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História Cartas Para Dois - Capítulo 10


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Notas do Autor


Peppermint Scarves é realmente uma gangue/banda que existe na HQ. N tem mtas informações sobre eles, a fanfic vai explicar, só quis informar que não é criação original minha, pertence ao Gerard (e Gabriel) msm. Ah, o nome significa "Cachecóis Pimenta e Menta", o que eu acho qe é uma referência as bengalas doces (ao menos pela cor), mas isso é só dedução pq nunca comi uma bengala doce para saber qe gosto tem (infelizmente).
Pela primeira vez passou pela minha mente qe um dos autores de UA é br e fala port, então ele poderia mto bem entrar no Spirit e ver o estrago na forma de fanfic, suei frio, porém, já passou kkkk

Here we go 💙

Capítulo 10 - X - Descobertas.


 

 Descobrira logo que Klaus era o tipo de pessoa capaz de lhe empurrar por cima de Diego, caso cruzasse com ele no corredor, e fingir porcamente ter sido um acidente. A única diferença era que não estavam no corredor, mas no carro, e Klaus estava lhe empurrando para sentar ao lado de Diego, quase no colo dele.

 Lançara apenas um olhar ameaçador, pois caso dissesse alguma coisa Diego ia notar a situação.

- Eu fico com o banco de trás! – Klaus anunciara todo animado, como se aquele fosse o disfarce dele para o empurrão.

 O veículo que normalmente usavam em missões consistia em três fileiras de bancos, então uma grade que separava o espaço que seria do porta-malas, mas era a pequena “prisão” da Umbrella.

 A missão designada não era nenhuma novidade: recuperar um objeto roubado pela gangue e banda conhecida como Peppermint Scarves. Era um grupo que tocava rock blues e roubava objetos valiosos. Seus instrumentos eram armas e, de seu figurino, os cachecóis bicolores, de branco e vermelho, sempre se destacavam em meio a multidão. Era o egocentrismo artístico dando um tiro no próprio pé, ou melhor, nos pés deles. Nunca dava para saber quantos membros havia. Como quase toda banda famosa, logo que perdiam um de seus membros rapidamente o substituíam. Eram cerca de sete.

 Luther era o Número Um e costumava dirigir, até Reginald descobrir que Allison era muito melhor no volante, conseguindo ir mais rápido e sem bater. Desde então, ela ficava de motorista da rodada.

 - Podemos conversar sobre nossos planos de Natal? – Klaus pedira, animado como sempre.

 - Estamos em missão, Klaus – Luther tentara ser firme, mas é claro que ninguém calava a boca de Klaus.

 - Eu tenho uma excelente ideia – ele continuara, a voz cheia de segundas intenções e próxima demais do seu ouvido para o seu gosto.

 Klaus apoiara os antebraços no encosto, entre Cinco e Ben, obrigando Cinco a ficar ainda mais próximo de Diego se não quisesse Número Quatro fungando no seu cangote.

 - Suas ideias sempre são perigosas – Luther respondera, sempre tão sóbrio em suas palavras.

 Era uma bobagem. Claro que era. No entanto, só de encostar seu braço contra o de Diego já sentia aqueles arrepios desconcertantes. O calor era constante, mesmo por sob aquele uniforme preto ridículo que eram obrigados a vestir, e os músculos eram tão firmes que não conseguira impedir seus pensamentos em voarem para a ideia de como seria a sensação de ter eles ao redor de seu corpo.

 De repente Klaus acotovelara seu ombro, lhe empurrando ainda mais por cima do corpo de Diego.

 - Para de me empurrar, seu babaca. Não está vendo que não tem espaço aqui?! – rosnara na direção de Quatro, quem fizera sua melhor expressão de inocente.

 - Eu estou vendo um monte de espaço entre GoGo e o banco da Alli.

 - Então vai ocupar esse espaço ao invés de incomodar – retrucara em puro desconforto, embora fosse capaz de cumprir com sua ameaça de mais cedo caso Klaus fosse mesmo para o colo de Diego.

 - Eu dispenso, obrigado – Diego manifestara-se, para seu imenso alívio.

 - Está se fazendo de difícil agora, bonitão? – Klaus seguira implicando e, como se para provar seu ponto, ou pura implicância costumeira, lhe dera mais um empurrão na direção de Diego, quase lhe fazendo deitar no ombro dele.

