História Cartas para Jeon...(ABO) [Vkook] - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXID, EXO, G-Friend, Got7, I.O.I, K.A.R.D, Monsta X, Seventeen
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, D.O, Eunha, Hani, Hansol "Vernon" Chwe, Hyerin, I'M, Jackson, JB, Jennie, Jeon So-mi, Jeon Wonwoo, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jisoo, Jiwoo, Junghwa, Jungkook, LE, Lee Jihun "Woozi", Lisa, Lu Han, Mark, Min Hyuk, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Solji, Suga, V, Won Ho, Yerin, Youngjae, Yugyeom, Yuju
Tags Abo, Blackpink, Bts, Drama, Exo, Got7, Guerra, Markjin, Namjin, Sope, Suspense, Vkook, Yoonseok
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Palavras 2.481
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Descoberta


Fanfic / Fanfiction Cartas para Jeon...(ABO) [Vkook] - Capítulo 17 - Descoberta

 Dedilhava os dígitos na cintura fina do marido, um tanto intrigado com o assunto que ambos "discutiam".


--Nam... Meu amor. Por favor, não vamos obriga-lo a isso.


--Não o estou obrigando, mas creio eu que já esteja na hora dele assumir um relacionamento sério com alguém. Por mais que eu não goste, Taehyung necessita de um alfa. Na idade dele, você já era casado.


--Eu sei... Mas nosso filhote ainda não está pronto. O mesmo não quer se envolver com ninguém. Deixe-o ser livre, pelo menos por mais algum tempo.


O alfa suspirou, observando o pequeno, e bastante fofo, bico que seu ômega fazia.


--Como posso negar algo a você?


Sorriu ladino, vendo que agradara ao seu ômega, que sorriu agradecido. Seok não tardou em selar os lábios do outro, que levara a mão para acariciar sua bochecha.


--Porém... Há uma condição.


Teve a atenção do ômega toda voltada para si, este que estava atento ao que o mais velho iria falar.


--Ele terá que dar uma chance, nem que seja para conhecer melhor...


--Jinyoung?


--Como sabes?


--Imaginei. Bom... Por mim, não há probelmas. Mas sabes que ele não concordará com isso. Para Taehyung, Jinyoung é apenas um conhecido, irmão do seu amigo e, talvez, um amigo distante.


--Mas a alguns dias, ambos saíram. Não estou certo?


--Sim, meu amor. Para o alfa pode até ter sido um encontro, porém, Taehyung não pensa da mesma forma.


--Entendo. Então faremos o seguinte: Deixamos Taehyung escolher se quer ou não conhecer Jinyoung, mas ele terá de dar uma chance ao alfa, nem que seja para se aproximar mais da nossa família. Concorda?


--Plenamente.


Sorriu ladino, amassando as bochechas do ômega com seus lábios, que selavam a pele macia do mais velho. Este último ria feito criança. Seok amava o jeito carinhoso e amável que o seu alfa o tratava.


--Vamos avisa-lo.


Levantou com o moreno, o deixando em pé ao seu lado. Juntos, saíram do escrito, indo de encontro ao filho mais velho.



[...]



Pasmo e boquiaberto, era como o ômega mais novo se encontrava. Seus pais nunca antes o obrigara a nada, muito menos lhe disseram algo do tipo. Por que justo agora fariam isso?


--Filho, não entenda isso como uma obrigação. Apenas pedimos que dê uma chance a Jinyoung, ou a outro alfa. Não nos importamos com quem seja, digo, títulos. Contanto que você o ame e que ele lhe ame e respeite, está de bom tamanho.


--Mas appa, aí é que está! Como irei me apaixonar por algum alfa tão rápido?


--Não, filhote. Não pedimos que se apaixone e ame algum alfa agora. Queremos apenas que você conheça outros alfas, ou dê uma chance a Jinyoung.


O loiro suspirou, concordando com a cabeça, fazendo assim, um sorriso surgir nos lábios dos mais velhos.


--Prometo que tentarei.


--Assim é que se fala, filhote.


Jin puxou seu filho para amassa-lo entre seus braços, apertando o corpo do menor, enquanto deixava alguns selares no topo da cabeça do mesmo.


--Não se sinta obrigado ou precionado. Não precisa ser agora... E você sabe que só queremos o seu bem, não sabe?


--Sim... Por isso me deixaram escolher quando e com quem eu quero ficar.


