História Cartas para Jeon...(ABO) [Vkook] - Capítulo 34


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EXPLICAÇÕES NAS NOTAS FINAIS

Capítulo 34 - Oh shit...


Fanfic / Fanfiction Cartas para Jeon...(ABO) [Vkook] - Capítulo 34 - Oh shit...

 O rosto próximo ao semelhante, a tirar pela face pequena e mais delicada de sua garotinha, acariciava com a ponta do nariz o alheio. Os olhinhos tentavam se abrir, curiosos a cerca do rosto de seu papai, num esforço persistente, mas em vão, já que ainda não era capaz de realizar tal ato. E então um chorinho fraco e breve, como se demonstrasse assim sua frustração ao falhar, se fez presente.
 
 Um riso sincero e empurrado escapou do Jeon, que se encontrava com os olhos inundados por lágrimas repletas de sentimentos noviços. Sua testa encostou na menor, e ambos se mantiveram de olhos fechados, mesmo a pequena alfa tentando novamente abrir um deles, por uma breve fração de segundos, que rodou em torno deles como horas sem fim, tornando o tempo apenas uma relativa a julgar pela noção de cada um ali.
 Todos deslumbravam a cena com olhos banhados, corações preenchidos com amor e sorrisos abobalhados. A atenção não deixava pai e filha, em um momento tão íntimo de conexão que se diriam partilhadores de um mesmo corpo, como quem se conhecessem a tempos. Mas não funcionava assim, pois o portador da menininha fora o Kim, e não o Capitão.
 Ao se recordar do amado, Jungkook afastou, contrariado, o pequeno ser de seu rosto. Olhos focados em tamanha graça, não podendo descreva-lá como menos que um presente único e inigualável de Deus. Por últimos segundos contemplou a beleza e perfeição da filha, desviando o olhar para seu companheiro. O sorriso em seu rosto se desfez com facilidade ao encontrar o corpo desfalecendo sobre seu ninho. Seu lobo uivou em desespero e suas mãos tremeram. O medo de derrubar sua filha não se fazendo maior do que o de perder o parceiro, e por isso tratou de deixar a alfa aos cuidados das amas dos Kim, que a enrolaram em novas mantas, estas limpas, e a tiraram do cômodo.
 Suas orbes tremularam como faíscas de uma chama nova, o tênue do fogo mais ardente e o tilintar de sinos de uma velha catedral, arremetendo-lhe a triste sensação de perda. A imagem de um caixão aberto, com o corpo tão conhecido por si estirado dentro dele, envolto de uma cidadela de ossos quebrados com sinfonia incessante de ranger de dentes trincados, pisos molhados, banhados por grossas camadas de falsa felicidade e paz tomada. Uma enchente de tristeza e infelicidade tomando conta do lugar, que se afunda pouco a pouco no desespero e completo esquecimento.
 As mãos se agitaram, tocando de forma indecisa cada pedaço da carne. O balançar dos ombros, numa brusca e inútil tentativa de reanimação tornava tudo ainda mais frustrante. Como se em lentidão o cenário rodasse, preso em uma bolha confusa do tempo, o qual não se decidia em tornar o momento mais rápido, ou fazê-lo cada vez mais divagar. Os gritos incessantes e pedidos suplicantes, lágrimas grossas e soluços engasgados, apertos fortes e toques desesperados. Tudo em uma cena incansavelmente demorada.
 As negativas vinham do homem que antes sabia lidar com situações semelhantes, mas naquele momento era agarrado pelos braços e retirado às pressas do cômodo. O relutar a cada chute insistente e chacoalhar de corpo tornava mais difícil cada ação precisa e definitiva ali. Sequer sabia quais os lunáticos que o afastavam de seu amado, mas tinha total certeza de que não o deixaria.

—Durma!

 Sentiu algo pontiagudo lhe furar o pescoço, e a pequena quantidade de ervas calmárias injetadas em si fora o suficiente para apagar o alfa transtornado, que caira de joelhos e se despencara no chão, sonhando com a linda visão de sua família.

☘️~•~•~☘️

 Seus olhos se abriram aos poucos. A visão turva focava-se com dificuldade, reconhecendo o lugar como quarto de hóspedes. Os membros dormentes tornavam ao seu estado normal a medida que a boca seca era molhada pela língua úmida do alfa. Sua consciência retornava com dificuldade, mas a primeira pessoa que pensou foi o Kim.
 Se levantou abruptamente, corpo bambeando, cabeça girando e vista se embaçando novamente. Sua mão foi em direção ao inchaço em seu pescoço, e ali o Jeon amaldiçoou quem quer que tivera a ousadia de fura-lo.

—Não te aches em condições de ir até ele... —Começou, voz conhecida do Park, serviçal da casa. —Senta-te e acalme tua cria. Ela sentes que algo não está certo.