 - Eu vou matar você!

 Tentara acertar um soco em Klaus, mas ele fora rápido em prever o seu golpe e puxara o braço de Ben para usar como escudo. Seis nem ao menos reclamara.

 Como se fosse resolver a situação, Diego movera o braço, o passando pelo encosto por detrás do seu corpo, dando mais espaço para que ambos pudessem respirar sem ficar se roçando um no outro.

 Deveria ser um gesto comum e rotineiro, no entanto, Cinco sentia como se seu desejo realmente tivesse sido atendido, embora de uma forma mais casual. Parecia mesmo que Diego estava lhe abraçando. Podia sentir o calor de todo o braço dele e a proximidade de seus ombros. A vontade que tinha era de afundar-se, esgueirar seu corpo para junto do de Diego, deixar-se ser abraçado de verdade e deitar no ombro dele.

 Isto, é claro, se não estivessem cercados por seus irmãos e irmãs.

 - Como todos sabem, no natal o nosso querido papai não vai estar por perto para nos controlar, então eu pensei em termos uma aventura juntinhos – Klaus seguira com sua sugestão.

 - Eu já tenho meus planos, Klaus. Desculpe – Allison informara.

 - E não é porque o papai não vai estar em casa que nós devamos agir com irresponsabilidade – Luther fizera questão de pontuar, recebendo uma onda de resmungos em resposta.

 - Você vai ser o filhinho perfeitinho e comportado do papai para sempre, não é? – Diego provocara. Cinco podia quase sentir a voz saindo dele, de dentro do peito, produzindo o som gostoso e único de Diego.

 - E você um rebelde sem causa – Um respondera.

 - Só porque você não sabe a causa não significa que seja sem.

 - Qual é, pessoal! – Klaus interrompera antes que a discussão mudasse o rumo do que ele queria. – Pode ser o nosso último natal juntos!

 - Com certeza vai ser o nosso último natal juntos – retorquira e não olhara na direção de Klaus, ciente do olhar insatisfeito de seu irmão.

 Sua inquietude maior fora notar que o olhar de Diego também se voltara para si, surpreso com as suas palavras.

 - Não seja tão amargo, maninho Cinco – Klaus reclamara. – Relaaaaxa um pouco.

 - Eu também já tinha planos – Ben comentara, conseguindo toda a atenção e o melhor olhar de traído por parte de Klaus.

 - Como assim você não me contou isso?!

 Ben dera de ombros.

 - Eu não preciso te contar absolutamente tudo, Klaus.

 - É claro que precisa! Você é, tipo, meu irmão siamês que eu não devorei no útero!

 - Ew – alguém resmungara com nojo.

 Sentira seu ombro ser cutucado mais uma vez e virara-se de forma brusca.

 - Já mandei você parar!

 Klaus, quem estivera concentrado em sua briga com Ben, virara-se para si com uma expressão de verdadeira inocência.

 O riso baixinho de Diego lhe fizera virar para o outro lado, surpreso e quase tão irritadiço quanto antes. Seu irmão, por outro lado, tinha um sorriso quase charmoso nos lábios e um olhar culpado.

 - Qual o seu problema?! – disparara, irritadiço, mas Diego só fizera sorrir mais e sacudir os ombros.

 - Nada. Só me senti tentado.

 Praguejara baixinho, como se tivesse odiado a brincadeira, mesmo que seu coração estivesse irrequieto pela atenção e por ter ganho um sorriso de Diego.

 Por deus!, estava cada dia mais rendido à Diego. E sentado ali, enquanto Klaus discorria sobre seus planos e frustrações em tentar reunir todos os irmãos para o natal (uma data desprezada por Reginald, senão a foto do postal da Umbrella), permitira-se imaginar, com afinco ao ponto de se iludir, como seria se Diego soubesse que eram suas as cartas. Como aquele braço atrás de si seria um segredo de ambos, tentando uma proximidade quando o mundo era contra. Na forma como poderia, disfarçadamente, roçar seus dedos na mão dele, ou se aproximar um pouquinho mais, sem que os outros notassem, mas que teria um significado muito mais amplo para os dois.