--Exato. Os ômegas dessa casa, assim como nós alfas, têm total direito de escolha. Não se preocupe, filho, lhe damos o tempo que precisar.


--Obrigado, appa.


Recebeu um breve selar em sua testa, este que fora dado por seu progenitor lorio, dono das convinhas mais lindas já vistas naquela região.


--Agora precisamos voltar ao escritório, meu amor. Temos assuntos de grande importância para resolvermos.


--Novamente, política. Já estou farto desses Lordes que só nos procuram para os ajudarmos no mercado finaceiro. Como eles querem ajuda se nem famosos nesta região nós somos?


--Creio que saibam o quão bom em assuntos políticos o senhor e o appa são.


--Concordo. Vamos, Jinnie.


--Tudo bem.

O ômega mais velho suspirou, desviando o olhar do seu alfa para o filho.


--Não vá tão longe hoje, Tae.


Avisou, antes de selar a testa do mais novo e andar com o marido de volta a sala do escritório.

O Kim não pretendia sair. Na verdade, sua vontade era apenas ficar em seu quarto, lendo um de seus milhares de livros, como tinha o costume de fazer quando estava livre de afazeres.



>>>



--O que a senhora pretende, mãe? Não está pensando em obriga-lo a fazer isso, certo?


--Não há outro jeito.


--Mas mãe... A senhora mesmo o ouviu. Jungkook não ama o Park, por que então forçar um casamento entre os dois?


--Não é porque ele não o ama agora que significa que não o amará algum dia. E outra... Casamento nem sempre tem sua base o amor. Veja seu pai e eu.


--A senhora já nos disse isso... Sabemos que não ama meu pai.


--E mesmo assim me casei e ainda dei a luz a três alfas, sendo um deles você, uma alfa forte e, atualmente, bem casada.


A jovem suspirou, negando com a cabeça.


--Não vamos usar o casamento da senhora como exemplo nesta conversa, que mais me parece um monólogo.


Sussurrou a última parte, visto que sua progenitora não havia escutado, suspirou aliviada.


--Bem... Sei que não posso faze-la mudar de idéia. Mas... Por favor, pense no seu filho. Pense no que ele quer, que com certeza, não é o Park.


--Não me interessa o que ele quer, e sim o que ele tem de fazer!


Balançou a cabeça negativamente, pedindo permissão a sua progenitora para sair do cômoda, está que lhe foi concedida. Assim como a alfa, a ômega já não queria mais conversar sobre aquele assunto. Estava decidida! Nenhum outro ômega se casaria com seu filho. Apenas o Park, nenhum outro.



[...]



Sentado no último degrau da varanda, observava as copas das árvores, estas que balançavam de um lado para o outro com a força do vento gélido.

A ponta do nariz vermelha e fria, as mãos entre as pernas e o corpo um tanto encolhido.

O alfa tinha em mente diversos pensamentos, os quais lhe deixavam inertes ao presente.

Sentiu uma pequena pata ser apoiada sobre sua coxa. Suspirou fundo, sentindo o cheiro do animal adentrar-lhe as narinas, confirmando para si que era Katnes. Virou o rosto, para encarar a cadela, está que lhe olhava com os olhinhos pretos e grandes, e as orelhinhas caídas, implorando por atenção.


--Saia! Não gosto de você.


Disse firme e rude, porém o animal pareceu não se importar. Apoio o focinho sobre uma das coxas do alfa, tombando um pouco a cabeça para o lado, mantendo suas orelhas baixadas.


--Já disse, saia!


Novamente a pequena o ignorou. Apenas matinha seu olhar focado no do alfa, este que bufou diante a desobediência do cão.


--O Kim não lhe ensinara a obedecer ordens?


Perguntou ao animal, porém, sabia que não obteria respostas.

Sitou o nome do ômega, tendo agora o mesmo em seus pensamentos.


--Por que tão... Estranho? Diferente...


Sempre quis enteder e descobrir o que havia de diferente naquele ômega. Sabia que o mesmo era diferente de qualquer outro que já havia conhecido, mas não sabia o que lhe tornava assim... O que lhe tornava especial. Dentre tantos ômegas, por que justo o Kim tinha de ser especial? Por que justo ele não saía de sua cabeça?