 Foi então que Jungkook notou ao canto, não muito distante de onde estava deitado, um Moisés que servia de berço a sua filha, esta chorava sôfrega, e o Jeon se perguntou que espécie de pai não perceberia isso de imediato? Somente ele mesmo.
 Mas antes de pega-la, cogitou em escapar para encontrar seu amado. Precisava de notícias e as queria rápido, mas o serviçal pouco parecia disposto em deixá-lo sair dali. Não que isso fosse, de fato, impedi-lo.

—Não te preocupas tanto. —Discorreu, semblante cansado como quem fizera muito até ali. —Ele está... instável, por assim digamos. —Tinha afeto e carinho pelo rapaz Kim, quem vira crescer e correr por muitos anos naquele casarão, logo também se preocupava com ele. —Vira-o pouco depois que fora cedado. As amas conteram a hemorragia, e os médicos já chegaram. O medicaram e agora mesmo estão fazendo os pontos...


—Pontos? —Indagou, fosse confusão devido a desconcertante memória fraca de outrora, ou sua inexperiência com ômegas machos grávidos.


—Sim, pontos. —Suspirou com pesar. —Mesmo pequena, Somi fizera um grande rasgo em seu omma, o que causou a hemorragia aguda. —Encarou a menina, e de imediato Jungkook foi de encontro a ela para tomá-la em seus braços e acalenta-la, transmitindo aroma reconfortante, a vendo cessar seu choro em poucos segundos. —Devido ao parto precoce, o senhor Kim sofrera muito com suas complicações, e com um canal estreito feito o dele, sorte tivemos por Somi ter vindo agora e tão pequena. —Um sorriso quase imperceptível se formou no rosto do serviçal. —Talvez se fosse daqui uns meses, senhor Kim não aguentasse o parto. —Mordeu o lábio, temeroso com o que falara. —Ele ficará em repouso até os médicos descobrirem o que há de acontecer daqui pra frente. Com sua hemorragia contida, os pontos dados, doses altas de ervas medicinais e longas horas de descanso, o senhor Kim se recuperará em breve.

 Disse, certeza não vista em suas palavras, mas uma pitada de esperança sim. Era certo que o ômega corria sérios riscos de vida, mas a crença de todos naquela casa em sua melhora não o deixaria partir, era o que esperavam. Se pôs de pé, curvando-se ao Capitão e sua herdeira.

—Com sua licença, tenho de voltar aos meus afazeres. Trago notícias do senhor Kim a cada passar da hora, mas no momento os médicos proibiram a presença de outros no cômodo que não fossem eles. —Disse por fim, não esperando mais para sair dali.

 Assimilando toda situação, Jungkook se manteve encarando a porta por mais alguns segundos, até sentir sua menininha se remexer em meio aos panos, agora limpos, assim como ela, inquieta. Seu olhar se atentou ao fato da garotinha ainda não estar com sua roupinha, e o alfa não perdeu tempo para procurar algo para vesti-la. Seria castrado por seu amado se deixasse a bebê sem quaisquer vestimenta.
 
 Encontrando um vestido de cetim, que mais se assemelhava a uma camisola minúscula, o alfa tratou de vestir na bebê, tomando cuidado ao colocar os bracinhos, sentindo que poderia quebrá-la com facilidade, já que ela mais parecia uma bonequinha. A pele clara e delicada de sua pancinha tomou a atenção do Jeon, que sorriu bobo ao ver que sua lobinha, mesmo nascendo prematuramente, estava com saúde, já que a barriguinha gordinha indicava uma bebê sem defeito algum em sua formação, além de bastante saudável. Se recordara então dos cuidados que o amado tinha em sua época prenho. Os atentos ao que comer, quando e quantas vezes por dia, agora podia ver o resultado.

—Bem cuidada desde o ventre. —Sorriu abobado, perfeito pai babão, encarando como a ceda deixava-a ainda mais similar a uma boneca. Toda frágil e delicada. Jungkook até mesmo temia fazer quaisquer movimento brusco, pois acreditava que ela racharia. —Céus, como posso amá-la tanto assim?

 Não obtivera resposta, claro, mas não precisava, só aquela preciosidade em si já bastava para o alfa. Com todo cuidado, colocou-a deitada em seus braços, rostinho de encontro a roupa, enquanto ela parecia ressoar calma e serena... ou somente parecia.
 E então começou. O chorinho baixo e leve tornou-se alto e doloroso. O rostinho vermelhinho e as mãozinhas tentando apoiar no que estivesse a sua frente.

—Céus, o que houve, pequena? —Indagou confuso, desespero tomando conta de si a medida que a balançava. —O papai te machucou? Pela lua, me perdoe, filha.

 O alfa tentava de tudo. Desde andar e balançar a bebê até cantar e contar piadas a ela, tentando, de alguma forma, fazê-la parar de chorar com tanta força e determinação.
 Alguns minutos se passaram e a garotinha ainda chorava alto e em bom som, podendo ser ouvida até mesmo dos fundos da casa. O Jeon, desesperado, começara a chorar junto à garotinha, deixando-a ainda mais estressada e aflita. Ambos choravam, e era uma confusão daquelas. O pai acreditando tê-la machucado, e a mocinha apenas pedindo por algo...