 Queria o segredo, o companheirismo, o sentimento, a rebeldia, o risco e tudo o mais que estivesse incluso no pacote. Queria continuar. Emergir Diego de tal forma em seus sentimentos e opiniões que ele não conseguiria lhe recusar quando soubesse a verdade, assim como Cinco era atraído por ele.

 Ao chegarem no ponto de encontro, Luther passara a explicar como todos deveriam procurar pelos Peppermint Scarves, revista-los e então leva-los para o estacionamento vazio no segundo andar daquele prédio. Estavam soltos pela cidade, rondando o museu de História Egípcia da cidade, onde pretendiam roubar uma nova joia. Como eles já tinham roubado o Museu de Artes, não dariam tempo para o segundo crime.

 A formação atual dos Peppermint Scarves era de seis, ao que tudo indicava, e havia seis membros da Umbrella. Considerando que Klaus nunca estava interessado em nada – e Luther não perderia a chance de ter um tempo com Allison – eles foram separados em duplas.

 E Klaus fizera questão de Cinco e Diego emparelhar.

 E então eles se dividiram.

 - Nós podemos ir pela Avenue 4 e...

 Não deixara Diego terminar a proposta. Pegara-o pelo antebraço e teletransportara os dois para o terraço do prédio, de onde tinham uma vista privilegiada da cidade.

 - Droga – Diego resmungara, levando uma mão ao abdômen.

 - Ainda com o estômago fraco? – questionara mais por hábito, teletransportando-se sozinho para a beirada norte do prédio.

 - Bem, nem todo mundo se teletransporta o tempo todo, então sim, ainda me incomoda. Seria legal se você avisasse.

 Sem encontrar nenhum sinal dos cachecóis característicos, dera mais dois saltos pelo lado nortes de seguir em frente e pular no espaço para a fronte leste. Diego se encontrava na oeste e seus olhares cruzaram.

 - O quê? – indagara, incomodado por perceber que poderia ter estado sendo observado todo aquele tempo.

 - Por que você sempre faz isso? – Diego lhe perguntara, mas não parecia acusativo, apenas curioso.

 - O quê?

 Tentara olhar para a rua como forma de disfarçar seu nervosismo, como se Diego fosse quebrar o acordo silencioso e falar das cartas a qualquer momento (mesmo que ele não soubesse estar se correspondendo consigo).

 - Teletransporta ao invés de caminhar, como todo mundo.

 - Porque eu não sou como todo mundo – respondera o óbvio, então se teletransportando para oeste, próximo de Diego. Este ainda lhe encarava com curiosidade. – É instintivo. Você não pensa em caminhar, pensa? Ou em começar a correr quando tem que começar a correr. Eu não penso de forma consciente “tenho que teletransportar”, eu só faço, encurtando o caminho.

 - Sério? – ele questionara, surpreso, e como não parecia estar dando a devida atenção para a missão (e Cinco precisava se distrair), Cinco dera uma olhada na rua pelo lado oeste. – Eu devo admitir que já pensei, várias vezes, que você fazia de propósito.

 - Tecnicamente é de propósito. – Saltara para a face sul, conferindo as ruas.

 - Quero dizer, para se exibir.

 Franzira o cenho ao devolver o olhar de Diego.

 - E por que eu faria isso? Não tenho que provar nada a ninguém.

 - Não. Eu digo no sentido de... Esfregar na cara de todos que tem o melhor poder.

 Fora pego de surpresa com aquela revelação. Até mesmo se esquecera de todas as suas preocupações, segredos e da maldita missão em que estavam.

 - Você acha isso?

 Diego dera de ombros, como se não fosse um grande assunto, e ele próprio abaixara o olhar para a rua.

 - Bom... Para a nossa situação, você com certeza tem uma vantagem.

 - O que você quer dizer? – indagara e sentira-se incomodado por ter que fazer tantas perguntas. Estar perto de Diego estava fazendo seus neurônios se desconectarem e seus pensamentos não processarem da mesma forma.

 Mais uma vez, Diego fizera pouco caso da pergunta.

 - Admito que seria muito útil puder pular fora sempre que quisesse, ir aonde quisesse, e ter a garantia de voltar antes do pai perceber. Você vai nos levar para o próximo prédio ou vamos ter que caminhar?

 Em dois saltos espaciais, aproximara-se de Diego e os levara para um próximo ponto estratégico, o terraço do que deveria ser um hotel.

 Diego respirara fundo para lidar com o incômodo no estômago.

