim direito como irei cuidar de uma criança? Falava em meio a soluços e balbucios e Dinah apenas me abraçava.

-Calma chee, nós vamos dar um jeito. 

O telefone tocou, era um número desconhecido, eu dei para Dinah atender, não estava em condições.

-Era da escola do Lucca Mila, eles  falaram que alguém precisa buscar ele porque a escola já está fechando.

-Dinah como eu vou contar para ele?

-Eu vou tá lá Mila, vamos. Falou se levantando e me estendendo a mão para me levantar também

Eu e Dinah entramos no hospital explicamos toda a situação para o diretor que por um milagre entendeu e nos liberou.

Lucy havia deixado meu número nos contatos importante da escola já que eu era madrinha de Lucca e responsável por ele caso algo acontecesse com ela.

Chegando na escola Lucca estava sentando em um dos bancos do grande pátio de cabeça baixa mas correu até a mim quando me viu.

-Tia mila cadê minha mãe? 

-Olha Lucca, eu nem sei como e falo isso pra você. Mal terminei de falar e já comecei a chorar, mas por sorte Dinah estava lá.

-Olha Lucca, a sua mãe sofreu um acidente hoje e infelizmente ela faleceu. Dinah falou sem rodeios, um tanto quanto insensível, mas seria melhor que eu, que provavelmente não ia conseguir falar.

Lucca me abraçou chorando também, e ali ficamos. 


Notas Finais


Como estamos?????
E um aviso sobre a Fic, ela realmente terá um ritmo um pouco mais rápido pois eu não quero me prolongar muito, acabar perdendo as ideias e deixar vocês sem um final decente, porém talvez quando ela acabar eu faça meio que um spin off só de flashbacks curta também, mas com capítulos longos para vocês entenderem um pouco mais a fic
Até o próximo


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