—Cruzes, Capitão! Que choradeira é esta? —Indagou uma empregada, já com dó da criança que tanto chorava, adentrando o quarto. —Por que choras?


—Oh céus, ainda bem. —Agradeceu, tomando postura e cessando suas lágrimas. —Eu... a-acho que a quebrei.

 Não havia graça alguma naquela situação. Mas olhando nos olhos do tão temido Capitão Jeon que todos sempre falavam, vendo-os nublados de lágrimas enquanto os braços sacudiam a garota com força excessiva, a serviçal só fez rir, em pena pelo jovem inexperiente.

—Por que rir? Sabes que posso demiti-la por isso! —Tentou bancar o insensível e temido Jeon Jungkook, mas não conseguia enquanto alternava o olhar entre sua filha e a mais velha, implorando com o olhar por ajuda.


—Senhor, não quebrastes a garota. Ela há de ter fome, somente. —Disse já calma e paciente, se aproximando de ambos. —Já faz algumas horas desde que nasceu, correto seria comer, sim?!

 Tudo pareceu se explicar, e o fato de sua menininha estar com as mãozinhas em suas vestes e a boquinha aberta próxima ao seu mamilo, também. E, num ato sem pensar, o jovem alfa tratou de desatar o nó de suas calças e puxar sua blusa branca para fora, erguendo até um dos bicos de seus mamilos. Pode ver no exato momento em que sua lobinha encontrou aquela carne e sem demora pôs a boca tão pequena, já sugando com deveras força e pressa, ficando insatisfeita por não sentir sair nada dali. E novamente, ela chorou, porém agora por não conseguir seu precioso alimento.
 O homem então tornou a olhar para a empregada, que somente negou, com as bochechas em tom rubro ao notar o tronco alheio nu, evitando rir mais uma vez de seu chefe “inocente” e se constranger mais ainda.

—Senhor, por que não a leva ao senhor Kim? Ele há de alimentá-la, afinal, seus peitos estão cheios de leite. Seria um manjar dos deuses para ela, que vai se fartar com tanta comida. —Aconselhou, tendo total atenção o homem.


—Ele está acordado? Como ele está? Está tudo bem??

 Disparou perguntas a mais velha, sequer mantendo o pensamento breve da imagem do seu amado, com vestes claras e manchadas pelo líquido esbranquiçado, com seus peitos fartos e robustos se destacando no tecido.

—Com todo respeito, senhor Jeon, mas por que não vai vê-lo? 

 E nem precisou outro “mandato”, o alfa acatou aquilo como uma ordem, e não esperou para ir em direção ao quarto do seu ômega. Passadas largas, braços cuidadosos, passos firmes, mãos suaves. Corria, mas mantinha sua menininha em segurança contra seu peito liso e definido, totalmente diferente do Kim.
 Pode ver saindo do quarto que prendia sua atenção um dos médicos, então não tardou a acelerar seu ritmo, impedindo que o homem saísse do seu campo de visão.

—Doutor! Como ele está?

 A expressão abatida do idoso se dava pelo cansaço da idade avançada e o trabalho que tiveram com o ômega, que repousava tranquilo agora em seu leito.

—Os pontos foram dados, e é aconselhado que os senhores não tenham relações mais íntimas tão brevemente. —Começou, voz indicando seu cansaço. —Ele perdera muito sangue, mas conseguimos controlar a hemorragia. Sua pressão caiu, a respiração tornou-se lenta e seus olhos mal se mantiveram abertos. Ele chegara bem perto da morte, Capitão. —Não lhe agradava nada dizer aquilo, mas era necessário. —Ele foi muito forte, por isso precisa de todo repouso e cuidado agora.


—Tenha certeza que ele terá! —Afirmou convicto o Jeon.


—Certo... agora, eu imagino que sua filha esteja com fome. —Encarou a bebê, que já não mais chorava e somente fazia sons em descontentamento e frustrações por não ser alimentada. —Leve-a para ele. Pode acorda-lo para que amamente. Mas após isso ele tem de descansar. Se possível, o preparem sucos naturais com bastante vegetais. É uma boa dose da presença do lobo do senhor irá ajudar. Seu ômega precisa de apoio, então torne o ninho de ambos o mais perfumado com o seu aroma.
 