 - Quando você pode efetivamente fazer isso, não é mais tão interessante – segredara sobre, notando que, pela primeira vez, dissera aquilo em voz alta. Nem para Vanya tinha contado. – Eu sempre tenho que voltar.

 Seu irmão fizera em silêncio por um instante, afastando os olhos dos seus, e pelos instantes seguintes os dois vasculharam as ruas antes de Cinco os teletransportar para o próximo prédio.

 - Ao menos você pode conhecer o mundo e pessoas de verdade, não fica limitado – Diego retomar a conversa. – Imagino o que eu faria com essa habilidade.

 - Todos fogem no meio da noite. É quase a mesma coisa.

 Menos Luther, quem nunca devia ter deixado as dependências da mansão sem o aval de Reginald.

 Houve mais um momento de silêncio.

 - Bom, eu nunca tinha pensado por esse lado... – Diego começara a falar, logo mais interrompendo a si mesmo: - Tem um deles ali!

 Dois não perdera tempo em desembainhar uma faz suas facas e jogar na direção da mulher quem parara uma senhora dentro daquela viela pouco movimentada. Assim que a lâmina estava prestes a alcança-lo, Cinco se teletransportara junto de Diego para uma emboscada.

 Com cada um fechando uma rota de fuga, a mulher de chapéu, cachecol característico e máscara combinando, sequer tivera tempo de sacar o seu instrumento/arma. Diego fizera todo o trabalho de derrubá-la enquanto Cinco observava. Sua parte fora revistar enquanto Diego a amarrava.

 - Hey! Isso é assédio – ela reclamara com um divertimento incomum. Cinco fizera pouco caso, procurando por bolsos ou protuberâncias que pudesse ser a relíquia roubada. Ela jogara a cabeça para trás, na direção de Diego. – Você vai deixar o seu irmão se aproveitar de uma mulher incapacitada assim?

 - Cala a boca – reclamara de mau-humor, descendo as mãos pela perna até a bota dela. – Como se eu quisesse tocar uma coisa nojenta como você.

 - Como se atreve...? – ela reclamara, então voltando a virar-se para Diego. – Pss, bonitão, acho que seu irmão é gay – ela fingira ser um segredo.

 Fizera questão de bater no tornozelo dela com força, recebendo uma reclamação conforme Cinco tirava de dentro da bota um bracelete de ouro.

 - Parece que demos sorte – declarara, tentando desvencilhar-se daquele silêncio incômodo que se instalara desde que a mulher comentara sobre “ser gay”.

 - Ótimo. Vamos levar essa e seguir atrás do próximo.

 Teletransportaram-se para o estacionamento, onde Ben tinha deixado Klaus para cuidar do homem amarrado a um dos postes de concreto.

 Quatro estava sentado no chão, com uma caixa de chocolates no colo. Oferecera um sorriso com a boca cheia e toda suja.

 - Ei, manos! Aceitam? – Klaus indicara os doces.

 - Ainda temos muitos a pegar – Diego respondera, indo amarrar a mulher em outro poste.

 - Aqui, um presente para você guardar.

 Jogara o bracelete na direção de Klaus, quem não tivera dificuldades em pegá-lo no ar.

 - Obrigado. Acho que ficaria lindo com a minha fantasia de Cleópatra.

 Revirara os olhos, fugindo do olhar incisivo de Klaus como quem dizia “eu sei o que você esconde no seu coraçãozinho”.

 Assim que Diego terminara, Cinco aproximara-se e o pegara pelo pulso, levando-os de volta para o alto, em uma nova área a vasculhar.

 - Você é? – Diego indagara tão de repente que lhe pegara de surpresa. Os dois estavam em lados opostos; leste oeste.

 - O quê? – estalara de volta quase como uma proteção, pois, no fundo, sabia bem ao que ele estava se referindo e a inquietude dentro de sua pele estava aumentando.

 - Gay.

 Só que a forma como Diego a pronunciara não fora condizente com o dar de ombros casual que a acompanhara. Ele a dissera de uma forma estranha, tão estranha quanto o desconforto de Cinco.

 Seu instinto era retrucar que não era da conta dele, nem dele e nem de ninguém. Chegara a abrir a boca para responder e acabara fechando-a de volta. Felizmente estava de costas para o irmão e ele não vira o seu gesto nervoso. Pensara por um momento, tentando soar casual ao responder.