Sem pensar muito em suas ações, levou uma mão até a nuca do animal apoiado em sua coxa, acariciando com delicadeza os fios do mesmo. Só se deu conta do que fazia quando o corpo do cão amoleceu em sua perna, mostrando que além de gostar do cairinho, a cadela estava prestes a adormece. Não conteve um mínimo sorriso diante a cena fofa. Talvez ela não fosse tão má e estúpida quanto pensava ser.




Dois dias depois...



Andava com o animal ao redor da casa. Nestes dois dias, aproximou-se bastante da pequena. Mesmo sendo pouco tempo, já agiam como bons amigos, visto que o animal gostava bastante de si, resolveu ser bonzinho, recebendo em troca o mesmo.


--Pegue, garota.


Arremessou um graveto, vendo a pequena correr até o mesmo e logo o trazer de volta para si.

Abaixou até estar na altura da mesma, pegando de sua boca o pequeno pedaço de madeira.


--Boa menina.


--Vejo que já estão se dando bem.


--Sim... Ela, no final das contas, acabou se tornando uma boa amiga.


--Sabia que acabariam virando amigos. Bem, deixarei agora que o Kim lhe ajuda a ensinar mais coisas a pequena Katnes.


Não teve tempo de responder o irmão, logo o cheiro adocicado do ômega lhe invadiu as narinas. Aquele cheiro delicioso de morangos com um leve toque achocolatado, deixava os instintos do alfa aguçados. Afinal... Como antes não havia reparado naquele cheiro tão bom? Se não tivesse sido avisado de que era o Kim quem estaria ali, nunca diria que o dono daquele cheiro, era o ômega loiro.

Virou levemente o rosto, podendo assim encarar o mais velho. Observou o mesmo de baixo a cima, e ao parar no rosto delicado do outro, notou a leve coloração em suas bochechas, indicando sua timidez.


--Boa tarde, Capitão.


--Boa tarde, Kim.


--Vejo que viraram amigos.


--Sim.


--Isto é bom... Oi, Katnes.


Disse o ômega, sorrindo "doce" para o animal, este que pulou no loiro, desequilibrado o mesmo, que por sua vez caiu com tudo no chão.


--Está bem?


Pergunto Jungkook, que num pulo levantou e tratou de ir ao encontro do Kim, observando se o mesmo havia se machucado.


--Estou sim, não se preocu... Digo, está tudo bem.


--Tens certeza?


--Sim. Fora apenas um acidente, não é mesmo, pequena?


Acariciou os fios da cadela, que se pos a deitar sobre suas pernas.


--Não se machucou ou algo parecido?


--Não. Está tudo bem, Jeon.


Sorriu ladino para o alfa, que apenas concordou com a cabeça e estendeu a mão para o ômega, que tratou de afastar com delicadeza o cão de suas pernas e segurar a mão do outro.


Fora tudo muito rápido. O choque que percorreu ambos os corpos fizeram com que os dois perdecem os sentidos por breves segundos, logo voltando a realidade. Se encararam, o Kim envergonhado, tendo suas bochechas em um tom róseo, já o Jeon, este encarava o ômega com um semblante confuso, tentando entender o que havia acontecido. Tratou de soltar a mão do outro, levando a sua de encontro aos fios escuros, os jogando para trás.


--Bem... Vou deixa-los treinando.


O Kim achava que o Capitão diria algo a respeito da recente troca de eletrecidade entre ambos os corpos, porém, o alfa não fez menção de tocar no assunto. Decidiu então ignorar também, mas o que não conseguia ignorar era o doce cheiro de baunilha que vinha do mesmo. Aquele cheiro nem muito forte, nem tão fraco, que lhe deixava em transe, apenas por respirar fundo, se deliciando com o aroma agradável.


--Kim?


Abanou a mão algumas vezes em frente ao rosto do mais velho, este que retomou sua consciência e focou sua visão no mais alto, sentindo as bochechas esquentarem pela verognha, novamente.


--Ah sim... Tudo bem.


--Tem certeza de que está bem?


--Sim.


--Bom... Sendo assim, eu já vou. Mas...


Antes que desse um passo, parou e encarou o menor. Se aproximou brevemente do corpo alheio, vendo as bochechas ganharem uma cor mais viva e o Kim se afastar minimamente, mantendo os olhos concentrados nos seus.


--A dois dias, quando veio aqui pela última vez, comentou sobre meus pesadelos, não é mesmo?