 Aquilo sequer deveria ser dito a Jungkook, pois seria uma das primeiras coisas que faria ao entrar naquele quarto: deixá-lo totalmente confortável e a gosto do Kim, e como este amava o cheiro do seu alfa, seria assim o seu ninho, com o aroma do Jeon.
 Se despediu rapidamente do profissional, não tardando mais nenhum minuto ali do lado de fora dos aposentos de seu amado. Entrara com cuidado, mas pressa, vendo em primeira imagem seu ômega, debilitado e fraco, mas ainda tão belo quanto a mais linda obra de arte. Seus fios dourados como pequenos raios de sol, pendiam sobre sua testa, totalmente desengreados, sua pele antes beijada pelo por do sol, encontrava-se pálida como a de um morto, e tal comparação o fizera arrepiar com o pensamento de que sim, isso quase acontecera... sua boca estava roxa, como a de alguém que sente muito frio, seus olhos fechados sem força alguma, tão leves que sequer pareciam pálpebras presas ali. Fora o rosto, o corpo, ao ver por cima de vestes, não parecia fora do normal, a contar somente por sua barriga, que antes avantajada, possuía agora um relevo perceptível, mas nada semelhante ao que estava antes. 
 Com cuidado, fechou a porta e caminhou até o amado. Não fazia barulho, até uma certa garotinha voltar a chorar, agora um chorinho mais baixo e sentido, de quem estava mesmo com fome. O som não era tal alto, mas ainda sim fora capaz de despertar o ômega, que mesmo extremamente cansado, ouvindo o choro de seu bebê, acordou no mesmo segundo.

—Jun... gkook. —Disse, voz baixa e rouca, lenta e saindo com dificuldade. Seus olhos abriram precariamente e seus palmos se ergueram na direção do alfa. —Deixe-me... pega-lá.
 
 Seus olhos marejaram. Não acreditou que conseguiria ver em viada sua menininha mais uma vez. Aquele pequeno pacotinho de amor e charme, tão perfeitinho, enrolado e bem acolhido nos braços do pai, só fazia o coração do Kim se encher de felicidade. Todo seu esforço e risco valera a pena. 
 Sem contrariar, o mais velho ali se aproximou do ninho, olhos alheios atentos aos movimentos calmos e a garotinha, essa ultima tornou a virar seu rostinho e abrir a boquinha contra a roupa do alfa, tentando sugar alguma coisa para sua barriguinha faminta, sem sucesso algum.

—Ela parece f-faminta. —Sorriu com a imagem de sua bebê tentando se alimentar na blusa do seu alfa. —Venha, pequena... o o-omma vai te alimentar. —Mesmo fraco e debilitado, o Kim jamais negaria comida a sua criança. Ela não tinha culpa de seu estado, e precisava comer.

 Ouviu então os resmungos da alfa, estressadinha pela demora. Com dificuldade, acomodou-se melhor na cama, deixando os travesseiros em suas costas em uma altura confortável. Começou a baixar uma das mangas de sua camisola, deixando à mostra seu peito cheio de leite. Julgava estranho sim, pois por tempos se acostumou a ter o peitoral liso, agora estava ali, com peitos fartos iguais aos de uma mulher.
 Com a nova posição, o incômodo em seus pontos se fizera presente, deixando o loiro com certa relutância em continuar sentado, já que além deles a contração em seu abdômen o deixava com ainda mais dores.
 
 Notando o desconforto do amado, Jungkook foi rápido em ajudá-lo, colocando-o com cuidado de lado. —Melhor? 
—Muito. —O ômega até revirara os olhos por de baixo das pálpebras, em alívio, acomodando sua lobinha em seu braço apoiado no travesseiro. —Nossa, quanta fome.

 Um riso soou ao ver sua menina mal ser colocada perto de seu peito e já procurar com pressa o bico deste, afim de conseguir seu tão almejado leite. Colocou-a contra o peitoral, ajudando-a a encontrar o mamilo, e então alimentando a garotinha apressada.

—Calma, filha... assim você engasga. —Sorriu apaixonado. A sensação de ter alguém sugando em si era estranha, mas poderia se acostumar facilmente.
 
 Seus olhos não se desgrudavam do pequeno pacote em seus braços, alimentando-se com afinco. Cada sugada a menininha enchia a boca tao pequena de leite, deixando um pouco escorrer pela falta de prática e pressa. Mas aí a sim, era encantador de se presenciar.
 E enquanto continuava com a amamentação, seu amado observava toda a cena, olhos marejados, não acreditando poder se apaixonar mais ainda por aqueles dois. A forma como sua filha colocava a mãozinha no peito de seu omma, e este a segurava com todo carinho, o jeito como ela se fartava e parecia tão satisfeita com o alimento do Kim, era sem dúvida apaixonante.

—Veja, Gukke. —Ambos par de olhos se atentaram a um terceiro, que se abria lenta e calmamente, focando por alguns segundos nos do seu omma. —Oi, filha. —Um sorriso enorme se fez presente junto à poucas lágrimas que rolaram por suas bochechas. —Você é meu maior tesouro, sabia? —Sua mão acariciava os pequenos dedinhos da alfa, controlando-se para não apertar aquelas gostosuras. —Eu te amo tanto, mais tanto, So.