 - Eu acho gênero superestimado. Se eu gosto de alguém, eu gosto de alguém. Isso é irrelevante.

 Incapaz de permanecer parado, teletransportara-se para o norte, mesmo sem ter realmente prestado atenção nas ruas ao oeste.

 Diego não respondera de imediato, o que só aumentara sua inquietude. Queria acabar com aquela sua dúvida logo e, ao mesmo tempo, uma parte sua não queria saber, caso contrário mataria até mesmo suas fantasias.

 - E você? – perguntara, por fim. Com a demora de seu irmão, acabara virando-se para ele.

 - Eu... acho que não sei.

 - Não sabe?

 Diego dera de ombros.

 - Garotas... de preferência. Eu nunca... beijei um cara para saber, mas não sou contra essa ideia – a forma como ele fora pronunciando as palavras de forma pausada fora o que capturara mais sua atenção.

 Assim que Diego virara a cabeça na sua direção Cinco desviara, olhando para a rua, sentindo o coração palpitar nas mãos trêmulas e um suor atípico incomodar suas palmas. Poderia fazer uma oferta. Deveria. Era o momento oportuno e melhor do que a ideia mirabolante de Klaus sobre se vestir de Vanya.

 No entanto, o simples ato de abrir a boca já a deixara seca e fora dominado pela certeza de que sua voz sairia trêmula e frágil.

 Não precisava dizer “estou disponível, quando você quiser” ou “posso ser seu teste”. Poderia simplesmente perguntar “por que você não tenta?”, assim, casual, jogado como uma armadilha...

 - Ali! – Diego gritara de repente, interrompendo seus pensamentos de forma a lhes colocar de volta na missão e em movimento.

 Seguiram a mesma estratégia para capturar outro membro da banda/grupo/gangue Peppermint Scarves. Este, no entanto, não tinha comentários engraçadinhos e oposições. Ele estava com um sorrisinho irritante de quem sabia que acabaria dando um jeito de escapar.

 Não que Cinco se importasse com ele naquele momento. Só conseguia olhar para Diego e sentir raiva de si mesmo por não ter tido coragem de responder quando tivera a oportunidade. Ao menos dar a ideia, mesmo que seu irmão acabasse sem tempo para responder.

 Levara-os de volta para o estacionamento, agora encontrando três amarrados, quatro com o que estavam trazendo. Klaus e Ben encontravam-se lá, sentados no chão e dividindo os chocolates. Aparentemente a mulher estava tentando convencê-los a lhes dar um pouco.

 Não pretendia admitir, mas aquele tempo pulando e carregando outras pessoas consigo já tinham se dado uma canseira e tanto.

 - Allison e Luther? – questionara aos irmãos. Os dois deram de ombros.

 - Devem estar dando uns amassos por aí – Klaus comentara, recebendo uma cotovelada nas costelas que lhe fizera reclamar. – O quê?! Todo mundo sabe que é verdade!

 - Claro que não. Luther jamais agiria de forma irresponsável em uma missão – Ben argumentara.

 Diego lhe lançara um olhar, como se pedindo para irem atrás de mais um, no entanto, Cinco preferira ignorar e sentar-se no chão mesmo.

 - Não seeeei – Klaus cantarolara em falso mistério. – Alli sabe ser muito persuasiva quando quer.

 - Também não acho que ela usaria os poderes dela para isso.

 - Porque ela não precisa – Klaus rebatera. – Quem disse que eu estava me referindo aos poderes?

 - Jesus, vocês discutem mais do que a gente! – um dos Peppermint Scarves reclamara.

 Ouviram passos familiares (sempre familiares) se aproximando e emudeceram na mesma hora. Klaus fora rápido em descartar a caixa de chocolates atrás de uma das vigas conforme Reginald se aproximava com aquela mesma expressão séria e de “nada está bom o suficiente” de sempre.

 Ao menos a missão tinha chego ao fim.

 

 


Notas Finais


Cinco: gênero é superestimado.
Klaus: qe tal por uma saia?
Cinco: *gay panic*

Eu tinha dito que ia por uns avisos aqi, mas como eles não dizem respeito a esse cap (pq n tem cartas e tal), vou deixar para o próximo, mas não esqeci.


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