Observou cada atitude do Kim, vendo o menor concordar e engolir a seco, tendo os olhos minimamente arregalados.


--Eu ainda irei descobrir como sabes sobre isso. E não me venha com qualquer desculpa. Se ainda não viu, sou um alfa lúpus e Capitão. Mentiras são algo que eu não "engulo".


Disse firme, esboçando em seguida um sorriso difícil de se decifrar, o ômega só sabia que o mesmo lhe causava arrepios.


E fora assim que o Jeon deixou o Kim. Pasmo e boquiaberto com o que o mais novo havia dito.

Mesmo que nunca fosse admitir em voz alta, o Jeon sentiu enorme prazer ao ver a expressão do Kim, e dizer que não sentiu uma pequena vontade de selar seus lábios nos do menor-que ao seu ver, pareciam tão convidativos-seria uma grande mentira. Porém, jamais diria aquilo a alguém. Para si, era apenas falta de contato físico com um ômega. Apenas isso. Passara muito tempo longe de ômegas, então a vontade de sentir o calor do corpo alheio, era grande.


  Já o Kim tinha em mente outros pensamentos...


Por Deus... Como iria explicar para o mesmo que era si quem respondera suas cartas? Tendo assim total acesso aos seus segredos. Ou pior... O que diria caso ele mesmo descobrisse por si só?



>>>


Sentado em sua cama, o alfa martelava sua cabeça com pensamentos que-acreditava-o levariam até uma resposta.


Como o Kim sabia?


 Eis a pergunta que martelava sua mente.


--Vejamos... O tempo em que estive na guerra, fora os momentos mais difíceis para mim, e consequentemente para o Park, pois creio eu que na época ele ainda sentia algo por mim, ou ao menos se importava comigo. Bem... Creio que pediria ajuda a um amigo próximo quando recebesse minha carta, mas não acredito que mostraria ou contaria sobre a mesma. Seria discreto e não diria o que realmente queria, fazendo apenas perguntas que responderiam suas dúvidas sem mostrar o que realmente queria dizer. Mas... O modo como falava comigo; que escrevia. As coisas que me contava e alguns acontecimentos dos quais não se lembrava direito... As doces palavras de consolo e ajuda. As sábias palavras de força e esperança. A caligrafia... Tudo tão diferente do que conhecia. Bem, o que eu achava que conhecia.


Analisava em sua mente, cada detalhe, por menor que fosse, levava em conta tudo, não deixando "escapar" nada.


--Espere...




--Jiminnie... Eu não sou infantil!


--És sim! Além de pensar e agir diversas vezes como uma criança, ainda assina meu nome substituindo os pingos do I por corações pequenos.


--Isso não diz nada.


Observava os dois ômegas "discutirem" sobre o quão infantil o Kim era.

Para o Jeon, a presençao do outro ali era desnecessária, já que queria passar um tempo a sós com o Park. Apenas Jimin para convencê-lo a levar Taehyung com ambos para o encontro.




Após o pequeno flashback de um dos encontros que tivera com o Park, o mesmo em que Taehyung havia ido, se levantou as pressas para procurar em sua cômoda as cartas que "recebia do Park". Um tanto nervoso e com o "pé atrás" sobre a pequena possibilidade que rodava sua cabeça.


--Não pode ser...


Quando finalmente achou, tratou de abrir e baixar o olhar até onde estava a assinatura do Park, vendo algo diferente na mesma.


--Não...


Agora estava mais do que comprovada sua dúvida. Era o Kim quem escrevia as cartas para si, e não o Park.


--Por isso o ômega sabe sobre meus pesadelos.


Disse para si, observando os pequenos corações, substituindo os pingos do nome.



Agora estava mais do que certo: Era o Kim quem lhe escrevia. Foi ele quem lhe deu apoio e ajuda, aconselhou e lhe deu esperanças quando mais precisou. Quem trocou doces palavras e pequenos segredo consigo. Era ele quem fazia seu coração disparar a cada palavra que lia. Era ele, o ômega que denominava seu, sem ao menos saber.






Era ele, o seu ômega.


Notas Finais


Ooiiiee, voltei.
Bom pessoinhas, o Taetae assina o nome do Jiminnie com corações ao invés de pingos em cada I, então isso quer dizer que eles não escrevem usando os símbolos da escrita coreana (Hangul).

Bom... Espero que gostem e me desculpem pela demora.

Beijinhos. Boa noite.


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