 Discorria, tendo somente a bebê em sua visão. As palavras doces saiam espontaneamente, sequer se dava conta do que falava, mas sabia que eram apenas verdades guardadas por meses. Almejava tanto ver sua garotinha, mesmo sem saber o gênero e classe, só queria vê-la, segurar e proporcionar todo amor acumulado em seu peito por tempos.
 O casal se manteve em silêncio, apenas observando a bebê. Vez ou outra se encaravam, mas nada era dito, não precisavam de palavras para aquele momento. Os sorrisos que mal cabiam nos rostos, a sensação calorosa no peito e o aroma familiar. Jungkook exalava notas de segurança, já o ômega, carinho, numa misturo perfeita de “lar” para sua menina.
 E longos minutos se passaram, correndo tudo na maior paz. Sequer lembravam-se que estavam em guerra; os problemas de outrora eram esquecidos, e nada parecia ser capaz de estragar aquele momento.
 A pequena alfa logo largou o peito. Sua barriguinha já cheia e a boquinha toda suja. O Kim ria baixo enquanto a limpava, tendo a atenção da garotinha a todo momento. Seus olhinhos de jaboticaba não se desviavam do omma, como se confirmasse que ele estava ali e não iria sair. Com cuidado, o ômega a pôs sobre o ombro, tornando a se escorar nos travesseiros, o incômodo já não mais tão forte. Deu algumas batidinhas nas costas da alfinha, esperando até que ela arrotasse algumas vezes.

—Quanto fôlego, bebê. —Brincou, tornando a deita-lá em seus braços. Os olhinhos redondos da criança demonstravam sono, mas ela se negava a fechá-los. —Vamos dormir, mocinha?! —Indagou, voz suave a brincalhona, enquanto uma de suas mãos acariciava o rostinho de sua menina. —Vamos, você precisa dormir.

 Mas nada. A garotinha se mantinha firme em ficar acordada. Talvez fosse birra, já cedo, ou ela soubesse que assim como a si, seu omma precisava descansar, então só dormiria se ele também o fizesse.

—Acho que ela espera que durmas também, amor. —Jungkook, após longos minutos em silêncio, disse, sorriso sincero mirado aos seus amores. —Ela sabe que a mamãe também precisa dormir. 


 O Kim enrugara a cara, nariz se contorcendo com o dito alheio enquanto um riso lhe escapava. —Não sou mulher. —Rebateu.
—Não, mas mãe fica fofo para você. —Sua mão foi de encontro a lateral do rosto do amado, que deitou a bochecha sobre o palmo do alfa, esfregando ali como um gatinho manhoso. —Lindo.

 Um muxoxo foi ouvido, e a garotinha parecia enciumada por ver seus papais dando mais atenção a eles mesmo do que a si, se remexendo sonolenta, ainda relutante. Sua boquinha se abriu em um bocejo extremamente fofo, que fizera os pais quase chorarem com tamanha fofura.

—Ciumenta, minha lobinha?! —Indagou o alfa, sua mão deslizando sobre os fios escuros da garotinha, que se encolheu toda confortável e satisfeita com a atenção e carinho. —Pela lua, carente como você, ciumenta como eu.


—Eu não sou carente! —Afirmou o ômega, um bico tomando lugar em seus lábios a passo que o mais velho ali só sabia rir.


—Certo, certo... como quiseres. —Mas era óbvio que Jungkook sabia qual era a verdade. —Agora vocês têm de dormir, meus amores. Cá estarei enquanto repousam até acordarem. 


—Promete, Ggukie? —Perguntou o loiro, um bocejo se fazendo presente logo após.


—Sim, meu bem.

 Selou os fios claros do amado, deixando outro nos de sua filha. A pequena tentara até, mas não resistira e já havia dormido. A mãozinha encolhida próximo ao rostinho, sendo escorada em sua boquinha. O alfa sequer desprendia os olhos dela quando achou estar voltando a chorar. Então tratou de conter as lágrimas, já que muitas já haviam sido derramadas. Até demais para si.

—Eu a coloco para dormir. —Tentou pegar a bebê, mas seu amado o impedira antes, alegando querer repousar junto dela.

—Certo, como desejar, anjo. —Sorriu compreensivo, ajudando o amado a se acomodar na cama com a garotinha deitada ao seu lado e bem protegida com os travesseiros. —Irei zelar o sono de vocês, então não te preocupas. —Garantiu, tomando um pequeno espaço para sentar naquele ninho. —Viu que eu a vesti antes de vir?

 Comentou, o que queria dizer desde que entrara no cômodo. Pouca coisa poderia parecer, mas Jungkook nunca antes fora próximo a crianças, portanto mal sabia como alimenta-las, quem dirá vesti-las. Por isso, pontuar algo que havia feito a espera de um elogio do amado, era algo do seu gênero a se fazer. 
 
—Eu notei, meu alfa. —Sorriu amoroso e com uma pitada de orgulho. —Parabéns, ela está uma graça assim. —Elogiou, olhos minguantes tamanho era seu sorriso naquele momento. —Estou orgulhoso.

 Tons de carmesim pintaram a bochecha do maior ali, que coçou a nuca em um ato de vergonha disfarçado. Mesmo tímido, não pudera negar que ouvir aquilo aumentara seu ego e o deixaram ainda mais confiante com suas habilidades paternas dali pra frente. Podia ser apenas uma roupa, mas já era um avanço para si. 
 E por mais algum tempo, o casal continuou a conversar em tom baixo, sempre assuntos voltados para a garotinha, desde o seu nome, escolhido pelo pai alfa, até seus pesinhos gorduchos que num deles continha um pequena pinta adorável. Seguiu desta forma até o ômega adormecer, tomado pelo cansaço do parto. Sua mão, que antes acariciava os dedinhos da filha, repouso com cuidado ao lado dela, como em defesa, enquanto dormia de lado, virado pra si.
 Jungkook observava do canto do quarto, sentado em uma poltrona antiga da casa, velando o sono dos seus tesouros. Hora ouvia resmungares do, ainda, Kim, outrora de sua garotinha, que muito se parecia com o progenitor citado. E enquanto o tempo passava, sequer se recordava dos seus afazeres e de toda confusão de mais cedo. Sua família era o que importava no momento, e ela não os deixaria de lado naquela hora.

☘️~•~•~☘️

—E como eles estão? —Indagou o patriarca da família, acariciando os fios do amado enquanto a outra mão repousava sobre o ventre deste.
 
 Estavam no salão principal da casa, sentados todos de frente à lareira acesa. O casal Kim se mantinham em sua pequena bolha, tendo o alfa na sua poltrona e seu ômega sentado em seu colo. Já Yugyeom se mantinha largado sobre o carpete, aéreo a pergunta de seu pai para com o cunhado. O jovem alfa só conseguia pensar na situação: o país em guerra, declarando outra, as confusões recentes mais a chegada de sua sobrinha, e claro, seu amado. Uma confusão só para o jovem. Já Jungkook se limitava a encarar a janela, de pé em frente a esta, tentado a acender um cigarro. Poucas vezes era visto com o vício, já que decidira em nome do amado e da filha, parar, mas era difícil quando em meio a tantos estresses, seu corpo clamava pela nicotina. 

—Bem... dormiram a certo tempo. Logo irão despertar. —Observou a força com que o vento soprava as folhas das árvores, suspirando ao constar que as épocas de chuva estavam por vir. —Logo irei subir com algo para que Taehyung possa se alimentar.


—Faz bem, meu genro. —Concordou, vendo o marido se mexer afim de obter mais conforto. —O que pensa em fazer agora?

 Se referia a toda situação. Descobrira em si uma nova arma, riscos a partir dela eram prováveis e temia que algo acontecesse a sua filha, que poderia ter herdado de si alguma coisa ruim. E a mesma chegara em época ruim. Como poderia criar com segurança sua garotinha? Para onde iria com ela e Taehyung? O que poderia fazer a cerca do que fora injetado em si? Tantas perguntas o transtornavam.

—Estive pensando... seria melhor se nos mudássemos. —A atenção fora toda para o Capitão, que engoliu em seco antes de prosseguir. —Devo me casar o quanto antes com Taehyung. Uma cerimônia breve, para selarmos nossa união logo. E então, partiremos para nossa nova casa, tenho avaliado algumas recentemente, e há boas moradias por perto. —Jungkook tinha em mente que seu desejo de casar-se antes da chegada da criança não seria mais possível, visto que esta viera cedo. Não tinha problema com isso, contudo sentia-se triste pelo fato de que sua filha poderia vir a ser considerada bastarda; quem ousasse chamá-la assim, pagaria caro. Não permitiria que a notícia se espalhasse, mantendo aquela conversa e novidade somente entre os presentes ali. Como não ouve protesto ou interrupções, continuou, já mais relaxado ao ver que ninguém fora contra. —Devemos criar Somi com segurança e privacidade, mas ela merece crescer próxima a família. Portanto pedirei que uma carruagem fique sempre ao dispor de Taehyung, para que ele venha pra cá quando desejar.


—Mas e você? —Indagou só agora então o alfa mais novo ali, já mais atento a conversa.


 E com um suspiro pesado, o Jeon lhe respondeu: —Temo ter de passar alguns dias em observação. Farei visitas constantes aos médicos. Eles estão em busca de alguma espécie de cura para mim, ou somente algo que me ajude temporariamente. —Se virou para os demais antes de prosseguir. —Não deixarei Taehyung e Somi sós em nossa casa, mas acredito que pelo menos pela manhã, não estarei com eles. A princípio, tentarei ser mais presente, mas não sei por quanto tempo isso será possível. As tropas precisam de um Capitão, e até onde sabemos não há ninguém mais apto do que o próprio. Portanto, muito há de se resolver, mas por agora, pretendo me dedicar a minha família... Devo arcar com minha responsabilidades de pai e marido, protegendo e assegurando que os meus ficarão bem.

 Discorreu sincero, olhar fixo a todo momento, sem excitar momento algum. Era muita responsabilidade, sem contar com as de sua profissão e cidadão daquela nação em guerra. Todos entendiam, mesmo não concordando com a mudança, sabiam que era o certo a se fazer, e não seriam loucos de tentar impedir o Jeon.
 O assunto tivera seu fim quando pouco depois Jungkook subia as escadas com algumas frutas e outros alimentos para o amado. Quando chegou no quarto ele ainda dormia, portanto aguardou até que o ômega despertasse e fosse mimado pelo seu alfa, que fizera o mesmo com sua bebê minutos depois, quando ela acordou.

☘️~•~•~☘️

 O cio do alfa estava próximo. Jungkook se pegara pensativo sobre o assunto em diversos momentos do dia, temendo não achar solução. Não poderia tomar seu amado, mesmo este já não carregando mais a filha de ambos. Seus pontos eram recentes e era provável que sua disposição para ajudar o alfa no cio era mínima. Por isso, cogitava se afastar por alguns dias, até a febre do cio passar e então poder voltar sem mais riscos ao ômega.
 Estava sentado na sala de reuniões, divagando sobre os mais variados assuntos. Aquele local servia para pensar, e o ajudava a chegar a conclusões simples, mas naquela noite sequer conseguia pensar em uma solução para a madeira que rangia, próxima ao seu pé.

—Posso?

 Ouviu então uma voz familiar, pedindo para entrar. Com um simples aceno o outro entendera, e então se aproximou do amigo. Yoongi podia ver claramente tamanha pressão sobre o Jeon. Tantas responsabilidades em sua conta, que era compreensivo que o homem quisesse se isolar um pouco.

—Os médicos ainda não deram retorno. Acreditamos que ao final da semana há de ter algum resultado para nós. —Jungkook apenas murmurou, desinteressado. —Veja, podemos realizar a cerimônia aqui no casarão dos Kim. E o senhor pode muito bem ficar na casa dos pais de Hoseok, como pretendia. Acredito que a propriedade não seja de interesse deles mais, e o preço esteja em conta. Pode comprar por agora.


—Preço não importa. Dinheiro nunca me foi um problema. —Discorreu, cansado. —Estive pensando... Taehyung não se importaria com uma cerimônia simples, mas sei que este não era o seu sonho. Podemos ter algo mais luxuoso daqui uns tempos... mas por agora, devemos só nos casar o mais rápido. —Vira o amigo concordar, então não rendera o assunto. —O Park disse alguma coisa?


—Não senhor. Quieto no canto de sua cela desde que fora deixado por lá.


—Não sei se nomeio isso como algo bom, ele é esperto. Pode nos enganar facilmente. —Suspirou, cansaço aumentando a cada segundo. —Por dúvidas, analisem a cela de hora em hora.

☘️~•~•~☘️

—O senhor, Capitão, aceita Kim Taehyung, como legítimo esposo, para amar e honrar, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?


—Aceito.


—E o senhor, senhor Kim? Aceita Jeon Jungkook, como legítimo esposo, para amar e honrar, na saúde ou na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte os separe?


—Aceito.


—Portanto, eu os declaro casados. Pode beijar o noivo.

 Terminada cerimônia, o casal não se demorara muito. Tudo tivera de ser feito às pressas. Marcaram para o final da semana, algo bem simples e pequeno, apenas para a família Kim e Jeon, Hoseok e Yoongi. 
 Não havia nada que Taehyung um dia tivesse imaginado. Não havia flores, nem vestidos ou convidados. Só a sua família e dois amigos. Não desmerecia pois entendia as circunstâncias, porém não diminuía o fato de que lhe machucara passar por aquela experiência em seu próprio quarto, sentado na cama enquanto amamentava. Seus olhos cheios de olheiras, a pele pálida e a expressão cansada, sua camisola suja com gorfos e o cheiro de bebê a ser trocado. Nunca imaginaria um cenário como esse, e aquilo lhe doía no peito. Tentou disfarçar para o, agora, marido, obtendo sucesso no início, mas tudo desabou quando fora posto com cuidado dentro de uma carruagem e afastado de sua família. Não estava pronto ainda. Sabia que algum dia teria de cortar seu cordão umbilical com os pais, mas sequer imaginara que seria desta forma. Durante todo o trajeto se manteve em silêncio. A bebê em seus braços ressoava tranquila, enquanto seus pais sequer conseguiam se encarar. Era para ser um momento feliz, mas sequer conversar eles conseguiam. Então, tudo que o ex Kim fizera fora observar o caminho de terra, do percurso que demorara entorno de 30 minutos ou mais, até conseguir ver a entrada de pedras e uma mureta, com um roseiro crescendo ao seu redor. A grama bem aparada com as flores do jardim bem cuidadas, como se plantadas recentemente. O lago mais à frente parecia limpo a tirar pelas folhas das altas árvores frutíferas. O pequeno chafariz em frente à entrada de um casarão era delicado, com formas de pequenos botões de rosas. A estrutura da casa lhe era familiar, mas parecia ter recebido uma enorme reformar pois até as paredes antigas de pedras estavam novas como se acabadas de construídas. Tanto por dentro como por fora a casa era bem cuidada e arrumada. Possuía sua beleza externa e interna, contando com detalhes lindos de decoração. Se aquele seria seu novo lar, pelo menos algo de bom havia acontecido naquele dia. 
 Jungkook dispensou a carruagem e não enrolou para entrar, sequer se importou em mostrar o lugar. Parecia cansado e algo lhe incomodava, portanto como já quase se fazia noite, deixara as malas pra desfazer outrora, e apenas seguiu para o andar de cima, lá um banho lhe aguardava.
 Taehyung, que mal começara sua vida de casado, já estreava-se com seu marido. Pisou duramente em cada degrau, sem ter sequer a ajuda do alfa. Seus pontos eram recentes e ainda devia manter repouso, mas nem mesmo fora ajudado. Seguiu até onde descobriu ser a suite do casal, denunciada pelo próprio Jungkook que se banhava ali ao lado, e analisou o cômodo. Alguns móveis básicos e o berço da bebê bem posicionado, próximo à cama. “Ao menos isso ele pensara”, resmungou para si mesmo, indo até lá e repousando a garotinha que dormia serena e tranquila. Em seguida rumou sua cama e se deitou, o corpo parecendo pesar toneladas enquanto seus pontos o incomodavam com dor aguda pro esforço. 
 Jungkook demorara bons longos minutos em seu banho, e Taehyung já dormia quando o alfa apareceu no quarto. Deixou um selar nos fios da filha e foi se deitar, roupa alguma cobrindo seu corpo ainda molhado.
 De costas um para o outro. Taehyung nunca pensara que pudesse dormir assim com seu marido, ainda mais no primeiro dia de casado. Mas não havia o que pudesse fazer, ambos estavam estressados e cansados, as cabeças cheias de problemas e um novo surgindo a cada dia. Então, quando o loiro sentiu ser agarrado por trás, pensou que Jungkook estivesse dando o braço a torcer, e uma certa “coisa” dura lhe cutucando a traseira parecia uma boa oferta de reconciliação, isso claro, se não estivesse de repouso. Mas foi somente quando o mais velho rosnou e se pôs sobre o corpo do ômega que ele então percebeu... Jungkook havia entrado no cio. 
 


Notas Finais


Oie, pessoas. Então, vocês merecem uma explicação, afinal já faz mais de um ano que eu não atualizo.
Bem, eu acabei adoecendo no ano passado, e fiquei muito mal, a ponto de tirar o ano para tratar da minha doença. Foram diversas vezes indo e vindo de hospitais e consultórios, cada vez mais remédios e tratamentos a se fazer. Eu tive sim momentos em que poderia ter atualizado, mas a indisposição e falta de motivação provocada pela dor e cansaço me desanimavam totalmente, por isso não voltei a atualizar nenhuma Fanfic. Mas recentemente tenho tido melhoras, e mais inspiração e motivação para continuar escrevendo, por isso trouxe a vocês esse capítulo. Queria colocar mais coisas nele, mas por enquanto foi só o que deu. Eu entendo que muitos ficaram chateados com a demora pois, como leitora também, eu sei o quão ruim é esperar por atualização. Eu não posso prometer que vou atualizar com frequência, mas que não vai mais demorar tanto, sim sksk.

É isto, espero que o capítulo tenha agradado. Essa é uma nova etapa da fanfic. Muita coisa mudou durante o tempo que estive off, portanto vocês podem se perder no início de “era” skks. Eu também fiz algumas alterações e adicionei outras coisas nos outros capítulos, por isso aconselho reler eles. Algumas são pequenas e sem muita importância, outras já tem um significado. Caso o capítulo esteja confuso, logo pela manhã eu vou ler novamente e ver se alguma coisa faltou/não fez sentido.

Me perdoem o atraso. Eu não pretendo revelar minha doença por questões pessoais; falar sobre me machuca bastante pois ela destruiu uma fase que deveria ser proveitosa da minha vida. Não há estimativas para quando irei superar isso e vencer esse problema que me atrapalha, mas espero que logo logo eu esteja melhor novamente.

É isto. Um beijão, pessoinhas. Perdoem qualquer erro ortográfico, eu to com sono e não enxergando direito ksksks.


*Ninho: uma ideia que vi em outras fanfics e acabei aderindo. Nos próximos capítulos haverá uma explicação e vocês vão entender direitinho.
*Tae = omma/mãe. Sim, essas duas palavras tem o mesmo sentido/se referem à mesma coisa, só que nessa fic, omma é uma palavra unissex, usada mais para ômegas machos que possuem filhotes. Logo mãe, é usado por mulheres, havendo algumas exceções, como o Taetae.
*O que tá acontecendo na fic: Uma nova era estar por vir, uma arma biológica foi inventada e testada, o bebê Vkook nasceu (iti), Jungkook e Tae se casaram e agora possuem sua própria casa, Jin está grávido e ainda estão analisando possíveis complicações na saúde do Capitão.


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